Vibrant - Virtual Brazilian Anthropology - Journal

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Revista semestral publicada pela Associação Brasileira de Antropologia
academia.edu: https://independent.academia.edu/VibrantABA

Magical Amulets of Bahia: the debate between Nina Rodrigues and Aurelino Leal over mandinga and the emergence of the first ethnographies of Afro-Brazilians (1896-1902) 14/04/2026

Sugestão de leitura! “””Mandinga na Bahia de Outrora: o debate entre Nina Rodrigues e Aurelino Leal e o surgimento das primeiras etnografias sobre a população afro-brasileira (1896-1902) “””

https://www.scielo.br/j/vb/a/4wyYrfmP6Fj4DsTGcT7mkXz/abstract/?lang=pt #

Magical Amulets of Bahia: the debate between Nina Rodrigues and Aurelino Leal over mandinga and the emergence of the first ethnographies of Afro-Brazilians (1896-1902) Abstract In late nineteenth-century Brazil, popular religion, madness, and crime were central...

Photos from Vibrant - Virtual Brazilian Anthropology - Journal's post 03/02/2026

Está no ar o volume 22 (2025) da Vibrant!

O novo número reúne 42 textos, com:
📌 Nota editorial
📌 10 artigos livres
📌 1 ensaio fotoetnográfico
📌 Os três últimos artigos do dossiê “Neoextractivismo, crisis climática y desastres: Miradas desde Argentina, Brasil y Chile”
📌 O dossiê “Black Brazilian Anthropology”
📌 O dossiê “Peritajes antropológicos: cuestiones teórico-metodológicas, éticas y de poder en América Latina”

Agradecemos imensamente a todas e todos os/as autores/as e pareceristas que tornaram este volume possível, e à Wenner-Gren Foundation, cujo financiamento viabilizou a tradução do dossiê Black Brazilian Anthropology.

Os textos estão disponíveis em: https://www.scielo.br/j/vb/i/2025.v22/

13/01/2026

Foi com alegria que recebemos a notícia de que a Vibrant foi classificada mais uma vez no estrato A1 do Qualis CAPES 2021–2024!

Ao longo do quadriênio avaliado, foram publicados mais de 150 artigos e ensaios visuais. Nada disso seria possível sem a colaboração de cada autor/a que confiou a nós os seus textos, das/os colegas que gentilmente submeteram propostas de dossiês, das pessoas que emitiram cuidadosos pareceres, da nossa comissão editorial e de vocês (público leitor) que acompanham o nosso trabalho, fazem download dos artigos, compartilham e citam os textos lidos! O propósito da Vibrant é, justamente, divulgar a antropologia feita no Brasil e/ou em rede. Num contexto ainda colonial que valoriza manuscritos estrangeiros, é uma alegria ver florescer e se consolidar a ciência de primeira linha que realizamos.

Agradecemos também e muito especialmente à equipe de editoria que conduziu a Vibrant ao longo dos quatro anos, Antonio Carlos de Souza Lima e Andréa Lobo, que assumiram a revista ainda no quadriênio anterior, assim como a Vinícius Venancio e Roberta Ceva; assim como às gestões e o apoio da Associação Brasileira de Antropologia, em nome das ex-presidentas Patricia Birman (2021–22) e Andrea Zhouri (2023–24), e à sua secretaria administrativa, nas pessoas de Carine Lemos, Silvane Xavier e Roberto Pinheiro.

Esse reconhecimento nos motiva a seguir publicando Antropologia de qualidade e fazer ecoar a produção feita a partir do Brasil!

Photos from Vibrant - Virtual Brazilian Anthropology - Journal's post 30/06/2025

Prorrogação da chamada para artigos do Dossiê Repensando o legado da antropologia no estudo da África

Organizadoras: Andréa Lobo (UnB), Anaïs Menard (KULeuven) & Kezia Aryeetey (MPI/ETH)

Novo prazo final para submissão: 31 de agosto de 2025

A chamada completa está disponível em: https://shorturl.at/UmhqF

02/06/2025

Chamada para dossiê: “Periferia é Periferia em qualquer lugar”: produção cultural em periferias urbanas

Organizadoras: Adriana Facina (PPGAS/MN/UFRJ) & Silvia Capanema
(Université Sorbonne Paris Nord)

Prorrogação do prazo final para submissão: 31 de julho de 2025

Serão aceitos trabalhos em francês, espanhol ou inglês.

