Explicando Juntas

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O Explicando Juntas é um projeto de extensão da UnB, desenvolvido por mulheres de diversas áreas,

Photos from Explicando Juntas's post 27/09/2021

Como se inscrever nas atividades do Explicando Juntas na semana universitária! 📣💜💛
> Acesse o link da bio, clique em "Ainda Não Possuo Cadastro" se for o seu primeiro acesso. Cadastre-se e faça login.
> Clique em "Cursos e Eventos Abertos".
> Procure pelo nome "Explicando Juntas" (com as duas iniciais maiúsculas) e clique em filtrar.
> Clique nas setinhas verdes para se inscrever e confirme, indicando sua instituição, por exemplo: "Universidade de Brasília".
Pronto! Se o nome das atividades aparecer para você em verde, significa que você já está inscrita!
Não se esqueça de se inscrever até o dia do evento e comparecer às nossas atividades para registrar a presença, a Live Explicando Juntas vai acontecer dia 29/09, às 19h, e a Roda de Conversa vai ser dia 01/10, às 16h. Contamos com a presença de todes!

Photos from Explicando Juntas's post 21/05/2021

Dia 17 de maio é marcado como o dia de combate à lgbtfobia. Trouxemos hoje diversas mulheres que marcaram e marcam o movimento, que precisaram lutar para serem ouvidas e que servem de inspiração diariamente pelo direito a liberdade de ser quem são, de amar e de, principalmente, sobreviver! 🏳️‍🌈💜🧡

Photos from Explicando Juntas's post 12/05/2021

Sabia que agora a plataforma lattes vai incluir o período de licença maternidade no currículo lattes? Uma grande vitória para as pesquisadoras mães! Vem saber mais 💜🧡🏳️

Photos from Explicando Juntas's post 07/05/2021

Vem descobrir como as mulheres conquistaram o direito de estarem nas universidades! 💜🧡🏳️

Referências bibliográficas:
BEZERRA, Nathalia. MULHER E UNIVERSIDADE: A LONGA E DIFÍCIL LUTA CONTRA A INVISIBILIDADE. Disponível em: https://docplayer.com.br/3070777-Mulher-e-universidade-a-longa-e-dificil-luta-contra-a-invisibilidade.html. Acesso em: 10 abr. 2021.

PEREIRA, Ana Cristina Furtado; FAVARO, Neide de Almeida Lança Galvão. HISTÓRIA DA MULHER NO ENSINO SUPERIOR E SUAS CONDIÇÕES ATUAIS DE ACESSO E PERMANÊNCIA. Disponível em: https://educere.bruc.com.br/arquivo/pdf2017/26207_12709.pdf. Acesso em: 10 abr. 2021.

MOTTA, Débora. Pesquisa analisa a trajetória de inserção das mulheres no ensino superior. Disponível em: http://www.faperj.br/?id=2748.2.6. Acesso em: 10 abr. 2021.

Photos from Explicando Juntas's post 01/05/2021

Avanço dos direitos das trabalhadoras 🏳️🧡💜

Somos 51,8% da população do país, mais de 100 milhões de brasileiras, porém, emrelação a cargos políticos e de chefia, ainda somos minoria. A nossa luta é bem antiga, mas aconquista de direitos ainda é algo muito recente na história brasileira.
É só em 1879, com o Decreto Lei 7.247, que passamos a ter direito a ingressar em universidades, mas com ressalvas. Era prerrogativa dos pais e maridos autorizar a entrada das
mulheres nas universidades do império.
Antes do direito a estudar, a demanda feminina por direitos trabalhistas já haviadado seus primeiros passos. As primeiras regulamentações inerentes à mulher no mercado detrabalho datam de 1842, quando a Inglaterra proibiu o trabalho das mulheres em subterrâneose em 1844 houve redução da jornada de trabalho para 10 horas e meia. Importante frisar quequanto às mulheres negras, essas foram escravizadas e obrigadas a trabalhar desde o XV, como tráfico de pessoas negras iniciado por Portugal, porém o reconhecimento de direitos a essasmulheres esteve longe de acontecer.

A luta feminina por reconhecimento e igualdade se intensifica durante o séc. XX emtodo o mundo. Enquanto grande parte dos homens em idade laboral vai à guerra, os postos detrabalho, sobretudo nas fábricas, são cada vez mais ocupados por mulheres. Com o fim dasgrandes guerras e o retorno dos homens aos empregos formais, garantir direitos trabalhistasàs mulheres faz-se extremamente necessário para a sobrevivência das mulheres no mercadode trabalho.

