Cuidante - Parentalidade Consciente

Cuidante - Parentalidade Consciente "Talvez precisemos mudar uma chave em nossa mente e nos dar conta de que cuidar de uma criança é o Desenvolver uma criança é cuidar da sociedade! Bora?

Nosso Projeto
O Projeto Cuidante tem o propósito de reunir pais, mães, educadores e cuidadores, dispostos a discutir a educação parental com foco na sensibilidade e conexão entre o educador e o educando, com premissas de respeito, empatia, presença e consciência. Nasceu de uma busca pessoal que se transformou em paixão e promoverá vivências presenciais com especialistas da área da saúde. Acreditamos, sim, num mundo melhor e enxergamos que através da educação e da interação entre pais e filhos, conseguiremos definir nossas intenções e nos conectar com o que de fato importa para cada um de nós. Sem julgamentos, entendemos cada família como um núcleo único de amor e repetição de atitudes, valores e sentimentos. Acreditamos que a formação de um vínculo saudável entre a criança e o cuidante reflete na personalidade do futuro adulto e em sua forma de enxergar o mundo. As interações positivas são essenciais para o apego seguro e o desenvolvimento emocional, dimensões que facilitam a resiliência do adulto diante de adversidades. Parentalidade Consciente
Holden e Kane descrevem a parentalidade como uma das tarefas mais complexas, difíceis e com maiores desafios e responsabilidades para o ser humano. Para assegurar a sobrevivência e o desenvolvimento de nossos pequenos encontramos muitas variáveis…
A consciência no exercício da parentalidade, em resumo, consiste em: 1. primeiramente aceitar que todo comportamento infantil, bom ou mau, é resultado das necessidades da criança, que podem ou não estar atendidas naquele momento. 2. Tirar a CULPA do caminho e entender que os adultos também têm suas próprias necessidades, que são bem diferentes de pessoa para pessoa. 3.aceitar (com leveza) que são os adultos os responsáveis por enxergar e atender as necessidades da criança, sejam elas fisiológicas (como as de sono ou fome, por exemplo), emocionais (como as de contato físico e conexão com os cuidantes) ou cognitivas. 4. Dar exatamente o mesmo valor à necessidade do adulto e da criança, o que chamamos de "igual valor", e entender que a diferença de idade não torna o adulto melhor que a criança, ou vice versa. Nossas Vivências
O objetivo principal das vivências é promover o encontro presencial de pais, mães, educadores e cuidadores dispostos a discutir a educação infantil com foco na sensibilidade e conexão entre o educador e o educando, respeitando quatro premissas principais: respeito, empatia, presença e consciência. Nesse contexto, as crianças estão inseridas no evento, com a finalidade de experimentarem juntamente com seus pais/cuidadores um ambiente natural, cercado de verde e animais comumente encontrados em zonas rurais. As atividades ocorrem em conjunto no início e no final do período, e enquanto os adultos participam de uma palestra com roda de conversa, as crianças percorrerão os espaços da Pine Tree Farm, onde farão o manejo da terra plantando e colhendo mudas e participarão de outras atividades. Depois de participar desse evento único, a conexão e o vínculo entre crianças e adultos se fortalecem e ao voltar para casa, a experiência continuará rendendo frutos, através da troca do que foi vivenciado. Ser Cuidante
Segundo Leonardo Boff, somos cuidantes quando prestamos atenção aos valores que estão em jogo, atentos ao que realmente interessa e preocupados com o impacto que nossas ideias e ações podem causar nos outros. Somos cuidantes quando não nos contentamos apenas em classificar e analisar dados, mas quando discernimos através deles. Por isso, somos cuidantes quando distinguimos o que é urgente e o que não é, quando estabelecemos prioridades e aceitamos que toda evolução exige um processo. Em outras palavras, ser cuidante é ser ético. É olhar uma criança com atenção e curiosidade e se responsabilizar pela qualidade de vida social e ecológica, que dá valor à dimensão espiritual, importante para o sentido da vida e da morte. A criação de uma interação positiva, consistente e estável entre a criança e o ambiente (físico e interpessoal), facilita uma vinculação segura e cria uma orientação otimista em relação a novas experiências.