A chamada completa está disponível em: http://www.vibrant.org.br/chamada-para-dossie-periferia-e-periferia-em-qualquer-lugar-producao-cultural-em-periferias-urbanas/

Photos from Vibrant - Virtual Brazilian Anthropology - Journal's post 15/01/2025

Chamada para dossiê: A Identidade Palestina em tempos do Genocídio em Gaza

Organizadores: Gisele Fonseca Chagas (UFF), Leonardo Schiocchet (Charles University, Prague) e Paulo Gabriel Hilu da Rocha Pinto (UFF)

Prazo final para submissão: 31 de agosto de 2025

A guerra desencadeada pelos ataques do Hamas contra Israel em outubro de 2023 já se prolonga há mais de um ano. A dimensão do ataque contra Gaza, o número sem precedentes de mortos na população local, que já soma mais de 45.000, a alta proporção de mulheres e crianças entre as fatalidades, a obstrução sistemática do acesso dos palestinos à ajuda humanitária e a serviços de saúde, e a destruição deliberada da infraestrutura civil, como escolas, hospitais e abrigos, permitem caracterizar as ações militares israelenses como genocídio contra a população palestina em Gaza. Paralelo a isso, a violência contra os palestinos na Cisjordânia, tanto por parte do exército quanto dos colonos judeus, atingiu níveis sem precedentes.

Essa situação de catástrofe humanitária no contexto de uma longa história de ocupação colonial dos territórios palestinos por parte de Israel, recolocou a Questão Palestina no centro do debate político internacional. A fundação do Estado de Israel em 1948 resultou em uma guerra por meio da qual 70% da população palestina foi expulsa de suas casas ou impedida de retornar para elas, significando uma limpeza étnica denominada pelos palestinos como Nakba (Catástrofe). Cisjordânia e Gaza estão sob controle militar israelense desde 1967, sendo alvos de um projeto de colonização judaica cujo objetivo é anexar mais territórios a Israel. Embora os assentamentos israelenses tenham sido removidos de Gaza em 2005, o território permanece sob controle absoluto de Israel e sofre um severo bloqueio econômico, bem como inúmeros ataques militares desde 2007, sendo considerado pela ONU como território ocupado por Israel. Os refugiados palestinos dispersos por vários países desde a Nakba seguem sem nenhuma solução política para seu exílio, o qual dura há mais de sete décadas.

Deste modo, consideramos fundamental reunir reflexões antropológicas que permitam compreender as várias dimensões da experiência histórica e cultural dos palestinos nos vários contextos sociais da Palestina histórica e do exílio palestino no mundo. Ao esboçar uma história da etnografia sobre a Palestina e palestinos, Khaled Furani e Dan Rabinowitz (2011) acolheram a Palestina como um local para a produção teórica, ao invés de alteridade. De acordo com os autores, entre o final do século XIX e o final do século XX, a Palestina como um local para pesquisa dependia sobretudo de análises feitas por antropólogos não-palestinos. A publicação do livro Orientalismo (1978), de Edward Said, ajudou a precipitar, então, uma mudança radical no modo de abordagem sobre a Palestina. Palestina e palestinos ressurgem como sujeitos, especialmente por meio de temas de pesquisa como “memória”, “refugiados”, “resistência”, “identidade nacional”, “situação colonial” e “gênero”, mas também por meio de “lei”, “prisão”, “burocracia” e uma série de novos tópicos (Furani & Rabinowitz 2011).

Já a etnografia nativa palestina começa a florescer no final da década de 1970 devido a uma dupla mudança política e epistemológica como resposta, respectivamente, à Guerra Árabe-Israelense de 1967 e à “crise” epistemológica inaugurada por Said. Para Furani e Rabinowitz (2011), a antropologia pós-colonial, pós-estrutural e pós-moderna oferecem o que eles chamam de “vocabulário habilitador” para o estudo de populações palestinas, sendo “memória” a mais proeminente dessas noções (Furani e Rabinowitz, 2011). Os autores observam que após os processos de paz de Oslo e Madri na década de 1990, a pesquisa etnográfica sobre palestinos, que hoje é amplamente percebida em associação com o ativismo palestino, viu um aumento acentuado.

Entretanto, até recentemente, a antropologia palestina era praticada principalmente em vários locais dispersos no Norte Global, concentrada em alguns grupos institucionais. Ou seja, era constituída principalmente no exílio e, às vezes, por acadêmicos palestinos dentro de instituições israelenses (Atshan 2021). Tal quadro começa a mudar após a criação da Insaniyyat (Sociedade de Antropólogos Palestinos) em 2015, que consiste numa rede de antropólogos palestinos nascida da iniciativa de alguns antropólogos palestinos que vivem na Palestina e em Israel (Schiocchet, 2018).

