Projeto Extensão Cirurgia & Traumatologia Buco Maxilo Facial - UFMG

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Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Projeto Extensão Cirurgia & Traumatologia Buco Maxilo Facial - UFMG, Formação, R. Prof. Moacir Gomes de Freitas, 688/Pampulha, Belo Horizonte.

Página profissional/acadêmica que visa divulgar as atividades do Projeto de Extensão em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial da Faculdade de Odontologia da UFMG, assim como fornecer informações e conteúdo acadêmico ao público.

17/03/2020
06/02/2020

Edital aberto para novos integrantes!

03/02/2020

Retornamos nossas atividades amanhã!

Photos from Projeto Extensão Cirurgia & Traumatologia Buco Maxilo Facial - UFMG's post 19/11/2019

Dentes supranumerários ocorrem nas dentições decíduas e permanentes, uni ou bilateralmente. São considerados uma desordem ou anomalia numérica, geralmente são
identificados por radiografias em exames de rotina. Podem causar maloclusão, diastemas, erupção ectópica, cistos, entre outros. São encontrados tanto na maxila, quanto na mandíbula. Possui semelhança anatômica e histológica com a dentição normal, mas podem se apresentar também com formas rudimentares, raízes deformadas ou parcialmente desenvolvidas. A etiologia é desconhecida, mas alguns autores acreditam no fator hereditário. O exame clínico, diagnóstico precoce, e planejamento da necessidade cirúrgica ou somente o acompanhamento radiográfico dos são fundamentais para se prevenir ou evitar com complições como o surgimento de tumores, cistos, reabsorções radiculares, impactação de dentes permanentes e parestesias (Loreto, 2015). Paciente do s**o feminino, 23 anos possuía Supra 1 incluso e palpável por lingual, onde foi feita incisão da distal do 45 à distal do 43.Já o Supra 2 estava semi-incluso e a incisão foi realizada da distal do 36 até a distal 33. Realizado descolamento e osteotomia sob irrigação constante para exposição dos elementos. Luxação com alavanca. Avulsão e sutura. Bom padrão de cicatrização com 7 dias de pós-operatório.
Procedimento realizado pela aluna Keila Chagas

Photos from Projeto Extensão Cirurgia & Traumatologia Buco Maxilo Facial - UFMG's post 15/11/2019

O cisto dentígero é o segundo cisto odontogênico mais frequente nos maxilares. É uma lesão benigna, derivada do epitélio odontogênico da coroa de um dente não erupcionado, porém de etiopatogenia incerta. São geralmente radiolúcidos e uniloculares, observados em exames de rotina ou quando não ocorre o irrompimento de um dente permanente. Os terceiros molares inferiores e os caninos superiores são os dentes mais acometidos. Sua também ocorrência é alta em dentes supranumerários e associados a odontomas. Ocorre principalmente nas três primeiras décadas de vida, tem umcrescimento lento, é assintomático e pode atingir dimensões consideráveis, causando deformidade facial, impactação e deslocamento de dentes e/ou estruturas adjacentes (Neville, 2016). Paciente com lesão envolvendo a coroa do 38, hipótese diagnóstica cisto dentígero. Foi realizada incisão na distal e interpapilar do 37, exposiçao completa do dente pela vestibular, incisão e descolamento da lesão no tecido mole na parte lingual, com preservação do periósteo e táboa óssea lingual. A coroa frfragmentada e foi removida juntamente com a lesão. As raízes foram retiradas por vestibular e não houve exposição do NAI.
Cirurgia realizada pela aluna Tharine Magalhaes

13/11/2019

Boa noite, pessoal!
Nós do projeto de extensão em CTBMF da FO-UFMG gostaríamos de convidar vocês para participarem do nosso
💥 *Circuito de Palestras em CTBMF!*💥
Ele será composto por 1 palestra por mês, na segunda quinta-feira do mês.
A próxima palestra será no dia 14 de Novembro, com uma aula INCRÍVEL do Dr. Belini Maia, abordando o tema “Inovações na Área da Cirurgia Ortognática”💀 !!

Contamos com a presença de vocês 💁🏻!!!
INSCRICÕES🤓

Aluno UFMG
https://sistemas.odonto.ufmg.br/cenex/aluno/listaEventos.php

Aluno Externo
https://sistemas.odonto.ufmg.br/externo/alunoExt/login.php

Após realizar login, procurar em eventos por “4ª Palestra do Circuito de Palestras em CTBMF” e fazer a inscrição.

Photos from Projeto Extensão Cirurgia & Traumatologia Buco Maxilo Facial - UFMG's post 12/11/2019

A coronectomia ou odontectomia parcial intencional, é uma técnica que consiste na remoção da coroa de dentes impactados e/ou inclusos, principalmente terceiros molares inferiores, que apresentam um íntimo contato com o Nervo Alveolar Inferior. (SILVA, A.L.C et al 2018) É considerada uma técnica viável nos casos em que a remoção de todo o dente pode colocar o nervo alveolar inferior em risco considerável de dano. (POGREL, M. et al, 2004). Entretanto, em casos de dente associado a lesões periapicais e infecçoes ativas na região radicular ou com grande índice de mobilidade, ou ainda impactado horizontalmente ao Nervo Alveolar Inferior, não são indicados para coronectomia. O estudo radiográfico prévio é de suma importância, sendo necessário avaliar os seguintes pontos: Desvio do canal, estreitamento do canal, presença de radiolucidez periapical, estreitamento radicular, escurecimento radicular, curvatura radicular, perda da lamina dura do canal. (BENTON, J. 2007; HATANO, Y. et al, 2009).
Seminário apresentado pela aluna Marina Rios.

