Psicóloga Laiz de Matias

Psicóloga Laiz de Matias

Compartilhar

Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Psicóloga Laiz de Matias, Formação, Blumenau.

25/01/2021

Atividades: auxiliar no processo de embalagem do produto.

Horário de trabalho: 7 as 17 hrs.
Intervalo de 12 minutos pro café das 8:30 as 8:42 e 1 hora de almoço.

Local: Bairro: Badenfurt. Blumenau.

22/02/2018
19/02/2018

Sobre os "Mecanismos de defesas" por assim dizer. Estes fazem parte do nosso funcionamento e se manifestam quando nos sentimos intolerantes, ansiosos, angustiados. Quando a angustia é excessiva não basta só a repressão e aí manifestam-se primitivos ou não, o ego usa defesas contra uma realidade insuportável tanto externa quanto interna. Isso faz parte do famoso "AUTOCONHECIMENTO". Você sabe quais são os seus Mecanismos de Defesa?

17/02/2018

"Educar pressupõe sempre desagradar à criança", diz psicóloga Rosely Sayão

Especialista acredita que o excesso de zelo adia a conquista da maturidade.

Especialista em questões relacionadas à família e à escola, a psicóloga paulistana Rosely Sayão acredita que as crianças estão sendo educadas sob o peso da superproteção, o que as desconecta da realidade. O excesso de zelo também dificulta o desenvolvimento da resiliência, a capacidade de resistir às adversidades e empurra para mais tarde a conquista da maturidade.

Para Rosely, falta aos pais, preocupados em demasia com um futuro de sucesso para os filhos, um olhar focado no presente.

- A gente perde de vista o filho como ele é hoje. Quem é o meu filho? Do que ele gosta? Do que ele não gosta? Quais são os talentos dele? Quais são as impossibilidades? Algumas delas a gente pode superar? - pergunta-se a psicóloga, colunista da Folha de S.Paulo e da Band News FM.

Você aponta a superproteção dos filhos como um estilo dos pais hoje em dia, independentemente de classe social, econômica e cultural. Onde isso f**a mais evidente?
Em todas as situações que envolvem essa neurose de segurança que a gente adquiriu: filho não sai sozinho, na esquina, na padaria, não usa transporte público. Há adolescentes que usam sem os pais saberem, mas não para ir para a escola. Para ir para a escola, ou tem perua, ou o pai leva e busca, e eles vão f**ando um pouco distantes da realidade. Em casa, eles são muito poupados dos afazeres domésticos com que poderiam contribuir, sempre acham que tem alguém que faça. A gente não tem ensinado para os filhos que tudo tem um processo com começo, meio e fim. Por exemplo, ir a um aniversário. Tem o antes, que é pensar na pessoa, pensar no presente, sair para comprar o presente, pedir para os pais se pode ir, perguntar se os pais podem levar e buscar. Depois tem a festa, o desfrute, e depois da festa tem de ver quem vai buscar. Tudo f**a com os pais e, para os filhos, é só ir à festa. Tomar banho é a mesma coisa: é só entrar debaixo do chuveiro. Não tem a organização da roupa e do banheiro, enxugar o banheiro. Nada disso, para os filhos, faz parte desse processo. Isso tudo é superproteção.

É comum os pais se colocarem contra a escola, atacando o professor ou o método de avaliação para defender os filhos.
Exato. Às vezes, os filhos reclamam de um colega e os pais vão tomar satisfação com os pais do outro colega. Briga entre crianças sempre vai acontecer, e elas são capazes de resolver. Quando não são, a escola tem de dar conta se elas estão lá. Mas os pais querem resolver tudo, metem-se na vida escolar dos filhos muito intensamente. A escola deveria ser a primeira batalha que a criança aprende a enfrentar por conta própria. Os pais estão com a ideia de que ir bem na escola, passar de ano, ser exitoso é um índice de que eles são bons pais. Eles fazem tudo para que isso aconteça. Os filhos vão aprendendo que "se tem problema, meus pais resolvem".
A imaturidade é a principal consequência da infância e da adolescência poupadas de percalços?
A maturidade vai f**ando mais tardia. Hoje, muitas empresas reclamam demais da falta de compromisso dos seus funcionários mais jovens, uma geração que já foi criada assim. Se o chefe dá uma bronca, o funcionário já quer sair do emprego. Os pais, resolvendo tudo, não colaboram para que o filho construa a resiliência, que é a capacidade de resistir às adversidades, de cair e levantar, de tropeçar, machucar o joelho, fazer o curativo e seguir em frente. O mundo das crianças pequenas é absolutamente irreal. As escolas privadas são obrigadas a limpar a areia semanalmente, os móveis não têm cantos, é tudo arredondado. As crianças não podem vir da escola machucadas que os pais reclamam. Esses pequenos incidentes fazem parte da adaptação ao mundo. É contraditório: a gente diz que os pais não dão limites, mas as crianças estão limitadas em demasia. Não pode isso, não pode aquilo, não pode aquele outro. E como é realidade da vida que dá os limites, aí, elas não reconhecem esses limites.

