helenpsiescolar

helenpsiescolar Consultoria em Inclusão Escolar
Consultoria em Saúde Mental nas escolas
Formação Docente
Ofic

11/09/2026

Se você cresceu nos anos 80, talvez já tenha ouvido ou até dito: “Eu apanhei e não morri.”
E é verdade. Nós sobrevivemos a muitas coisas.
Andamos de carro sem cadeirinha. Brincamos na rua até escurecer. Tivemos uma infância cheia de histórias, liberdade, afeto e memórias que ainda aquecem o coração. 💛
Mas amar a infância que tivemos não significa precisar repetir tudo o que aconteceu nela.
Hoje sabemos mais sobre desenvolvimento infantil, comportamento da criança, educação dos filhos, limites e disciplina positiva. E quando o conhecimento muda, nossas escolhas também podem mudar.
Bater pode até fazer uma criança parar naquele momento.
Mas parar não é o mesmo que aprender.
Crianças precisam de limites. Precisam ouvir “não”. Precisam de adultos firmes, previsíveis e capazes de sustentar regras.
Mas não precisam sentir dor para aprender a se comportar.
Educar sem violência não significa criar uma criança sem limites. Significa substituir medo e punição física por orientação parental, educação respeitosa, vínculo, consequências coerentes, mediação e desenvolvimento da autorregulação.
Talvez uma das partes mais bonitas de sermos adultos seja justamente esta: poder olhar com carinho para a nossa própria história e, ainda assim, escolher fazer diferente.
✨ Evoluir também é reconhecer que algumas coisas da nossa infância podem ficar nos anos 80.
Agora quero saber de você:
qual coisa muito comum na sua infância você olha hoje e pensa: “Como isso era normal?” 😂👇

07/09/2026

Sua equipe atende, registra, discute casos… mas ainda termina a reunião se perguntando: “afinal, o que precisamos trabalhar primeiro com essa criança?”

Essa dificuldade é mais comum do que parece. Muitas equipes têm boas avaliações, relatórios, observações clínicas e informações da família e da escola, mas encontram dificuldade justamente no passo mais importante: transformar todas essas informações em prioridades e em um plano de intervenção individualizado.

E é aí que começam alguns problemas: objetivos demais, atividades escolhidas antes da definição do que se pretende desenvolver, intervenções pouco conectadas entre os profissionais e dificuldade para demonstrar à família os avanços da criança.

Um bom planejamento terapêutico não começa com:
“Que atividade vamos fazer?”

Começa com:
“Do que essa criança precisa neste momento e por que isso deve ser prioridade?”

É esse raciocínio que transforma:
necessidade → prioridade → objetivo → estratégia → indicador de evolução.

Se você é gestor e percebe que sua equipe precisa avançar na elaboração de plano de intervenção, definição de objetivos terapêuticos, planejamento clínico infantil, avaliação do desenvolvimento infantil e intervenção interdisciplinar, talvez não esteja faltando empenho aos profissionais.

Pode estar faltando formação para transformar conhecimento em tomada de decisão clínica.

🎓 Levo essa formação para clínicas, equipes multiprofissionais, psicólogos, psicopedagogos, terapeutas e profissionais que trabalham com desenvolvimento infantil.

Quer levar essa formação para a sua equipe?
Me envie “FORMAÇÃO” no direct.

Dra. Helen Lima | Psicóloga e Psicopedagoga

03/09/2026

O que era para ser só diversão… virou uma oportunidade de aprendizagem e desenvolvimento infantil. 💛

No pula-pula, aproveitamos o movimento e a brincadeira para explorar conceitos matemáticos e a psicomotricidade: contagem, quantidade, cores, tamanhos, posições e relações espaciais.
E sabe o que é mais interessante? A criança aprende enquanto brinca, experimenta, compara, testa hipóteses e resolve pequenos desafios. 🧠✨

É assim que a aprendizagem através do brincar ganha sentido: partindo do interesse da criança para desenvolver habilidades importantes para o seu processo de aprendizagem.

Na Educação Precoce, o brinquedo não é apenas um recurso divertido. Quando existe intencionalidade na mediação, uma brincadeira simples pode se transformar em uma experiência rica para o desenvolvimento cognitivo infantil.

💬 Por aqui, a pergunta é sempre: “O que mais podemos explorar nessa brincadeira?”

Porque brincar também é aprender. 🌱

02/09/2026

📚 Antes de pedir que a criança deixe a tela, precisamos pensar no que estamos oferecendo no lugar dela.
O interesse pelos livros não nasce simplesmente porque o adulto diz: “vai ler um pouco”.

