Brasil em Mapas

Brasil em Mapas Dados do Brasil em mapas visuais🇧🇷

🥩 Exportadores Mundiais de Carne BovinaO comércio mundial de carne bovina fresca, refrigerada e congelada movimentou US$...
20/09/2026

🥩 Exportadores Mundiais de Carne Bovina

O comércio mundial de carne bovina fresca, refrigerada e congelada movimentou US$ 86,5 bilhões, em 2025. O Brasil liderou o mercado, com US$ 16,6 bilhões em exportações e 19,2% de participação global.

Os 10 maiores exportadores responderam juntos por US$ 63,9 bilhões, cerca de 73,9% do comércio mundial.

Brasil e Austrália somaram US$ 29 bilhões, aproximadamente um terço do mercado global.

TOP 10 EXPORTADORES — 2025

🇧🇷 1. Brasil US$ 16,6 bi (19,2%)
🇦🇺 2. Austrália US$ 12,4 bi (14,3%)
🇺🇸 3. Estados Unidos US$ 8,0 bi (9,3%)
🇳🇱 4. Países Baixos US$ 4,9 bi (5,7%)
🇮🇳 5. Índia US$ 4,5 bi (5,3%)
🇦🇷 6. Argentina US$ 3,8 bi (4,4%)
🇮🇪 7. Irlanda US$ 3,7 bi (4,3%)
🇵🇱 8. Polônia US$ 3,7 bi (4,3%)
🇨🇦 9. Canadá US$ 3,4 bi (3,9%)
🇳🇿 10. Nova Zelândia US$ 2,9 bi (3,4%)

O país respondeu por quase 1/5 do valor exportado mundialmente. As exportações de carne fresca ou refrigerada cresceram 37,8% entre 2024 e 2025.

Dos US$ 86,5 bilhões movimentados em 2025, US$ 45,9 bilhões (53%) corresponderam à carne congelada e US$ 40,6 bilhões (47%) à carne fresca ou refrigerada.

O comércio global passou de US$ 70,7 bilhões em 2024 para US$ 86,5 bilhões em 2025, avanço de 22,4% em um ano e de 42,8% em cinco anos.

No tabuleiro global da carne bovina, o mercado é amplo, mas os maiores cortes estão concentrados em poucos países — e o Brasil leva a maior fatia. Com o maior rebanho bovino comercial do mundo, o país também ocupa a liderança nas exportações, reforçando seu peso no mercado internacional.

Elaboração: © 2026 Brasil em Mapas
Fonte: World’s Top Exports, 2025. Carne bovina fresca, refrigerada e congelada (cód HS 0201 e 0202). Publi*

🇧🇷🗳️Quantas vezes cada estado brasileiro votou no presidente eleito?Entre 1989 e 2022, o Brasil realizou 9 eleições pres...
17/09/2026

🇧🇷🗳️
Quantas vezes cada estado brasileiro votou no presidente eleito?

Entre 1989 e 2022, o Brasil realizou 9 eleições presidenciais diretas. Este mapa mostra, em cada Unidade da Federação, quantas vezes o candidato que venceu a eleição nacional também foi o mais votado naquele estado.

A metodologia considera o 2º turno quando houve, e o 1º turno/turno único nas eleições decididas nessa etapa, como ocorreu em 1994 e 1998.

O indicador, portanto, não mede preferência partidária nem desempenho eleitoral absoluto. Ele mede apenas a frequência com que o resultado estadual coincidiu com o vencedor nacional.

✅ Minas Gerais e Amazonas são os estados decisivos: registraram 100% em todas as 9 eleições. Em outras palavras, em cada eleição analisada, o candidato mais votado nesses estados também foi o vencedor nacional. Na outra ponta, o Rio Grande do Sul apresentou a menor frequência, com 2 das 9 eleições — 22%.

Entre os demais estados, há uma distribuição intermediária:

89%: 8 de 9 eleições;
78%: 7 de 9;
67%: 6 de 9;
56%: 5 de 9;
22%: 2 de 9.

