"A deficiência é definida como a “restrição física, mental ou sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limita a capacidade de exercer uma ou mais atividades essenciais da vida diária, causada ou agravada pelo ambiente econômico e social”.
Para a deficiência auditiva congênita, as causas pré-natais podem ser: genéticas/hereditariedade; viroses maternas (rubéola, sarampo); doenças infecto-contagiosas da gestante (sífilis, citomegalovírus, toxoplasmose); eritoblastose fetal; ingestão de medicamentos ototóxicos durante a gravidez, dr**as, alcoolismo, desnutrição e/ou exposição à radiação. E as causas peri-natais podem ser: pré-maturidade, pós-maturidade, anoxia e/ou infecção hospitalar.
Para a deficiência auditiva tardia (adquirida), as causas podem ser: predisposição genética (Otosclerose, Doença de Meniére), meningite, sífilis, sarampo, caxumba, viroses, ingestão de remédios ototóxicos, PAIR – Perda Auditiva Induzida por Ruído (gradual ou súbita) ou presbiacusia.
Antes de 1750, os surdos eram marginalizados, pois eram mal compreendidos, ficavam revoltados e frustrados. Por vezes eram tidos como loucos e afastados do convívio social. Quando adultos, eram forçados a fazer trabalhos desprezíveis, viviam isolados e eram considerados ineducáveis. Muitos surdos de famílias nobres eram forçados a ler e a falar para receber reconhecimento como pessoas da lei, conseguir títulos e herança e até então não havia escolas especializadas para surdos.
Somente no ano 2000 houve um reconhecimento oficial de LIBRAS pelo governo federal através da Lei 10436/02. Em 2005 ocorreu uma regulamentação da Lei, pois pelo Decreto 5626 determinou-se um prazo máximo de 10 anos para LIBRAS estar inserida nos currículos de Licenciatura, Pedagogia, Letras e Fonoaudiologia, e dois anos depois tivemos o Primeiro Exame de Proficiência da LIBRAS (PROLIBRAS) para a formação de intérpretes e professores, cumprindo assim o Decreto 5626/05.
A oferta da LIBRAS em escolas inclusivas é indispensável para a aprendizagem do aluno surdo. A linguagem de sinais é a principal ferramenta de acesso à aprendizagem pelo surdo e seu uso é indispensável, porém o observado nas escolas é um domínio parcial (quando existe) dos profissionais da educação.
Nos últimos anos o Brasil obteve avanços consideráveis na educação de surdos. Como, por exemplo, leis que obrigam a inclusão de LIBRAS na grade curricular das licenciaturas. No texto de LACERDA; ALBRES;DRAGO, 2013 podemos ver que:
As comunidades surdas no Brasil, aliadas a pesquisadores atentos às necessidades de aquisição e desenvolvimento de linguagem das pessoas surdas, passaram a debater a importância de se ofertar uma educação em uma perspectiva bilíngue para surdos. As duas últimas décadas foram importantes para uma melhor compreensão das necessidades educacionais de alunos surdos e para o avanço de políticas públicas nessa direção. Assim, como resultado de debates, pressões e reivindicações da comunidade surda e acadêmica, emerge uma nova legislação federal – Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 (BRASIL, 2002), e Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 (BRASIL, 2005) –, o que é importante para nortear o atendimento escolar do aluno surdo com atenção a aspectos da abordagem bilíngue.
Apesar de problemática ainda, a inclusão de alunos surdos nas escolas regulares tem crescido em qualidade no Brasil. A maior dificuldade, no entanto, é a escola não conseguir tratar o aluno surdo com a mesma capacidade de aprendizagem de um aluno ouvinte, porém com uma comunicação e linguagem diferenciada.
Projeto Integrador caso Nicholas
Deficiente ou restrito nunca foi o indivíduo, mas sim, tudo que impede atendimento igual para casos
17/11/2016
A educação para surdos, ainda é o processo que deve ser melhorado, ou seja, as Propostas de Políticas Públicas precisam mostrar-se mais eficientes em todas as situações.
