Copalc - Colonização Penitenciária na América Latina e Caribe

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CoPALC é um grupo de jovens pesquisadores criado em janeiro de 2020 em torno dos estudos comparativos e transdisciplinares sobre as prisões e colônias penitenciárias na América Latina e Caribe.

Em 28 de agosto de 2026, pesquisadores se reúnem para discutir as múltiplas dimensões da prisão a partir dos campos da H...
13/08/2026

Em 28 de agosto de 2026, pesquisadores se reúnem para discutir as múltiplas dimensões da prisão a partir dos campos da História e do Direito.

🎙️ Expositores
• Luigi Lacché (Universidade de Perugia, Itália)
• Viviane Borges (UDESC, Brasil)
• Fernando Hernández Holgado (Universidade Complutense de Madrid, Espanha)

🎓 Coordenação
• Jorge Nuñez (CONICET, Argentina)

📅 Data: 28 de agosto de 2026
⏰ Horário: 17h às 19h

✅ Evento gratuito e aberto ao público

📩 Informações:
[email protected]
[email protected]

📚"Temos a satisfação de divulgar a publicação de *Pelos meandros da História: Criminalidade, mecanismos de controle e re...
09/07/2026

📚"Temos a satisfação de divulgar a publicação de *Pelos meandros da História: Criminalidade, mecanismos de controle e representações no México e América Latina, séculos XVIII–XX*, obra organizada por Rebeca Mercado, Sebastián Herrera e Miguel Isais, integrantes da Rede *Las Outras Histórias*, e publicada por **El Colegio de Jalisco, A. C.**

A coletânea reúne pesquisas dedicadas à história sociocultural do crime no México, Chile, Uruguai e Paraguai, abordando temas como criminalidade, transgressões, justiça, mecanismos de controle social e as representações dos chamados “outros”, a partir da análise de um amplo conjunto de fontes históricas. O volume contribui para o fortalecimento dos estudos sobre história da criminalidade e da justiça na América Latina, ao evidenciar a diversidade de perspectivas teóricas, metodológicas e documentais presentes nesse campo de investigação.

A obra adquire especial relevância por incluir, em acesso aberto, o prólogo póstumo de Jorge Alberto Trujillo Breton. Em sua última contribuição acadêmica, o autor oferece uma consistente reflexão sobre a trajetória da história sociocultural do crime, discutindo os percursos historiográficos que estruturaram e consolidaram esse campo de estudos."

📲Livro disponível por meio do link https://coljal.mx/publicaciones/nuevas-publicaciones-por-los-entresijos-de-la-historia-criminalidad-mecanismos-de-control-y-representaciones-en-mexico-y-latinoamerica-siglos-xix-y-xx/

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🔶Post sugerido pelo seguidor .luiz

🌊 **O mar, palco de aventuras e descobertas, é também cenário de provações sanitárias.**Ao longo dos séculos, as doenças...
10/11/2025

🌊 **O mar, palco de aventuras e descobertas, é também cenário de provações sanitárias.**
Ao longo dos séculos, as doenças marcaram a história marítima: pragas que viajavam clandestinamente nos porões dos navios, epidemias que dizimavam tripulações inteiras e patologias relacionadas às duras condições de vida a bordo.

Nesta edição da **Revista de História Marítima**, intitulada *“Marinhas, marinheiros e doenças coletivas, séculos XVIII-XX”*, **Benoît Pouget** e seus colaboradores exploram as complexas relações entre **saúde, ambiente marítimo e evoluções sociais**.

As contribuições apresentam relatos cativantes: o impacto das doenças nas frotas de guerra — como em 1794, quando a esquadra francesa foi paralisada por epidemias —, os avanços em matéria de higiene naval iniciados nas colônias francesas no século XVIII, e a erradicação progressiva do escorbuto, que marcou uma etapa fundamental na melhoria das condições de vida no mar.

⚓️ A saúde dos passageiros também ganha destaque. Dos comboios de condenados à Guiana à luta contra os ratos nos portos marítimos, os artigos revelam questões sanitárias muitas vezes insuspeitadas. Esta edição também aborda o papel dos médicos — desde os dos navios mercantes, verdadeiros pioneiros isolados, até figuras célebres da medicina naval — analisadas sob um olhar sociológico inovador.

