08/03/2026
Hoje muita gente vai postar flores.
Mas quase ninguém vai fazer a pergunta mais importante:
por que os homens continuam matando mulheres?
Enquanto a sociedade tratar a violência como “casos isolados”, como “tragédias”, ou como “monstros individuais”… nada muda.
Porque violência contra mulheres não nasce do nada.
Ela é aprendida.
Ela é tolerada.
Ela é reproduzida.
E é por isso que políticas públicas que trabalham com homens autores de violência são fundamentais.
Responsabilizar não é passar pano.
É interromper as práticas de violência.
Agora queremos te ouvir:
Você acha que enfrentar a violência contra mulheres também passa por trabalhar com homens?
04/03/2026
18 e 19 anos.
Estupro coletivo.
Ainda vamos chamar isso de “caso isolado”?
Mas quem está formando esses homens?
Bora refletir?
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01/03/2026
Trabalhar com Grupos Reflexivos muda a forma como a gente olha para os homens...
Mas, antes de tudo, muda a forma como a gente olha pra nós mesmos.
Cada encontro, cada fala, cada silêncio, traz um espelho: às vezes o reflexo é bonito, às vezes dói - mas sempre ensina.
Facilitar não é ter todaa as respostas.
É se permitir aprender com o processo.
É entender que o grupo também te atravessa.
E é sobre isso que a gente fala, estuda e pratica junto na Comunidade Facilita Aí.
Se esse carrossel te fez pebsar em algo que o grupo te ensinou, conte aqui nos comentários ⬇️
21/02/2026
Os dados de violência contra mulheres no Brasil em 2026 já são alarmantes - e o que está por trás dos números é ainda mais preocupante.
👉 Em Santa Catarina, os feminicídios nos primeiros meses do ano já superam estatísticas de anos anteriores.
👉 No país inteiro, o número de mulheres assassinadas bate recordes recentes.
👉 Mesmo diante de pactos, campanhas e articulações institucionais, ainda faltam ações que previnam antes da tragédia ocorrer.
E é isso que nós, , queremos trazer à tona:
⚠️ Violência contra mulheres não começa no último ato.
Ela começa antes - na normalização social da posse, no controle, na cultura de masculinidades que ensina meninos a calar dor e externalizar poder com agressão.
A reação depois do crime é necessária,
mas não basta.
👉 Prevenção real exige que a gente atue com homens.
👉 Exige reflexão, responsabilização e transformação.
👉 Exige políticas públicas que não se resumam a paliativos.
Essa conversa precisa sair da bolha profissional e alcançar todos os cantos do Brasil.
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