No Brasil, o Código Eleitoral de 1932 estabelece oficialmente o direito ao voto pelasmulheres. No mesmo ano, o Decreto nº 21.417-A garante vários direitos às trabalhadoras:igualdade salarial entre homem e mulher; diminuição da carga horária atribuída à mulherequiparando-a a do homem; a proibição do trabalho de mulheres grávidas durante as quatroúltimas semanas de gestação e as subsequentes após o parto; proibição da demissão demulheres grávidas; e o não trabalho noturno e descansos de meia hora para mulheres em
período de amamentação durante os primeiros seis meses de vida do bebê.

A Constituição de 1934 trará avanços significativos no campo trabalhista (tanto paramulheres, quanto para homens) inserindo em suas leis: jornada diária de oito horas,equiparação de salários, descanso semanal, férias remuneradas, salário maternidade, licençamaternidade, proibição de mulheres em trabalhos insalubres, assistência médica e sanitária àsgestantes. Mas como os direitos femininos estão constantemente sob a mira do desmonte, o
decreto nº 2.548 de 1940 passa a prever diminuição de 10% do salário de mulheres em relação ao salário mínimo para os homens, “quando forem, no estabelecimento, observadas as
condições de higiene estatuídas por lei para o trabalho de mulheres”.

Em 1962 as mulheres brasileiras comemoram novas conquistas. Com o “Estatuto daMulher Casada” (Lei 4.121/62), as mulheres passam a agora a poder trabalhar semautorização do marido, uma obrigação pífia que era resquício do Código Civil de 1916.

A Constituição Cidadã, de 1988, consolidará princípios e deveres, como: a igualdadeentre homens e mulheres (art. 3º, IV e art. 5º, I); licença à gestante, sem prejuízo do empregoe do salário, com a duração de cento e vinte dias (art. 7º, XVIII); proteção do mercado detrabalho da mulher, mediante incentivos específicos, nos termos da lei (art. 7º, XX); e proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por
motivo de s**o (Art. 7º, # # #).

A Emenda Constitucional 72 de 2013, conhecida como PEC das Domésticas, foi umimportante passo na conquista dos direitos dos trabalhadores/as domésticos/as, profissão noqual 92% são mulheres - e majoritariamente negras. A EC 73/2013 foi aprovada após intensamobilização do setor das trabalhadoras e enfrentou grande oposição das classes média e alta,que argumentou que “com mais direitos, haveria grande número de demissões, já que os/asempregadores/as não teriam condições de arcar com ‘tamanhos’ custos trabalhistas”.

Ainda que nós, mulheres, tenhamos garantido significativos direitos nas últimasdécadas - o que não veio sem muita luta - o retrocesso ronda constantemente. No último dia26 (de abril), projeto de lei que garantia a igualdade salarial entre homens e mulheres voltouao Congresso. O PL 130/2011, que carecia de sanção presidencial, voltou à Câmara dosDeputados a pedido do senador Irajá (PSD-TO), que disse atender pedido do presidente daCâmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). A notícia reforça o que afirmou a filósofafrancesa Simone de Beauvoir, "basta uma crise política, econômica ou religiosa para que os
direitos das mulheres sejam questionados". A vigilância (e luta) deve ser constante, como diz
a canção “é preciso estar atenta e forte”.

18/03/2021

Amanhã, sexta dia 19/03 as 16:00, faremos nossa primeira reunião do Explicando juntas

• O "Explicando juntas" é um projeto de extensão popular da Universidade de Brasília, desenvolvido por mulheres das mais diversas áreas.

• Queremos ampliar a rede de comunicação entre as mulheres da Universidade e a comunidade externa, debatendo a partir de uma perspectiva feminista os mais diversos assuntos.

_Vamos criar juntas uma rede de aprendizado coletivo?_

• Para integrar o projeto é super simples: basta preencher o formulário.
https://forms.gle/PxszNf7AL2sAPjzE9

Photos from Explicando Juntas's post 09/03/2021
08/03/2021

O “Explicando Juntas” nasce com o objetivo de ampliar a rede de comunicação entre as mulheres, sociedade civil e Universidade. Com a divulgação de notícias, informações, dados científicos e tudo o que se relacione diretamente conosco formamos uma rede de comunicação direta, clara e acessível.
Dividimos nossa atuação em 4 eixos:
a) educação feminista,
b) mulheres nas ciências;
c) avanços de direitos e;
d) mulheres que promovem mudanças.

Cada eixo temático corresponde a um conjunto de objetivos que se entrelaçam com nossa função essencial: auxiliar na construção de uma sociedade mais igual e democrática, assim como, na defesa intransigente dos direitos humanos. Além disso, para cada eixo, serão realizados periodicamente Ciclos de Estudo e Debate, a fim de aprofundar as temáticas abordadas da melhor forma possível.

Ficou interessada? Manda uma mensagem pra gente no direct e não esqueçam de compartilhar o projeto! As extensões populares são a chave no processo de ensino e aprendizagem! Vamos Juntas!

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