Tainá Fernanda Pedrini

Tainá Fernanda Pedrini Doutora ITA/BRA. Mestre EUA/BRA. Advogada OAB/SC 52.237.

07/08/2026

Lembrança deste dia especial.

Tive o privilégio de comemorar esta homenagem ao lado de pessoas que respeito e admiro. Muito obrigada!

28/07/2026

Ter um Regulamento Interno e políticas corporativas atualizadas não é mera formalidade documental. Trata-se de uma ferramenta essencial de organização, prevenção de conflitos, fortalecimento da autoridade empresarial e redução de riscos trabalhistas, civis, administrativos e reputacionais.
Ao definir claramente direitos, deveres, condutas permitidas e comportamentos proibidos, reduz interpretações subjetivas e evita que cada gestor adote critérios próprios diante de situações semelhantes.
Essa clareza é importante também para os próprios empregados. Um ambiente profissional seguro não depende apenas da existência de regras, mas da possibilidade de todos compreenderem previamente o que se espera de sua atuação, quais procedimentos devem ser observados e quais consequências poderão decorrer de determinado descumprimento. Quando as normas são apresentadas de forma clara, divulgadas adequadamente e acompanhadas de termo de ciência, a empresa fortalece a transparência da relação de trabalho e reduz alegações de desconhecimento.

Nenhum processo é apenas um número quando se conhece quem suporta o peso daquela decisão. Esse é o dia a dia do(a) advog...
16/07/2026

Nenhum processo é apenas um número quando se conhece quem suporta o peso daquela decisão. Esse é o dia a dia do(a) advogado(a) que cumpre a sua missão.

A advocacia exige muito mais do que conhecimento técnico. Exige serenidade quando o cliente perdeu a esperança. Exige firmeza quando todos esperam uma resposta. Exige responsabilidade porque, muitas vezes, pode definir o patrimônio de uma família, a liberdade de uma pessoa, a continuidade de uma empresa ou o futuro de uma vida.

Há noites em que levamos para casa preocupações que não são nossas. Há vitórias que comemoramos como se fossem pessoais. Ainda assim, no dia seguinte, voltamos ao escritório com a mesma convicção: oferecer o melhor de nós a quem depositou em nosso trabalho aquilo que tem de mais valioso.

14/07/2026

O melhor processo é aquele que a empresa nunca precisou enfrentar.

As empresas mais sólidas são aquelas que desenvolvem a capacidade de impedir que as crises aconteçam.

❤️
01/07/2026

❤️

Recebi esta homenagem com honra, gratidão e com a consciência de que ela simboliza muito mais do que uma conquista pesso...
29/06/2026

Recebi esta homenagem com honra, gratidão e com a consciência de que ela simboliza muito mais do que uma conquista pessoal. Vejo nela o resultado do trabalho do escritório e de seus integrantes Tainá Fernanda Pedrini Advocacia Especializada, a confiança de clientes, colegas, alunos, amigos e familiares que, de diferentes formas, fizeram parte da construção desta caminhada.
A advocacia me ensinou que o prestígio não se conquista por discursos, mas pela constância; não por promessas, mas pela credibilidade construída em cada orientação, em cada decisão e em cada compromisso assumido.
Por isso, recebo esta distinção não como um ponto de chegada, mas como um convite permanente ao aperfeiçoamento, ao estudo, à ética e à responsabilidade que a profissão exige.
Minha sincera gratidão a todos que caminham ao meu lado. Que eu permaneça sempre digna da confiança que me é confiada e consciente de que o maior reconhecimento continua sendo poder exercer a advocacia com propósito, excelência e integridade.

Meu imenso agradecimento ao meu time, minha família, parceiros e clientes.

Obrigada pelo convite, Márcio Schaefer. Foi uma honra para nós.

Agradeço, igualmente, à querida Silvana Hellmann Resner pela fotografia.