O padrão também varia regionalmente, o Nordeste alcança 85%, seguido pelo Norte (80%), Sudeste (73%), Centro-Oeste (59%) e Sul (45%).

Veja a lista completa por UF:
AM 100%
MG 100%
AP 89%
BA 89%
MA 89%
PA 89%
PB 89%
PI 89%
RN 89%
SE 89%
TO 89%
AL 78%
CE 78%
PE 78%
AC 67%
ES 67%
GO 67%
RJ 67%
RO 67%
DF 56%
MT 56%
MS 56%
PR56%
RR 56%
SC 56%
SP 56%
RS 22%

Ao observar as nove eleições presidenciais desde 1989, o mapa mostra que o comportamento eleitoral das UFs não acompanha o resultado nacional com a mesma frequência em todo o território brasileiro.

Mais do que apontar vencedores, o mapa permite visualizar como diferentes partes do Brasil se alinharam — ou não — ao resultado presidencial nacional ao longo de mais de três décadas de eleições diretas.

_____
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — série histórica de 1989 a 2022.
Elaboração e infografia: Brasil em Mapas © 2026 (CCBY)


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Os partidos que governam os estados do Brasil 🇧🇷🗳️Como está dividido o poder nos 26 estados e DF em setembro de 2026?A c...
10/09/2026

Os partidos que governam os estados do Brasil 🇧🇷🗳️

Como está dividido o poder nos 26 estados e DF em setembro de 2026?

A configuração dos governos estaduais mudou bastante desde a eleição de 2022. Hoje, o PSD é o partido com mais governadores, seguido pelo MDB, enquanto PT, PP e Republicanos têm quatro governos cada.

O panorama atual é:

🔵 PSD — 6 UFs
🟢 MDB — 5 UFs
🔴 PT — 4 UFs
🟠 PP — 4 UFs
🟣 Republicanos — 4 UFs
⚫ UNIÃO — 2 UFs
🔵 PL — 1 UF
⚪ Sem partido — 1 UF

O caso do RJ: Ricardo Couto exerce o governo sem filiação partidária; em SC, Marilisa Boehm governa interinamente pelo PL.

Mais que blocos rígidos, o mapa mostra alianças que variam por estado e eleição. PSD, MDB, União e PP, por exemplo, formam diferentes composições regionais.

Por isso, o Brasil Em Mapas adotou uma metodologia própria para contextualizar o posicionamento político dos governos estaduais.

A análise combina três elementos:

1. Referência acadêmica — a classificação ideológica de Bolognesi, Ribeiro e Codato (2023), baseada em pesquisa com cientistas políticos.

2. Comportamento legislativo — média do alinhamento dos partidos em três votações selecionadas:
PEC da Blindagem,
PL da Anistia e
PL da Dosimetria.

Partido, Média das 3 votações
PL 98%
Republicanos 95%
PP 91%
UNIÃO 90%
MDB 75%
PSD 64%
PT 6%

3. Posicionamento político público — Considera declarações, apoios, alianças e relação dos governadores com o atual governo, incluindo apoio a outro candidato ou ausência de definição presidencial.

As UFs são classificadas metodologicamente em Direita, Centro-Direita, Centro-Esquerda e Esquerda, sem extremos, para retratar a distribuições estaduais e partidária.

Fontes: TSE (set 2026); Câmara dos Deputados — votações; Bolognesi et al. (2023).
© 2026 Brasil Em Mapas (CC BY-SA)


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Projeção Terra Equivalente: O mundo como ele realmente é 🌎“Você sabia que a forma como vemos o mundo pode estar distorci...
07/09/2026

Projeção Terra Equivalente: O mundo como ele realmente é 🌎

“Você sabia que a forma como vemos o mundo pode estar distorcida?”

A Assembleia Geral da ONU aprovou, em 4 de setembro de 2026, por 164 votos a favor, 1 contra e 6 abstenções, uma resolução que incentiva a adoção da Equal Earth como alternativa à projeção de Mercator. A iniciativa foi liderada pelo Togo, em nome da União Africana, por meio da campanha . Os Estados Unidos foram o único país a votar contra.

