Marcio Muniz Farias - UNB

Marcio Muniz Farias - UNB Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Marcio Muniz Farias - UNB, Explicador/professor, Brasília.

Hoje tivemos a satisfação de participar da abertura do Dia da Superdotação 2026, realizado na Universidade de Brasília.P...
15/08/2026

Hoje tivemos a satisfação de participar da abertura do Dia da Superdotação 2026, realizado na Universidade de Brasília.

Para a UnB, é uma grande satisfação receber um evento que valoriza as diferentes potencialidades humanas e reforça nosso compromisso com a inclusão, a educação, a pesquisa e a promoção de direitos.

Para mim, particularmente, foi uma experiência muito especial poder conversar e interagir com pais, crianças e jovens com Altas Habilidades/Superdotação, além de conhecer melhor a realidade das pessoas com Dupla Excepcionalidade.

Um dia importante para ampliar o conhecimento, combater preconceitos e, sobretudo, reconhecer e criar condições para que diferentes talentos possam se desenvolver plenamente.

Depois de percorrer a Ásia Central e o Cáucaso, voltamos a Amsterdã para os dois últimos dias da viagem — desta vez, sem...
08/08/2026

Depois de percorrer a Ásia Central e o Cáucaso, voltamos a Amsterdã para os dois últimos dias da viagem — desta vez, sem grandes planos, apenas para descansar e rever uma cidade que já conhecíamos.

Foi bom reencontrar a Praça Dam, caminhar pelos canais, parar nos bares para uma cerveja e simplesmente deixar a cidade acontecer. Reservamos também um dia para conhecer a região de Plantage, mais tranquila e arborizada, fugindo um pouco do burburinho do centro.

E Amsterdã continua sendo Amsterdã: cosmopolita, liberal, alternativa, com seus canais, bicicletas, bares e o Distrito da Luz Vermelha.

Mas também percebemos alguns aspectos que incomodam. A circulação no centro está cada vez mais difícil, com pedestres, bicicletas, motos e carros disputando espaço. A enorme pressão turística também parece cobrar seu preço, deixando algumas áreas com uma sensação de descuido e sujeira.

E os preços estão bastante inflacionados, especialmente os hotéis.

Ainda assim, foi um ótimo lugar para desacelerar, tomar boas cervejas e encerrar a viagem.

06/08/2026

O Templo do Fogo de Ateshgah, conhecido como o Templo do Sol ou Templo dos Fogos, é um dos locais históricos mais emblemáticos do Azerbaijão. Construído entre os séculos XVII e XVIII sobre uma área onde surgiam chamas naturais alimentadas pelo gás subterrâneo, o templo foi um importante centro de peregrinação dos seguidores do zoroastrismo, antiga religião persa baseada nos ensinamentos de Zaratustra.
O complexo é formado por um pátio central com um altar de fogo no centro e diversas células e pequenos aposentos ao redor. Esses cubículos serviam como moradia para peregrinos, monges e visitantes que chegavam de longas distâncias para cultuar o fogo sagrado. Com o tempo, o local também funcionou como um caravançarai, uma hospedagem para comerciantes e viajantes das rotas que cruzavam a região.
No zoroastrismo, o fogo representa a pureza, a luz, a verdade e a presença simbólica de Ahura Mazda, a divindade suprema. O fogo não era adorado como um deus, mas respeitado como um elemento sagrado que simbolizava a luta entre a ordem e a verdade contra o caos e a mentira.
Hoje, Ateshgah é um testemunho da antiga ligação do Azerbaijão com o fogo, elemento que marcou sua cultura, sua história e até o próprio apelido do país: a Terra do Fogo.

06/08/2026

O Templo do Fogo de Ateshgah, conhecido como o Templo do Sol ou Templo dos Fogos, é um dos locais históricos mais emblemáticos do Azerbaijão. Construído entre os séculos XVII e XVIII sobre uma área onde surgiam chamas naturais alimentadas pelo gás subterrâneo, o templo foi um importante centro de peregrinação dos seguidores do zoroastrismo, antiga religião persa baseada nos ensinamentos de Zaratustra.
O complexo é formado por um pátio central com um altar de fogo no centro e diversas células e pequenos aposentos ao redor. Esses cubículos serviam como moradia para peregrinos, monges e visitantes que chegavam de longas distâncias para cultuar o fogo sagrado. Com o tempo, o local também funcionou como um caravançarai, uma hospedagem para comerciantes e viajantes das rotas que cruzavam a região.
No zoroastrismo, o fogo representa a pureza, a luz, a verdade e a presença simbólica de Ahura Mazda, a divindade suprema. O fogo não era adorado como um deus, mas respeitado como um elemento sagrado que simbolizava a luta entre a ordem e a verdade contra o caos e a mentira.
Hoje, Ateshgah é um testemunho da antiga ligação do Azerbaijão com o fogo, elemento que marcou sua cultura, sua história e até o próprio apelido do país: a Terra do Fogo.