Neste sentido, de acordo com Schiocchet (2018), a etnografia Palestina hoje está principalmente preocupada com a forma como os palestinos estão presos em um vínculo entre repressão e resistência, exemplificado pelo que Furani (2011) chama de “narrativas sobre a luta nacional”. O autor aponta que a atual situação política da Palestina e dos palestinos levou a uma relativa falta de estudos de tópicos que não se relacionam diretamente com o “testemunho” do sofrimento palestino. Isso, por sua vez, acarretou em uma relativa falta de análises comparativas de médio alcance (por exemplo, regional) mais ousadas, com a exceção de estudos de colonização de ocupação, ainda que tais estudos tenham por vezes privilegiado comparações entre a Palestina e o Norte Global (via por exemplos “First Nations” e o movimento “Black Solidarity”). Além disso, como palestinos são fortemente marcados pelo atual projeto de colonialismo de assentamento de Israel, suas motivações etnográficas são fortemente constrangidas ao território palestino ou a palestinos em exílio. Assim sendo, no registro da antropologia pós-estruturalista (e pós-colonial) sobre a Palestina e palestinos, Schiocchet sugere que é fundamental voltar-se a um quadro comparativo histórico e sincrônico epistemológico de trocas Sul-Sul, envolvendo, por exemplo, Palestina e Brasil.

Desde os anos 2000, antropólogos brasileiros têm produzido conhecimento sobre palestinos e a Palestina. Devido ao seu foco na diáspora palestina no Brasil (com algumas notáveis exceções), em termos de tópicos, esta literatura tende a destacar processos de migração e/ou migração forçada, e processos de identidade e/ou pertencimento social. Grande parte dessa produção não é primariamente sobre ativismo em si, embora a mobilização política continue sendo um elemento quase indelével da vida palestina no exílio. Uma contribuição importante da literatura antropológica brasileira sobre a Palestina e os palestinos é desenredar essa aparente contradição desde um ângulo único.

Para este dossiê, convidamos contribuições de artigos baseados em pesquisas etnográficas em contextos palestinos, na diáspora e/ou no exílio, a colaborarem com o dossiê. O intuito é contribuir com o debate no campo global da antropologia sobre a Palestina e palestinos, através da reunião de pesquisas de antropólogas/os brasileiras/os e estrangeiras/os.

Este dossiê será publicado em inglês. Contudo, o envio das versões para avaliação pode ser feito em português ou inglês em:
https://submission.scielo.br/index.php/vb/submissions

Mais informações em: https://vibrant.org.br/chamada-para-dossie-a-identidade-palestina-em-tempos-do-genocidio-em-gaza/

Photos from Vibrant - Virtual Brazilian Anthropology - Journal's post 08/10/2024

Chamada para dossiê: “Periferia é Periferia em qualquer lugar”: produção cultural em periferias urbanas

Organizadoras: Adriana Facina (PPGAS/MN/UFRJ) & Silvia Capanema
(Université Sorbonne Paris Nord)

Prazo final para submissão: 31 de maio de 2025

O verso que dá título a este dossiê foi retirado da canção “Brasília Periferia”, composta por Gog, rapper pioneiro e referência para o movimento hip hop no Brasil, e lançada em 1994 no álbum Dia a Dia da Periferia. Esta frase virou um ditado comum nas periferias brasileiras, sobretudo depois de sua citação pelos Racionais MC’s, na canção “Periferia é Periferia”, que consta do álbum Sobrevivendo no Inferno, de 1997. Para nós, essa frase aponta não para uma uniformização das diferenças, no sentido de que periferia é tudo igual. Mas sim na direção da identificação de um fenômeno global, fruto da dinâmica do modo de produção capitalista, que cria periferias mesmo no centro do capitalismo, que se reproduz a partir da superexploração e da precarização da classe trabalhadora no mundo. Existe uma experiência comum na conformação de sujeitos periféricos (D’Andrea, 2022).

Pesquisar periferias urbanas não é seguir algum tipo de desejo colonialista pelo exótico, pela coleção de práticas estranhas e surpreendentes produzidas pelo Outro. As periferias urbanas são o centro do desenvolvimento capitalista hoje, onde se concentram as distopias e também as utopias contemporâneas. Compreender o mundo contemporâneo, suas contradições, perigos e possibilidades de futuro exige a observação atenta do que se passa nas periferias urbanas, em particular (mas não somente) as do sul do mundo.

Neste dossiê pretendemos reunir artigos que analisem as periferias urbanas a partir de sua produção artística e cultural. Como periferia não é apenas um espaço geográfico, mas é sobretudo um lugar simbólico, entendemos essa produção cultural de modo amplo, tendo as periferias urbanas como referência criativa.

Serão aceitos trabalhos em francês, espanhol ou inglês.