A projeção de Mercator, criada por Gerardus Mercator em 1569 para navegação, amplia progressivamente as áreas próximas aos polos. Já a Equal Earth, desenvolvida em 2018, preserva melhor as proporções reais dos continentes. Assim, a Groenlândia revela seus 2,16 milhões de km², enquanto a África é cerca de 14 vezes maior, apesar de ambas parecerem semelhantes em alguns mapas de Mercator.

A mudança também altera a percepção visual do mundo. “Na projeção Mercator (em cinza), países do norte global parecem maiores do que realmente são”, enquanto América Latina, África, Sul da Ásia e Oceania ganham escala na Equal Earth. Defensores da mudança afirmam que essas distorções históricas podem influenciar percepções educacionais, culturais e geopolíticas sobre o peso relativo das regiões.

A decisão da ONU é uma recomendação internacional, não uma obrigação: não torna a Equal Earth obrigatória nem proíbe a Mercator. O Togo pretende promover sua adoção, inclusive em materiais escolares, enquanto a França já sinalizou o uso da Eckert IV, outra projeção que preserva melhor as áreas. O debate, portanto, vai além da cartografia: trata de como uma escolha feita há mais de 450 anos moldou nossa percepção do tamanho do mundo.

© 2026 Brasil Em Mapas
Fonte: Equal Earth — Šavrič, Patterson & Jenny (2018); dados: Natural Earth; Mercator — Gerardus Mercator (1569). Projeção Equal Earth, Assembleia Geral da ONU em 4 de setembro de 2026.


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  🗳️A análise do Brasil Em Mapas consolida pesquisas nacionais de intenção de voto realizadas por diversos institutos ao...
07/09/2026

🗳️A análise do Brasil Em Mapas consolida pesquisas nacionais de intenção de voto realizadas por diversos institutos ao longo do ciclo eleitoral de 2025 e 2026, utilizando agregação estatística dos levantamentos, projeções de tendência para o primeiro turno e modelagem probabilística para o segundo turno.

No cenário de primeiro turno das , a agregação das pesquisas de agosto indica Lula Da Silva na liderança, com cerca de 40,0%, seguido por Flávio Bolsonaro, com aprox 35,6%.

Entre os candidatos da chamada terceira via, Renan Santos aparece em torno de 4,6%, Ronaldo Caiado em 4,2% e Romeu Zema em 2,3%. Em relação a junho, o cenário permanece relativamente estável entre os dois principais candidatos. Entre os demais candidatos apenas Renan Santos apresenta leve avanço.

A estimativa central do modelo para o primeiro turno mantém Lula e Flávio como os principais candidatos, e sem indicação de vitória em primeiro turno, tornando a realização de um segundo turno o cenário mais provável.

🧩Para o segundo turno, foram consolidadas 15 pesquisas nacionais realizadas em agosto de 2026, provenientes de 11 institutos/organizações de pesquisa, entre eles Vox Brasil, PoderData/Aya, Gerp, Nexus/BTG Pactual, Indexa/Broadcast, Datafolha, Veritá, Genial/Quaest, CNT/MDA, Apex/Futura.

A agregação dos levantamentos, combinada à série histórica de pesquisas e às ponderações por instituto e recência, indica uma disputa mais equilibrada no segundo.

A partir dessa base, o modelo do Brasil Em Mapas, em parceria com o LGAC Comunicação, aplicou técnicas de inferência bayesiana e 10.000 simulações de Monte Carlo para estimar a probabilidade de vitória de cada candidato.

🔹O resultado indica da Silva como favorito, com 74% de probabilidade de vitória, enquanto Bolsonaro apresenta 26%.

A estimativa central do segundo turno projeta 51,5% dos votos válidos para Lula e 48,5% para Flávio, representando uma vantagem de 3,0 pontos percentuais para Lula.

