Museu Arqueológico e Histórico do Planalto Central DF - Brasil

Museu Arqueológico e Histórico do Planalto Central   DF - Brasil Diretora: Dra Rosângela Azevedo Corrêa
Faculdade de Educação - Universidade de Brasília

O MAHPC é um museu itinerante para dar a conhecer a eco-história do Cerrado e a produção de diversas ciências: arqueologia, paleontologia, antropologia, museologia, história. O Museu Arqueológico e Histórico do Planalto Central tem o objetivo de dar a conhecer a sociedade uma história desconhecida, a Eco-história do Cerrado, uma história que está relacionada a mais antiga ocupação humana ocorrida na região há cerca de 11 mil anos. Aproveitamos para divulgar informações sobre diversos temas/situações/problemas relacionados com a Paleontologia, Museologia, Antropologia Social, Arqueologia e a História no Brasil e no mundo.

A diversidade na ciência é um dos assuntos centrais da 78ª Reunião Anual da SBPC, que acontece de 26 de julho a 1º de ag...
17/07/2026

A diversidade na ciência é um dos assuntos centrais da 78ª Reunião Anual da SBPC, que acontece de 26 de julho a 1º de agosto, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ). Inspirado pelo tema desta edição — “Ciência para todos: soberania, desenvolvimento e inclusão” —, o podcast O Som da Ciência inicia uma série especial de quatro episódios dedicada a experiências que mostram como a produção científica brasileira se fortalece quando incorpora diferentes origens, territórios e formas de conhecimento.

O primeiro episódio apresenta o arqueólogo Carlos Augusto da Silva, mais conhecido como Tijolo. Servidor aposentado, ele segue atuando como professor voluntário da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e integra o projeto Amazônia Revelada A iniciativa utiliza sensores por luz para localizar antigos sítios arqueológicos sob a floresta, em parceria com comunidades indígenas.
De origem indígena Munduruku e Apurinã, Tijolo construiu uma trajetória pouco comum. Ingressou na UFAM aos 20 anos trabalhando nos serviços gerais. Anos depois, decidiu cursar Ciências Sociais, tornou-se arqueólogo, concluiu mestrado e doutorado e hoje orienta novos pesquisadores, incluindo estudantes indígenas.

Ao longo da conversa, o pesquisador explica que tecnologias avançadas, como o LiDAR, representam um importante avanço para a arqueologia amazônica, mas ressalta que nenhuma inovação substitui o conhecimento acumulado pelas comunidades que vivem na floresta.

“O projeto não autoriza voar numa área que não tenha a licença prévia, de quem está lá embaixo, das pessoas. Isso é um dado importante: reconhecer que nesses locais também tem conhecimento, que esses povos também são cientistas. Eles não têm GPS, bússola, internet, mas têm uma segurança muito importante”, afirma Tijolo durante a entrevista.

O episódio também aborda como os estudos arqueológicos vêm modificando a compreensão científica sobre a própria floresta amazônica. Evidências indicam que muitos ambientes considerados naturais foram profundamente manejados ao longo de uma presença estimada em 12 mil anos pelos povos originários, responsáveis pela formação de castanhais e sistemas de manejo que ainda hoje sustentam a biodiversidade da região.

Além de discutir patrimônio arqueológico, preservação ambiental e mudanças climáticas, o programa destaca a importância da presença crescente de indígenas nas universidades e na pesquisa científica brasileira, resultado de políticas públicas que ampliaram o acesso ao ensino superior e à pós-graduação.

Você sabia que uma planta pode carregar o nome de um animal porque depende dele para sobreviver?A lobeira e o lobo-guará...
13/07/2026

Você sabia que uma planta pode carregar o nome de um animal porque depende dele para sobreviver?

A lobeira e o lobo-guará compartilham uma relação rara: enquanto o lobo se alimenta do fruto, ele espalha suas sementes e ajuda a regenerar o Cerrado. 

Mas quando o Cerrado é destruído, não perdemos apenas árvores. Perdemos conexões invisíveis que mantêm esse bioma vivo. É a fauna desaparecendo, as plantas deixando de se reproduzir e um ciclo inteiro sendo interrompido.

