Fluenty Idiomas - Inglês e Intercâmbio

Fluenty Idiomas - Inglês e Intercâmbio

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Despertar o gigante Inglês dentro de cada ser através da motivação certa, metodologia científ**a e ferramentas do Coaching.

27/08/2021

Quais são os elementos do curso de inglês para viagem?

❗️Basicamente, são todas as situações nas quais um turista passa em uma viagem:

arrumar malas 🧳, taxi/uber, aeroporto, no avião, reserva de hotel, resolvendo problemas em hotel, compras, restaurante, resolvendo problemas em restaurante, visitando pontos turísticos, pedindo direções, informações, etc.

Nesses contextos estão a gramática e vocabulário necessários para a comunicação ef**az.

Caso você não leu o post sobre o signif**ado de ser fluente, leia, porque o curso de viagem não visa a fluência e sim a comunicação dentro do contexto de viagem.

O tempo de duração do curso para viagem é de dois anos e meio, podendo, claro ser feito em menos tempo, dependendo do participante. Como também prolongado. Aqui está uma estimativa de tempo, alguns participantes podem demorar um pouco mais outros menos.

Nesses dois anos e meio de curso (leia o post sobre duração do curso), o participante deve-se comprometer com no mínimo oito horas de imersão no assunto estudado por semana. Caso isso não aconteça o curso pode ser prolongado.

11/08/2021

Com mais de 13 anos de experiência no ambiente corporativo, lecionando em mais de cinco empresas no mesmo dia pude observar que nesse ambiente há os “valentões” que usam o inglês que sabem ou pensam saber para intimidar colegas de trabalho ou exibirem-se.

Muitos são e foram os relatos de colaboradores que preferem f**ar calados quando poderiam praticar em um ambiente saudável devido a intimidação que já sofreram, as vezes, até de um superior.

Por falta de conhecimento metodológico e pedagógico, muitos “RHs” não criam um ambiente saudável para desenvolver o colaborador e geralmente porque acham que o aprendizado é algo linear, constante e completamente mensurável igualmente para todos, desprezando a individualidade do ser.

Ademais, a pressão temporal que colocam é assustadora, do tipo “inglês para ontem”, entupidos do marketing antiético, que prometem “inglês” em pouco tempo, com isso eles impossibilitam de vez um ambiente seguro para o aprendizado.

REPITO: se uma criança leva mais de quatro anos para começar a falar adequadamente não vai ser um adulto estudando duas vezes por semana conseguir falar fluentemente em um ou dois anos.

O bullying vem de todos os lados, junto e devido a isso, o sabotador interno de cada pessoa toma as rédeas e planta a semente da desistência: “você não consegue”. Como resultado essa pessoa sabendo que necessita do inglês para almejar algo maior, acomoda-se e pouco à pouco vai desistindo de vagas melhores.

Um RH com o direcionamento certo de profissionais qualif**ados, conscientes da pedagogia do processo da aquisição de uma segunda língua pode criar um ambiente saudável para desenvolver seus colaboradores, aumentando a produtividade da empresa e com isso obtendo resultados melhores.

E você, já sofreu com isso?

09/08/2021

Qual a melhor opção na hora de escolher um professor de inglês: local ou nativo? 👉🏻 A resposta é unânime entre os especialistas: o qualif**ado.

Você deve escolher um profissional qualif**ado como você faz na maioria das suas outras escolhas na hora de adquirir um produto ou serviço.

Um professor de inglês qualif**ado é aquele com um diploma internacional que o qualif**a a tal empreendimento: CELTA ou TEFL são os mais famigerados.

Michael Lewis em seu livro The Lexical Approach desmonta toda falácia em torno do assunto. Quando o inglês começou a ser ensinado no mundo não havia falantes locais qualif**ados, por isso o material didático era feito para atender aos falantes nativos que eram os únicos naquela época fazendo esse trabalho. Por isso, as editoras e o marketing que visavam vender seu produto criaram essa falácia que o nativo pelo fato apenas de ser nativo é melhor.

Não afeta em absolutamente nada o fato de um professor ser nativo e outro não, se ambos forem qualif**ados o benefício para o participante é o mesmo.

Outra questão na época como hoje, não há muitos nativos de língua inglesa que falam o segundo idioma, ou melhor são fluentes em um segundo idioma. Naquela época era dificílimo, assim como não tinham muita mão de obra local venderam a ideia que o ideal é um nativo.

O local sendo fluente, ou seja, ter 70% da fluência de um nativo comum, qualif**ado com um diploma internacional tem na verdade mais a oferecer, pois ele sabe das dificuldades em aprender um segundo idioma e mais, sabe explicar melhor estruturas que geralmente são tidas como difíceis para falantes que compartilham sua língua materna.

Um nativo pode ser melhor com relação ao sotaque por um tempo, mas como o inglês é hoje uma língua franca, falar com um determinado sotaque é apenas uma questão subjetiva.