Entretanto, como já proposto por Vigotski (1997), observamos que a educação inclusiva precisa ser vista com um olhar mais solidário, de pensar a educação inclusiva não apenas para um propósito escolar, mas de pensar a educação como um próprio bem social, que a sociedade precisa esta atenta a Inclusão.
Se tratando de Educação bilíngüe, nota-se uma preocupação maior, pois, é uma comunidade ausente de voz, que precisa para que haja comunicação, usem um sistema diferenciado, que é a língua de sinais (Libras) que é fundamental para o sucesso de aprendizagem e para a vida e desenvolvimento desses alunos.
17/11/2016
"A deficiência é definida como a “restrição física, mental ou sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limita a capacidade de exercer uma ou mais atividades essenciais da vida diária, causada ou agravada pelo ambiente econômico e social”.
Para a deficiência auditiva congênita, as causas pré-natais podem ser: genéticas/hereditariedade; viroses maternas (rubéola, sarampo); doenças infecto-contagiosas da gestante (sífilis, citomegalovírus, toxoplasmose); eritoblastose fetal; ingestão de medicamentos ototóxicos durante a gravidez, dr**as, alcoolismo, desnutrição e/ou exposição à radiação. E as causas peri-natais podem ser: pré-maturidade, pós-maturidade, anoxia e/ou infecção hospitalar.
Para a deficiência auditiva tardia (adquirida), as causas podem ser: predisposição genética (Otosclerose, Doença de Meniére), meningite, sífilis, sarampo, caxumba, viroses, ingestão de remédios ototóxicos, PAIR – Perda Auditiva Induzida por Ruído (gradual ou súbita) ou presbiacusia.
Antes de 1750, os surdos eram marginalizados, pois eram mal compreendidos, ficavam revoltados e frustrados. Por vezes eram tidos como loucos e afastados do convívio social. Quando adultos, eram forçados a fazer trabalhos desprezíveis, viviam isolados e eram considerados ineducáveis. Muitos surdos de famílias nobres eram forçados a ler e a falar para receber reconhecimento como pessoas da lei, conseguir títulos e herança e até então não havia escolas especializadas para surdos.
Somente no ano 2000 houve um reconhecimento oficial de LIBRAS pelo governo federal através da Lei 10436/02. Em 2005 ocorreu uma regulamentação da Lei, pois pelo Decreto 5626 determinou-se um prazo máximo de 10 anos para LIBRAS estar inserida nos currículos de Licenciatura, Pedagogia, Letras e Fonoaudiologia, e dois anos depois tivemos o Primeiro Exame de Proficiência da LIBRAS (PROLIBRAS) para a formação de intérpretes e professores, cumprindo assim o Decreto 5626/05.
A oferta da LIBRAS em escolas inclusivas é indispensável para a aprendizagem do aluno surdo. A linguagem de sinais é a principal ferramenta de acesso à aprendizagem pelo surdo e seu uso é indispensável, porém o observado nas escolas é um domínio parcial (quando existe) dos profissionais da educação.
Nos últimos anos o Brasil obteve avanços consideráveis na educação de surdos. Como, por exemplo, leis que obrigam a inclusão de LIBRAS na grade curricular das licenciaturas. No texto de LACERDA; ALBRES;DRAGO, 2013 podemos ver que:
As comunidades surdas no Brasil, aliadas a pesquisadores atentos às necessidades de aquisição e desenvolvimento de linguagem das pessoas surdas, passaram a debater a importância de se ofertar uma educação em uma perspectiva bilíngue para surdos. As duas últimas décadas foram importantes para uma melhor compreensão das necessidades educacionais de alunos surdos e para o avanço de políticas públicas nessa direção. Assim, como resultado de debates, pressões e reivindicações da comunidade surda e acadêmica, emerge uma nova legislação federal – Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 (BRASIL, 2002), e Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 (BRASIL, 2005) –, o que é importante para nortear o atendimento escolar do aluno surdo com atenção a aspectos da abordagem bilíngue.
Apesar de problemática ainda, a inclusão de alunos surdos nas escolas regulares tem crescido em qualidade no Brasil. A maior dificuldade, no entanto, é a escola não conseguir tratar o aluno surdo com a mesma capacidade de aprendizagem de um aluno ouvinte, porém com uma comunicação e linguagem diferenciada.