📖 O artigo de **Samuel Tracol** revisita os primeiros comboios de condenados à Guiana em 1852. Trata-se de uma população com saúde já precária que embarca em Brest. A bordo, as medidas profiláticas implementadas pela tripulação e pelo médico não foram suficientes para impedir uma alta morbidade e a morte de alguns condenados. A saúde das tripulações e dos presos constitui o terreno de expressão dos jogos de poder entre as diversas autoridades envolvidas nessa expedição: governador, inspeção sanitária, médicos a bordo e médicos coloniais na Guiana.

🌊 **O mar, palco de aventuras e descobertas, é também cenário de provações sanitárias.**Ao longo dos séculos, as doenças...
09/11/2025

🌊 **O mar, palco de aventuras e descobertas, é também cenário de provações sanitárias.**
Ao longo dos séculos, as doenças marcaram a história marítima: pragas que viajavam clandestinamente nos porões dos navios, epidemias que dizimavam tripulações inteiras e patologias relacionadas às duras condições de vida a bordo.

Nesta edição da **Revista de História Marítima**, intitulada *“Marinhas, marinheiros e doenças coletivas, séculos XVIII-XX”*, **Benoît Pouget** e respectivos colaboradores exploram as complexas relações entre **saúde, ambiente marítimo e evoluções sociais**.

As contribuições apresentam relatos cativantes: o impacto das doenças nas frotas de guerra (como em 1794, quando a esquadra francesa foi paralisada por epidemias) , os avanços em matéria de higiene naval iniciados nas colônias francesas no século XVIII e a erradicação progressiva do escorbuto, que marcou uma etapa fundamental na melhoria das condições de vida no mar.

⚓️ A saúde dos passageiros também ganha destaque: dos comboios de condenados à Guiana à luta contra os ratos nos portos marítimos, os artigos revelam questões sanitárias muitas vezes insuspeitadas. Esta edição também aborda o papel dos médicos , desde os dos navios mercantes, verdadeiros pioneiros isolados, até figuras célebres da medicina naval , analisadas sob um olhar sociológico inovador.

📖 O artigo de **Samuel Tracol**, nosso colega do grupo CoPALC, revisita os primeiros comboios de condenados à Guiana em 1852. Trata-se de uma população com saúde já precária que embarca em Brest. A bordo, as medidas profiláticas implementadas pela tripulação e pelo médico não foram suficientes para impedir uma alta morbidade e a morte de alguns condenados. A saúde das tripulações e dos presos constitui o terreno de expressão dos jogos de poder entre as diversas autoridades envolvidas nessa expedição: governador, inspeção sanitária, médicos a bordo e médicos coloniais na Guiana.

Linda homenagem feita pelo historiador Francisco Linhares Fonteles no dia de hoje.
23/09/2025

Linda homenagem feita pelo historiador Francisco Linhares Fonteles no dia de hoje.

23/09/2025
23/09/2025
🔸Artigo do professor  na revista "Crime, History and Societies", principal periódico de História do Crime e Violência da...
11/08/2025

🔸Artigo do professor na revista "Crime, History and Societies", principal periódico de História do Crime e Violência da Europa.

Revista Historia de las PrisionesN° 20 Enero - Junio 2025
04/08/2025

Revista Historia de las Prisiones
N° 20 Enero - Junio 2025

💻Samuel Tracol, integrante do grupo CoPALC, publicou  no mês de julho desse ano em uma das edições do "Le Monde Diplomat...
28/07/2025

💻Samuel Tracol, integrante do grupo CoPALC, publicou no mês de julho desse ano em uma das edições do "Le Monde Diplomatique" a respeito do debate por parte do governo francês acerca da retomada e da expansão de vagas em instituições prisionais em territórios ultramarinos, como é o caso da Guiana Francesa.

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Avenida Presidente Antônio Carlos, 6627
Belo Horizonte, MG
31270-901

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