Gilberto Barral Consultoria

Gilberto Barral Consultoria

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Consultoria em projetos e pesquisas acadêmicas de graduação e formação continuada/Orientação de Artigo, TCC, Monografia e Dissertação.

17/05/2025

Olá pessoa querida,

Venho aqui, com muita serenidade, compartilhar um momento delicado da minha vida e pedir ajuda. Pedir como ato de humildade. Como alguns já sabem, estou enfrentando um câncer de garganta. Depois de muita luta e de um Mandado de Segurança, consegui finalmente a liberação da cirurgia pelo SUS – um passo fundamental no meu tratamento.

A cirurgia: e com ela vem um pós-operatório intenso, que exigem cuidados especiais, com alimentação, suplementação, medicações contínuas e, apoio profissional de enfermagem, acampamento nutricional e fonoterapia.

Neste momento, estou passando por ajustes financeiros, já que recentemente comprei um lote e estou construindo minha casa. Assim, ainda estou sem moradia fixa, com minha casa ainda em construção, e me vi sem condições de arcar sozinho com o que está por vir.
Por isso, criei uma caixinha de apoio para quem puder colaborar – com qualquer valor – e me ajudar a ter um pouco mais de tranquilidade nesse processo tão desafiador. Conto com você.

Se você puder contribuir e/ou compartilhar com outras pessoas que possam ajudar, já será imensamente valioso. Apenas peço que fique entre pessoas próximas, por isso não coloquei o pedido em redes sociais abertas. Estou contando e compartilhando com familiares, amigos e colegas.

Agradeço de coração a quem puder apoiar, seja financeiramente e com energias positivas e de luz.

*Meu Pix* CPF
42247438787
Com gratidão,
Gilberto Luiz Lima Barral

04/09/2023

Crônica do dia

Quando a primeira crônica foi lida, disseram, “oh, que maravilha!”. Nem parecia um ser humano que a tinha escrito, coisa de deus. Ela se espalhou tão rapidamente como a fofoca, a peste ou uma pandemia. Da noite para o dia, todo mundo, todo mundo queria ser cronista. Tempos de bonança, de invenção de mundos, das boas vindas do de lá para cá. A itinerância das seres com suas coisas pelo mundo afora trazendo novidade, câmbios e intercâmbios.

Depois, depois, muito das cidades ficou cinza. Novidade, nenhuma. Daí, quando essa crônica foi segundamente lida, disse-se que não havia uma migalha de valor no que ali estava sendo escrito. Zombaram, disseram que lhe faltava a vida, que viva mesmo era a poesia. Disseram ainda mais, que lhe faltava a profundidade do romance.

Mas como ela insistisse, incubada e inserida no contexto, o passar do tempo deu-lhe o diagnóstico definitivo, crônico. Daí, toda manhã enquanto a vida ainda amanhecia, ela chegava junto com as fofocas, novidades e notícias, frescas e claro, crônicas.

Diacrônica ou anacrônica penso que sendo tenra ou terna segue eterna, com seu pavio curto e instantâneo, como o milho da pipoca. As pessoas vão abrir as janelas querendo as novidades, o sol que se alevanta. Assim, da noite para o dia enquanto a vida vai perdendo sua carga de poesia, a crônica ressurge para anunciar essa tristeza dos tempos, ou mesmo a alegria de algum porvir.

Um episódio que remoçou a crônica foi a chegada dos europeus às Américas. A novidade era tanta que logo se escreveu muitas cartinhas sobre o encontrado. Outra manhã que trouxe uma boa crônica para os lados de cá foi quando amanheceu nas praias brasileiras toneladas de latas de maconha. F. Abreu viu isto com bons olhos, viu em todo acontecimento um suingue, um balanço. Um funk. Por essas e por outras segue a crônica, adiantando uns lados, atrasando outros, mas sempre a correria.

02/09/2023

Saca só isso! Arte que fiz pra vinda do L7 e Black Flag pro Rio.

O que é mais louco disso tudo, é lembrar de ir à escola, nos meus 15 anos, ouvindo Black Flag e L7, e de rascunhar os logotipos no meu caderno. Sou feliz demais fazendo esse tipo de trabalho!

A gig é dia 29 de outubro, e além do Black Flag e L7, ainda vai ter o Mukeka Di Rato

13/08/2023

Hoje, eixão do lazer, 209/210 norte. Brasília.

10/08/2023

Sessão de terapia: alongar, respirar.

A vida é uma trajetória entre o perdido e o encontrado. Esse aforismo me chegou e desde então comecei a pensar sobre essa descoberta ou invenção. Assim, penso, torna-se importante buscar os minutos, as horas, os dias que são os conteúdos da trajetória. Tanto os momentos acordados quanto os momentos de descanso e sono profundo.

