04/06/2021
Adeline BDF Psicopedagogia
Atendimento às dificuldades na aprendizagem. Estimulo às habilidades e potencialidades. Orientaç?
04/06/2021
Disque 100. Denuncie o abuso sexual à crianças e adolescentes
09/05/2020
Amanhã é o dia delas. Mulheres guerreiras, fortes, amorosas, responsáveis, integras, e com quem tenho a benção de ter por perto. Deus as abençoe sempre 🙏🏼🌹🌹🌹🌹🌹🌹. ♥️ ( minhas filha, nora, mãe, tia , enteada, e sogra..) Amo vocês ♥️♥️♥️♥️♥️
09/05/2020
Amanhã é o dia delas. Mulheres guerreiras, fortes, amorosas, responsáveis, integras, e com quem tenho a benção de ter por perto. Deus abençoe sempre 🙏🏼🌹🌹🌹🌹🌹🌹. ♥️ ( minhas filha, nora, mãe, e sogra..) Amo vocês ♥️♥️♥️♥️♥️ @ Brasília, Brazil
05/05/2020
✏ Dicas Psicopedagógicas:
📚Ambiente adequado para aprender.
O ambiente de estudo é um dos fatores que influenciam o processo de aprendizagem. É importante que o local esteja limpo, arejado, organizado e bem iluminado. O estudante/ aprendente pode participar ativamente dessa organização de acordo com sua faixa etária.
13/04/2020
🩺E o Rio homenageia os profissionais da saúde: 🩺🩺🩺 🏥🥼 você que trabalha na linha de frente com os pacientes infectados pelo Covid-19, acha que o teste rápido realizado em massa pode auxiliar as ações de prevenção? Dê a sua opinião: te**es salvam?
12/04/2020
Quando uma imagem não necessita de legenda. É a mensagem explícita de amor genuíno e da solidariedade que devem permear nossos dias de hoje e sempre. A ordem é olhar para o outro, cuidar do outro. Encarar outro e um novo tempo: Tempo de servir!
-Tempo de recolhimento, muito mais que isolamento. Recolhimento para refletir e mudar o agir...aí então será Páscoa! Ótima renovação a nós 🙏🏼❤️
11/04/2020
Me identifico com muitas falas da e esta é uma delas. De nada serve acumular conhecimento sem compartilhar.
10/04/2020
Estas merecem nossa especial atenção. Regra de sobrevivência no avião : “Primeiro ponha a máscara de oxigênio em você ....” Sim porque você não ajuda se não estiver em condições. A minha máscara é a solidariedade, o amor, a minha família ... trabalho onde quer que eu possa contribuir!
05/04/2020
CONTINUAÇÃO
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*O Amor nos Tempos do Cólera*
*Gabriel Garcia Marques.*
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- Me impus fazer profundas respirações completas a cada manhã. Creio que meus pulmões nunca haviam chegado a tamanha capacidade e força. A parte da tarde era a hora das orações, a hora de agradecer a uma entidade qualquer por não me haver dado, como destino, privações graves durante toda minha vida.
O hindu me havia aconselhado também a criar o hábito de imaginar a luz entrando em mim e me tornando mais forte. Podia funcionar também para as pessoas queridas que estavam distantes e, assim, integrei também esta prática na minha rotina diária dentro do barco.
Em vez de pensar em tudo que não podia fazer, pensava no que faria uma vez chegado à terra firme. Visualizava as cenas de cada dia, as vivia intensamente e gozava da espera. Tudo o que podemos obter em seguida não é interessante. Nunca. A espera serve para sublimar o desejo e torná-lo mais poderoso. Eu me privei de alimentos suculentos, de garrafas de rum e outras delícias. Me havia privado de jogar baralho, de dormir muito, de praticar o ócio, de pensar apenas no que me privaram.
- Como acabou, Capitão?
- Eu adquiri todos aqueles hábitos novos. Me deixaram baixar do barco muito tempo depois do previsto.
- Privaram vocês da primavera, então?
- Sim, naquele ano me privaram da primavera e de muitas coisas mais, mas eu, mesmo assim, floresci, levei a primavera dentro de mim, e ninguém nunca mais pode tirá-la de mim.
05/04/2020
Do livro 📖📖
*O Amor nos Tempos do Cólera*
*Gabriel Garcia Marques.*
- Capitão, o menino está preocupado e muito inquieto devido à quarentena que o porto nos impôs!
- O que te inquieta, menino? Não tens comida suficiente?
Não dormes o suficiente?
- Não é isso, Capitão. É que não suporto não poder ir à terra e abraçar minha família.
- E se te deixassem sair do navio e estivesses contaminado, suportarias a culpa de infectar alguém que não tem condições de aguentar a doença?
- Não me perdoaria nunca, mas para mim inventaram essa peste.
- Pode ser, mas e se não foi inventada?
- Entendo o que queres dizer, mas me sinto privado da minha liberdade, Capitão, me privaram de algo.
- E tu te privas ainda mais de algo.
- Está de brincadeira, comigo?
- De forma alguma. Se te privas de algo sem responder de maneira adequada, terás perdido.
- Então quer dizer, segundo me dizes, que se me tiram algo, para vencer eu devo privar-me de mais alguma coisa por mim mesmo?
- Exatamente. Eu fiz quarentena há 7 anos atrás.
- E o que foi que tiveste de te privar?
- Eu tinha que esperar mais de 20 dias dentro do barco. Havia meses em que eu ansiava por chegar ao porto e desfrutar da primavera em terra. Houve uma epidemia. No Porto Abril nos proibiram de descer. Os primeiras dias foram duros. Me sentia como vocês. Logo comecei a confrontar aquelas imposições utilizando a lógica. Sabia que depois de 21 dias deste comportamento se cria um hábito, e em vez de me lamentar e criar hábitos desastrosos, comecei a comportar-me de maneira diferente de todos os demais. Comecei com o alimento. Me impus comer a metade do quanto comia habitualmente. Depois comecei a selecionar os alimentos de mais fácil digestão, para não sobrecarregar o corpo. Passei a me nutrir de alimentos que, por tradição histórica, haviam mantido o homem com saúde.
O passo seguinte foi unir a isso uma depuração de pensamentos pouco saudáveis e ter cada vez mais pensamentos elevados e nobres. Me impus ler ao menos uma página a cada dia de um argumento que não conhecia. Me impus fazer exercícios sobre a ponte do barco. Um velho hindu me havia dito anos antes, que o corpo se potencializava ao reter o alento. Iniciei RESPIRAÇÕES...
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