11/05/2026
Você gosta de networking?
Se a resposta for “não”, você não está sozinho.
Pesquisas mostram que, embora a maioria das pessoas reconheça a importância do networking para a carreira, muitas se sentem desconfortáveis ao fazê-lo — e algumas chegam até a enxergar a prática como algo superficial, interesseiro ou “sujo”.
Um ponto interessante é que isso não acontece da mesma forma com pessoas em posições de poder. Profissionais mais influentes tendem a fazer mais networking, sentem menos desconforto nesse processo e, por isso, acabam ampliando ainda mais suas oportunidades de carreira, acesso à informação e conexões estratégicas. Um ciclo que se retroalimenta.
No entanto, o contrário acontece com aqueles que enxergam o networking instrumental como algo negativo.
Então, o que fazer quando o networking parece artificial ou desgastante?
A boa notícia é que existe uma mentalidade capaz de transformar essa experiência.
Foi exatamente isso que praticamos em sala de aula. Criamos um espaço para conversas com propósito, escuta ativa, aprendizado mútuo e conexão autêntica.
O retorno dos alunos foi positivo. A experiência se tornou uma oportunidade de conhecer melhor uns aos outros e construir conexões mais profundas.
Quando o foco deixa de ser “o que posso ganhar” e passa a ser aprendizado, troca genuína e construção de relações autênticas, o networking deixa de parecer uma obrigação social e passa a fazer sentido.
No fim, networking relevante não nasce de performance social. Nasce de curiosidade, presença e valor compartilhado.
E você: qual é a maior dificuldade que sente quando pensa em networking?