Para alcançar os acontecimentos dessa trajetória, minuto a minuto, hora a hora, o método aqui, embora muitas vezes falho, é a memória. É na memória que as coisas, os pensamentos, os fatos e atos se arquivam. Na memória de uma maneira mais ampla: em nossas observações pessoais, nos conhecimentos apreendidos, nas subjetividades, em volta de nós, em nossas fotografias, documentos, e tudo o que o houver que fale sobre a gente. Qualquer revelação sobre a vida de uma pessoa, fala dessa pessoa.

Quando acordados sabemos mais ou menos o que estamos a vivenciar, a fazer, a ver, a pensar, a sentir. Em descanso e sono profundo não sabemos praticamente nada sobre nada. Pode ser que aprendemos alguma coisa sobre o momento do sono, mas a pessoa mesmo não sabe nada. Sabe-se alguma coisa que nos momentos da vigília e do ressuscitar a pessoa sonha. O momento chamado de R.E.M., rapid eye movement. Intensa atividade cerebral, sonhos. Os pesadelos também acontecem nesse momento. Mas sonho e pesadelo não são a mesma coisa.

Assim, por exemplo, quando alguém acorda a noite em meio a um sonho vívido pode saber que esta prestes a acordar ou dormir, esta vivo. Onde talvez não haja sonho, não há tanta vida. Ou seja, no sono profundo não há atividade cerebral por parte da memória. A memória não se lembra de nada do sono profundo. E até por isso não nos revela nada desse mundo profundo, quase morto.

A metodologia da memória diz mais ou menos assim, nas palavras de Kurt Cobain, da banda Nirvana: “I'm so happy 'Cause today I've found my friends, They're in my head”. (Estou tão feliz, pois hoje, encontrei meus amigos. Eles são imaginários”.) Os amigos do imaginário. Então vamos lá, os primeiros passos. Vou começar trazendo à memória um primeiro amigo imaginário. Vou tentar trazê-lo aqui.

A primeira lembrança é a de um menino, sereno e curioso, diria até mesmo delicado. Associo essa memória ao tempo no quintal, antes da escola ou da igreja, talvez no chamado, seio da família. Fazendo as contas, poderia ser uma vivência com entre quatro a cinco anos de vida, já que se começava a escola aos seis anos.

Há a igreja, lembro-me bem do padre Geraldo, bravo e chato, velho e feio. Não sei ao certo com quantos anos fui à igreja, mas fui e fiquei um bom tempo. Fazendo ainda as contas pode ser que seja uma memória próxima aos quatro anos de vida, de lá para cá. O menino sereno, curioso e mesmo delicado sentado no alpendre com uma bola de plástico amarela, sem lembrança alguma além disso. Talvez a mais antiga lembrança.

27/07/2023

LUTO- Morreu, aos 56 anos, a cantora Sinéad O'Connor.

Sinéad ganhou fama mundial com a música "Nothing Compares 2 U". Em 1990, a canção foi eleita pela revista "Billboard" como o single #1 daquele ano.

25/07/2023

Quem mandou matar Marielle?

28/07/2022

Edital Concurso Secretaria de Educação-GO

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26/08/2021

Chegando com um livro sobre bares. Como pesquisador do assunto afirmo que embora os bares existam em todos os lugares do mundo, pouco são livros que descrevem a vida dos bares. No Brasil não passa de meia duzia, então é quase uma aventura escrever sobre, mas como autor posso garantir, é uma leitura fácil, bem humorada e gostosa como uma conversa e uma cachaça. Leiam, comentem comigo. Abraço a todas e todos.

Em plena sexta-feira de pandemia, as Edições Carolina têm o prazer de anunciar o lançamento do livro Nos bares de Brasília, de Gilberto Barral.

Forma privilegiada e cotidiana de sociabilidade, o bar é, na linguagem comum, uma realidade mundana, lugar para beber e conversar, mas também para uma série de acontecimentos. Em “Nos bares de Brasília”, o sociólogo Gilberto Barral aponta o crescimento dos bares na cidade como espaços de lazer e sociabilidade; discute a projeção desses espaços nas vivências, comportamentos e representações dessas práticas; e reflete sobre as redes de interdependência que se articulam e redesenham os espaços de lazer em Brasília.

Ele pode ser adquirido, apenas em formato digital e por um preço simbólico, aqui:
https://amzn.to/3CZejg9

Capa de Francisco Dalcastagnè Miguel, sobre foto de Maíra Zenun.

25/08/2021

Atenção!
Nos últimos anos estivemos envolvidos no planejamento e produção de material audiovisual sobre como fazer monografias, artigos, TCCs, dissertações e teses. Agora estaremos lançando essa produção audiovisual em redes sociais.
O primeiro volume da série de audiovisuais é: Como fazer um TCC?
Nesse audiovisual você terá todas as aplicações e dicas de como fazer seu TCC de forma agradável, tranquila, dentro do prazo e das qualidades técnicas que seu curso exige.
Aguardem, logo estará chegando ao mercado.

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