No próximo Círculo de Acolhimento Parental a Comissão da Primeira Infância terá a honra de receber  da . Maya é pedagoga...
30/07/2024

No próximo Círculo de Acolhimento Parental a Comissão da Primeira Infância terá a honra de receber da . Maya é pedagoga especialista em neurociências, palestrante, educadora parental e escritora. Aborda como criar relações interpessoais saudáveis baseadas no afeto, acolhimento, respeito e com os princípios da Educação Positiva. É autora de dois livros best-sellers nacionais “A raiva não educa, a calma educa” e “Pais feridos, filhos sobreviventes” e recentemente publicou o livro infantil “Por que não posso ser criança?”. Não perca! Evento aberto e gratuito.

Semana passada a Comissão da Primeira Infância do STJ teve o privilégio de estar no lançamento do lindíssimo documentári...
04/12/2023

Semana passada a Comissão da Primeira Infância do STJ teve o privilégio de estar no lançamento do lindíssimo documentário do “Todos Nascemos”. Eduardo é o diretor de “O renascimento do parto” e seu novo longa mostra como El Salvador mudou para sempre o destino de seus cidadãos após a Lei “Nacer con Cariño”, implementando um nascer mais amoroso, mais respeitoso, menos adultocêntrico e com foco na perspectiva da criança que nasce. ❤️ Sigamos humanizando os partos e os mundos internos de todos e de cada um ❤️












Ontem tive o privilégio de participar do lançamento do novo Plano Distrital pela Primeira Infância, fruto de um extenso ...
23/11/2023

Ontem tive o privilégio de participar do lançamento do novo Plano Distrital pela Primeira Infância, fruto de um extenso trabalho da Secretária de Justiça e Cidadania do GDF com lindas parcerias intersetoriais. Minha contribuição no capítulo “Família e Comunidades da Criança” reforçou no Plano a importância dos primeiros relacionamentos humanos para a transformação social, incluindo a importância dos vínculos emocionais e o desenvolvimento de apego seguro para a prevenção da violência estrutural.
A família e a comunidade são os principais sistemas que influenciam o desenvolvimento da criança e podem ser tanto a causa quanto a solução para resultados sociais negativos. O ambiente familiar em que a criança está inserida possui características únicas que contribuem para seu desenvolvimento e formação. O desenvolvimento das famílias inevitavelmente influencia o desenvolvimento das comunidades e sociedades das quais elas fazem parte. Por este motivo, a coleta de dados e a pesquisa sobre relações parentais e impacto de políticas públicas sobre as famílias deve ser apoiada, a fim de que seja realizado investimento na elaboração, implementação e avaliação de políticas e programas voltados para famílias.
As relações parentais são extremamente importantes para o desenvolvimento emocional e psicológico, pois é por meio dessas relações de cuidado e afeto que novas habilidades de confiança epistêmica e segurança são desenvolvidas na criança. Isso permite que ela se sinta capaz de explorar o mundo ao seu redor e se integrar à sociedade (WINNICOTT, 2011). Através das interações face a face, entre o cuidador principal e a criança, acontecem as grandes aprendizagens, que contribuem para as regulações emocionais e comportamentais das crianças, assim como para seu processo de socialização. O papel dos pais e principais cuidadores na construção da personalidade das crianças é inegável, e o exercício da parentalidade é hoje considerado a grande oportunidade de investimento no desenvolvimento humano com qualidade.

