Avelin Buniacá Kambiwá

Avelin Buniacá Kambiwá

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Indígena,mãe, professora,palestrante,socióloga, Especialista em gênero e raça Estudos religioso Erecatú ( Avante)

Pagina criada por Avelin Buniacá Kambiwá,da aldeia pra periferia! Mulher indígena, socióloga, professora, especialista em Gênero e raça e Ensinos Religiosos.Militante das causas indígenas da mulher e da Mãe Terra.Lutamos e vivemos para vencer o racismo e a ignorância através do Letramento racial.Propomos educar para diversidade e para os Direitos Humanos.Resgatar e valorizar a identidade e a cultu

Photos from Avelin Buniacá Kambiwá's post 06/11/2022

O comitê mineiro Indigena participou ontem do grande cortejo de abertura do
Levamos os caminhos de Pachamama para a praça 7. Defumanos com ervas e palo santo, trouxemos a mensagem de purificação, renovo e caminhos abertos!

Vida longa! É tempo de brilhar!
É tempo dos povos da Terra!

É tempo de honrar a Grande Mãe!






Via
📸 Cortejo de Abertura! 💫
Crédito: Kika Antunes e Alexandre Guzanshe


💉Mantenha seu esquema vacinal em dia.


01/07/2021

Votação adiada,não é nada bom ter essa lança sob nossas cabeças.Mas não iremos desanimar seguimos mobilizadxs.🏹✊🏾🙏🏿🙌🏾.





Em breve registros do nosso ato potente também no perfil . Parabéns e gratidão a todes que participaram.
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Com previsão de início do julgamento nesta quarta-feira (30/6), um caso histórico sobre demarcação de terras indígenas (TIs) foi, novamente, adiado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte analisaria se a Terra Indígena Ibirama-Laklãnõ, habitada pelas etnias Xokleng, Kaingang e Guarani, deve ser incorporada às áreas reivindicadas pelo governo de Santa Catarina e pelos ocupantes de propriedades rurais da região.

Segundo o Instituto Socioambiental (ISA), o Recurso Extraordinário com repercussão geral (RE-RG) 1.017.365, que está no STF, é um pedido de reintegração de posse movido pelo Instituto do Meio a Ambiente de Santa Catarina (IMA) contra a Fundação Nacional do Índio (Funai) e indígenas do povo Xokleng, envolvendo uma área reivindicada da TI Ibirama-Laklanõ.

O julgamento é essencial para todos os povos indígenas do país, devido a uma decisão de 2019 que reconheceu, por unanimidade, a ‘repercussão geral’ do caso. Ou seja, a decisão do STF será aplicada em outras situações semelhantes.

(foto: Túlio Santos/D.A.Press)

Acesse em.com.br para saber mais!
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30/06/2021



Amanhã, quarta-feira (30), o futuro das demarcações das Terras Indígenas estará em pauta no Supremo Tribunal Federal (https://bit.ly/RetomadaSTF ).

O Marco Temporal é uma medida defendida pela bancada ruralista e setores interessados na exploração das terras indígenas, o que atinge frontalmente a soberania dos povos sobre os seus territórios e fere os direitos constitucionais conquistados pelos povos indígenas na Constituição de 1988.

O Marco Temporal significa, portanto, a efetivação da apropriação das terras indígenas pelos setores econômicos e contribui diretamente com a negação de suas identidades étnicas e culturais, uma tese que abre portas para a repetição do extermínio dos povos indígenas no Brasil.

Infelizmente, ainda hoje, passado 521 anos de exploração e esbulho territorial, o movimento indígena ainda tem que lutar pela garantia dos seus direitos básicos e pela autonomia territorial. E se entre a letra da lei e prática há um enorme vácuo histórico, com a tese do Marco Temporal esse esvaziamento dos direitos indígenas tende ser ainda maior.

É fundamental unirmos as mais diversas vozes e lutas para enfrentarmos esses ataques promovidos pelo PL490 e pelo Marco Temporal. Precisamos cobrar das ministras e ministros do STF uma postura contra essas medidas e seguirmos em mobilização contra as agendas anti-indígenas em pauta no Congresso Nacional que ferem, primeiramente, os direitos dos povos, mas que também nos atinge enquanto humanidade.

Demarcação Já!

Local de Ato:
Praça 7 (BH/MG)

Horário: 16h

Levar faixas e cartazes para protestar contra essas medidas.





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29/06/2021



Amanhã, quarta-feira (30), o futuro das demarcações das Terras Indígenas estará em pauta no Supremo Tribunal Federal (https://bit.ly/RetomadaSTF ).

O Marco Temporal é uma medida defendida pela bancada ruralista e setores interessados na exploração das terras indígenas, o que atinge frontalmente a soberania dos povos sobre os seus territórios e fere os direitos constitucionais conquistados pelos povos indígenas na Constituição de 1988.

O Marco Temporal significa, portanto, a efetivação da apropriação das terras indígenas pelos setores econômicos e contribui diretamente com a negação de suas identidades étnicas e culturais, uma tese que abre portas para a repetição do extermínio dos povos indígenas no Brasil.

Infelizmente, ainda hoje, passado 521 anos de exploração e esbulho territorial, o movimento indígena ainda tem que lutar pela garantia dos seus direitos básicos e pela autonomia territorial. E se entre a letra da lei e prática há um enorme vácuo histórico, com a tese do Marco Temporal esse esvaziamento dos direitos indígenas tende ser ainda maior.

É fundamental unirmos as mais diversas vozes e lutas para enfrentarmos esses ataques promovidos pelo PL490 e pelo Marco Temporal. Precisamos cobrar das ministras e ministros do STF uma postura contra essas medidas e seguirmos em mobilização contra as agendas anti-indígenas em pauta no Congresso Nacional que ferem, primeiramente, os direitos dos povos, mas que também nos atinge enquanto humanidade.

Demarcação Já!

Local de Ato Contra o Marco Temporal:
Praça 7 (BH/MG)

Horário: 16h

Levar faixas e cartazes para protestar contra essas medidas.



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