Profs Cleide e Ricardo

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Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Profs Cleide e Ricardo, Explicador/professor, Rua Itajubá, 183, Sala 01 Bairro: Vorstadt, Blumenau.

Photos from Profs Cleide e Ricardo 's post 21/08/2026

O que estamos fazendo para que a próxima violência não aconteça?

Porque dizer que ele "perdeu a cabeça" não explica a violência.
Dizer que "ele é assim mesmo" não produz responsabilização.
E um pedido de desculpas, sozinho, não é sinônimo de mudança.

É preciso criar processos para que homens possam reconhecer seus atos, responsabilizar-se, refletir sobre suas crenças e transformar comportamentos.

É nesse lugar que os Grupos Reflexivos podem contribuir.
Mas atenção:

💜 Se queremos menos mulheres vítimas amanhã, precisamos começar a trabalhar com os homens hoje.

Quem trabalha com homens também protege mulheres.

Agosto Lilás 2026 | A conta não fecha.

18/08/2026

E se por trás da violência também existir um vazio que ninguém ensinou esse homem a nomear?

Solidão.
Dificuldade de falar sobre sentimentos.
Falta de vínculos.
Frustrações.
Sofrimentos acumulados.

Uma masculinidade que ensinou a suportar tudo calado - mas não ensinou a pedir ajuda.

Isso precisa ser olhado.

Mas atenção: compreender o sofrimento não signif**a justif**ar a violência.

No Grupo Reflexivo, existe espaço para trabalhar aquilo que esse homem carrega sem retirar dele a responsabilidade pelo que fez.

Porque responsabilizar não é simplesmente punir.
É também criar condições para que ele reconheça seus padrões, questione suas crenças e construa outras formas de se relacionar.

Acolher a pessoa não signif**a acolher a violência.

💜 E é justamente por isso que, no Agosto Lilás, precisamos falar também sobre os homens.

A conta não fecha quando toda a responsabilidade pela prevenção continua sendo colocada sobre as mulheres.

👉 Você acredita que falar sobre sofrimento e masculinidades pode contribuir para prevenir novas violências?

Comente “GRUPOS REFLEXIVOS” se você quer ver mais conteúdos sobre como esse trabalho pode ser realizado na prática.

15/08/2026

“É a primeira vez que eu falo sobre isso.”

Essa frase ficou marcada na minha memória.

Porque, muitas vezes, quando homens chegam aos Grupos Reflexivos, chegam carregando histórias que nunca foram elaboradas: violências vividas, modelos de masculinidades aprendidos, silêncios, dores e formas de se relacionar que foram naturalizadas ao longo da vida.

Mas escutar essa história não signif**a justif**ar a violência.

Signif**a criar condições para que ela possa ser compreendida, questionada e responsabilizada.

Um espaço de escuta não retira a responsabilidade pelo que foi feito. Pelo contrário: pode ser o ponto de partida para que o homem reconheça suas escolhas, questione seus padrões e construa outras formas de se relacionar.

Porque humanizar não é passar a mão na cabeça. É possibilitar reflexão, responsabilização e transformação.

E é justamente aí que a conta começa a mudar.

Trabalhar com homens também é proteger mulheres.

Esse é só o começo. No próximo Reels, vamos falar sobre o que pode acontecer depois que esse silêncio é rompido.

👉 Salve este vídeo e acompanhe a Parte 2.

💜 Agosto Lilás | A conta não fecha

14/08/2026

Você não chegou aqui por acaso. 👀

Se você vive procurando materiais confiáveis sobre masculinidades, violência contra as mulheres e Grupos Reflexivos…

Se acredita que prevenir é tão importante quanto responsabilizar…

E entende que enfrentar a violência exige olhar também para quem a pratica…

Então, talvez você tenha acabado de encontrar o seu lugar. 💜

Porque a conta não fecha quando colocamos toda a responsabilidade pela prevenção nas mulheres.

É por isso que falar sobre masculinidades e trabalhar com homens também faz parte da prevenção da violência contra as mulheres.

💜 Agosto Lilás - A conta não fecha.

E nós queremos ajudar a mudar essa conta.

👉 Siga Cleide Gessele e Ricardo Bortoli - Assistentes Sociais e acompanhe conteúdos, materiais e reflexões para quem acredita que trabalhar com homens também é proteger mulheres.

Se esse conteúdo fez sentido para você, compartilhe com alguém que precisa estar nessa conversa.

Photos from Profs Cleide e Ricardo 's post 13/08/2026

Durante décadas, ampliamos a proteção às mulheres, fortalecemos a legislação e aperfeiçoamos mecanismos de responsabilização.

Esses avanços são fundamentais e precisam continuar.

Mas, se queremos reduzir novas violências, precisamos fazer uma pergunta que ainda aparece pouco no debate público:

O que estamos fazendo para que homens deixem de praticar violência?

Os Grupos Reflexivos não substituem a responsabilização judicial nem o atendimento às mulheres. Eles são uma estratégia complementar de prevenção e responsabilização, voltada a ressignif**ar a maneira como os homens reproduzem suas relações e enfrentar justif**ativas e promover mudanças de comportamento.

Se a violência é um problema estrutural, a resposta também precisa ser estrutural.

💜 O Brasil precisa de mais Grupos Reflexivos.

Você concorda com essa afirmação?

💬 Escreva "SIM" ou "NÃO" nos comentários e explique por quê.

Vamos fazer deste espaço um debate qualif**ado sobre prevenção da violência contra as mulheres.