Os resultados apontam uma disputa ainda competitiva, indicando que a disputa permanece aberta e poderá sofrer alterações com a evolução da campanha até outubro.

📉👫🏼Visualisando a Atual Tendência de Crescimento Populacional do BrasilO   ainda cresce, mas cada vez menos — e este map...
03/09/2026

📉👫🏼Visualisando a Atual Tendência de Crescimento Populacional do Brasil

O ainda cresce, mas cada vez menos — e este mapa analítico populacional mostra essa mudança.

O país alcançou 214,2 milhões de habitantes em 2026, com crescimento de apenas 0,37%, reforçando a desaceleração populacional e a mudança no mapa demográfico.

🧳Estados que mais crescem (2025–2026):

Roraima (+3,01%),
Santa Catarina (+1,54%),
Mato Grosso (+1,46%),
Goiás (+0,96%) e
Amazonas (+0,91%).

O avanço se concentra no Norte e Centro-Oeste, puxado por migração, polos industriais, agro e novas fronteiras econômicas.

O retrato de 2026 aponta três transformações principais:

• Interiorização do crescimento, com protagonismo do Centro-Norte;
• Desaceleração das grandes metrópoles, algumas já em queda;
• Avanço da transição demográfica, com menos nascimentos e mais envelhecida.

🏙️ Capitais que mais crescem:

Boa Vista (+3,19%), disparada na liderança, influenciada por migração recente venezuelana;

Florianópolis (+1,85%), impulsionada por qualidade de vida e forte ;

Palmas (+1,42%), com nova expansão urbana acelerada;

Cuiabá (+1,02%), refletindo forte dinamismo do agro;

Manaus (+1,01%), sustentada por um forte polo industrial e empregabilidade.

📈 Capitais estagnadas ou em declínio:

Salvador (-0,17%), declínio
Natal (-0,13%), declínio
Belém (-0,08%), declínio
Belo Horizonte (-0,02%) declínio
Porto Alegre (0,00%) estagnação.

O contraste é claro: capitais tradicionais crescem pouco ou encolhem, enquanto cidades fora do eixo tradicional ganham população. O país não parou de crescer. Mas já começou a mudar.

Fonte: IBGE/ Projeção demográfica 2026


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Roubo e furto de celulares no BrasilO Brasil registrou 792.284 ocorrências de roubo e furto de celulares em 2025, com um...
28/08/2026

Roubo e furto de celulares no Brasil

O Brasil registrou 792.284 ocorrências de roubo e furto de celulares em 2025, com uma taxa nacional de 371,2 por 100 mil habitantes.

Após atingir 493,9 por 100 mil em 2022, a taxa recuou para 371,2 em 2025, uma redução de 24,8%. Em relação a 2015, quando a taxa estimada era de 534,9, a queda em dez anos chega a 30,7%.

O pico da série ocorreu em 2019, com 1.053.433 ocorrências, quando a taxa chegou a 540,1 por 100 mil habitantes. Desde então, o número de ocorrências caiu cerca de 24,8% até 2025.

Histórico da taxa: 2015* 534,9 → 2018 514,2 → 2019 540,1 → 2022 493,9 → 2025 371,2.
*Estimativa para 2015.

O Distrito Federal possui a maior taxa do país, com 677,1 por 100 mil habitantes, mais de cinco vezes a registrada no Rio Grande do Sul.

5 maiores taxas

Distrito Federal — 677,1
Amazonas — 671,9
Amapá — 611,4
São Paulo — 552,2
Pará — 536,0

5 menores taxas

Rio Grande do Sul — 128,8
Paraíba — 153,6
Minas Gerais — 182,0
Mato Grosso do Sul — 193,7
Mato Grosso — 209,0

Entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, o ranking é liderado por:

São Luís (MA) — 1.517,0
Belém (PA) — 1.487,0
São Paulo (SP) — 1.390,5
Salvador (BA) — 1.195,0
Lauro de Freitas (BA) — 1.144,5

São Luís apresenta uma taxa quase quatro vezes superior à média nacional.

