13/03/2020
Faltando alguns meses para a edição de 2020 do Sigma-Múndi vamos dar início às apresentações dos comitês! 💚
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Primeiramente o Supremo Tribunal Federal, que discutirá o Direto ao Esquecimento no caso Aída Curi.
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Um homicídio brutal marcou o ano de 1958 no Brasil. A jovem Aída Curi é torturada, abusada sexualmente e jogada de um prédio em Copacabana. 50 anos depois, a série Linha Direta Justiça da Globo revive o crime que abalou o país. Novas feridas familiares são abertas. A família de Aída processa a emissora por lucrar com a tragédia familiar e o caso chega ao STF. A defesa dos irmãos de Aída pleiteia o Direito ao Esquecimento, direito de não permitir que um fato ocorrido em determinado momento de sua vida seja exposto ao público, causando transtorno. A sociedade civil mobiliza-se, contando com a participação da Google, Yahoo, Associação dos Advogados e outros. A fim de consolidar a jurisprudência sobre o tema, questiona-se: Em um mundo em que tudo é público, como aplicar o direito ao esquecimento na Era da Informação, em contraposição à liberdade de imprensa?