Proteger o lobo-guará é proteger a lobeira. Proteger a lobeira é ajudar a restaurar o Cerrado.

A natureza funciona em rede. Quando uma espécie cai, muitas outras caem junto.

Deslize o carrossel e descubra por que restaurar o Cerrado significa devolver vida a quem sempre fez parte dele.                                                      

Fonte: Proteção Animal Mundial protecaoanimalmundial.org.br

Antropologias feitas no BrasilPillar Grossi, Miriam y Toniol, Rodrigo (orgs.). 2026. Antropologias feitas no Brasil. Uru...
12/07/2026

Antropologias feitas no Brasil
Pillar Grossi, Miriam y Toniol, Rodrigo (orgs.). 2026. Antropologias feitas no Brasil. Uruguay/Brasil: Asociación Latinoamericana de Antropología, Associação Brasileira de Antropologia.
Acesso a publicação:

https://asociacionlatinoamericanadeantropologia.net/portal/wp-content/uploads/2026/07/Libro-Antropologia-HECHAS-Brasil-Vol-I-WEB.pdf

Informações:https://www.35rba.abant.org.br/
12/07/2026

Informações:
https://www.35rba.abant.org.br/

O PPGAS celebra a vinda da Reunião Brasileira de Antropologia para a UFG, 20 anos depois da realização deste grandioso evento em nossa instituição. Agradecemos profundamente à Associação Brasileira de Antropologia e sua atual Diretoria por nos escolher como sede, e também à UFG por possibilitar a realização deste encontro. Reforçamos o convite a toda a comunidade acadêmica para participar deste grandioso momenti, que trará a Goiânia discentes, docentes e pesquisadores/as de variadas regiões do Brasil e do mundo, oportunizando uma verdadeira troca de saberes, conhecimentos e estratégias de atuação em múltiplos campos e áreas.
Com a fundamental e urgente temática "Antirracismo e Pluridiversidade", a 35ª RBA trará em sua programação, incluindo seus pré e pós-eventos, diversas atividades e oportunidades para trocas e aprendizados entre distintas áreas de conhecimento e campos de atuação, tendo a Antropologia como foco.
Sejam todas as pessoas muito bem-vindas a Goiânia, à UFG, ao cerrado. O PPGAS saúda e festeja sua presença aqui e deseja que tenhamos mais uma linda RBA.

06/07/2026

A Exposição Chão Ancestral no Festival LatinidadesA exposição celebra os 280 anos do Quilombo Mesquita, localizado no mu...
06/07/2026

A Exposição Chão Ancestral no Festival Latinidades
A exposição celebra os 280 anos do Quilombo Mesquita, localizado no município de Cidade Ocidental no estado de Goiás, e a resistência das mulheres quilombolas brasileiras, na luta por seus territórios, por memória, direitos e futuros ancestrais.

O Mesquita é um dos quilombos mais antigos do Brasil e ocupa o território muito antes da transferência da capital federal. Há aproximadamente 214 anos antes da chegada de Juscelino Kubitschek, a comunidade quilombola do Mesquita já existia e ocupava parte do território onde a capital foi construída.

Em homenagem ao legado inegável de resistência e luta, a exposição reúne fotografias de Walisson Braga, Luiz Alves e Webert da Cruz como forma de amplificar essa história e afirmar que nossos passos vêm de longe.

A mostra é fruto de parceria com a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).

Exposição Chão Ancestral
Horário Livre
Local Rodoviária do Plano Piloto de Brasília

Criado em 2008, o Festival Latinidades é o maior festival de mulheres negras da América Latina. Há quase duas décadas, reunimos milhares de pessoas para celebrar as potências negras nas artes, nos saberes e na política, com uma curadoria afrocentrada e interseccional.

