Cuidante - Parentalidade Consciente

Cuidante - Parentalidade Consciente

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"Talvez precisemos mudar uma chave em nossa mente e nos dar conta de que cuidar de uma criança é o Desenvolver uma criança é cuidar da sociedade! Bora?

Nosso Projeto
O Projeto Cuidante tem o propósito de reunir pais, mães, educadores e cuidadores, dispostos a discutir a educação parental com foco na sensibilidade e conexão entre o educador e o educando, com premissas de respeito, empatia, presença e consciência. Nasceu de uma busca pessoal que se transformou em paixão e promoverá vivências presenciais com especialistas da área da saúde. Acreditam

30/07/2024

No próximo Círculo de Acolhimento Parental a Comissão da Primeira Infância terá a honra de receber da . Maya é pedagoga especialista em neurociências, palestrante, educadora parental e escritora. Aborda como criar relações interpessoais saudáveis baseadas no afeto, acolhimento, respeito e com os princípios da Educação Positiva. É autora de dois livros best-sellers nacionais “A raiva não educa, a calma educa” e “Pais feridos, filhos sobreviventes” e recentemente publicou o livro infantil “Por que não posso ser criança?”. Não perca! Evento aberto e gratuito.

Photos from Cuidante - Parentalidade Consciente's post 04/12/2023

Semana passada a Comissão da Primeira Infância do STJ teve o privilégio de estar no lançamento do lindíssimo documentário do “Todos Nascemos”. Eduardo é o diretor de “O renascimento do parto” e seu novo longa mostra como El Salvador mudou para sempre o destino de seus cidadãos após a Lei “Nacer con Cariño”, implementando um nascer mais amoroso, mais respeitoso, menos adultocêntrico e com foco na perspectiva da criança que nasce. ❤️ Sigamos humanizando os partos e os mundos internos de todos e de cada um ❤️












Photos from Cuidante - Parentalidade Consciente's post 23/11/2023

Ontem tive o privilégio de participar do lançamento do novo Plano Distrital pela Primeira Infância, fruto de um extenso trabalho da Secretária de Justiça e Cidadania do GDF com lindas parcerias intersetoriais. Minha contribuição no capítulo “Família e Comunidades da Criança” reforçou no Plano a importância dos primeiros relacionamentos humanos para a transformação social, incluindo a importância dos vínculos emocionais e o desenvolvimento de apego seguro para a prevenção da violência estrutural.
A família e a comunidade são os principais sistemas que influenciam o desenvolvimento da criança e podem ser tanto a causa quanto a solução para resultados sociais negativos. O ambiente familiar em que a criança está inserida possui características únicas que contribuem para seu desenvolvimento e formação. O desenvolvimento das famílias inevitavelmente influencia o desenvolvimento das comunidades e sociedades das quais elas fazem parte. Por este motivo, a coleta de dados e a pesquisa sobre relações parentais e impacto de políticas públicas sobre as famílias deve ser apoiada, a fim de que seja realizado investimento na elaboração, implementação e avaliação de políticas e programas voltados para famílias.
As relações parentais são extremamente importantes para o desenvolvimento emocional e psicológico, pois é por meio dessas relações de cuidado e afeto que novas habilidades de confiança epistêmica e segurança são desenvolvidas na criança. Isso permite que ela se sinta capaz de explorar o mundo ao seu redor e se integrar à sociedade (WINNICOTT, 2011). Através das interações face a face, entre o cuidador principal e a criança, acontecem as grandes aprendizagens, que contribuem para as regulações emocionais e comportamentais das crianças, assim como para seu processo de socialização. O papel dos pais e principais cuidadores na construção da personalidade das crianças é inegável, e o exercício da parentalidade é hoje considerado a grande oportunidade de investimento no desenvolvimento humano com qualidade.

08/11/2023

No dia 17 de novembro, acontece o próximo Círculo de Acolhimento Parental do Superior Tribunal de Justiça, com o tema “Violências Invisíveis”. O evento será realizado na plataforma zoom, das 15 às 17h, e será aberto para o público externo!
Abordarei o delicado mundo do desenvolvimento infantil e a prevenção da violência contra crianças, a fim de conscientizar adultos sobre a importância de reconhecer e combater formas sutis, porém impactantes, de violência: a violência emocional e a negligência.
A primeira é frequentemente subestimada, mas pode causar danos profundos e duradouros no desenvolvimento do ser humano. Ela se manifesta por meio de palavras cruéis, humilhações, rejeição, desrespeito, manipulação, gestos ou comportamentos que minam a autoestima, a confiança e a segurança emocional da criança. Esta forma de violência deixa marcas invisíveis, prejudicando a saúde mental e o desenvolvimento emocional a longo prazo.
Já a negligência, por sua vez, ocor básicas da criança não são atendidas de forma consistente, seja em relação à alimentação, abrigo, afeto ou supervisão adequada. Esse outro tipo de violência pode ter efeitos adversos a longo prazo, na saúde física e emocional.

O entendimento das necessidades emocionais da criança e a criação de laços afetivos seguros são chaves para construir um futuro livre de violência e podemos trabalhar juntos para proteger nossas crianças e fazer parte de um grande movimento de combate à violência estrutural em nosso país!
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O Círculo de Acolhimento Parental do STJ é um projeto iniciado em agosto de 2021 e faz parte do Plano de Ação do STJ, como signatário do Pacto Nacional pela Primeira Infância. O projeto foi criado pela Comissão da Primeira Infância, subgrupo do Sistema Humaniza STJ, com o apoio da Secretaria de Serviços Integrados de Saúde (SIS). Continua nos comentários…

Photos from Cuidante - Parentalidade Consciente's post 26/10/2023

alguns dias são especialmente bons, repara os sorrisos: lado a lado com grandes especialistas ouvimos o vice presidente da república falar sobre neuroplasticidade e importância do investimento nos primeiros 1000 dias de vida da criança no X Simpósio Internacional de Desenvolvimento da Primeira Infância. mantendo os pés no chão, sabemos do enorme desafio. mas sabemos também que as evidências são robustas: a implementação de políticas públicas intersetoriais para a primeira infância é capaz de acelerar diretamente 11, dos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável. sigamos. ❤️🍀

24/10/2023

mais um STJ nas Escolas e a certeza de que não estamos sós.