Entre um ou outro, o fator principal é a qualif**ação. Nativo ou local o que importa é ser qualif**ado e não alguém que faz “bico”, lecionando como um trabalho secundário, apenas para complementar a renda.

Não desperdice seu dinheiro em pessoas assim, invista seu tempo e dinheiro com profissionais qualif**ados; locais ou nativos.

06/08/2021

Que diabos signif**a ser fluente em inglês? A proporção que falam e prometem esse objetivo é a mesma que não explicam detalhamento seu signif**ado.

❗️Pois bem, ser fluente em um segundo, terceiro, etc idioma é o falante ter 70% da fluência de um falante nativo comum.

Com essa capacidade o falante faz tudo que um nativo comum fala com sotaque.

Já vi promessas de todos os tipos, mas nenhuma delas com essa assertividade. Por um motivo muito simples essa proficiência é possível com uma média de oito e dez mil horas de imersão. Se você leu o post anterior, sobre duração, entenderá melhor, que essas horas podem ser alcançadas entre oito e dez anos.

O que vendem por aí de fluência é na verdade comunicação, que não necessariamente é fluência.

Na comunicação é perfeitamente aceitável erros gramaticais, frases incompletas etc, o falante fluente isso é um lapso, como acontece com o falante comum usando sua língua materna.

Os falantes que se comunicam bem encontram dificuldades no contexto acadêmico por exemplo.

Cada estudante tem seu objetivo, comunicar-se bem é o suficiente para muitos e tudo bem!

‼️O inaceitável são aquelas pessoas que dizem-se “professores” e não alcançaram essa fluência. Isso deveria ser o mínimo de honestidade que alguém deveria ter antes de cobrar de alguém por um serviço que ele(a) sabe que não podem efetuar.

👉🏻Mas, isso é assunto para o próximo post: professor nativo ou local.

05/08/2021

Estudos da Universidade de Cambridge ESOL sugere que para um estudante tornar-se proficiente, ele deve ter 720 horas de estudos.

Essa quantidade de horas é dividida em seis etapas, módulos, sendo cada parte uma em 120 horas. Cada 120 horas, numa grade de aulas duas vezes por semana totaliza um ano de curso.

Seguindo esse ritmo são, portanto, seis anos de curso em sala de aula. Entretanto, essas 720 horas podem ser alcançadas aumentando a grade curricular. Já tive estudantes que fizeram quatro anos e meio em dois. Isso depende exclusivamente do participante e tipo de aula, nesse caso foram aulas particulares, duas vezes por semana e ele super dedicado.

Também o mesmo curso demorou um pouco mais devido ao ritmo de aprendizado de cada estudante. Portanto, essa estimativa não é algo definitivo, o curso pode durar mais ou menos dependendo do ritmo de cada participante. Aqui, uma coisa assevero, você pode aprender dependendo da sua disciplina, imersão e respeitando seu tempo.

Aqueles que prometem proficiência em dois anos ou menos de maneira categoria, ignoram o fato de aprendizado não pode ser categoricamente mensurado, cada personalidade carrega sua particularidade. Mas, o marketing nem sempre tem compromisso com a verdade, simplesmente na venda.

❗️Além dessa grade, estudos mostram que oito horas por semana é o MÍNIMO que alguém deve estudar caso queira melhorar. Menos que oito horas por semana, o participante não melhora em nada ou quase nada.

Imersão é tudo! Não se esqueça disso, sempre respeitando seu ritmo, alguns mais rápidos outros menos e “that’s okay”. O que asseguro é que todos podem aprender.

‼️ Não se deixe enganar pelos imediatistas, 👉🏻 lembre-se que uma criança leva quatro anos para falar adequadamente, portanto, não pense que um adulto irá ultrapassar isso, porque não vai. O cérebro da criança é plástico, mais adaptado ao aprendizado, o de um adulto já está enrijecido mudando a maneira de aprender e claro o tempo.

Arturo Hernandez, diretor do departamento do laboratório neural de estudos bilíngue da Universidade de Houston afirma que crianças e adultos aprendem diferente em tempo diferente cada qual com vantagens e desvantagens.

04/08/2021

Outro método é o lexical.

Desenvolvido em 1990 por Michael Lewis em três excelentes livros.

Com base em estudos neurolinguístico, sabe-se que o cérebro aprende melhor em blocos de informação, nesse caso, frases em contexto.

Lexical porque é em relação ao vocabulário sendo usando dentro de um contexto específico, ou seja, com um signif**ado em uma determinada situação. Por exemplo, o vocábulo “assistir” em português pode signif**ar ver alguma coisa (assistir tv), e ajudar alguém (assistir às famílias pobres). Depende do contexto.

Aqui, há um esforço para ajudar o estudante a sempre aprender frases prontas ao invés de palavras soltas.

Estimula o participante a achar essas frases em textos, conversas etc. Por exemplo, preposição é sempre um dilema, mas não precisa ser, quanto mais frases em contexto aprendidas juntamente com a preposição mais fácil f**a, sem a necessidade de regras gramaticais. Ao invés de aprender a palavra “semana”(week), estimula a frase “no fim de semana” (at/on the weekend).