No dia 17 de novembro, acontece o próximo Círculo de Acolhimento Parental do Superior Tribunal de Justiça, com o tema “V...
08/11/2023

No dia 17 de novembro, acontece o próximo Círculo de Acolhimento Parental do Superior Tribunal de Justiça, com o tema “Violências Invisíveis”. O evento será realizado na plataforma zoom, das 15 às 17h, e será aberto para o público externo!
Abordarei o delicado mundo do desenvolvimento infantil e a prevenção da violência contra crianças, a fim de conscientizar adultos sobre a importância de reconhecer e combater formas sutis, porém impactantes, de violência: a violência emocional e a negligência.
A primeira é frequentemente subestimada, mas pode causar danos profundos e duradouros no desenvolvimento do ser humano. Ela se manifesta por meio de palavras cruéis, humilhações, rejeição, desrespeito, manipulação, gestos ou comportamentos que minam a autoestima, a confiança e a segurança emocional da criança. Esta forma de violência deixa marcas invisíveis, prejudicando a saúde mental e o desenvolvimento emocional a longo prazo.
Já a negligência, por sua vez, ocor básicas da criança não são atendidas de forma consistente, seja em relação à alimentação, abrigo, afeto ou supervisão adequada. Esse outro tipo de violência pode ter efeitos adversos a longo prazo, na saúde física e emocional.

O entendimento das necessidades emocionais da criança e a criação de laços afetivos seguros são chaves para construir um futuro livre de violência e podemos trabalhar juntos para proteger nossas crianças e fazer parte de um grande movimento de combate à violência estrutural em nosso país!
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O Círculo de Acolhimento Parental do STJ é um projeto iniciado em agosto de 2021 e faz parte do Plano de Ação do STJ, como signatário do Pacto Nacional pela Primeira Infância. O projeto foi criado pela Comissão da Primeira Infância, subgrupo do Sistema Humaniza STJ, com o apoio da Secretaria de Serviços Integrados de Saúde (SIS). Continua nos comentários…

alguns dias são especialmente bons, repara os sorrisos: lado a lado com grandes especialistas ouvimos o vice presidente ...
26/10/2023

alguns dias são especialmente bons, repara os sorrisos: lado a lado com grandes especialistas ouvimos o vice presidente da república falar sobre neuroplasticidade e importância do investimento nos primeiros 1000 dias de vida da criança no X Simpósio Internacional de Desenvolvimento da Primeira Infância. mantendo os pés no chão, sabemos do enorme desafio. mas sabemos também que as evidências são robustas: a implementação de políticas públicas intersetoriais para a primeira infância é capaz de acelerar diretamente 11, dos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável. sigamos. ❤️🍀

mais um STJ nas Escolas e a certeza de que não estamos sós.
24/10/2023

mais um STJ nas Escolas e a certeza de que não estamos sós.

reunião de negócios 😎
03/09/2023

reunião de negócios 😎

novos modelos de viver para o bem viver: será a fragilidade a verdadeira expressão da força? evento aberto ao público. v...
30/07/2023

novos modelos de viver para o bem viver: será a fragilidade a verdadeira expressão da força?
evento aberto ao público.
vem com a gente, o futuro já começou. 🌿🌱🍃
link de inscrição por DM. ❤️
Agosto: mês da primeira infância 💪🏽




dia de gravação do projeto STJ nas Escolas. assim seguimos, combatendo a lógica patriarcal do mundo adultocêntrico e ind...
28/06/2023

dia de gravação do projeto STJ nas Escolas. assim seguimos, combatendo a lógica patriarcal do mundo adultocêntrico e individualista. você já parou pra pensar que a violência de gênero, a violência urbana e a violência racial intergeracional tem origem na infância?

a infância revista pela a perspectiva da criança nos traz o confronto entre práticas patriarcais de educação e a ciência...
15/06/2023

a infância revista pela a perspectiva da criança nos traz o confronto entre práticas patriarcais de educação e a ciência do desenvolvimento humano. assim seguimos, um dia de cada vez. ❤️

EDUCAR SEM PUNIR. É POSSÍVEL?Mães, pais e cuidadores frequentemente se deparam com comportamentos desafiadores por parte...
31/05/2023

EDUCAR SEM PUNIR. É POSSÍVEL?

Mães, pais e cuidadores frequentemente se deparam com comportamentos desafiadores por parte das crianças e adolescentes. Nessas horas, como lidar? Punições ensinam? No dia 02/06 o próximo “Círculo de Acolhimento Parental STJ” terá como tema “Educar sem Punir”.

