28/02/2022
Para iniciar a semana, deixamos aqui uma historinha que nos ajuda a entender melhor o 𝗠𝗘𝗧𝗔𝗕𝗢𝗟𝗜𝗦𝗠𝗢 𝗗𝗢 𝗙𝗘𝗥𝗥𝗢.
O 𝗳𝗲𝗿𝗿𝗼 𝗻ã𝗼 𝗵𝗲𝗺𝗲, conhecido como férrico, é um cara complicado que tem dificuldade de entrar nos lugares. Vive normalmente em vegetais. Quando percorre a estrada digestiva e chega na vila duodeno, se depara com um grande condomínio, onde, para entrar, terá que passar por um complexo de segurança, o 𝗲𝗻𝘁𝗲𝗿ó𝗰𝗶𝘁𝗼. Infelizmente, os seguranças não permitem sua entrada, pois não vem com roupa adequada. Já seu compadre 𝗵𝗲𝗺𝗲 entra facilmente, pois anda sempre bem vestido.
Porém, o férrico tem uma amiga no condomínio, a 𝗗𝗖𝗬𝗧𝗕, que, junto com o ascórbico (𝗩𝗶𝘁. 𝗖),), lhe empresta um terno e lhe penteia o cabelo, ficando com um aspeto tão grã-fino que os seguranças o chamam de Dr. 𝗙𝗲𝗿𝗿𝗼𝘀𝗼 e o deixam entrar através do 𝗲𝗻𝘁𝗲𝗿ó𝗰𝗶𝘁𝗼 pela porta dos metais (𝗗𝗠𝗧𝟭). Porém, quando outros metais (como o 𝗭𝗶𝗻𝗰𝗼) chegam em grande número, o ferro pode ficar de fora. Além disso, alguns invejosos, como o 𝗙𝗶𝘁𝗮𝘁𝗼 e o 𝗢𝘅𝗮𝗹𝗮𝘁𝗼, podem boicotar sua entrada. E mesmo entrando no 𝗲𝗻𝘁𝗲𝗿ó𝗰𝗶𝘁𝗼, nem sempre entra no condomínio. Pode ficar esperando numa sala (ferritina) por autorização para entrar e mesmo que esta chegue, ainda terá que passar pela porta 𝗳𝗲𝗿𝗿𝗼𝗽𝗼𝗿𝘁𝗶𝗻𝗮, que só abre por ordem da Dra. 𝗛𝗲𝗽𝗰𝗶𝗱𝗶𝗻𝗮. Quando consegue finalmente entrar, encontra um carro (𝘁𝗿𝗮𝗻𝘀𝗳𝗲𝗿𝗿𝗶𝗻𝗮) que o transportará pelo condomínio.
No entanto, o carro só o transportará na forma de férrico. Por isso, tem que pedir à 𝗛𝗲𝗳𝗮𝗲𝘀𝘁𝗶𝗻𝗮 e ao 𝗖𝗼𝗯𝗿𝗲, que também trabalham no condomínio, para que lhe mudem o aspeto para ser novamente férrico e poder ser levado pela transferrina através das estradas do extenso condomínio, chegando a alguns lugares, como a mansão 𝗳𝗲𝗿𝗿𝗼 𝗵𝗲𝗽á𝘁𝗶𝗰𝗮 ou a 𝗳á𝗯𝗿𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗲 𝗴𝗹ó𝗯𝘂𝗹𝗼𝘀 𝘃𝗲𝗿𝗺𝗲𝗹𝗵𝗼𝘀 𝗺𝗲𝗱𝘂𝗹𝗮𝗿𝗲𝘀
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