Sociedade Brasileira de Psicanálise de Minas Gerais

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Sociedade Brasileira de Psicanálise de Minas Gerais
Desenvolvemos atividades para profissionais e int

A Sociedade Brasileira de Psicanálise de Minas Gerais é filiada à Federação Brasileira de Psicanálise (FEBRAPSI) e componente da International Psychoanalytical Association (IPA), sendo a única instituição em Minas Gerais a oferecer formação psicanalítica nos padrões exigidos pela IPA. A IPA - International Psychoanalytical Association, com sede em Londres, foi fundada pelo criador da Psicanálise,

22/05/2026

🧠 Venha participar do 4º Ciclo de Exercícios Clínicos de 2026, um espaço de supervisão em grupo voltado à escuta, troca de experiências e aprofundamento teórico clínico para pacientes adultos.

Sob supervisão de Maria Cristina Mazon e coordenação de Ana Virginia Machado, o projeto é direcionado a psicólogos e médicos que atuam na clínica, com interesse no estudo da psicanálise.

📌 Detalhes da atividade:
▪️ Datas: 08, 15 e 22 e 29 de junho (segundas-feiras)
▪️ Horário: 13h às 14h30
▪️ Modalidade: Online (os encontros não serão gravados)

💻 As inscrições já estão abertas. Garanta seu lugar no nosso site: sbpmg.org.br (link “Quarto Ciclo de Exercícios Clínicos”). Para assegurar a profundidade das discussões, as vagas são limitadas (máximo de 12 participantes).

Photos from Sociedade Brasileira de Psicanálise de Minas Gerais's post 21/05/2026

Entre as formulações inaugurais de Sigmund Freud e os impasses que atravessam a clínica contemporânea, há menos ruptura do que se supõe — a psicanálise se reinscreve no presente.

Neste terceiro post da nossa série “Freud Vive”, exploramos como as tópicas freudianas continuam fundamentais na clínica atual. Elas permanecem não como modelos estanques, mas como construções teóricas que se articulam e se atualizam, permitindo uma escuta mais afinada às formas de mal-estar do nosso tempo.

Deslize para acompanhar a reflexão!

21/05/2026

As vivências experimentadas pelos pais ao longo de sua constituição psíquica e identitária, atravessadas por desejos, fantasias e segredos, desempenham papel crucial na constituição psíquica dos filhos, através das gerações. Esse processo de transmissão psíquica concerne aos legados transgeracionais — incluindo traumas e modos de funcionamento amoroso e sexual — que se perpetuam no espaço intersubjetivo da família, moldando a subjetividade de cada sujeito.

E para discutir a fundo essa temática, a SBPMG te convida para a aula de abertura do Módulo 4 do nosso Curso de Extensão em Psicanálise:

📌 Aula: “Sexualidade parental e transmissão psíquica”
🗣️ Palestrante: Ethyene Andrade Costa, psicóloga e psicanalista
📅 Dia 03/06
🕒 Das 19h30 às 21h
💻 Online

Acesse nosso site e garanta a sua vaga!

20/05/2026

As vivências experimentadas pelos pais ao longo de sua constituição psíquica e identitária, atravessadas por desejos, fantasias e segredos, desempenham papel crucial na constituição psíquica dos filhos, através das gerações. Esse processo de transmissão psíquica concerne aos legados transgeracionais — incluindo traumas e modos de funcionamento amoroso e sexual — que se perpetuam no espaço intersubjetivo da família, moldando a subjetividade de cada sujeito.

E para discutir a fundo essa temática, a SBPMG te convida para a aula de abertura do Módulo 4 do nosso Curso de Extensão em Psicanálise:

📌 Aula: “Sexualidade parental e transmissão psíquica”
🗣 Palestrante: Ethyene Andrade Costa, psicóloga e psicanalista
📅 Dia 03/06
🕒 Das 19h30 às 21h
💻 Online

Acesse nosso site e garanta a sua vaga!

Photos from Sociedade Brasileira de Psicanálise de Minas Gerais's post 18/05/2026

Na segunda tópica, Sigmund Freud amplia o modelo anterior ao introduzir uma nova forma de compreender o aparelho psíquico. Se, na primeira tópica, a ênfase recai sobre os sistemas (inconsciente, pré-consciente e consciente), aqui o foco se desloca para as forças em conflito que estruturam o sujeito.

Com a formulação de Id, Ego e Superego, o psiquismo passa a ser pensado como um campo de tensões permanentes, onde o sintoma não é apenas efeito do recalcado, mas também uma solução de compromisso entre exigências pulsionais, limites da realidade e instâncias críticas.

Essa reformulação responde aos impasses da clínica e não substitui a primeira tópica, mas a complementa oferecendo novos operadores para a escuta e a compreensão do sofrimento psíquico.

Abra o carrossel e relembre esse conceito!

Photos from Sociedade Brasileira de Psicanálise de Minas Gerais's post 16/05/2026

O puerpério é um período de profunda metamorfose psíquica. Além do turbilhão hormonal, que pode desencadear o baby blues — aquela melancolia passageira que atinge cerca de 80% das mulheres —, existe a complexa construção da identidade materna. A mulher enfrenta muitos lutos, entra em contato com o bebê que ela foi um dia e com todas as emoções inerentes a este processo. Tornar-se mãe exige um trabalho emocional intenso, ao qual se somam a exaustão física e a responsabilidade emocional por um novo ser.