Nossa palestrante é Éricka Gomide (.comleveza ), servidora do STJ, membro da Comissão da Primeira Infância, educadora parental certificada em Disciplina Positiva, pós-graduada em Psicologia Positiva e coautora dos livros “Educação Consciente” e “Depois dos Filhos”. Por meio do seu instagram ajuda mães e pais a lidarem com desafios de comportamento dos filhos de forma respeitosa. A moderação ficará por conta da Dra. Giulianna Felizola, pediatra do STJ e educadora parental certificada em Atuação Consciente e em Apego Seguro.

Punições e castigos ainda são utilizados na maioria dos lares como forma de educação. A ciência, no entanto, já comprova que não trazem qualquer tipo de benefício. Pelo contrário, provocam prejuízos a curto, médio e longo prazo. Até porque, entendendo o funcionamento do cérebro da criança, conseguimos perceber que a maior parte das atitudes consideradas como “mau comportamento” são respostas a um fator estressante, feitas por um cérebro ainda imaturo, como um pedido de ajuda. Aí que entra a grande questão! Imagine se você (adulto) estivesse passando por uma grande dificuldade, recorresse a quem você mais confia para pedir ajuda e essa pessoa, ao invés de te ajudar, te punisse por isso! Seria frustrante e injusto, não é? Mas nós (adultos) temos o cérebro maduro para lidar com essa situação! Agora pense como se sente a criança, que ainda não tem o cérebro totalmente desenvolvido e precisa lidar, sozinha, não só com a dificuldade que a fez agir “mal”, mas também com a punição sofrida.

As crianças merecem mais do que estamos sendo capazes de oferecer a elas!

Evento fechado para servidores e colaboradores do STJ, mas estará disponível no Canal do YouTube do STJ na semana seguinte ao evento (link na Bio)!



comleveza

TRAUMAS NA INFÂNCIA E O IMPACTO NA VIDA ADULTA: Nossa palestrante de hoje é Keila Faria -  - servidora do STJ, membro da...
12/05/2023

TRAUMAS NA INFÂNCIA E O IMPACTO NA VIDA ADULTA:
Nossa palestrante de hoje é Keila Faria - - servidora do STJ, membro da Comissão da Primeira Infância do STJ, educadora parental certificada em Disciplina Positiva, Atuação Consciente
Apego Seguro, Educação Sexual, Emocional e Prevenção ao
Abuso Sexual Infantil e pós-graduanda em Neurociências.
Educação e Desenvolvimento Infantil. A moderação ficará por conta da Dra. Juliana Nogueira,
odontopediatra, mestre em desenvolvimento da primeira infancia e educadora parental certificada em Atuação Consciente e em Apego Seguro.
O impacto que traumas de infância podem gerar na vida adulta são, infelizmente, subestimados. Em 1998 um estudo científico utilizou pela primeira vez o termo "Experiências Adversas da Infância" (EAls) para se referir a situações potencialmente traumáticas que acontecem antes dos 17 anos de idade. Esse estudo, amplamente reconhecido, demonstrou que 4 ou mais
EAls aumentam de forma significativa o risco de transtornos psicológicos e de doenças crônicas, como hipertensão arterial sistêmica e asma.
Estudos sobre EAls são atualmente utilizados em diversos países para embasar a criação de políticas públicas voltadas para a infância.
Dr. Gabor Mate, médico especialista em traumas, afirma que todas as formas de punição e violência na criação dos filhos podem gerar traumas duradouros e que qualquer tipo de trauma na infância pode ter repercussão na vida adulta em forma de doenças como ansiedade, depressão, vícios, doenças autoimunes e até mesmo câncer. Para ele, a prevenção de traumas durante a infância deve envolver a criação de um ambiente seguro e amoroso para as crianças e a resposta adequada às suas necessidades.Para entender mais sobre o assunto, assista ao próximo Círculo de Acolhimento Parental STJ! Evento exclusivo para servidores e colaboradores do STJ, mas estará disponível no canal do STJ no Youtube (playlist Círculo de Acolhimento Parental) na semana seguinte ao evento!



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