💜 Agosto Lilás 2026 | A Conta Não Fecha.

Photos from Profs Cleide e Ricardo 's post 12/08/2026

Coisas que a gente precisa parar de aceitar:

- Achar que existe uma solução simples para um problema complexo.
- Dizer que a violência contra a mulher é "problema do casal".
- Acreditar que trabalhar com homens autores de violência é proteger agressores.
- Colocar a proteção das mulheres e o trabalho com homens como estratégias opostas.
- Aceitar que qualquer profissional pode conduzir um Grupo Reflexivo sem formação específ**a.
- Continuar repetindo que aumentar p***s, sozinho, vai acabar com a violência.

Essas ideias parecem respostas fáceis. Mas, na prática, elas dificultam a construção de políticas públicas mais ef**azes.

Enfrentar a violência contra a mulher exige uma atuação integrada: proteger as mulheres, responsabilizar os autores, investir em prevenção e qualif**ar os profissionais que estão na linha de frente.

Enquanto buscarmos respostas simples para um problema estrutural, continuaremos enxugando gelo.

Porque trabalhar com homens também é proteger mulheres.

Qual dessas frases você mais ouve no seu trabalho?

Ou qual você acrescentaria à lista?

Escreva nos comentários e vamos ampliar esse debate ⬇️

10/08/2026

Posso fazer uma pergunta que talvez incomode?

Até quando a responsabilidade será das mulheres?

Há décadas ensinamos mulheres a denunciar, reconhecer sinais, pedir ajuda, romper o ciclo da violência e buscar proteção.

Tudo isso é essencial. Tudo isso salva vidas.
Mas, se queremos realmente prevenir novas violências, precisamos ampliar essa conversa.

Existe uma pergunta que ainda fazemos pouco:
Como estamos implicando os homens nesse processo de mudança?

Responsabilizar homens não signif**a diminuir a importância do acolhimento às mulheres.

Signif**a reconhecer que a prevenção também passa pela transformação de comportamentos, pela reflexão crítica e por estratégias que interrompam a reprodução da violência.

É por isso que defendemos a importância dos Grupos Reflexivos: espaços estruturados de responsabilização, reflexão e reconstrução de novas formas e sentidos de ser homem e de se relacionar.

💜 Este é o primeiro episódio da nossa campanha Agosto Lilás 2026 – A Conta Não Fecha.

Durante todo o mês, vamos propor reflexões que desafiam o senso comum e convidam a sociedade a olhar para um aspecto essencial da prevenção da violência.

📢 Agora queremos ouvir você:

Na sua opinião, por que ainda falamos tão pouco sobre o trabalho com homens quando discutimos a prevenção da violência contra as mulheres?

Escreva sua resposta nos comentários. Vamos construir esse debate juntos.

Se esta reflexão fez sentido, compartilhe este Reels nos seus Stories e envie para três pessoas.

Quanto mais gente participar dessa conversa, maior será a possibilidade de ampliar o olhar sobre a prevenção da violência.

10/08/2026

A Lei Maria da Penha completou 20 anos.

Ela representa uma das maiores conquistas no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres no Brasil.

Fortaleceu a proteção, ampliou direitos e consolidou mecanismos de responsabilização.

Mas reconhecer sua importância também exige fazer uma pergunta difícil:

Por que, mesmo após 20 anos, a violência contra as mulheres continua fazendo parte da realidade de tantas brasileiras?

A resposta não diminui a força da Lei.

Ela revela que nenhuma lei, sozinha, transforma uma cultura.

Leis são indispensáveis.

Mas também precisamos de políticas públicas permanentes, educação, fortalecimento da rede de proteção, autonomia para as mulheres e estratégias de prevenção que incluam a responsabilização e o trabalho com homens autores de violência.

Enfrentar a violência exige proteger quem sofre e agir para que novas violências não aconteçam.

💜 A conta não fecha quando esperamos que ap***s a lei resolva um problema estrutural.

Agora queremos ouvir você:

Na sua opinião, qual é o maior desafio para que a Lei Maria da Penha seja cada vez mais efetiva na prevenção da violência?

Deixe sua resposta nos comentários.

💜 Agosto Lilás 2026 | A conta não fecha.

Photos from Profs Cleide e Ricardo 's post 09/08/2026

O Dia dos Pais pode ser um convite à reflexão.

Neste Dia dos Pais, talvez a pergunta mais importante não seja "o que vamos comemorar?".

Talvez seja:

O que ainda precisamos enfrentar?

No Brasil, entre 2016 e julho de 2024, mais de 1,2 milhão de crianças foram registradas ap***s com o nome da mãe. Isso signif**a que, nesse período, cerca de 1 em cada 20 nascimentos ocorreu sem o reconhecimento paterno no registro civil.

Esses números não contam toda a história.

Porque a ausência da paternidade não começa nem termina na certidão de nascimento.

Ela também aparece quando o cuidado é delegado quase exclusivamente às mães.

Quando educar é visto como tarefa feminina.

Quando o afeto é confundido com fraqueza.

Quando um homem acredita que ser pai é ap***s pagar as contas.

A pergunta que f**a é:

Que tipo de paternidade estamos valorizando?

Se queremos construir uma sociedade com menos violência, mais respeito, precisamos falar sobre a forma como meninos aprendem a ser homens.

E isso passa, inevitavelmente, pela paternidade.

A conta não fecha quando celebramos o Dia dos Pais sem discutir os desafios da paternidade no Brasil.

💜 Agosto Lilás | A conta não fecha.

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