COESUS Latinoamericana contra el Fracking

COESUS Latinoamericana contra el Fracking COESUS - Coalicion Latinoamericana contra el Fracking - por el Clima, Água y Vida

La Coalición Latinoaméricana contra el Fracking es una iniciativa de expansión regional de la COESUS - Coalición No Fracking Brasil por el Clima, Agua y la Vida. Busca impedir la expansión de la fracturación hidráulica a través de políticas públicas y legislaciones, así como tambiénpromover soluciones de energía limpia, independientes e inclusivas, con una base económica sostenible, justa y competitiva. La Coalición contribuye y apoya a los países para que asuman una posición de liderazgo mundial en el ámbito de las economías con bajas emisiones de carbono. Sus miembros reconocen las oportunidades y sinergias entre todos los países que
representan, y están orientados a la protección y conservación del clima y de la agricultura sostenible. El Fracking es una técnica poco convencional para la extracción de gas de esquisto desde las grandes profundidades de la tierra. En el proceso, millones de litros cúbicos de agua son mezclados a la arena con más de 720 productos químicos, muchos carcinógenos y incluso radiactivos. Este líquido altamente tóxico se inyecta a través de un tubo, y sometido a alta presión, hace una fractura en la roca a través de explosiones, que liberan el gas. Después de que se rompe la roca, alrededor del 40% de este material vuelve a la superficie, donde se evapora o se une a ríos, arroyos y cultivos. Mientras tanto, el resto del líquido que quedó en el subsuelo llega a las reservas de agua subterráneas, dejándolas impropias para el consumo. Por lo tanto, el Fracking contamina no sólo el agua subterránea y el suelo, sino también el aire, haciendo inviable la agricultura y ganadería, y causando daños a la salud humana y animal. Además de los impactos ambientales, económicos y sociales, la técnica también intensifica el cambio climático, ya que sistemáticamente libera el gas metano, uno de los gases de efecto invernadero, 25 veces más contaminante y dañino que el dióxido
de carbono (CO2).

*Levantamento do Instituto Internacional Arayara mapeia exposição do BNDES, Previ e Itaú no setor de óleo, gás e carvão....
22/06/2026

*Levantamento do Instituto Internacional Arayara mapeia exposição do BNDES, Previ e Itaú no setor de óleo, gás e carvão. Eneva e Petrobras lideram captações voltadas à expansão térmica e novas fronteiras exploratórias*.

⬆️🔥⬇️- O descompasso entre as metas de transição energética corporativas e a alocação real de recursos no mercado de capitais brasileiro ganhou novos indicadores quantitativos. *Um estudo setorial publicado pelo Instituto Internacional ARAYARArevelou que o sistema financeiro nacional mantém uma exposição consolidada de US$ 45,4 bilhões em ativos direcionados à cadeia de combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e carvão mineral*).

O descompasso entre as metas de transição energética corporativas e a alocação real de recursos no mercado de capitais brasileiro ganhou novos indicadores

*Quinto maior emissor: Brasil tem potencial estratégico para liderar redução global de metano*- O   é o quinto maior emi...
05/06/2026

*Quinto maior emissor: Brasil tem potencial estratégico para liderar redução global de metano*

- O é o quinto maior emissor de (CH4) do planeta, atrás de , , e , mas também entre os países com maior potencial para liderar sua redução. Responsável por cerca de 1/3 do aquecimento global desde a era industrial, esse superpoluente tem uma característica que o diferencia do carbono (CO)₂: seu tempo de permanência na atmosfera é muito menor, cerca de 12 anos, em média.
- ⁠*Urias Bueno Neto, do Instituto ARAYARA*, trouxe um dado perturbador: há casos documentados em que monitoramento independente impediu a aprovação de projetos de energia fóssil. A pergunta que f**a é se o Brasil está avançando ou recuando nessa capacidade, num momento em que tramita no Congresso proposta para limitar o uso de monitoramento remoto na fiscalização ambiental.
- ⁠

Especialistas reunidos na Rio Nature & Climate Week alertam que combater o gás — que é cerca de 80 vezes mais potente que o CO₂ no curto prazo — é a saída mais rápida para frear o aquecimento global.

Divulgação do relatório Boom and Bust 2026 e a relevância do Instituto Arayara.A divulgação do relatório Boom and Bust 2...
22/05/2026

Divulgação do relatório Boom and Bust 2026 e a relevância do Instituto Arayara.