⏰ Quando acontecem?

O padrão é diferente entre roubo e furto:

Furtos: 34,5% acontecem aos sábados e domingos;
Maiores ntre 10h e 12h e 17h e 20h.

Roubos: 73,1% ocorrem em dias úteis;
Mais sexta-feira a maior incidência;
Dois períodos de pico: 5h–6h e 18h–23h; maior ocorre às 20h.

📍 Onde acontecem?

As vias públicas são o principal local:
77,2% dos roubos acontecem em vias públicas;
49,3% dos furtos também ocorrem nas ruas;
Furtos: 15,2% acontecem em estabelecimentos comerciais e 6,1% no transporte público.

📱 Utilidade pública
Cadastre seu aparelho no App "Celular Seguro", do Ministério da Justiça.

✍🏼 Marque um amigo(a)!

© 2026 Brasil em Mapas Brasil Em Mapas®
Fonte: FBSP — 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública — FBSP (2025)

A economia latino-americana deve apresentar crescimento moderado em 2026.Segundo a atualização de julho de 2026 do Fundo...
25/08/2026

A economia latino-americana deve apresentar crescimento moderado em 2026.

Segundo a atualização de julho de 2026 do Fundo Monetário Internacional (FMI), a América Latina e o Caribe devem crescer 2,4% em termos reais. Para 2027, a previsão é de aceleração para 2,7%.

🇧🇷 O Brasil permanece disparado como a maior economia da região, com PIB nominal projetado em US$ 2,636 trilhões em 2026. O país representa, sozinho, uma parcela muito significativa da produção econômica latino-americana.

Na segunda posição aparece o 🇲🇽 México, com US$ 2,121 trilhões, seguido pela 🇦🇷Argentina, com US$ 688,4 bilhões. Juntos, Brasil e México concentram mais da metade do PIB nominal do 15 países selecionados no ranking.

A partir daí, Colômbia, em quarto lugar, aparece com US$ 539,5 bilhões, enquanto Chile e Peru vêm logo depois, com US$ 407,9 bilhões e US$ 380,9 bilhões, respectivamente.

Entre as 15 maiores economias selecionadas, o maior crescimento projetado para 2026 é o do: 🇵🇾 Paraguai — +4,2%, seguido de 🇻🇪Venezuela — +4,0%, Guatemala — +3,9%.

Também aparecem com crescimento acima da média regional o Panamá (+3,8%), República Dominicana (3,7%), a Costa Rica (+3,6%), Argentina (+3,5%), Peru (+2,8%) e Equador (+2,5%). Na média regional estão Brasil e Chile (2,4%).

Na outra ponta, a 🇧🇴 Bolívia é o único país do Top 15 com retração, com −3,3%. Entre os países que ainda apresentam crescimento positivo, os menores índices são: 🇲🇽México: +1,2%, 🇺🇾Uruguai: +1,8% e 🇨🇴Colômbia: +2,3%.

O ranking evidencia que tamanho econômico e velocidade de crescimento não são a mesma coisa.

📈As maiores economias, não estão entre as que mais crescem, enquanto as menores, como Paraguai, Venezuela, Guatemala, Panamá apresentam taxas mais elevadas.

Entre os 15 países, a diferença é de 7,5 pontos percentuais, entre −3,3% na Bolívia e +4,2% no Paraguai. O FMI destaca perspectivas heterogêneas para a região, cuja projeção de crescimento é de 2,4%.

Fonte: FMI — julho de 2026.
Nota: PIB nominal (US$); crescimento real (%)

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🚗🏍️🚲 Como os brasileiros se deslocam para o trabalhoO Brasil tem uma mobilidade marcada pelo transporte individual motor...
17/08/2026

🚗🏍️🚲 Como os brasileiros se deslocam para o trabalho

O Brasil tem uma mobilidade marcada pelo transporte individual motorizado, mas com fortes diferenças regionais.