A chamada completa está disponível em: http://www.vibrant.org.br/chamada-para-dossie-periferia-e-periferia-em-qualquer-lugar-producao-cultural-em-periferias-urbanas/

02/10/2024

Prorrogado para 30 de novembro o prazo de submissões para o Dossier Brazilian Anthropology, coordenado por Gersem Luciano Baniwa, Luiz Eloy Terena e Corpo Editorial de Vibrant

O Dossiê Antropologia Indígena Brasileira, assim como o Dossiê Antropologia Negra Brasileira, faz parte do projeto "A Vibrant Project: Publishing Indigenous and Black Brazilian Anthropologists in foreign languages", financiado pela Wenner-Gren Foundation for Anthropological Research.

Com esse financiamento, a Vibrant poderá custear a tradução de 10 artigos em cada um dos dossiês. Por isso, recebemos as contribuições originalmente em português e, após o processo de avaliação duplo-cega e aceite, eles serão traduzidos pela nossa equipe de tradutores.

Os dossiês fazem parte do esforço da equipe editorial da Vibrant e da Associação Brasileira de Antropologia em democratizar o acesso à publicação em língua estrangeira em nosso periódico por parte de jovens antropólogas/os indígenas e negras/os.

Data Final de Submissão dos artigos
30 de novembro de 2024

Mais informações em http://www.vibrant.org.br/chamada-para-dossie-indigenous-brazilian-anthropology/

Photos from Vibrant - Virtual Brazilian Anthropology - Journal's post 24/09/2024

ÚLTIMOS DIAS

Chamada para dossiê: Indigenous Brazilian Anthropology
Coordenação:
Gersem Luciano Baniwa, Luiz Eloy Terena e Corpo Editorial de Vibrant

O Dossiê Antropologia Indígena Brasileira, assim como o Dossiê Antropologia Negra Brasileira, faz parte do projeto "A Vibrant Project: Publishing Indigenous and Black Brazilian Anthropologists in foreign languages", financiado pela Wenner-Gren Foundation for Anthropological Research.

Com esse financiamento, a Vibrant poderá custear a tradução de 10 artigos em cada um dos dossiês. Por isso, recebemos as contribuições originalmente em português e, após o processo de avaliação duplo-cega e aceite, eles serão traduzidos pela nossa equipe de tradutores.

Os dossiês fazem parte do esforço da equipe editorial da Vibrant e da Associação Brasileira de Antropologia em democratizar o acesso à publicação em língua estrangeira em nosso periódico por parte de jovens antropólogas/os indígenas e negras/os.

Data Final de Submissão dos artigos
30 de setembro de 2024

Mais informações em http://www.vibrant.org.br/chamada-para-dossie-indigenous-brazilian-anthropology/

17/09/2024

O rastro de destruição deixado pelo neoextrativismo é um assunto que vem sendo tratado com afinco por antropólogas/os no Brasil.

Hoje, a Vibrant apresenta o artigo "Las voces de las mujeres en el desastre de la Samarco: procesos de acuerpamiento y apoderamiento frente al neoextractivismo en Brasil", de Andréa Zhouri e Eduarda Binder Munaier Azevedo, primeiro artigo do Dossier Neoextractivismo, crisis climática y desastres: Miradas desde Argentina, Brasil y Chile.

Nele, as autoras apresentam as experiências envolvendo danos, violência e sofrimento, assim como de luta por reparações, vividas por mulheres que foram vítimas do rompimento da barragem de Fundão em 2015.

O texto está disponível em https://www.scielo.br/j/vb/a/ZSQJkQ937zjbTX5hcX69M6G/?lang=es #

02/09/2024

Quando criada em 2004 por Gustavo Lins Ribeiro, o propósito da Vibrant - Virtual Brazilian Anthropology era de disseminar a Antropologia Brasileira para além das fronteiras de língua portuguesa, publicando artigos e materiais audiovisuais em inglês, francês e/ou espanhol.

20 anos depois da sua criação, a Vibrant, revista da Associação Brasileira de Antropologia, segue cumprindo o seu papel. Dentre os periódicos da área melhor classificados no índice H5, a Vibrant é a que conta com maior porcentagem de citações de pesquisadores estrangeiros e que publicam no exterior, sendo essa cifra representante de quase metade das citações dentre os artigos classificados no H5.

Com esse resultado que consolida o objetivo da criação da Vibrant, nós, da equipe editorial, só temos a agradecer às pessoas autoras, leitoras e replicadoras dos artigos que publicamos. A ciência e sua disseminação só é possível em coletividade!

Para conhecer os nossos 10 artigos mais citados nos últimos cinco anos, acesse https://scholar.google.com.br/citations?hl=en&view_op=list_hcore&venue=Nn2rHkFCY-wJ.2024

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