O Templo do Fogo de Ateshgah, conhecido como o Templo do Sol ou Templo dos Fogos, é um dos locais históricos mais emblem...
06/08/2026

O Templo do Fogo de Ateshgah, conhecido como o Templo do Sol ou Templo dos Fogos, é um dos locais históricos mais emblemáticos do Azerbaijão. Construído entre os séculos XVII e XVIII sobre uma área onde surgiam chamas naturais alimentadas pelo gás subterrâneo, o templo foi um importante centro de peregrinação dos seguidores do zoroastrismo, antiga religião persa baseada nos ensinamentos de Zaratustra.
O complexo é formado por um pátio central com um altar de fogo no centro e diversas células e pequenos aposentos ao redor. Esses cubículos serviam como moradia para peregrinos, monges e visitantes que chegavam de longas distâncias para cultuar o fogo sagrado. Com o tempo, o local também funcionou como um caravançarai, uma hospedagem para comerciantes e viajantes das rotas que cruzavam a região.
No zoroastrismo, o fogo representa a pureza, a luz, a verdade e a presença simbólica de Ahura Mazda, a divindade suprema. O fogo não era adorado como um deus, mas respeitado como um elemento sagrado que simbolizava a luta entre a ordem e a verdade contra o caos e a mentira.
Hoje, Ateshgah é um testemunho da antiga ligação do Azerbaijão com o fogo, elemento que marcou sua cultura, sua história e até o próprio apelido do país: a Terra do Fogo.
Azerbaijão Azerbaijan TerraDoFogo História ReligiãoAntiga RotaDaSeda Caravançarai CulturaPersa Cáucaso Viagem Travel ReelsDeViagem

06/08/2026

Uma das experiências mais marcantes desta viagem foi visitar o Parque Nacional de Gobustão. Em suas rochas estão gravados milhares de petróglifos — gravuras feitas na pedra — que registram a presença humana na região ao longo de dezenas de milhares de anos. Alguns dos registros mais antigos podem ter mais de 20 mil anos, e o local continuou sendo utilizado por diferentes povos durante milênios.
As figuras retratam cenas de caça, danças coletivas, animais, embarcações, rituais e aspectos da vida cotidiana, oferecendo um raro testemunho da evolução cultural do Homo sapiens desde o final da última Era Glacial até períodos históricos. É um dos mais importantes sítios de arte rupestre do mundo e, por isso, foi reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO.
Caminhar entre essas rochas é como folhear um livro escrito por nossos ancestrais. Cada gravura conta um pequeno capítulo da longa história da humanidade e nos lembra que a necessidade de comunicar ideias, registrar experiências e transmitir cultura acompanha o ser humano desde a Pré-História.

06/08/2026

Yanar Dağ, ou "Montanha de Fogo", é um dos fenômenos naturais mais impressionantes do Azerbaijão. Nesse local, o gás natural escapa continuamente pelas fissuras da encosta e mantém uma chama acesa dia e noite, em qualquer época do ano. Ao contrário dos vulcões, não há lava: é o próprio gás subterrâneo que alimenta o fogo.
Essas chamas naturais fizeram com que o Azerbaijão fosse conhecido desde a Antiguidade como a "Terra do Fogo". O próprio nome do país provavelmente deriva do antigo reino de Atropatene, associado à ideia de "terra protegida pelo fogo", refletindo a importância desse elemento na cultura local e na antiga religião zoroastrista.

06/08/2026

O Centro Heydar Aliyev é o maior ícone da arquitetura contemporânea de Baku. Projetado pela arquiteta iraquiana-britânica Zaha Hadid, o edifício impressiona por suas curvas fluidas, sem linhas retas aparentes, simbolizando a modernização e o dinamismo do Azerbaijão após a independência.
Mais do que um edifício, é um grande centro cultural que reúne museu, galerias de exposições, auditório e espaços para eventos, preservando a história e promovendo a arte, a ciência e a cultura do país. Hoje, é um dos cartões-postais mais reconhecidos de Baku.

06/08/2026

Uma das curiosidades mais surpreendentes de Gobustão é uma inscrição deixada por soldados romanos. Gravada em latim, ela registra a presença da Legio XII Fulminata durante o reinado do imperador Domiciano (81–96 d.C.) e é considerada a inscrição romana mais oriental já encontrada.
O texto original é:

IMP DOMITIANO CAESARE AVG GERMANICO
LVCIVS IVLIVS MAXIMVS
LEG XII FVL

Tradução:
"No reinado do imperador César Domiciano Augusto Germânico, Lúcio Júlio Máximo, da Décima Segunda Legião Fulminata."

Essa pequena inscrição comprova que tropas romanas chegaram até a região do Mar Cáspio, revelando a impressionante extensão da influência de Roma no século I d.C.

06/08/2026

Uma das experiências mais marcantes desta viagem foi visitar o Parque Nacional de Gobustão. Em suas rochas estão gravados milhares de petróglifos — gravuras feitas na pedra — que registram a presença humana na região ao longo de dezenas de milhares de anos. Alguns dos registros mais antigos podem ter mais de 20 mil anos, e o local continuou sendo utilizado por diferentes povos durante milênios.
As figuras retratam cenas de caça, danças coletivas, animais, embarcações, rituais e aspectos da vida cotidiana, oferecendo um raro testemunho da evolução cultural do Homo sapiens desde o final da última Era Glacial até períodos históricos. É um dos mais importantes sítios de arte rupestre do mundo e, por isso, foi reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO.
Caminhar entre essas rochas é como folhear um livro escrito por nossos ancestrais. Cada gravura conta um pequeno capítulo da longa história da humanidade e nos lembra que a necessidade de comunicar ideias, registrar experiências e transmitir cultura acompanha o ser humano desde a Pré-História.

Endereço

Brasília, DF

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Marcio Muniz Farias - UNB posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar