08/03/2026
✊🏽💜♀️ Hoje não é só sobre flores ou homenagens.
É sobre história, resistência e luta.
No Dia Internacional da Mulher, celebramos cada conquista — mas também lembramos que ainda há um caminho longo pela frente. Direitos não foram dados, foram conquistados. E precisam ser defendidos todos os dias.
Que nunca falte coragem para denunciar injustiças, força para romper silêncios e união para construir um mundo onde respeito, dignidade e igualdade não sejam exceção, mas regra.
Que a voz de cada mulher continue ecoando, transformando e abrindo caminhos para as próximas gerações.
Feliz Dia Internacional da Mulher.
03/03/2026
🎓 A coorganização do "II Simpósio Internacional: Violência, Informação e Direitos da Mulher" conta com a atuação da Profa Dra. Luciane Cavalcante.
Doutora em Ciência da Informação, é Pesquisadora Adjunta I no IBICT e professora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI/IBICT). Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e Jovem Cientista do Nosso Estado (FAPERJ), desenvolve pesquisas nas áreas de informação e cultura, mediação da informação e mediação cultural da informação, gênero, feminismos e violência contra as mulheres.
É líder do grupo de pesquisa INFOCCULT e coordenadora da Medeia.Info, rede voltada à mediação cultural da informação em bibliotecas para o enfrentamento da violência de gênero, articulando ensino, pesquisa e extensão com impacto social.
Sua trajetória reafirma o papel da informação como instrumento para promoção de direitos.
02/10/2025
✨👩🏿🎓 O Projeto de Extensão Comunica Mulher realizou ontem dia 01/10/2025 o evento Roda de Conversa: Violência de Gênero e Racismo nas Universidades Federais Brasileiras ✨🎓
Uma reflexão potente e necessáriapara compreendera violência de gênero exerienciada pelas mulheres da comunidade acadêmica! 💜
Neste encontro, contaremos com a presença das pesquisadoras Érika Costa Silva e Raquel Almeida que apresentarão os estudos:
📚 “Trajetória profissional de mulheres negras docentes na Universidade de Brasília (UnB): estratégias e resistências” e " Violência de Gênero nas Universidades Federais Brasileiras: estratégias informacionais de enfrentamento "
Além da pesquisa, a roda de conversa trouxe reflexões sobre a interseccionalidade da violência de gênero nas universidades federais brasileiras, apontando caminhos de prevenção, acolhimento e enfrentamento desse problema estrutural.
24/09/2025
🎓✨👩🏿🎓 Violência de Gênero e Racismo nas Universidades Federais Brasileiras ✨🎓
O Projeto de Extensão Comunica Mulher convida você para uma roda de conversa potente e necessária! 💜
Neste encontro, contaremos com a presença das pesquisadoras Érika Costa Silva e Raquel Almeida que apresentarão os estudos:
📚 “Trajetória profissional de mulheres negras docentes na Universidade de Brasília (UnB): estratégias e resistências” e " Violência de Gênero nas Universidades Federais Brasileiras: estratégias informacionais de enfrentamento "
Além da pesquisa, a roda de conversa trará reflexões sobre a interseccionalidade da violência de gênero nas universidades federais brasileiras, apontando caminhos de prevenção, acolhimento e enfrentamento desse problema estrutural.
🗓️ Data: 01/10/2025
🕒 Horário: 09:00h
📌 Local: Auditório da Faculdade de Ciência da Informação - UNB
19/09/2025
*🎓✨ Roda de Conversa: Racismo, Diversidade e Violência de Gênero nas Universidades Federais Brasileiras ✨🎓*
O Projeto de Extensão Comunica Mulher convida você para uma roda de conversa potente e necessária! 💜
Neste encontro, contaremos com a presença da pesquisadora Érika Costa Silva, que apresentará o estudo:
📚 *“Trajetória profissional de mulheres negras docentes na Universidade de Brasília (UnB): estratégias e resistências”.*
Além da pesquisa, a roda de conversa trará reflexões sobre a interseccionalidade da violência de gênero nas universidades federais brasileiras, apontando caminhos de prevenção, acolhimento e enfrentamento desse problema estrutural.
*🗓️ Data: 01/10/2025*
*🕒 Horário: 09:00h*
*📍Localização: Auditório da Faculdade de Ciência da Informação - FCI/UNB*
11/08/2025
👩🏿🎓🧬🎓 Intelectuais negras: vamos falar sobre elas?
Por muito tempo, o “perfil” de quem era visto como cientista foi limitado ao homem branco, heterossexual e ocidental. Essa visão excluiu saberes e pessoas que não se encaixavam nesse modelo — e entre elas, principalmente, as mulheres negras.
O racismo e o sexismo historicamente afastaram as mulheres negras da produção de conhecimento, criando barreiras para suas conquistas na vida acadêmica. 🎓🚫
Mesmo após conquistar o direito de estar na universidade, o desafio é resistir à violência simbólica e ao racismo institucional que ainda ameaçam sua permanência. É hora de transformar essa realidade!
🤝 Discutir e enfrentar o racismo institucional é fundamental para garantir um espaço acadêmico livre de discriminação.
📢 E você? Já pensou no papel das intelectuais negras na construção do conhecimento? Comente e marque alguém para continuar essa conversa!
Fontes:
HOOKS, Bell. Intelectuais negras. Estudos Feministas, Florianópolis, v. 3, n. 2, p. 464-478. 1995.
SILVA, Érika Costa. Trajetória profissional de mulheres negras docentes na Universidade de Brasília (UnB): estratégias e resistências. 2019. 101 f., il. Dissertação (Mestrado em Sociologia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2019.
04/08/2025
💭📢🚨 Você já parou pra pensar quantos estereótipos ainda cercam as mulheres negras?
O conceito de imagens de controle, criado por Patricia Hill Collins, mostra como certos papéis foram historicamente atribuídos às mulheres negras para justificar desigualdades e violências.
Essas imagens — como a “mammy”, a “matriarca” ou a “hipersexualizada” — não são inofensivas: elas reforçam o racismo, o machismo e o apagamento de trajetórias inteiras.
💥 Reconhecer esses estereótipos é essencial para desnaturalizar as opressões e lutar por equidade.
📢 Compartilhe este post com alguém que precisa refletir sobre isso e comente aqui:
👉🏾 Você já identificou alguma dessas imagens no seu cotidiano?
Fonte:
1. COLLINS, Patrícia Hill. Epistemologia feminista negra. In: BERNADINO-COSTA, Joaze, MALDONADO-TORRES, Nelson, GROSFOGUEL, Ramón (orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. ed.1. Belo Horizonte: Autêntica Editora. 2018. p.139-170.
2. SILVA, Érika Costa. Trajetória profissional de mulheres negras docentes na Universidade de Brasília (UnB): estratégias e resistências. 2019. 101 f., il. Dissertação (Mestrado em Sociologia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2019.
04/08/2025
💭📢🚨 Você já parou pra pensar quantos estereótipos ainda cercam as mulheres negras?
O conceito de imagens de controle, criado por Patricia Hill Collins, mostra como certos papéis foram historicamente atribuídos às mulheres negras para justificar desigualdades e violências.
Essas imagens — como a “mammy”, a “matriarca” ou a “hipersexualizada” — não são inofensivas: elas reforçam o racismo, o machismo e o apagamento de trajetórias inteiras.
💥 Reconhecer esses estereótipos é essencial para desnaturalizar as opressões e lutar por equidade.
📢 Compartilhe este post com alguém que precisa refletir sobre isso e comente aqui:
👉🏾 Você já identificou alguma dessas imagens no seu cotidiano?
Fonte:
1. COLLINS, Patrícia Hill. Epistemologia feminista negra. In: BERNADINO-COSTA, Joaze, MALDONADO-TORRES, Nelson, GROSFOGUEL, Ramón (orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. ed.1. Belo Horizonte: Autêntica Editora. 2018. p.139-170.
2. SILVA, Érika Costa. Trajetória profissional de mulheres negras docentes na Universidade de Brasília (UnB): estratégias e resistências. 2019. 101 f., il. Dissertação (Mestrado em Sociologia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2019.
01/08/2025
💭📣⚧️👩🏾💸 Você sabe o que é interseccionalidade?
O termo criado por Kimberlé Crenshaw nos ajuda a entender como diferentes formas de opressão se cruzam e impactam a vida das mulheres de forma desigual.
🎯 No Brasil, gênero, raça e classe são categorias que se entrelaçam e ajudam a explicar por que as principais vítimas de violência doméstica são:
👩 Mulheres
👩🏾 Mulheres negras
💸 Mulheres em situação de vulnerabilidade social
⚠️ Quando essas identidades se somam, os desafios também se multiplicam. Por isso, é essencial pensar políticas públicas com esse olhar interseccional — para enfrentar as desigualdades com mais justiça e consciência.
🗣️ Você já conhecia esse conceito?
Conta pra gente nos comentários como você acha que podemos construir uma sociedade mais igualitária! 💬✊
19/12/2024
🎓👩🔬🏛️ 📚Mulheres nas universidades: como conquistaram o direito ao ensino?
🔬💪 Ciência e Gênero
Por séculos, as mulheres foram impedidas de estudar nas universidades, apenas por serem mulheres. Isso durou desde a fundação das universidades europeias, no século XI, até o final do século XIX.
🏛️👩🏫 Estruturas científicas
As universidades e outras instituições científicas foram criadas com a ideia de que os cientistas seriam homens, com esposas para cuidar da casa e da família. 💼👨👩👧
📚✨ Mulheres na Universidade
Apesar de todas as dificuldades, poucas mulheres começaram a estudar e lecionar nas universidades desde o século XIII, muitas se destacando em áreas como física e matemática, campos considerados "difíceis" para as mulheres.
🌟♀ Mulheres Pioneiras
Elena Lucrezia Cornaro Piscopia, primeira mulher a receber um título acadêmico, e Laura Bassi, primeira mulher a ter uma cadeira universitária, foram pioneiras que abriram caminho para tantas outras! 🎓🌍
🇧🇷👩🎓 Mulheres nas Universidades no Brasil
Somente em 1879 as mulheres começaram a frequentar as universidades brasileiras, mas o machismo ainda persistiu, dificultando o acesso e a permanência delas nas instituições.
💡💪 Desafios das mulheres nas universidades
A entrada das mulheres nas universidades foi tardia, e sua jornada é marcada por muitos desafios. Acompanhe os próximos posts para saber mais sobre essa luta histórica!
Fontes:
SCHIENBINGER, Londa : O feminismo mudou a Ciência?
Linkhttps://bibliotecaonlinedahisfj.wordpress.com/wp-content/uploads/2015/03/schienbinger-2001.pdf
Nossa Causa: Conquistas do feminismo no Brasil: uma linha do tempo
Link:https://nossacausa.com/conquistas-do-feminismo-no-brasil/?gad_source=1&gclid=CjwKCAiA34S7BhAtEiwACZzv4fNiuUKui6Tme1bDJemJS0CEugBqXpektRYvgaZefrhRfmRg7rVfAhoCEkwQAvD_BwE