Photos from Projeto Extensão Cirurgia & Traumatologia Buco Maxilo Facial - UFMG's post 08/11/2019

Os dentes são considerados supranumerários quando o número for superior a 20 na dentição decídua e 32 na dentição permanente. Os fatores etiológicos podem englobar várias causas, tais como o crescimento excessivo da lâmina dentária, fatores hereditários, dicotomia do germe dentário, doenças gerais, e algumas síndromes (Anegundi, 2014). Na maxila, a incisão e descolamento foram feitos do 11 ao 16, seguida de osteotomia para exposição do supranumerário. A sutura em pontos simples interpapilares com nylon 4.0. Na mandíbula, os 2 supranumerários estavam eruídos, o mais lingualizado foi extraído. Além disso, o ortodontista solicitou a exodontia do 45 e preservação do outro supranumerário para ser movimentado ortodonticamente para a posição do 45 que possuía tratamento endodôntico insatisfatório. Não houveram intercorrências. A remoção dos supranumerários do lado esquerdo será realizada em um segundo tempo cirúrgico.
Procedimento realizado pela aluna Juliana Bianchi.

Photos from Projeto Extensão Cirurgia & Traumatologia Buco Maxilo Facial - UFMG's post 30/10/2019

📚 "Os dentes são considerados supranumerários quando o número for superior a 20 na dentição decídua e 32 na dentição permanente. Os fatores etiológicos podem englobar várias causas, tais como o crescimento excessivo da lâmina dentária, fatores hereditários, dicotomia do germe dentário, doenças gerais, e algumas síndromes. A prevalência de dentes extranumerários ou hiperdontia varia entre 0,1 a 3,8%, ocorrendo com maior frequência na maxila, região de incisivos superiores, na dentição permanente, em homens e associada a apenas um dente. A idade de diagnóstico varia com a diversidade de casos devido às variações de número, posicionamento (reto, invertido, erupcionado ou impactado), forma e tamanho dos supranumerários, os exames complementares são indispensáveis. O diagnóstico destes dentes pode ocorrer tardiamente, quando o supranumerário pode já está associado a outras patologias. Diversas opções de tratamento são relatadas na literatura científica, desde as mais conservadoras, como o acompanhamento, até as mais invasivas, como a remoção cirúrgica do dente e do processo patológico, caso esteja presente". (NEVILLE 2009; STRINGHINI 2015)
💉 Neste caso, a paciente foi encaminhada pelo ortodontista para exodontias dos supras. O supra 1 estava localizado entre os dentes 45 e 46, o supra 2 estava invertido entre o 35 e 36, visualizados na TC. No entanto, no trasoperatorio, foi encontrado um terceiro supra na região ligual do 34 e 35, que foi identificado na TC,erroneamente por dente 35(D.35). Foi realizada incisão do 37 até a distal do 32, foi removido o supra 3 sem odontosecçao. Já o supra 2, que encontrava-se invertido, foi necessária a realização de secção coronoradicular para sua remoção. O supra 1 será extraído em segundo tempo cirúrgico.
Caso conduzido pela aluna Juliana Bianchi

Photos from Projeto Extensão Cirurgia & Traumatologia Buco Maxilo Facial - UFMG's post 30/10/2019

A anquilose dentária consiste na fusão anatômica entre cemento ou dentina com o osso alveolar (Neville, 2016). Possui patogênese desconhecida. As possíveis complicações associadas à ocorrência da anquilose dentária são comprometimento estético, complicações ortodônticas, movimentação de dentes adjacentes e comprometimento do desenvolvimento ósseo (Sapir S. e Shapira, J. 2008). O diagnóstico depende da associação entre achados clínicos e radiográficos, uma vez que as manifestações de ausência do espaço correspondente ao ligamento periodontal e o som metálico ou maciço à percussão vertical com o cabo do espelho são dependentes do grau de anquilose e não se manifestam em todos os casos (Andersson, L. et al. 1984). O tratamento apropriado não é o mesmo para todos os casos, uma vez que cada dente anquilosado apresenta características próprias que irão interferir com a tomada de decisão terapêutica (Biederman, W. 1962).

Seminário apresentado pela aluna Larissa Elisa.

Photos 25/10/2019

As cirurgias de exodontia de terceiros molares podem levar à complicações pós operatórias, dentre elas, as infecções, a osteomielite e a parestesia dos nervos alveolar inferior ou lingual. Para evitar a complicação da parestesia a técnica de coronectomia foi criada. Ela preconiza a confecção de osteotomia, odontosecção na junção amelocementária, remoção da coroa e dos resíduos de esmalte, mantendo a porção radicular no alvéolo. Dessa maneira, evita-se a luxação da raíz, que poderia provocar lesão ao canal mandibular, prevenindo a parestesia.
Revisões sistematicas atuais determinam que a coronectomia tem intensidade de dor pós operatória semelhante às exodontias e índice de alveolite e infecção menores do que em procedimentos de remoção total do dente.
A mobilidade da raiz ocorre na maior parte dos casos, em contrapartida uma pequena parcela precisa de reintervenção para remoção do remanescente radicular.
A literatura é concorda que: independenteme de haver ou não necessidade de remoção posteriormente, as coronectomias evitam a parestesia.

Seminário apresentado pela aluna 👏.

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