27/05/2026
Hoje de manhã conduzi uma conversa sobre prosperidade no grupo de meditação do .
Uma visão da Leitura Corporal que fala muito mais sobre usufruir do que se tem do que sobre conquistar mais.
E uma coisa ficou comigo.
A gente fala muito sobre conquistar.
Mas quase nada sobre usufruir.
E trazendo isso para a maternidade, fiquei pensando em quantas vezes eu vejo mães olhando para aquilo que ainda falta.
Para o que ainda querem melhorar.
Para o que gostariam de fazer diferente.
Enquanto isso, quase sem perceber, elas deixam de reconhecer tudo o que já construíram até aqui.
Uma conversa que hoje acontece melhor.
Um limite que já conseguem sustentar.
Uma situação que antes tirava o sono e hoje já não ocupa tanto espaço.
Talvez não seja porque fazem pouco.
Talvez seja porque é difícil construir essa referência dentro da gente.
E aí a gente vai vivendo sempre olhando para o próximo passo.
Me conta, pra você tem sido mais fácil perceber o que falta...
ou reconhecer o que já foi construído?
09/05/2026
Engraçado como tudo anda entrando no lugar da performance, né?
Te desejo um Dia das Mães gostoso.
Vivido.
Sem precisar parecer nada.❤
30/04/2026
Numa mentoria esses dias surgiu uma conversa que aparece muito entre mães:
a dificuldade de se incluir dentro da própria maternidade.
Eu já me senti assim também.
Como se fosse egoísmo olhar para as minhas vontades.
Como se eu fosse menos mãe quando percebo meu limite e me posiciono,
porque “eu tenho que dar conta”.
Mas quando eu não me observo,
começo só a agradar.
Vou olhando apenas para as necessidades deles e me deixando de lado.
E isso vai criando ruídos.
Vou f**ando cada vez mais cansada,
e a relação começa a virar mais cumprimento de tarefas do que prazer e afinidade.
Pra além disso,
tem uma incoerência que comecei a perceber:
quero que meus filhos aprendam a se cuidar e
a se posicionar com as pessoas próximas.
Mas muitas vezes eu mesma estava passando por cima de mim.
Então hoje, pra mim, funciona assim:
eu gosto de me redescobrir na Viviane de cada momento.
Sigo dizendo não e também sim para os meus filhos.
E isso não me torna uma mãe pior.
Que a gente possa viver
essa construção de uma maternidade mais livre
para ser a mãe que se escolhe ser.❤️
27/04/2026
Queremos segurança e estar presente,
mas se em excesso isso
diz sobre o controle disfarçado de cuidado.
(muitas vezes difícil mas tão bonito de olhar de olhar).
Quando a mãe volta a se ocupar de si,
a relação muda de lugar e f**a prazeroso.
Saímos do estado de alerta e vamos para o estado de mais flexibilidade, mais maleabilidade e curtimos mais os filhos.
É algo que realmente te convido a olhar com carinho.❤️
Se você se reconheceu nesse texto,
me escreve RECONEXÃO no direct.
17/04/2026
Tem cansaço que não vem só do que fazemos.
Vem também do quanto deixamos
de nos incluir na própria vida.🤍