03/09/2023

reunião de negócios 😎

30/07/2023

novos modelos de viver para o bem viver: será a fragilidade a verdadeira expressão da força?
evento aberto ao público.
vem com a gente, o futuro já começou. 🌿🌱🍃
link de inscrição por DM. ❤️
Agosto: mês da primeira infância 💪🏽





Photos from Cuidante - Parentalidade Consciente's post 28/06/2023

dia de gravação do projeto STJ nas Escolas. assim seguimos, combatendo a lógica patriarcal do mundo adultocêntrico e individualista. você já parou pra pensar que a violência de gênero, a violência urbana e a violência racial intergeracional tem origem na infância?

Photos from Cuidante - Parentalidade Consciente's post 15/06/2023

a infância revista pela a perspectiva da criança nos traz o confronto entre práticas patriarcais de educação e a ciência do desenvolvimento humano. assim seguimos, um dia de cada vez. ❤️

31/05/2023

EDUCAR SEM PUNIR. É POSSÍVEL?

Mães, pais e cuidadores frequentemente se deparam com comportamentos desafiadores por parte das crianças e adolescentes. Nessas horas, como lidar? Punições ensinam? No dia 02/06 o próximo “Círculo de Acolhimento Parental STJ” terá como tema “Educar sem Punir”.

Nossa palestrante é Éricka Gomide (.comleveza ), servidora do STJ, membro da Comissão da Primeira Infância, educadora parental certificada em Disciplina Positiva, pós-graduada em Psicologia Positiva e coautora dos livros “Educação Consciente” e “Depois dos Filhos”. Por meio do seu instagram ajuda mães e pais a lidarem com desafios de comportamento dos filhos de forma respeitosa. A moderação ficará por conta da Dra. Giulianna Felizola, pediatra do STJ e educadora parental certificada em Atuação Consciente e em Apego Seguro.

Punições e castigos ainda são utilizados na maioria dos lares como forma de educação. A ciência, no entanto, já comprova que não trazem qualquer tipo de benefício. Pelo contrário, provocam prejuízos a curto, médio e longo prazo. Até porque, entendendo o funcionamento do cérebro da criança, conseguimos perceber que a maior parte das atitudes consideradas como “mau comportamento” são respostas a um fator estressante, feitas por um cérebro ainda imaturo, como um pedido de ajuda. Aí que entra a grande questão! Imagine se você (adulto) estivesse passando por uma grande dificuldade, recorresse a quem você mais confia para pedir ajuda e essa pessoa, ao invés de te ajudar, te punisse por isso! Seria frustrante e injusto, não é? Mas nós (adultos) temos o cérebro maduro para lidar com essa situação! Agora pense como se sente a criança, que ainda não tem o cérebro totalmente desenvolvido e precisa lidar, sozinha, não só com a dificuldade que a fez agir “mal”, mas também com a punição sofrida.

As crianças merecem mais do que estamos sendo capazes de oferecer a elas!

Evento fechado para servidores e colaboradores do STJ, mas estará disponível no Canal do YouTube do STJ na semana seguinte ao evento (link na Bio)!




comleveza

12/05/2023

TRAUMAS NA INFÂNCIA E O IMPACTO NA VIDA ADULTA:

Nossa palestrante de hoje é Keila Faria - - servidora do STJ, membro da Comissão da Primeira Infância do STJ, educadora parental certificada em Disciplina Positiva, Atuação Consciente
Apego Seguro, Educação Sexual, Emocional e Prevenção ao
Abuso Sexual Infantil e pós-graduanda em Neurociências.
Educação e Desenvolvimento Infantil. A moderação ficará por conta da Dra. Juliana Nogueira,
odontopediatra, mestre em desenvolvimento da primeira infancia e educadora parental certificada em Atuação Consciente e em Apego Seguro.

O impacto que traumas de infância podem gerar na vida adulta são, infelizmente, subestimados. Em 1998 um estudo científico utilizou pela primeira vez o termo "Experiências Adversas da Infância" (EAls) para se referir a situações potencialmente traumáticas que acontecem antes dos 17 anos de idade. Esse estudo, amplamente reconhecido, demonstrou que 4 ou mais
EAls aumentam de forma significativa o risco de transtornos psicológicos e de doenças crônicas, como hipertensão arterial sistêmica e asma.

Estudos sobre EAls são atualmente utilizados em diversos países para embasar a criação de políticas públicas voltadas para a infância.

Dr. Gabor Mate, médico especialista em traumas, afirma que todas as formas de punição e violência na criação dos filhos podem gerar traumas duradouros e que qualquer tipo de trauma na infância pode ter repercussão na vida adulta em forma de doenças como ansiedade, depressão, vícios, doenças autoimunes e até mesmo câncer. Para ele, a prevenção de traumas durante a infância deve envolver a criação de um ambiente seguro e amoroso para as crianças e a resposta adequada às suas necessidades.Para entender mais sobre o assunto, assista ao próximo Círculo de Acolhimento Parental STJ! Evento exclusivo para servidores e colaboradores do STJ, mas estará disponível no canal do STJ no Youtube (playlist Círculo de Acolhimento Parental) na semana seguinte ao evento!



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