Copalc - Colonização Penitenciária na América Latina e Caribe

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CoPALC é um grupo de jovens pesquisadores criado em janeiro de 2020 em torno dos estudos comparativos e transdisciplinares sobre as prisões e colônias penitenciárias na América Latina e Caribe.

Photos from Copalc - Colonização Penitenciária na América Latina e Caribe's post 10/11/2025

🌊 **O mar, palco de aventuras e descobertas, é também cenário de provações sanitárias.**
Ao longo dos séculos, as doenças marcaram a história marítima: pragas que viajavam clandestinamente nos porões dos navios, epidemias que dizimavam tripulações inteiras e patologias relacionadas às duras condições de vida a bordo.

Nesta edição da **Revista de História Marítima**, intitulada *“Marinhas, marinheiros e doenças coletivas, séculos XVIII-XX”*, **Benoît Pouget** e seus colaboradores exploram as complexas relações entre **saúde, ambiente marítimo e evoluções sociais**.

As contribuições apresentam relatos cativantes: o impacto das doenças nas frotas de guerra — como em 1794, quando a esquadra francesa foi paralisada por epidemias —, os avanços em matéria de higiene naval iniciados nas colônias francesas no século XVIII, e a erradicação progressiva do escorbuto, que marcou uma etapa fundamental na melhoria das condições de vida no mar.

⚓️ A saúde dos passageiros também ganha destaque. Dos comboios de condenados à Guiana à luta contra os ratos nos portos marítimos, os artigos revelam questões sanitárias muitas vezes insuspeitadas. Esta edição também aborda o papel dos médicos — desde os dos navios mercantes, verdadeiros pioneiros isolados, até figuras célebres da medicina naval — analisadas sob um olhar sociológico inovador.

📖 O artigo de **Samuel Tracol** revisita os primeiros comboios de condenados à Guiana em 1852. Trata-se de uma população com saúde já precária que embarca em Brest. A bordo, as medidas profiláticas implementadas pela tripulação e pelo médico não foram suficientes para impedir uma alta morbidade e a morte de alguns condenados. A saúde das tripulações e dos presos constitui o terreno de expressão dos jogos de poder entre as diversas autoridades envolvidas nessa expedição: governador, inspeção sanitária, médicos a bordo e médicos coloniais na Guiana.

Photos from Copalc - Colonização Penitenciária na América Latina e Caribe's post 09/11/2025

🌊 **O mar, palco de aventuras e descobertas, é também cenário de provações sanitárias.**
Ao longo dos séculos, as doenças marcaram a história marítima: pragas que viajavam clandestinamente nos porões dos navios, epidemias que dizimavam tripulações inteiras e patologias relacionadas às duras condições de vida a bordo.

Nesta edição da **Revista de História Marítima**, intitulada *“Marinhas, marinheiros e doenças coletivas, séculos XVIII-XX”*, **Benoît Pouget** e respectivos colaboradores exploram as complexas relações entre **saúde, ambiente marítimo e evoluções sociais**.

As contribuições apresentam relatos cativantes: o impacto das doenças nas frotas de guerra (como em 1794, quando a esquadra francesa foi paralisada por epidemias) , os avanços em matéria de higiene naval iniciados nas colônias francesas no século XVIII e a erradicação progressiva do escorbuto, que marcou uma etapa fundamental na melhoria das condições de vida no mar.

⚓️ A saúde dos passageiros também ganha destaque: dos comboios de condenados à Guiana à luta contra os ratos nos portos marítimos, os artigos revelam questões sanitárias muitas vezes insuspeitadas. Esta edição também aborda o papel dos médicos , desde os dos navios mercantes, verdadeiros pioneiros isolados, até figuras célebres da medicina naval , analisadas sob um olhar sociológico inovador.

📖 O artigo de **Samuel Tracol**, nosso colega do grupo CoPALC, revisita os primeiros comboios de condenados à Guiana em 1852. Trata-se de uma população com saúde já precária que embarca em Brest. A bordo, as medidas profiláticas implementadas pela tripulação e pelo médico não foram suficientes para impedir uma alta morbidade e a morte de alguns condenados. A saúde das tripulações e dos presos constitui o terreno de expressão dos jogos de poder entre as diversas autoridades envolvidas nessa expedição: governador, inspeção sanitária, médicos a bordo e médicos coloniais na Guiana.

Photos from Copalc - Colonização Penitenciária na América Latina e Caribe's post 23/09/2025

Linda homenagem feita pelo historiador Francisco Linhares Fonteles no dia de hoje.

Le 22 septembre 2024, Dirceu Franco Ferreira disparaissait à l’âge de 44 ans.

Une année s’est écoulée. Le temps donne la mesure de ta présence dans notre collectif et dans la vie de chacun de nous. Par le manque, ineffaçable. Le souvenir ta voix, de tes rires, de tes mots affectueux, de ton dévouement à tes proches et à ton travail, en somme de ta présence unique au monde, renvoie à l’injustice terrible qui t’a frappée. On te voudrait à nos côtés, pour toujours.

Animés de ce désir, nous avons tenté de dédier cette dernière année à ta mémoire, à la manière dont tu nous as enseigné avec tant de générosité l’amitié et le travail collectif. A l’inverse d’un souvenir figé et lamentable, tu étais avec nous par la voix de ces dizaines de collègues réunis dans ton Université, l’USP, en novembre dernier. Beaucoup te connaissaient et te chérissaient. Tous les autres faisaient vivre ton rêve. Ces quelques jours ont constitué une joie précieuse pour nous tous. Ils étaient à ta mesure : iconoclastes, gais, fertiles, engagés, brillants. Virginia et Léo étaient là, nous leur témoignons aujourd’hui notre affection intacte. 