A divulgação do relatório Boom and Bust 2026, do Global Energy Monitor, expõe de forma contundente a contradição brasileira diante da crise climática. O país alcançou o status de “Nenhuma Nova Usina a Carvão” em 2025, encerrando oficialmente todos os projetos de novas termelétricas a carvão mineral, mas ao mesmo tempo prorrogou contratos de usinas antigas até 2040 e discute estender essa dependência até 2050. Essa escolha revela um Brasil que, em vez de liderar a transição energética, insiste em manter vivo um modelo ultrapassado, caro e poluente.

Estive na COP30, realizada em nosso país, e participei de um movimento que se somou ao manifesto do Instituto Internacional ARAYARA, que denunciava a incoerência das políticas pró-carvão e os impactos devastadores dessa indústria. O manifesto foi claro: o Brasil está construindo um mapa do caminho rumo ao abismo climático. E não é exagero. Subsídios bilionários, como os destinados ao Complexo Jorge Lacerda e à Usina Candiota III, comprometem recursos públicos que poderiam financiar uma transição energética justa e sustentável.

O relatório mostra que, com a aprovação da Lei nº 15.269, o país garantiu contratos de carvão até 2040, incluindo o chamado “eletrolão” de 2026, que contratou 1,4 GW de carvão importado. Essa prática escancara como o setor elétrico brasileiro está contaminado por interesses corporativos e grandes grupos econômicos que moldam políticas públicas em benefício próprio. É por isso que se torna urgente discutir CPIs para investigar o setor elétrico e expor os mecanismos de captura regulatória que mantêm o carvão vivo às custas da população.

Os impactos sociais e ambientais são inaceitáveis. Estudos do Centre for Research on Energy and Clean Air (CREA), em parceria com a ARAYARA, apontam que o complexo de Candiota pode causar até 1.300 mortes e custos de saúde de R$ 11,7 bilhões até 2040. Além disso, quase 10% do território de Santa Catarina já está contaminado pela mineração de carvão, especialmente pela drenagem ácida de minas, o maior passivo ambiental desse tipo na América Latina. Esses números não são apenas estatísticas: representam vidas, comunidades e territórios sacrif**ados em nome de uma energia cara e poluente.

Como desenvolvedor de negócios sustentáveis, vejo nesse relatório não apenas um diagnóstico, mas um chamado à ação. O Brasil tem abundância de recursos renováveis — solar, eólica, biomassa — que poderiam garantir energia limpa, acessível e competitiva. Persistir no carvão é desperdiçar oportunidades de inovação, empregos verdes e liderança internacional. É insistir em um modelo que já não se sustenta nem econômica nem moralmente.

A COP30 foi um momento simbólico: o Brasil se apresentou como anfitrião de uma conferência global sobre clima, mas no dia seguinte aprovou uma lei que prolonga a dependência do carvão. Essa incoerência mina nossa credibilidade internacional e envia ao mundo a mensagem de que estamos mais comprometidos com os interesses de grandes corporações do que com a saúde da população e o futuro do planeta.

O relatório Boom and Bust 2026 deixa claro que o Brasil está na contramão da história. Enquanto países como a Coreia do Sul anunciam a eliminação gradual do carvão até 2040 e a América Latina já não possui novos projetos no pipeline, seguimos insistindo em manter usinas envelhecidas. Essa escolha não é técnica, é política. E como tal, precisa ser enfrentada com transparência, investigação e pressão social.

Participei da COP30 e do manifesto contra o carvão porque acredito que o futuro energético do Brasil não pode ser sequestrado por interesses corporativos. Precisamos de coragem para romper com o passado e investir em um futuro sustentável. O carvão não é apenas uma energia cara e poluente — é um símbolo de atraso que ameaça nossa saúde, nosso meio ambiente e nossa credibilidade internacional.

O relatório do GEM e a atuação do Instituto ARAYARA reforçam a urgência de uma transição energética justa. O Brasil tem a chance de ser protagonista, mas para isso precisa abandonar de vez o carvão e enfrentar os interesses que contaminam o setor elétrico. O caminho está diante de nós: ou escolhemos liderar a transição sustentável, ou nos tornamos cúmplices da crise climática.



A divulgação do relatório Boom and Bust 2026, do Global Energy Monitor, expõe de forma contundente a contradição brasileira diante da crise climática. O país

NOTA DE PESAR E PÊSAMESDra. Professora Laura Jesus de Moura e Costa: Uma vida dedicada à educação ambiental e à militânc...
18/05/2026

NOTA DE PESAR E PÊSAMES

Dra. Professora Laura Jesus de Moura e Costa: Uma vida dedicada à educação ambiental e à militância ambiental no Paraná

Recebemos com profundo pesar a notícia do falecimento da professora, doutora e ambientalista Laura Jesus de Moura e Costa, ocorrida neste domingo (17), aos 69 anos, em decorrência de um acidente vascular cerebral (AVC).

