25/08/2026
A resposta está atrelada a criação do IMD (Instituto Mineiro de Direito).
A ideia de criar o Instituto Mineiro de Direito nasceu dentro da Faculdade, em uma conversa entre professores. A missão era clara: contribuir para o aprimoramento do estudo e para o desenvolvimento do Direito.
Percebia-se — e ainda se percebe — que muitas Faculdades de Direito não preparam adequadamente seus alunos para o Exame da Ordem, o que consideramos um grave equívoco.
Junto com a ideia de se construir um curso preparatório para o Exame da Ordem, veio a convicção de que deveríamos manter o foco no curso presencial. Mas por quê, professor? Por que insistir no ensino presencial?
Por razões simples e, ao mesmo tempo, essenciais. O ensino presencial desempenha papel fundamental na formação integral do discente, proporcionando uma experiência educacional rica e multifacetada.
A interação direta entre professor e aluno facilita a compreensão dos conteúdos, permite o esclarecimento imediato de dúvidas e possibilita um feedback verdadeiramente personalizado.
Além disso, o ambiente da sala de aula favorece a sinergia entre os alunos, estimulando a troca de ideias, os debates, a formação de grupos de estudo e a construção coletiva do conhecimento.
As atividades presenciais também abrem espaço para ações práticas, como a aplicação de provas simuladas — recurso amplamente explorado em nosso preparatório.
O contato direto com os materiais didáticos, a resolução de questões pretéritas da prova da OAB, durante as aulas, com o professor, complementam e enriquecem a experiência de aprendizagem.
Tenho a convicção, alicerçada em mais de 20 anos de docência na área do Direito, em instituições como UNA, Pitágoras, Unincor e Unipac, que nada substitui a sala de aula.
Mais do que isso: o ensino presencial é o melhor caminho para se alcançar a tão almejada carteira vermelha. 📕
Julio Cezar Rachel de Paula
Diretor do IMD
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