O que deve ser levado em conta na escolha da escola do filho
Excesso de atividades pode sobrecarregar as crianças
Qual é a maior angústia dos pais atualmente?
O sucesso dos filhos a qualquer custo, o que tem custado uma formação deficitária. O sucesso futuro retira um pouco o presente da vista dos pais. A criança e o adolescente estão no presente, não é pensar só no futuro. A gente deveria substituir aquela famosa e malfadada pergunta "o que você vai ser quando crescer?" por "o que você quer ser antes de crescer?", para eles terem a ideia de que são alguma coisa agora.
Outro lado que o sucesso no futuro tem provocado é a formação dos valores, da moral, da ética, dos princípios. Está todo mundo focado em "meu filho tem de ter um bom emprego, ganhar bem, ter conforto", mas, se ele não for uma pessoa de bem, vale a pena? Essa é a pergunta que a gente tem de se fazer.

Uma pesquisa recente afirma que os pais andam muito distraídos com seus smartphones, não prestando atenção na conversa com os filhos, além de ser comum a troca de mensagens de texto entre pessoas que estão na mesma casa. Você acha que a tecnologia está afetando muito as relações?
Muito. Há um percentual muito grande de crianças e jovens no mundo que dizem que os pais dão mais atenção ao celular do que a eles. Esse índice explodiu no Brasil.
A gente vive dizendo que os jovens só querem saber de celular, mas somos nós que estamos deixando eles de lado em nome dessas conversas por mensagem instantânea e do trabalho que não termina nunca. Quem tem filho precisa se comprometer e honrar o seu compromisso. A gente não educa apenas para que ele tenha um bom futuro. A gente educa para que ele construa um bom futuro também.
Há pouco você escreveu que "nossa sociedade adulta, infantilizada, adora brincar de faz de conta: fazemos de conta que cuidamos muito bem de nossas crianças". As crianças deixaram de ser prioridade na vida dos pais?
A gente fez algumas transformações no que signif**a ser prioridade, por conta de o mundo adulto estar infantilizado. Hoje todo mundo é jovem, independentemente da idade. O jovem tem um compromisso muito grande consigo mesmo, sobra muito pouco tempo para olhar para os outros. Os pais acham que os filhos são prioridade porque trabalham para dar do bom e do melhor e vivem declarando amor a eles, verbalmente. Mas a paciência, a perseverança, isso anda mais escasso.

Além dessa obsessão pela juventude, que outros valores sociais estão moldando as famílias?
O consumo, muitas vezes, determina a posição familiar. "Quero isso", "vou dar isso para o meu filho fazer parte do grupo e não f**ar excluído". A criança f**a desacreditada de si porque precisa ter isso ou fazer aquilo para se inserir, e não ser alguma coisa, pensar alguma coisa, ter posições. Isso atrapalha muito a autoimagem que a criança constrói. Tem também a busca desenfreada da felicidade. Ninguém é capaz de dar felicidade para alguém. A gente é capaz de preparar o filho para que ele consiga buscar a própria felicidade, identif**ar situações que possam lhe dar momentos de felicidade. Educar pressupõe sempre desagradar à criança. Aí, a gente acha que a criança está infeliz, não desagrada e não educa.

Hábitos alimentares do pai podem interferir na saúde do filho
Em escola de Esteio, judô ajuda a transformar a vida das crianças

É excessiva a procura por psicólogos, psicopedagogos, neurologistas? Os pais estão com dificuldade de entender os filhos? A solução para eventuais dificuldades e problemas é muito "terceirizada"?
Às vezes não há nada de errado. É preciso lembrar do que os estudiosos têm chamado de medicalização da vida. Olhamos a vida pela lógica médica, e a lógica médica tem a saúde e a doença, o normal e o anormal. Se não está dentro do que se considera normal, procura-se um diagnóstico para poder tratar e transformar em normal. Muitas crianças e muitos jovens têm recebido diagnósticos desnecessariamente, equivocadamente. São poucos os profissionais da saúde, de modo geral, que também conseguem resistir a essa ideologia.

Segundo o IBGE, o número de divórcios no país cresceu mais de 160% na última década. Como essa mudança de comportamento está impactando na criação dos filhos?
Os rompimentos não acontecem só no plano amoroso, do casamento, mas também no da amizade. Bauman, sociólogo polonês, chamou isso de tempos líquidos, tudo é líquido, tudo se dissolve. Mas as crianças nasceram nesse mundo líquido. Acho que afeta menos as crianças se os pais puderem lembrar que o casamento foi rompido, mas a paternidade e a maternidade não. Isso os unirá até que a morte os separe. Tem sido ainda difícil para os adultos deixar de lado as mágoas que sempre f**am depois de um rompimento, para exercer a paternidade e a maternidade de modo mais civilizado. Há muitas brigas, inclusive na Justiça, "é meu dia", "não é meu dia". Nem mesmo a guarda compartilhada resolve muito porque é uma questão pessoal, de rixa, em que o filho parece que se transforma em uma moeda de troca. Acho que isso afeta (o filho), não a separação em si.