Laura integra o rol das grandes ambientalistas do estado do Paraná. Sua trajetória, construída ao longo de longas décadas, uniu ciência, sala de aula, serviço público e militância social com uma coerência raramente vista.

Doutora em Meio Ambiente e Desenvolvimento pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), ela dedicou parte central de sua vida à defesa da natureza e à educação ambiental — uma causa que tratava como vocação e compromisso público .

Sua atuação foi além das salas de aula. Fundadora e coordenadora do Centro de Estudos e Educação Ambiental (CEDEA), dirigiu a UNEAP União de Entidades Ambientalistas do Paraná e da FEPAM Federação Paranaense de Entidades Ambientalistas , uma professora dedicada no ensino publico estadual, aposentada da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA) e docente no tradicional Colégio Estadual do Paraná (CEP), Laura deixa um legado imenso na formação de cidadãos e na consciência ambiental paranaense .

Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares, amigos, ambientalistas de jornada e todos que tiveram o privilégio de conviver com sua generosidade, sua coragem e seu afeto.

O movimento ambientalista brasileiro perde uma de suas vozes mais autênticas. Laura Jesus de Moura e Costa: presente!

Assinado por:

Juliano Bueno de Araújo

Diretor do Instituto Internacional Arayara

*J&F Investimentos busca manter operação da termelétrica a carvão*- enquanto Ibama avalia passivo de R$ 125 milhões e de...
08/04/2026

*J&F Investimentos busca manter operação da termelétrica a carvão*
- enquanto Ibama avalia passivo de R$ 125 milhões e denúncias de irregularidades

- O processo de renovação da licença de operação da *usina termelétrica Candiota III* colocou novamente em evidência o papel do carvão mineral na matriz elétrica brasileira, em meio a pressões ambientais, jurídicas e regulatórias crescentes.
- ⁠Judicialização deve se intensif**ar em caso de renovação

- A possível autorização para continuidade das operações tende a ampliar a disputa judicial envolvendo o empreendimento. *O Instituto Internacional ARAYARA, que acompanha o caso há anos*, já sinalizou que pretende intensif**ar as medidas administrativas e judiciais caso a licença seja renovada.

- A entidade defende que o processo de licenciamento reúne um conjunto relevante de violações ambientais, o que justif**aria não a manutenção da operação, mas a discussão de um encerramento planejado das atividades.



O processo de renovação da licença de operação da usina termelétrica Candiota III colocou novamente em evidência o papel do carvão mineral na matriz elétrica

*Minas e usinas de carvão podem causar 1,3 mil mortes até 2040*- Estudo leva em conta complexo no município gaúcho de Ca...
26/03/2026

*Minas e usinas de carvão podem causar 1,3 mil mortes até 2040*
- Estudo leva em conta complexo no município gaúcho de Candiota.

Estudo mostra que efeitos causados pelo complexo carbonífero de Candiota, no Rio Grande do Sul, podem se estender para outras regiões do país e chegar à Argentina, Paraguai e Uruguai.

🔥🔥🔥🧨 *A public civil action challenges coal-fired power plants in the 2026 capacity reserve auction and points to a risk...
06/03/2026

🔥🔥🔥🧨 *A public civil action challenges coal-fired power plants in the 2026 capacity reserve auction and points to a risk to the renewable energy matrix.*

- Understand, therefore, why the Federal Court was called upon to challenge the inclusion of coal in the LRCAP 2026 and, furthermore, what technical and legal points are at the heart of the process.
- ⁠
- *Federal court action targets LRCAP 2026*
*Firstly, a Public Civil Action (ACP) it was filed in Federal Justice, the 13th Federal Court of Brasília, to question the participation of coal-fired power plants No. 2026 Reserve Capacity Auction (LRCAP).*

- Furthermore, the initiative was presented by Arayara International Institute against a Union, Ministry of Mines and Energy (MME), Energy Research Company (EPE) and National Electric Energy Agency (ANEEL).
- ⁠
- Next, the action, recorded in the process 1021409-24.2025.4.01.3400, argues that the inclusion of coal would motivation addiction, misuse of purpose and, furthermore, it would violate climate commitments assumed by Brazil.
- ⁠
- Therefore, the case was taken to the Judiciary to assess the consistency of the bidding process with the stated purposes of the model.
- ⁠
*Objective of the auction and criticism regarding its flexibility.*

- First, the government seeks to hire power reserve to ensure energy security in moments of peak demand, especially in the early evening.
- In this context, solar power generation decreases while wind power production can fluctuate, increasing the need for a rapid response.