Ele é construído na experiência: no livro disponível e ao alcance, na história contada junto, na liberdade para escolher, folhear, perguntar, imaginar — e, principalmente, na oportunidade de descobrir que um livro também pode ser fonte de prazer. ✨

Não se trata de colocar livros e telas em uma disputa.
Trata-se de ampliar o repertório de experiências da criança.
Porque aquilo que queremos que faça parte da infância precisa, primeiro, ter espaço para acontecer nela. 🌿📖

E por aí, que experiências têm disputado a atenção das crianças com as telas?

Dra. Helen Lima | Psicóloga e Psicopedagoga

Dizem por aí que demoro a responder minhas mensagens...Mas é que tenho umas atividades que merecem atenção especial ♥️
26/08/2026

Dizem por aí que demoro a responder minhas mensagens...
Mas é que tenho umas atividades que merecem atenção especial ♥️

24/08/2026

Um escorregador pode ser muito mais do que diversão. 🛝💜

Para a criança com TEA, experiências que se repetem em uma sequência clara ajudam a construir previsibilidade:

⬆️ subir
⏳ esperar
🔢 antecipar o “1, 2, 3…”
🛝 escorregar
🔄 e começar novamente.

Aos poucos, a criança percebe o que vem antes, o que acontece depois e começa a antecipar a próxima ação.

E é justamente nessa brincadeira tão simples que podemos trabalhar também atenção compartilhada, compreensão de comandos, espera, controle inibitório e autorregulação.

Porque brincar não é “só brincar”.
Quando existe intencionalidade, a brincadeira vira oportunidade de desenvolvimento. 🌱

Você já tinha pensado no escorregador dessa forma?

Helen Lima
Psicóloga e Psicopedagoga

24/08/2026

🎬 5 filmes que todo psicólogo infantil deveria assistir: não para encontrar respostas prontas, mas para aprender a fazer perguntas melhores.

Nesta seleção, cada história nos provoca a ampliar o olhar:
🎭 Divertida Mente: emoções também precisam de espaço para existir.
💙 Extraordinário: inclusão também significa transformar o ambiente, não apenas esperar que a criança se adapte.
📚 Matilda: comportamentos e potencialidades precisam ser compreendidos dentro da história e dos vínculos da criança.
🌺 Lilo & Stitch: por trás de muitos comportamentos difíceis existe uma necessidade tentando ser comunicada.
🐼 Red: Crescer é uma Fera: crescer envolve mudanças, identidade, autonomia e a difícil tarefa de se tornar quem se é.
E estes filmes nos levam a pensar que, talvez, uma das mudanças de perspectiva mais importantes seja trocar a pergunta:/
“Como faço essa criança parar?”
por:
💜 “O que essa criança está tentando me contar?”

Porque a infância não cabe em rótulos.
E o comportamento nunca conta a história inteira.

🎞️ Agora quero saber de você: qual filme acrescentaria a essa lista?

Salve para sua próxima sessão de cinema e compartilhe com outro profissional que trabalha com infância. 🍿

.

22/08/2026

🔎 Hoje foi dia de investigação! 💜
Vestimos o olhar de Detetives da Aprendizagem para irmos além da queixa e buscarmos as pistas que realmente nos ajudam a compreendermos cada estudante.
Uma formação pensada para os profissionais da Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem – EEAA, em que partimos de situações reais para refletirmos sobre como o estudante aprende, quais barreiras interferem nesse processo e quais caminhos de intervenção podemos construir.
Porque investigar a aprendizagem não é procurar “o que há de errado” com a criança.
É compreender sua história, observar suas respostas, levantar hipóteses e encontrar possibilidades para que ela avance.
🔎 As pistas estão na mesa. Precisamos aprender a encontrá-las e interpretá-las!

18/08/2026

E se uma criança estiver indo bem… e, ainda assim, não estiver recebendo aquilo de que precisa para aprender?

Quando falamos em inclusão, algumas necessidades são mais facilmente percebidas. Outras podem permanecer invisíveis justamente porque vêm acompanhadas de potencial, autonomia ou facilidade para aprender.

E é aí que precisamos ampliar o olhar.

Porque conseguir não é, necessariamente, estar sendo desafiado.
E potencial não elimina a necessidade de suporte.

Deslize para o lado. 👉
Talvez este carrossel mude um pouco a forma como você enxerga as altas habilidades/superdotação dentro da escola.

🌿 Salve para revisitar e compartilhe com quem também acredita em uma educação que enxergue cada criança para além do óbvio.

Endereço

Brasília, DF

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando helenpsiescolar posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar

Categoria