21/07/2026
📢 OPORTUNIDADE DE BOLSA DE EXTENSÃO NO NUH/UFMG! 🌈✨
O Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT (NUH/UFMG) está com inscrições abertas para 01 (uma) bolsa de extensão no projeto “Direitos e Violência na Experiência de Travestis e Transexuais em Belo Horizonte e Região Metropolitana”.
📌 Requisitos principais:
Ser estudante do curso de Psicologia da UFMG (a partir do 5º período).
⚠️ Ação Afirmativa:
Em conformidade com o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, o processo seletivo dará prioridade no acesso à vaga para estudantes LGBTQIAPN+ e/ou estudantes assistidos(as) por programas de assistência estudantil.
🗓️ Prazo de Inscrição:
Até as 23h59 do dia 28 de julho de 2026.
⏳ Carga Horária:
20 horas semanais.
📩 Como se candidatar:
Envie seu mini-currículo e carta de intenções (máximo 1 página) através do formulário eletrônico.
Para mais informações, leia o edital em nuhufmg.com.br
28/06/2026
O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ vai muito além da celebração: a data é um marco político na luta por direitos fundamentais e reconhecimento institucional. Hoje, celebrar o orgulho também significa encarar com seriedade os retrocessos dos últimos anos. A ascensão de grupos conservadores e o avanço coordenado do ativismo antitrans têm como alvo principal as populações mais vulneráveis da nossa comunidade. O Nuh/UFMG reitera o papel da universidade pública e da pesquisa científica no enfrentamento a essas violências. Como pontua Angela Davis: "A liberdade é uma luta constante!" Defender a existência e a dignidade de todas as identidades e corpos é nosso compromisso ético permanente.
19/06/2026
O Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBTQIA+ (Nuh/UFMG) convida a todes para o Ciclo de Debates em Gênero e Sexualidade, que abordará o tema "Eleições e Direitos LGBT+" no dia 23 de junho, às 19h, com transmissão ao vivo pelo nosso canal do YouTube (youtube.com/nuhufmg). O encontro contará com a participação de Lélia de Castro (Mirada Coletiva e VoteLGBT), pedagoga e coordenadora do LesboCenso; Alciana Paulino (VoteLGBT), cientista social e pesquisadora sobre violência política LGBTfóbica; e Khadyg Fares (VoteLGBT), doutoranda pela UNIFESP e coordenadora de mobilização e eleições. O debate propõe uma análise qualificada e fundamentada em dados sobre a representatividade, os desafios institucionais e as dinâmicas de violência e resistência que atravessam a participação política da população LGBT+ no cenário eleitoral contemporâneo.
Lélia de Castro, sapatão, branca, gorda maior. É produtora cultural, pedagoga, doula e atua nas organizações Mirada Coletiva e VoteLGBT. A maioria dos seus projetos e produções culturais são direcionados à população LBTs (lésbicas, sapatão, travestis, pessoas trans e mulheres bis). Atuou na coordenação do LesboCenso do DF e da primeira etapa do LesboCenso Nacional e atualmente integra a terceira etapa.
Khadyg Fares é coordenadora de mobilização e eleições do VoteLGBT. Doutoranda em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP. Foi pesquisadora do Museu da Diversidade Sexual de São Paulo, é integrante da Cátedra Kaapora de conhecimentos tradicionais e não-hegemônicos - UNIFESP e do Grupo de Estudos MAAR-UNIFESP (Mídias, Afetos, Artes e Resistências).
Alciana Paulino é cientista social, pesquisadora e líder de inligência no VoteLGBT, atuando na produção de dados e na formulação de estratégias de incidência. É coautora do livro Cuidado e Coragem: a violência política LGBTfóbica no Brasil e lidera pesquisas que fortalecem a participação política e a cidadania plena das comunidades LGBT+ no Brasil e na América Latina.
29/05/2026
Atenção, estudantes da área de Humanidades! O Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT da UFMG (NUH/UFMG) está com inscrições abertas para uma vaga de bolsa de Iniciação Científica (PIBIC/CNPq). A oportunidade é voltada para quem já está matriculado a partir do 5º período e integrará a pesquisa "Políticas Antigênero e Sedimentação Infralegal", que investiga as ofensivas e discursos morais no Brasil e seus impactos nos direitos da população LGBTQIA+. A bolsa tem o valor de R$ 700,00 mensais para uma dedicação de 20 horas semanais , e o processo seletivo dará prioridade para estudantes LGBTQIAPN+ e/ou beneficiários de programas de assistência estudantil.
