22/04/2025
Será que ela vai me chamar pra conversar sobre algo mais delicado?
💭 Você já se fez essa pergunta?
Vou te contar uma experiência real com a minha filha.
Ela apresentou alteração na linguagem oral. E, por uma coincidência da vida, eu estava cursando uma pós na Santa Casa de SP. Justamente nessa época, tive aula com uma fonoaudióloga incrível que apresentou um estudo dizendo que 70% das crianças com alteração de linguagem terão dificuldade na alfabetização.
Quando voltei pra Brasília, Vavá começou a fazer fono.
E, por sorte, a escola dela tinha protocolo com uma fono escolar — algo raro!
Ela avaliava os alunos da educação infantil e me enviaram um relatório sugerindo acompanhamento.
✨ Mas eu tive sorte. Nem toda escola tem esse olhar estruturado.
Agora vamos ampliar essa conversa?
E se a dificuldade for de aprendizagem?
Ou for bullying? Ou uma questão de relacionamento entre colegas?
Será que a escola vai perceber?
Talvez sim, talvez não. E sabe por quê?
Porque: 🔸 Nem toda dificuldade é visível.
🔸 Nem todo sofrimento aparece com clareza.
🔸 Nem sempre a escola tem estrutura ou formação para identificar o que está por trás de um comportamento.
📣 Por isso, a parceria com a família é essencial.
Pais atentos, presentes e que escutam seus filhos são uma ponte entre casa e escola.
Confie na escola.
Mas não terceirize o olhar.
Acompanhe. Pergunte. Escute. Participe.
Educar é um trabalho conjunto. 💛
📝 Salva esse post pra lembrar:
quem conhece seu filho de verdade é você.
E juntos podemos mais.
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