O automóvel é o principal meio no país, usado por 32,3% dos trabalhadores (22,6 milhões), seguido pelo ônibus (21,4%), deslocamento a pé (17,8%) e motocicleta (16,4%). Caminhada e bicicleta somam cerca de 24% dos deslocamentos.

O padrão muda conforme o espaço geoeconômico: o carro predomina no Centro-Sul, chegando a 45,9% no Sul e 38,8% no Centro-Oeste, enquanto a motocicleta ganha força no Norte e Nordeste, com 28,5% e 26,0%, respectivamente.

O ônibus tem peso maior nas grandes concentrações urbanas, onde as distâncias e a densidade tornam o transporte coletivo essencial.

🚌Entre as 10 maiores capitais, o ônibus predomina em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Salvador e Manaus.

🚙O automóvel lidera em Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Goiânia. São Paulo ilustra bem o contraste: no estado, o carro é predominante; na capital e em sua área de concentração urbana, o ônibus assume a liderança.

Nos municípios, os extremos revelam a diversidade: Pinto Bandeira (RS) tem 72% por automóvel; São Gonçalo (RJ), 57% por ônibus; Acauã (PI), 80% por motocicleta; Afuá (PA), 75% por bicicleta; e Cairu (BA), 78% a pé.

A distância também pesa: cerca de 40 milhões levam de 6 a 30 minutos até o trabalho, enquanto 1,3 milhão gastam mais de duas horas. Em São Paulo, 27,9% levam mais de uma hora; no Rio, 29,8%.

O mapa revela um país que se desloca de formas diferentes conforme a região e a estrutura urbana. Carro, ônibus e motocicleta dominam, mas 16,8 milhões de trabalhadores vão principalmente a pé ou de bicicleta, mostrando o peso da mobilidade ativa.

Principal meio = categoria na qual a pessoa passa mais tempo durante o trajeto casa–trabalho.

© 2026 Brasil em Mapas Brasil Em Mapas®
Fonte: Censo 2022 — IBGE

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🚙 Os carros mais vendidos do Brasil (jun, 2026)O mercado automotivo brasileiro iniciou o segundo semestre de 2026 com um...
13/08/2026

🚙 Os carros mais vendidos do Brasil (jun, 2026)

O mercado automotivo brasileiro iniciou o segundo semestre de 2026 com uma dinâmica clara: avanço consistente dos elétricos e manutenção da liderança tradicional da Strada.

Em julho, os modelos eletrificados conquistaram o topo em 9 das 27 unidades da federação — exatamente um terço do país —, indicando uma mudança estrutural no padrão de consumo, ainda que gradual.

Esse avanço foi puxado principalmente por marcas como e Geely, responsáveis por todas as lideranças elétricas no mês (seis e três estados, respectivamente).

Um ponto relevante é a distribuição geográfica: seis dessas vitórias ocorreram nas regiões Norte e Nordeste, mostrando que a eletrificação já não está restrita aos mercados do Sul e Sudeste.

📈Em termos de variação anual (jul/26 vs. jul/25), os maiores avanços percentuais entre as principais montadoras foram da própria BYD (+142%), da GWM (+136%) e da Honda (+32%), enquanto as maiores quedas vieram de Hyundai (-20%), Toyota (-11,6%) e Jeep (-8,4%).

Apesar disso, a Fiat Strada segue dominante, liderando em 14 estados espalhados por todas as regiões. Outros destaques regionais incluem o Fiat Argo em Minas Gerais e o Renault Kwid no Paraná.

No consolidado, o ranking de julho também chama atenção pela presença crescente de eletrificados entre os mais vendidos — com três modelos no Top 10 — e pela primeira vez a GWM com seu Haval H6 entra no top 10, reforçando a diversificação do mercado.

O cenário aponta para uma transição em curso: enquanto líderes tradicionais mantêm escala e capilaridade, os elétricos ganham espaço de forma territorialmente mais ampla do que se observava até poucos anos atrás.

© 2026 Brasil em Mapas
Dados: Fenabrave (jul 2026)


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