As inscrições vão até às 23h59 do dia 15 de junho de 2026 e exigem o envio de mini-currículo e carta de intenções por formulário eletrônico. Para conferir todas as regras, o cronograma completo e os critérios de seleção, basta ler o edital na íntegra. Use o QR Code presente na imagem deste post para ser direcionado direto para a publicação oficial no site do NUH e garantir a sua inscrição, ou acesse nuhufmg.com.br !
23/05/2026
O Nuh - Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBTQIA+ convida para mais uma edição do Ciclo de Debates em Gênero e Sexualidade, desta vez com foco em "Cultura e população LGBT".
O evento contará com a presença de Marcus Sousa, professor e pesquisador em gênero/masculinidades e estética, e da artista Igui Leal, cuja pesquisa abrange teatro, cinema, performance, sexualidades e direitos humanos. Marque na agenda: 27 de maio, quarta-feira, no Espaço do Conhecimento UFMG (), na Praça da Liberdade, 700.
13/05/2026
Idealizado a partir da articulação entre o movimento social e a universidade, o projeto Transpasse é uma iniciativa do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT (NUH/UFMG), em parceria com a Clínica de Direitos Humanos (CdH) e a Divisão de Assistência Judiciária (DAJ).
O foco deste livro recai sobre as atividades desenvolvidas nos anos de 2023 e 2024, período marcado pelos impactos prolongados da pandemia de Covid-19, que aprofundaram o empobrecimento extremo e a precarização da vida das pessoas trans e travestis atendidas pelo projeto, em sua maioria negras e com trajetória nas ruas.
Baixe o livro gratuitamente no site do nuh, em:
🔗 nuhufmg.com.br/transpasse/
08/05/2026
A universidade não é (e nem pode ser) um espaço neutro. O “Pluralismo Encarnado” é o contramanifesto que responde diretamente à proposta de “neutralidade institucional” defendida por um grupo de docentes. Essa tal neutralidade é, ela própria, uma posição política. A afirmação da presumida neutralidade ideológica é expressão de uma determinada concepção da sociedade e do papel da universidade nela. Defender a ausência de posicionamento já é tomar partido.
Tratar desiguais como iguais, sob o pretexto da “liberdade de expressão”, não promove o pluralismo. O congela. Uma igualdade democrática real exige que a universidade considere a posição relativa dos grupos sociais para incluir os que foram historicamente excluídos. O silêncio institucional diante dessas exclusões não é imparcialidade: é cumplicidade.
Uma cultura organizacional universitária genuinamente democrática não é aquela que omite posições e dissensos, mas aquela que garante que diferentes formas de vida e identidades convivam em relações de respeito e tolerância.
Assine o manifesto em 🔗 pluralismoencarnado.com
05/05/2026
O Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBTQIA+ () manifesta profunda preocupação com a publicação da Resolução CFM nº 2.455/2026.
A despeito dos avanços nos parâmetros internacionais de direitos humanos e as recentes resoluções do Conselho de Direitos Humanos da ONU, o Brasil mantém um modelo que legitima intervenções cirúrgicas e hormonais irreversíveis em crianças intersexo. Tais práticas, frequentemente denunciadas como mutilação ge***al e castração forçada, ocorrem sob a justificativa de uma "urgência social" para o binarismo, e não por necessidade clínica imediata.
É imperativo denunciar o padrão regulatório contraditório que, enquanto eleva barreiras para o cuidado à saúde de pessoas trans, encoraja a intervenção precoce e não consentida em corpos intersexo. A ciência e o rigor técnico não podem ser utilizados como pretexto para silenciar as vivências e o sofrimento das pessoas diretamente afetadas por suas decisões.
Reafirmamos a urgência de pautar o protagonismo das pessoas intersexo nesta luta e convocamos a comunidade científica, as diferentes categorias profissionais envolvidas no cuidado e atenção à saúde, e a população geral a priorizar a pauta da integridade corporal intersexo como uma questão urgente de direitos humanos.
Para mais informações, leia:
Intersexo Brasil. (2026, 5 de maio). Nota Pública: Nova Resolução do Conselho Federal de Medicina perpetua mutilação ge***al intersexo no Brasil.
28/04/2026
O próximo Ciclo de Debates do Nuh () acontece no dia 29 de abril, às 19h, no Espaço do Conhecimento UFMG (), na Praça da Liberdade, 700. Com o tema "Políticas de cuidado e proteção e população lgbtqia+", reúnimos Maria Aline Gomes Barbosa, doutora em Psicologia Social e gestora do SUAS em BH, e Juhlia Santos, vereadora na Câmara Municipal de Belo Horizonte. O evento é gratuito, sem necessidade de inscrição prévia e aberto ao público interessado na discussão sobre políticas públicas e direitos da comunidade.