Como a internet está influenciando a formação das crianças?
Vou ligar essa questão à primeira, sobre a superproteção. É surpreendente que os pais superprotejam os filhos, a ponto de não deixar ir na esquina comprar um pão, e os deixem sozinhos na internet muito precocemente. Eles esquecem que a internet é uma rua, uma avenida, uma praça pública. Talvez a criança e o jovem fiquem tão focados nisso que deem menos trabalho aos pais. A gente vai a restaurante e vê um monte de criança com celular ou tablet. A internet móvel é um "cala a boca", "f**a quieto". Aí é que a criança aprenderia a socialização, como se comportar em locais diferentes com pessoas diferentes. Aí estaria o empenho da família na formação dos filhos. Nas crianças e nos jovens, a internet sem tutela provoca aquela ideia do descompromisso: "Posso fazer e falar o que eu quiser que não tem consequência". Mas não é a internet em si a responsável por isso. Ela não é o único elemento a dar essa ideia para os mais novos, é só mais um.

06/02/2018

O "Amigo Imaginário." É muito comum conhecer alguém (ou este alguém ser você) que têm ou teve esse "companheiro" na infância. Alguns autores referem-se à ele como um problema relacionado a personalização. "Não se trata apenas de simples construções da fantasia." São por vezes outro Self de um tipo altamente primitivo.Essa criação mágica pode ser usada como defesas contra as ansiedades e angustias. Lembrou de alguém?
Procure um especialista para saber mais.

05/02/2018

PSICÓLOGA CRP 07/28068
➡️Psicoterapia para crianças e adultos;
➡️Terapia com Abordagem Psicanalítica;
➡️Avaliação Psicológica.
(54) 99933 2209

05/02/2018

Quando falamos em "volta às aulas" se faz necessário f**ar atento à adaptação da criança. É considerável lembrar que a criança necessita de um tempo de adaptação à rotina escolar e que nem sempre os sintomas como desatenção, impulsividade, hiperatividade podem ser um Transtorno propriamente dito, pois é muito comum a agitação neste período. Vamos falar sobre um Transtorno de Desenvolvimento que atualmente se classif**a como “comum” e vem a se manifestar no período de desenvolvimento.

O transtorno de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) é geralmente, caracterizado na infância ou adolescência. Por isso, os estudos mais recentes fazem associação de crianças na fase escolar. A criança com TDAH apresenta dispersões e dificuldade em fixar a atenção em coisas que não despertam a curiosidade, isso resulta em lacunas e defasagem no aprendizado. Portanto, os estudos revelam a importância da participação da família neste contexto educacional e escolar e também ressaltam a preparação e conhecimento que o professor deverá adquirir para esse aluno ter um bom rendimento, elaborando estratégias pedagógicas que beneficiem o processo ensino-aprendizagem do aluno com TDAH.

Segundo os dados de pesquisas científ**as, pessoas com TDAH têm maior taxa de abandono escolar, reprovação, desemprego, divórcio e acidentes automobilísticos. Maior incidência de depressão, ansiedade e dependência de dr**as.
Crianças com TDAH apresentam problemas sérios ao se envolverem com outras em jogos ou trabalhos juntas, pois manifestam uma impulsividade e dificuldade em lidar com suas limitações. Atrapalham-se e perdem-se no jogo, por exemplo, normalmente geram irritações e brigam.

Para o diagnóstico, dentre outros, é importante identif**ar comprometimentos em pelo menos dois ambientes diferentes, por exemplo, casa e escola, e no desempenho da vida acadêmica, social, profissional, etc. Dentro do contexto familiar a inserção desta criança com um funcionamento agitado, disperso e impulsivo, muitas vezes gerando conflitos. O ambiente familiar onde essas crianças se encontram inseridas é descrito frequentemente, como caótico e exaustivo. As causas disso são as necessidades encontradas pelos pais com esse(s) filho(s) e a tentativa de solucionar determinadas dificuldades que são características de tal transtorno.

Além disso, é estimado que 50 a 60% das crianças com TDAH experienciam alguma forma de rejeição social pelos colegas. Quando são socialmente rejeitadas na infância, apresentam taxas mais altas de fracasso e desistência escolar, infrações delinquentes, sentimentos de solidão e baixa autoestima (BARKLEY, 1998). Em conseqüência dessas características no funcionamento, a criança que se tornará um adulto, encontrará dificuldades na inserção social, resultando em instabilidades afetivas e sociais.

Portanto, ao encontrar no seu filho algumas dessas características que estendam o período da adaptação escolar. Procure um profissional da área!

Quer que seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Blumenau?

Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Entre em contato com a escola/colégio

Telefone

Endereço


Blumenau, SC

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 20:00
Terça-feira 08:00 - 20:00
Quarta-feira 08:00 - 20:00
Quinta-feira 08:00 - 20:00
Sexta-feira 08:00 - 20:00
Sábado 08:00 - 12:00