15/05/2026
Em artigo ao Blog do IBRE, da FGV IBRE, o professor Felipe Sigollo, secretário de Educação de Diadema e conselheiro da ANUP, e o economista Alexandre Manoel, analisam os dez anos da reforma do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) e os fatores que evitaram a descontinuidade do programa quando um colapso era iminente.
Felipe e Alexandre participaram do processo de reestruturação conduzido entre 2016 e 2017, período em que o Fies passou por mudanças voltadas à sustentabilidade fiscal, ao compartilhamento de riscos e ao fortalecimento da governança.
No texto, os autores argumentam que o problema do Fies não estava em seu objetivo de ampliar o acesso ao Ensino Superior para estudantes de baixa renda, mas no desenho do programa, que concentrava riscos na União, tinha baixa previsibilidade fiscal e acumulava níveis elevados de inadimplência.
A reforma, segundo eles, preservou a função social do Fies ao reorganizar seus incentivos, fortalecer o fundo garantidor e tornar o modelo mais sustentável ao longo do tempo.
O artigo também relaciona a atual renegociação de dívidas no âmbito do Desenrola Fies aos passivos acumulados pelo modelo anterior, reforçando a importância das mudanças realizadas há uma década.
Leia o artigo na íntegra no story ou em anup.org.br