23/06/2026

Conhecimento para antecipar riscos, estratégia para conduzir decisões e autoridade para proteger patrimônios, empresas e histórias.

20/06/2026

Existe um equívoco bastante comum no ambiente empresarial e até mesmo nas relações pessoais: acreditar que contratos são documentos estáticos, elaborados uma única vez e destinados a permanecer inalterados ao longo dos anos.
Contratos saudáveis são organismos vivos. Nascem para disciplinar uma determinada realidade, mas essa realidade raramente permanece igual. Empresas crescem, mercados se transformam, legislações são alteradas, tecnologias surgem, modelos de negócio evoluem, famílias se reorganizam, patrimônios se expandem e pessoas mudam suas prioridades ao longo da vida.
Quando o contexto se modifica e o contrato permanece inerte, cria-se uma perigosa desconexão entre aquilo que está escrito e aquilo que efetivamente acontece. É nesse espaço que surgem os conflitos, as inseguranças jurídicas e os riscos que poderiam ter sido evitados por meio de uma revisão preventiva.
A própria vida é construída sobre pactos. Alguns são formalizados em papel; outros são assumidos silenciosamente nas relações familiares, profissionais e patrimoniais. Casamentos, sociedades, planejamentos sucessórios, estruturas patrimoniais e projetos de vida exigem revisões periódicas.
A maturidade jurídica consiste justamente em compreender que a segurança não está na rigidez absoluta, mas na capacidade de adaptação. Um bom contrato não é aquele que resiste ao tempo sem alterações. É aquele que acompanha a evolução da realidade que pretende regular.

11/06/2026

Quem sai de casa perde o direito ao imóvel no divórcio?
Não.
A simples saída do lar conjugal não significa renúncia à propriedade nem à meação do imóvel. O fim da convivência não altera, por si só, os direitos patrimoniais decorrentes do casamento ou da união estável.

Enquanto a partilha não é realizada, o imóvel permanece, em regra, em condomínio entre os ex-cônjuges. Por isso, o uso exclusivo do bem por apenas um deles pode, em determinadas situações, gerar o dever de pagar uma compensação financeira ao outro.

Há, contudo, situações em que essa compensação pode ser afastada, especialmente quando o imóvel permanece sendo utilizado para moradia de filhos comuns, conforme as circunstâncias do caso concreto.

A perda da meação somente pode ocorrer em hipótese excepcional: a usucapião familiar. Para isso, a lei exige requisitos específicos, como abandono voluntário da família, posse exclusiva do imóvel por pelo menos dois anos e utilização do bem como moradia, entre outros pressupostos legais.

Por essa razão, sair de casa após a separação não implica, automaticamente, perda de direitos sobre o imóvel.

Dívida feita por um dos cônjuges também obriga o outro?Nem sempre.A responsabilidade pelas dívidas contraídas durante o ...
10/06/2026

Dívida feita por um dos cônjuges também obriga o outro?

Nem sempre.

A responsabilidade pelas dívidas contraídas durante o casamento depende do regime de bens adotado e, principalmente, da finalidade da obrigação.

Na comunhão parcial de bens, existe a presunção de que as dívidas assumidas durante a união foram contraídas em benefício da família. Por isso, obrigações relacionadas às despesas familiares, à manutenção do lar ou à administração do patrimônio comum podem atingir ambos os cônjuges.

Por outro lado, nem toda dívida se comunica. Em regra, permanecem de responsabilidade exclusiva daquele que as contraiu as obrigações anteriores ao casamento, as decorrentes de atos ilícitos, salvo quando houver benefício ao casal, e aquelas vinculadas exclusivamente a bens particulares ou interesses individuais.

Por essa razão, a análise não se limita ao contrato ou ao nome que consta na dívida. É necessário verificar qual foi a destinação dos recursos e se houve efetivo proveito para a entidade familiar.

Endereço

Rua João Bauer, Número 454, Centro I
Brusque, SC
88353-100

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