Estudantes que aprendem de maneira lexical, têm a possibilidade já na primeira aula a usarem palavras e frases avançadas. Por exemplo, nas primeiras lições no básico estudamos um conjunto de vocabulário, quando ensino o adjetivo “cheap” (barato) eu ensino “a cheap car” (carro barato), etc e vou adiante, ensino como dizer que alguém é pão duro (mesquinho), “a cheap person”. Todos conhecem alguém assim e logo quando pergunto ele(a) diz, sim meu pai, amigo é pão duro, então eu o ajudo a construir essa frase: “Marcus is cheap”, ou “my friend, Marcus is cheap.”

Nessa abordagem uma falácia sobre a tradução é destruída. Para beneficiar “professores” nativos que geralmente não falam uma segunda língua, o mercado criou essa falácia que tradução deve ser evitada.

Depende da hora e como fazê-la. As aulas são levadas em inglês, mas depende do estudante, é perfeitamente viável, a tradução de frases prontas em contexto. Há estudantes que associam uma frase coloquial melhor quando comparadas à sua língua materna.

Sempre tendo o indivíduo em mente, o professor como facilitador não impõe seu tipo de aprendizagem, ao contrário, ele se adequa.

04/08/2021

Por último, mas não menos importante é o método de sala de aula invertida.

Também desenvolvido na década de 90, ele incentiva a autonomia dos estudantes, estimulando-os na produção do conhecimento atribuindo-lhes a responsabilidade de estudos prévios.

Uma vez que a aquisição de um idioma depende da imersão, quanto mais tempo o estudante passa com o idioma mais rápido será o aprendizado, esse método estimula o participante a estudar o conteúdo programado de antemão, assim durante a aula a comunicação flui, ele coloca em prática, assimila melhor, tira dúvidas e acelera o processo.

Mesmo tendo esses três pilares metodológicos, sempre digo que cada participante tem um tipo de inteligência diferente, tempo de aprendizado e claro personalidade distinta, meu objeto é adequar ao indivíduo.

E por isso sempre foco em turmas particulares e duplas, customizando cada vez mais cada aula para cada tipo de participante.

Com orgulho, digo que por mais de uma década tenho obtido sucesso nesse empreendimento que lida com pessoas que aprendem de maneira diferente em tempo diferente, contudo, todos podem aprender.

04/08/2021

Quais métodos usados na Fluenty?

São três alicerces. Por isso esse post é o primeiro de três.

Foi no século 19 o primeiro método criado e à partir daí outros foram desenvolvidos. Cada um, limitado pelo seu contexto histórico e tecnológico, porém, todos foram relevantes para sua época.

Posto isso, o primeiro método que faço uso é o comunicativo; tem por base a psicologia cognitiva e educacional.

Ele combina pontos fortes de vários outros métodos que foram desenvolvidos e acrescenta novas técnicas.

O estudante é o centro, o professor um facilitador que não mede esforços para criar situações do cotidiano munindo o estudante com um conjunto de vocabulário e pontos gramaticais necessários para comunicar em um determinado contexto. Por exemplo, quando alguém vai ao cinema, restaurante, conhece alguém pela primeira vez, quais são as palavras, frases, e estruturas gramaticais usadas por nativos nesses contextos. A partir disso desenvolve-se a comunicação do básico até a fluência. Em cada nível as técnicas são cada vez mais naturalizadas para uma conversa.

As quatro habilidades são desenvolvidas simultaneamente. A gramática é natural e usada de maneira indutiva e comunicativa. Por exemplo, ao invés de pedir ao estudante para escrever sentenças usando o superlativo, o professor como em uma conversa faz perguntas: quem é o melhor ou mais rápido jogador, o líder mais inteligente etc. Cada exercício visa a comunicação dentro do respectivo contexto. Esse método deixa a porta aberta para múltiplas inteligências e novas abordagens.

Busca-se a interação constante entre os participantes, à aprendizagem vem de todos, da mesma maneira que uma criança aprende ao interagir com diversas pessoas ao mesmo tempo.

O material é autêntico porque sempre busca situações do cotidiano, relevantes para o estudante. Aqui o professor tem a liberdade de acrescentar, mudar e deixar a imaginação fluir para o bem da comunicação.

No próximo post abordarei o método lexical.

Para outras informações entre em contato.

Photos 20/05/2020

to study.

Essa frase signif**a — estudar.

👨🏿‍💼I can't go out tonight. I need to hit the books.

Photos 19/05/2020

manslaughter /ˈmænˌslɑː.t̬ɚ/ the crime of killing a person when the killer did not intend to do it or cannot be responsible for his or her actions:
🧑🏼‍💼She was sentenced to five years' imprisonment for manslaughter.
👨🏿‍💼He denies murder but admits manslaughter on the grounds of diminished responsibility.

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