Desde a primeira edição, influenciamos profundamente a produção cultural brasileira. Nascemos como o primeiro festival voltado às mulheres negras do país e, desde então, colocamos no centro da programação temas urgentes: racismo, sexismo, justiça social, ancestralidade e equidade.
Programação:

Lançamento da exposição virtual "Sob o Céu: Abelhas do Nosso Cerrado"Você gosta de um cafezinho? Então talvez já tenha s...
05/07/2026

Lançamento da exposição virtual "Sob o Céu: Abelhas do Nosso Cerrado"

Você gosta de um cafezinho? Então talvez já tenha sido beneficiado pelo trabalho silencioso das abelhas.

Embora muitas pessoas associem as abelhas principalmente à abelha africanizada (Apis mellifera), o Brasil abriga mais de 2.500 espécies de abelhas, incluindo uma grande diversidade de abelhas nativas sem ferrão.

No Cerrado, são mais de 400 espécies conhecidas, fundamentais para a polinização de plantas nativas e culturas agrícolas de importância econômica, como o café.

Essas abelhas contribuem para a reprodução de espécies emblemáticas do Cerrado, como jatobás, ipês, barrigudas, aroeiras, pequizeiros e sucupiras.

Além de sua importância ecológica, os méis produzidos por abelhas sem ferrão são considerados verdadeiras joias gastronômicas, valorizados por seus sabores, aromas e características únicas.

Para celebrar e divulgar essa riqueza, será realizado o lançamento da exposição virtual “Sob o Céu: Abelhas do Nosso Cerrado”: Dia 8 de julho (quarta-feira)
Horário: 10h
Local: YouTube do Museu do Cerrado:
https://www.youtube.com/watch?v=BNEwfGgKsZk

A exposição conta com a participação de:
Profa. Tatiana Fiuza – Instituto de Ciências Biológicas, UFG
Prof. José Realino – Faculdade de Farmácia, UFG
Prof. Pedro Brito – Instituto de Ciências Biológicas, UFG
Profa. Rosângela Corrêa – Faculdade de Educação, UnB

A exposição está disponível no Museu do Cerrado:
https://artsandculture.google.com/story/3gVRL2aEv2XbQg

A ideia de que a Amazônia teria sido um vazio verde, isolado e inóspito, está ruindo. A imposição de uma tradição coloni...
04/07/2026

A ideia de que a Amazônia teria sido um vazio verde, isolado e inóspito, está ruindo. A imposição de uma tradição colonial e eurocentrada consolidou por séculos a imagem da maior floresta tropical do mundo como terra de escassez, habitada apenas por populações consideradas “primitivas”. Mas descobertas recentes da arqueologia brasileira vêm desmontando esse mito e provando que a história de abundância, tecnologia e bem viver não pôde ser contada pelos povos indígenas dizimados ao longo dos últimos séculos
Nas últimas décadas, escavações e estudos em diferentes pontos da região revelaram evidências de sociedades indígenas altamente complexas, que manejavam o território com engenhosidade e sofisticação. Estima-se que, antes da invasão europeia, cerca de 10 milhões de pessoas viviam na Amazônia, falantes de ao menos 170 línguas diferentes, em uma diversidade de modos de vida e formas de organização social. Cidades planejadas, redes de estradas, técnicas avançadas de cultivo e a produção da terra preta – um solo fértil criado por povos originários há milênios – revelam uma floresta construída, mais do que apenas preservada.
Leia a reportagem em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/12/18/legado-indigena-contra-o-mito-colonial-arqueologia-confirma-amazonia-manejada-ha-milenios-grandes-cidades-integradas-a-natureza/

A ideia de que a Amazônia teria sido um vazio verde, isolado e inóspito, está ruindo. A imposição de uma tradição colonial e eurocentrada consolidou por séculos a imagem da maior floresta tropical do…

Pentacampeão mundial da biodiversidade! O Brasil reúne algumas das maiores riquezas naturais do planeta. Abrigamos cerca...
02/07/2026

Pentacampeão mundial da biodiversidade!

O Brasil reúne algumas das maiores riquezas naturais do planeta.

Abrigamos cerca de 20% das espécies conhecidas no mundo, temos a maior diversidade de primatas, lideramos em espécies de peixes de água doce e anfíbios, além de sermos o único país com seis biomas continentais: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa.

30/06/2026


Endereço

Museu Itinerante
Brasília, DF

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