Tu aurais absolument détesté que nous nous séparions, et nous sommes heureux de prolonger la vie du Copalc. Nous accueillons Alice depuis quelques mois, nous projetons un séminaire en ligne, des publications quand chacun aura un peu plus de liberté avec ses travaux déjà entamés. Ta thèse sera éditée et nous en sommes très fiers. Nous continuons d’échanger et travailler avec Mario et Cris de l’UNILA ; et nous avons désormais des liens d’amitié et de travail avec Iris, ta directrice de thèse, Alessandra, qui a beaucoup compté dans ta recherche, ton ami Patrick, de l’école de la défense publique. La vie du Copalc continue donc, s’étend, dans le confort des amitiés que tu as initiées et dans celles que tu continues d’ouvrir. 

Reste tes écrits, des projets pour dix ans, des amis à chérir. Un an s’est écoulé et le temps donne la mesure de ton legs. De notre chance de pouvoir célébrer ton souvenir. De chacune de nos vies augmentées de ta présence.

A notre ami, notre très cher ami Dirceu. 23/09/2025

Le 22 septembre 2024, Dirceu Franco Ferreira disparaissait à l’âge de 44 ans. Une année s’est écoulée. Le temps donne la mesure de ta présence dans notre collectif et dans la vie de chacun de nous. Par le manque, ineffaçable. Le souvenir ta voix, de tes rires, de tes mots affectueux, de ton dévouement à tes proches et à ton travail, en somme de ta présence unique au monde, renvoie à l’injustice terrible qui t’a frappée. On te voudrait à nos côtés, pour toujours. Animés de ce désir, nous avons tenté de dédier cette dernière année à ta mémoire, à la manière dont tu nous as enseigné avec tant de générosité l’amitié et le travail collectif. A l’inverse d’un souvenir figé et lamentable, tu étais avec nous par la voix de ces dizaines de collègues réunis dans ton Université, l’USP, en novembre dernier. Beaucoup te connaissaient et te chérissaient. Tous les autres faisaient vivre ton rêve. Ces quelques jours ont constitué une joie précieuse pour nous tous. Ils étaient à ta mesure : iconoclastes, gais, fertiles, engagés, brillants. Virginia et Léo étaient là, nous leur témoignons aujourd’hui notre affection intacte. Tu aurais absolument détesté que nous nous séparions, et nous sommes heureux de prolonger la vie du Copalc. Nous accueillons Alice depuis quelques mois, nous projetons un séminaire en ligne, des publications quand chacun aura un peu plus de liberté avec ses travaux déjà entamés. Ta thèse sera éditée et nous en sommes très fiers. Nous continuons d’échanger et travailler avec Mario et Cris de l’UNILA ; et nous avons désormais des liens d’amitié et de travail avec Iris, ta directrice de thèse, Alessandra, qui a beaucoup compté dans ta recherche, ton ami Patrick, de l’école de la défense publique. La vie du Copalc continue donc, s’étend, dans le confort des amitiés que tu as initiées et dans celles que tu continues d’ouvrir. Reste tes écrits, des projets pour dix ans, des amis à chérir. Un an s’est écoulé et le temps donne la mesure de ton legs. De notre chance de pouvoir célébrer ton souvenir. De chacune de nos vies augmentées de ta présence. A notre ami, notre très cher ami Dirceu.

Photos from Copalc - Colonização Penitenciária na América Latina e Caribe's post 11/08/2025

🔸Artigo do professor na revista "Crime, History and Societies", principal periódico de História do Crime e Violência da Europa.

Photos from Copalc - Colonização Penitenciária na América Latina e Caribe's post 04/08/2025

Revista Historia de las Prisiones
N° 20 Enero - Junio 2025

28/07/2025

💻Samuel Tracol, integrante do grupo CoPALC, publicou no mês de julho desse ano em uma das edições do "Le Monde Diplomatique" a respeito do debate por parte do governo francês acerca da retomada e da expansão de vagas em instituições prisionais em territórios ultramarinos, como é o caso da Guiana Francesa.

17/07/2025

🎙️ À sombra do colonialismo: legado histórico molda prisões
Com Samuel Tracol, Otávio Luís Siqueira Couto, Camila Similhana e Alice Quintela

🔶Samuel Tracol, integrante do grupo CoPALC, apresenta a entrevista que demos para (plataforma de informação independente e de acesso livre, sediada na França, dedicada a fornecer dados confiáveis e comparativos sobre condições prisionais ao redor do mundo).

🔸A entrevista analisa a persistência de práticas punitivas após as independências dos países latino-americanos, culminando em um sistema ainda hoje marcado por condições desumanas e normalização do sofrimento. É um chamado para refletir sobre as sombras do colonialismo e seu impacto nas instituições penais atuais.

Photos from Copalc - Colonização Penitenciária na América Latina e Caribe's post 16/07/2025

Hoje foi o dia do simpósio temático submetido em homenagem ao querido Dirceu Franco no evento da ANPUH em Belo Horizonte. Intitulado
"Colonialidade, racialidade e punição nas Américas (séculos XIX-XXI)", foi enviada a proposta originalmente escrita por ele para um outro evento em 2024. Uma singela homenagem para o grande amigo e brilhante pesquisador.

17/06/2025

🔸Chamada aberta – @revista_aspas 15.2

🔹15 de abril a 31 de julho

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