24/10/2021
Há 76 anos, em 24 de outubro de 1945, passou a existir oficialmente a Organização das Nações Unidas (ONU). A carta da ONU é o tratado que estabeleceu sua criação, tendo sido assinada por 50 países em 26 de junho do referido ano, ao final da Conferência das Nações Unidas sobre Organização Internacional realizada em São Francisco (EUA). Entretanto, somente em 24 de outubro a carta entra em vigor, após ratif**ação pela China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia, assim como pela maioria dos signatários.
Com a carta aprovada, passa a existir oficialmente a ONU, organização internacional criada para manutenção da paz e segurança entre os países após o mundo vivenciar duas grandes guerras. Os países-membros pensaram inicialmente em uma forma de evitar outro conflito armado de proporção mundial, e ao longo do tempo a ONU se apresenta muito mais ampla e complexa, pautando os direitos humanos e sua importância para o fortalecimento da democracia, da paz e do desenvolvimento de todos os países.
Atualmente, a ONU está sediada em Nova Iorque (EUA) e conta com 193 países-membros. Em sua estrutura, disposta na carta de criação, conta com seis órgãos principais: a Assembleia Geral, o Conselho de Segurança, o Conselho Econômico e Social, o Conselho de Tutela, a Corte Internacional de Justiça e o Secretariado.
Os dois primeiros órgãos têm um papel muito importante nas ações da ONU, isso porque a Assembleia Geral reúne todos os países-membros e tem voto universal, concedendo igualdade a todos. Já o Conselho de Segurança possui 15 membros, sendo responsável pela segurança internacional e tomando decisões mais diretamente ligadas à manutenção da paz pelo mundo.
No marco de 75 anos de assinatura da carta e consequente criação da ONU, é importante conhecer não só a estrutura de funcionamento da organização, mas também suas pautas pelo desarmamento, pelo desenvolvimento sustentável, pela educação etc. O fortalecimento de organizações que defendem os direitos humanos ao redor do mundo é um dos caminhos para que a paz e a vida sejam respeitadas em sua totalidade.