- However, according to the Arayara International InstituteThe coal power plants they would not flexibility necessary to fulfill this reserve function.
Thus, the central argument points to an operational incompatibility between coal and the design of LRCAP 2026.
- ONS is quoted: “cold start” can take hours.
According to data National Electric System Operator (ONS) cited in the lawsuit, the startup time of coal-fired power plants, called cold start, can reach up to eight hours.
- Therefore, this timeframe would be incompatible with the need for a rapid response required by the capacity reservation model.

- Furthermore, Figueira Thermal Power Plant It is cited as an example because it can lead more than ten additional hours to achieve the maximum generation after initial activation.
- Still, the proposal of MME It is expected that, once activated, the plants will remain switched on for at least 18 consecutive hours.
The risk of switching to continuous generation and putting pressure on renewables.
- In this sense, the Institute argues that this operational characteristic tends to transform the power reserve em continuous generation.
Consequently, in practice, the system could be forced to reduce production of renewable sourcesas the solar e wind, to accommodate the coal.
- *Furthermore, this dynamic, according to the argument, would raise costs and, at the same time, it would increase emissions.*
*Hence, Juliano Bueno de Araújo, director of the Arayara International Institute, states that allowing coal to "live longer" would jeopardize a cleaner energy "heritage."*

- Climate commitments, 2009 law and cited vetoes
From a legal standpoint, the lawsuit claims that contracting for coal-fired power plants violates international commitments, such as the Paris Agreement.
Furthermore, the text mentions the National Policy on Climate Change, established by Law No. 12.187 / 2009, as a benchmark for climate obligation.

- According to the Institute, the federal government itself has already acknowledged, in recent vetoes proposals for subsidies for coal, that this source increases fares and contradicts the public interest.
- ⁠
- Thus, the legal document reinforces the argument of inconsistency between discourse and practice, according to the narrative presented.

Environmental impacts cited and institutional warnings.

- Furthermore, the document -mentions environmental impacts associated with plants in the sector, such as... UTE Candiota III, the target of court decisions related to environmental contamination.
It is also mentioned that Figueira Thermal Power Plant, currently deactivated, with Environmental liabilities estimated at around R$ 1 billion., as described in the text.

- Finally, the executive director of the Institute, Nicole FigueiredoHe states that the ACP serves as a warning about the direction of energy policy.
- ⁠
- Furthermore, she mentions that the Federal Court of Accounts (TCU) has already opened an investigation into evidence of irregularities in the auction prices and that the Ministry of Finance He classified the inclusion of coal as a step backward.
Public consultation, technical note, and dispute over the exclusion of coal.

- *On the other hand, the ARAYARA Institute claims that it contributed to the process of public consultation of LRCAP 2026 and thus signaled to MME The risk of maintaining coal-fired power plants due to potential litigation.*
*However, according to the text, the Ministry issued technical note denying the request to exclude coal, requested by more than 20 entities.*
*Therefore, the dispute focuses simultaneously on legal fundamentals and on the technical criteria for operating the electrical system.*
- Thus, the Judiciary will decide whether to include coal in LRCAP 2026 It holds up against the allegations in the case. 1021409-24.2025.4.01.3400 — and therefore, which direction will energy policy take from now on?
- ⁠


Understand, therefore, why the Federal Court was called upon to contest the inclusion of coal in the LRCAP 2026 and, furthermore, what technical and legal points are at the heart of the process. Action in Federal Court targets LRCAP 2026. Firstly, a Public Civil Action (ACP) was filed in the Federal...

*Instituto ARAYARA vai à Justiça contra inclusão do carvão no leilão de capacidade de 2026*- Para a entidade, inclusão d...
05/03/2026

*Instituto ARAYARA vai à Justiça contra inclusão do carvão no leilão de capacidade de 2026*
- Para a entidade, inclusão das térmicas a carvão traz riscos jurídicos, econômicos e ambientais ao setor elétrico.


Fonte:

Para a entidade, inclusão das térmicas a carvão traz riscos jurídicos, econômicos e ambientais ao setor elétrico.

*Intervenção americana na Venezuela abre década de incertezas para petróleo no Brasil*.
22/01/2026

*Intervenção americana na Venezuela abre década de incertezas para petróleo no Brasil*.

Intervenção americana na Venezuela abre década de incertezas para petróleo no Brasil - Eventual aumento da produção venezuelana pode acirrar concorrência por mercados e investimentos na era dos renováveis. Brasília, enquanto isso, redobra aposta na exp

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