Vamos relaxar? Técnica de relaxamento pra dormir melhor!
Idilio Cardosi
Professor de Yoga Tântrico, professor de Artes plasticas, terapeuta e Massoterapeuta, ilustrador e artistas plastico. A mudança começa com as atitudes pessoais.
Atendimentos em 3 eixos:
1-desenvolvimento pessoal, mental e emocional
2-liberação de dores físicas (crônicas, agudas, gatilhos e outras)
3-dores emocionais e psíquicas (dificuldades de relacionamento e convivência, traumas e TEPT entre outros) Nesta pagina ofereço dicas sobre consciência, Yoga, ta**ra, ética, sexaulidade, artes, comportamento, alimentação sem carnes e varias coisas em que acredito ter o poder de mudar o ser humano e mundo. Vamos mudar o mundo começando por nós mesmos?
Mini aula de Surya Namaskara (saudação ao sol) com Idilio Cardosi e a participação especial da prof Teresa Milanez
08/02/2020
Explicação boa e variada em termos de fontes e referências. Só não concordo com o questão do misticismo. a estrutura de técnicas descritas é a base dentro do Hatha yoga. Nós usamos essas e várias outras dentro da metodologia que eu ensino.
https://youtu.be/bW8rB1ONsi8
Kundalini: A Serpente Flamejante Que Habita em Você! Já sentiu a KUNDALINI dentro de você? Se não sentiu, deveria, pois é um dos caminhos para autoiluminação! Entenda neste vídeo que explica tudo sobre essa ser...
06/02/2020
27/01/2020
Pra entender como funciona o efeito da ressonância nos mantras. Vc faz o som e ele ressoa em outras partes com a mesma afinação/calibre e etc, na exata frequência emitida
23/01/2020
Aula no layback park (na beira do lago!) sabado 25/1, 10h, gratuita, sujeita a Inscrições:
https://www.sympla.com.br/aula-de-yoga__764805
Curso de respiração, informações e inscrições:
https://www.sympla.com.br/respirar-saude-curso-basico-de-tecnicas-de-respiracao__767886?token=77713fd1e3abeafdac520eebe0e5e648
27/11/2019
Um texto maravilhoso sobre o filme "pequena miss Sunshine" e o conteúdo tem tudo a ver com yoga:
Texto na íntegra:
E link:
https://www.pensarcontemporaneo.com/pequena-miss-sunshine-o-bom-e-velho-foda-se-para-os-padroes-da-sociedade/
Por Erick Morais
Deleuze falava que o verdadeiro charme das pessoas consiste nos seus traços de loucura. Ou seja, somente quando há uma ruptura com a estrutura é que o indivíduo consegue ser verdadeiramente atraente, de tal maneira que não há interação e sentimento, para ele, onde não há a percepção dos traços de loucura presente nas pessoas.
Corroborando com a visão do filósofo francês, Jonathan Dayton e Valerie Faris nos apresentam o filme “Pequena Miss Sunshine” (Little Miss Sunshine). O filme narra a história de uma família pra lá de excêntrica, marcada pelo dilema entre o sucesso e o fracasso. Nesse universo familiar somos apresentados a Olive (Abigail Breslin), uma garotinha que sonha em ganhar um concurso de beleza. Para tanto, ela treina com seu avô (Alan Arkin), um velho viciado em he***na. A fim de realizar o sonho da garota, a família se desloca em uma Kombi velha (mas, muito maneira) para chegar ao tal concurso, embarcando em um dos melhores Road Movies do cinema.
A excêntrica família passa por uma série de problemas, que vão do cômico ao dramático com perfeição, criando situações ao mesmo tempo nonsense e verossímeis. O grande problema dos personagens é que eles vivem esmagados pela pressão de serem vencedores, buscando cada um ao seu modo a fuga para os fracassos das suas vidas. Até que chegamos à cena final, em que Olive, a criança, promove a libertação dos personagens, mostrando-lhes que independente do que esperam dela no concurso de beleza, ela jamais vai conseguir ser bela sendo alguém que ela não é. Isto é, escondendo os seus traços de loucura. A sua coragem promove a catarse que liberta todos dos padrões da sociedade e da ditadura da felicidade que nos obriga a vencer sempre.