Não por acaso, essa travessia representa um dos momentos de maior vulnerabilidade para o adoecimento psíquico, com repercussões que ultrapassam a experiência individual da puérpera e se estendem ao bebê e a toda rede familiar. Investigar esse cenário implica mergulhar na singularidade da constituição psíquica materna e nos desafios inerentes à construção do vínculo mãe-bebê.

🔹 E para abordar essas complexidades, a SBPMG realiza mais uma edição do Intercâmbios Psicanalíticos com o tema “A travessia do puerpério: emoções à flor da pele”. Tânia Almeida Grassano, psicóloga e psicanalista, e Patrícia Gomes Figueira, psiquiatra e psicanalista, são as palestrantes deste nosso encontro.

📌 O evento será online, no dia 27 de maio, das 19h30 às 21h.
✔ Para participar, se inscreva em www.sbpmg.org.br (link na bio)

Photos from Sociedade Brasileira de Psicanálise de Minas Gerais's post 15/05/2026

No mês de aniversário de Sigmund Freud, a série Freud Vive revisita a base estrutural da psicanálise: as tópicas freudianas.

Aqui, retomamos a primeira tópica, momento em que Freud formaliza o inconsciente como um sistema psíquico com leis próprias. Uma formulação que desloca radicalmente a compreensão do sujeito e inaugura uma nova direção para a clínica: aquilo que nos determina não se esgota na consciência. Deslize as imagens!

14/05/2026

Frequentemente associado ao desconhecido e à turbulência emocional, o feminino também se apresenta, paradoxalmente, como lugar de transformação psíquica.

Desde Sigmund Freud, essa questão se impõe como um enigma. Ao longo do desenvolvimento da psicanálise, ela deixa de ser apenas um impasse teórico para se tornar um campo de criação e renovação, que exige do analista a renúncia a certas garantias.

Na clínica, isso se traduz na necessidade de sustentar a turbulência — não como obstáculo, mas como condição para que novos sentidos do ser possam emergir. A desorganização, nesse contexto, não é falha do processo, mas parte do trabalho psíquico.

👉 Com Adriana Jacob Francisco, a aula “O feminino como continente do caos: notas sobre turbulência e transformação”, propõe avançar nessa elaboração.

Participe!

📅 A aula será no dia 20 de maio
🕒 Das 19h30 às 21h
💻 Online
📌 Para realizar sua inscrição, acesse: sbpmg.org.br

10/05/2026

Ao pensar a função materna, Donald Winnicott desloca o foco da perfeição idealizada para a relação mãe-bebê real.

A “mãe suficientemente boa” não precisa estar sempre presente, sempre certa ou sempre disponível. Pelo contrário: sua ausência (parcial, progressiva e suportável) permite que o filho descubra sua própria existência.

Cuidar sem sufocar, sustentar sem capturar — é nesse entre-lugar que a subjetividade da criança emerge.

Neste Dia das Mães, celebramos a maternidade real, que com falhas e acertos, permite que o outro desenvolva seu verdadeiro eu.

07/05/2026

Na psicanálise, a sexualidade feminina não pode ser apreendida a partir de referências exclusivamente anatômicas. Ela não é o oposto direto da masculina, nem uma "falta" biológica. Trata-se de um campo marcado pela inscrição do desejo, pelas identificações e pelas operações simbólicas que atravessam a constituição subjetiva.

Desde o início do percurso freudiano até os dias de hoje, a questão tem sido alvo de intensa discussão e produção teórica por parte dos psicanalistas, o que torna esse debate rico e instigante.

E é a partir desse eixo que a SBPMG convida para a aula “Sexualidade feminina: para além da anatomia”, com Luciana Carvalho (SBPMG).

📅 A aula será no dia 13 de maio
🕒 Das 19h30 às 21h
💻 Online
📌 As inscrições podem ser feitas em nosso site (link na bio)

Não perca essa oportunidade de aprofundar a escuta clínica e sustentar, com rigor, uma questão central para a teoria e a prática psicanalítica.

06/05/2026

6 de maio marca o nascimento de Sigmund Freud e, de forma indissociável, o exercício ético da psicanálise.

Com Freud, algo se desloca de forma radical: aquilo que antes era silenciado, reprimido ou contido, passa a ser escutado. Não como um desvio a ser eliminado, mas como formação de sentido. O sofrimento psíquico passa a ser tomado como algo a ser compreendido em sua lógica própria.

É dessa mudança de posição que se constitui o ofício do psicanalista. Um ofício que não se sustenta em respostas prontas, mas na capacidade de suportar a pergunta. Que não se orienta pela pressa da cura, mas pelo tempo próprio de cada sujeito. Que exige rigor, formação contínua e, sobretudo, implicação ética com aquilo que se escuta.

Ser psicanalista é, em última instância, sustentar um lugar onde a palavra pode emergir sem ser interrompida — e, ao emergir, produzir deslocamentos.

Neste dia, mais do que celebrar uma origem, a SBPMG faz uma homenagem aqueles que mantêm vivo esse legado.

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