Em muitas “escolas inclusivas” da rede regular de ensino, a atual inclusão dos alunos surdos se faz por intermédio de um intérprete. “Este tem por função traduzir, para a língua de sinais, o que o professor está falando. Neste sentido, o professor continua explicando o conteúdo para os alunos ouvintes e espera que o intérprete faça o seu trabalho para que os alunos surdos sejam incluídos”. Para o aluno surdo, é fundamental a presença de um intérprete de libras para mediar a comunicação em sala de aula. No entanto, não é possível incluir o aluno surdo em uma sala de aula regular apenas com a presença do intérprete. Para que o processo de inclusão seja consolidado, deve-se criar um ambiente favorável, no qual, o aluno surdo possa desenvolver suas potencialidades. Neste sentido, é preciso que o sistema de educação disponibilize para as escolas, os recursos necessários a este processo. No entanto, muitas escolas que recebem estes alunos não disponibilizam destes recursos. Sendo assim, o aluno surdo é integrado nesta escola, porém, não é incluído.
Trecho do texto de Marcos Giovane de Quevero Rijo, sobre a inclusão de alunos surdos nas escolas públicas e a importância de um intérprete neste processo.
16/11/2016
Vamos fala agora sobre a inclusão dos surdos no ambiente escolar.
16/11/2016
Finalização das publicações sobre a historia dos surdos
A SURDEZ NA HISTÓRIA As atitudes de proibição de gestos não terminaram com as escolas especiais que ensinavam códigos de sinais aos surdos. Com os estudos efectuados por William Stockoe (1960) e Bellugi e Klima (1977) está situação alterou-se. No artigo de Stokoe chegaram mesmo à conclusão da existência da Língua Gestual pois obedecia a regras de construção de frases e palavras e tinham uma gramática própria. Foi atribuído o estatuto de Língua.
A SURDEZ NA HISTÓRIA Sec. XVIII Sec. XIX Carlos Michel de L´Epee, ficou famoso na Europa devido ao seu trabalho com os surdos. Reconheceu o valor da Língua Gestual dos surdos. Samuel Heinicke, os seus métodos eram estritamente orais. Opôs-se fortemente à utilização da linguagem de signos. Thomas Hopkins Gallaudet, juntamente com Laurent Clerc, fundou a primeira escola de surdos na América. Depois de ter aprendido os métodos de ensino com Sicard. Em 1872, no Congresso de Veneza, decidiu-se que o meio humano para a comunicação do pensamento é a língua oral. Na Conferência de Milão, em 1880, decidiu-se que o uso da língua falada, no ensino e educação dos surdos, deve preferir-se à língua gestual. Foi abolida a Língua Gestual. Foi um momento negro na história dos surdos.
16/11/2016
A SURDEZ NA HISTÓRIA ANTIGA
Sec. XVI Sec. XVII Os surdos foram maltratados ao longo da história. Foram vítimas de extermínio e segregação pois eram olhados como uma aberração. No Egipto os surdos eram adorados mas na China, por exemplo, eram atirados ao mar. Pedro Ponce de Leon Monge beneditino católico, estabeleceu a primeira escola do Mundo para pessoas surdas perto de Madrid. Ensinou aos surdos primeiro a escrever mostrando-lhes o objecto, depois vocalizavam as palavras a que correspondiam. Juan Pablo Bonet Juan Bulwer Jorge Dalgarno Durante este período foram publicados vários livros sobre a surdez e as vários metodologias de ensino para surdos.
16/11/2016
!!Atenção!!
16/11/2016
Visitem essa pagina ela fala a respeito de 10 coisas erradas que as pessoas pensam sobre os surdo vale apena conferir!
http://cronicasdasurdez.com/10-coisas-erradas-que-as-pessoas-pensam-sobre-os-surdos/
Apesar de não escutar, sou muito grato por conseguir enxergar as maravilhas do mundo e poder ver e abraçar as pessoas que eu amo!❤
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