A vida é cheia de nuances e complexidades, de coisas ocultas que jamais conseguiremos descobrir, tampouco, dominar. E nós, como protagonistas dessa vida, temos que vivenciá-la com dignidade, aprendendo a lidar com as nossas vicissitudes e, acima de tudo, sendo aquilo que nós somos essencialmente, sem estarmos preocupados o tempo inteiro em atender os padrões impostos por uma sociedade hipócrita, que foi erigida sob o pilar da liberdade, mas que desrespeita esta a todo tempo.
Deleuze é perfeito ao considerar os traços de loucura como a maior beleza que um ser humano possui, já que são esses traços que nos possibilitam a criatividade, a reinvenção, o renascimento. É ela que determina a nossa excentricidade, os nossos maneirismos e, por conseguinte, as nossas idiossincrasias, aquilo que somente nós possuímos e que não encontramos em mais ninguém. Aquilo que nos torna seres singulares e que é guardado na memória daqueles que nos amam.
São os traços de loucura de Olive que a tornam uma personagem tão cativante e apaixonante. É a sua apresentação maluca que deixa ao mesmo tempo sua família e nós vibrantes, que nos faz querer dançar e ser inadequados, sem medo do ridículo e sem medo dos olhares que retiram o brilho da felicidade sincera.
Olive nos ensina a sermos pássaros que voam livremente, fora das gaiolas que a vida adulta e a pressão da sociedade nos colocam, transformando-nos em indivíduos pragmáticos e chatos, sem qualquer tipo de charme, mergulhados no reino da mesmice. Como o avô maluco beleza ensina: “Perdedores são pessoas que têm tanto medo de não ganhar, que nem sequer tentam” e para tentar, antes é preciso ser honesto consigo mesmo, dando o melhor de si, mesmo que as pessoas esperem outras coisas. Ser vencedor é ter coragem para perder com dignidade sendo quem se é, sem máscaras e adequação, com loucura e beleza, dando o bom e velho “FO***SE” para os padrões da sociedade.
Não somos iguais para estarmos todos em uma mesma forma, bem como, a vida não é uma competição que visa distribuir medalhas para quem chega em primeiro lugar. A verdadeira medalha se ganha quando cruzamos a linha de chegada e ao olhar para trás conseguimos nos enxergar em cada pegada que deixamos, sendo o que quisermos ser em cada situação, fazendo o que amamos independente do que os outros queiram ou achem.
Ninguém precisa ser admirado por todos, nem bem aceito, tampouco, deixar de fazer o que gosta para pertencer ao “grupo”. A verdadeira felicidade consiste em estar livre para voar em qualquer céu e fazer a corrida do jeito que melhor lhe apraz. Olive ensina isso para a sua família, que percebe que os fracassos que possuem também fazem parte da pessoa que são e daquilo que estão se tornando. Ensina, sobretudo, que isso não os torna perdedores, porque o que torna alguém perdedor é desistir de tentar e, principalmente, esquecer o que se é, os seus traços de loucura, para ser vencedor de uma plateia falsa e sem vida.
A vida passa muito depressa para ser um vencedor que voa apenas em uma gaiola. Felicidade, como Olive e Deleuze nos ensinam é voar livremente, enfrentando as dificuldades e as quedas que inevitavelmente sofremos, porque não adianta ser vitorioso de uma vida amarga e sem loucura, já que, lembrando Bauman: “Loucos são apenas os significados não compartilhados. A loucura não é loucura quando compartilhada”, e o compartilhamento só é possível para quem está livre, para que como Olive, consiga dançar na cara dos padrões mecânicos e falsos de uma sociedade chata e hipócrita
Pequena Miss Sunshine: O bom e velho FO***SE para os padrões da sociedade São os traços de loucura de Olive que a tornam uma personagem tão cativante e apaixonante.
22/11/2019
Bio eletricidade
13/10/2019
Alinha, balanceia e flui!
Alinha, balanceia e flui!
Alinha, balanceia e flui!
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Alinha, balanceia e flui!
13/10/2019
Sociedade querendo padronizar as pessoas... E assim abrir mão de toda a nossa individualidade/essencia... Deixando esse mundo cada vez mais quadrado e pobre
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