Paula Brant

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Photos from Paula Brant's post 11/05/2026

Você gosta de networking?

Se a resposta for “não”, você não está sozinho.

Pesquisas mostram que, embora a maioria das pessoas reconheça a importância do networking para a carreira, muitas se sentem desconfortáveis ao fazê-lo — e algumas chegam até a enxergar a prática como algo superficial, interesseiro ou “sujo”.

Um ponto interessante é que isso não acontece da mesma forma com pessoas em posições de poder. Profissionais mais influentes tendem a fazer mais networking, sentem menos desconforto nesse processo e, por isso, acabam ampliando ainda mais suas oportunidades de carreira, acesso à informação e conexões estratégicas. Um ciclo que se retroalimenta.

No entanto, o contrário acontece com aqueles que enxergam o networking instrumental como algo negativo.

Então, o que fazer quando o networking parece artificial ou desgastante?

A boa notícia é que existe uma mentalidade capaz de transformar essa experiência.

Foi exatamente isso que praticamos em sala de aula. Criamos um espaço para conversas com propósito, escuta ativa, aprendizado mútuo e conexão autêntica.

O retorno dos alunos foi positivo. A experiência se tornou uma oportunidade de conhecer melhor uns aos outros e construir conexões mais profundas.

Quando o foco deixa de ser “o que posso ganhar” e passa a ser aprendizado, troca genuína e construção de relações autênticas, o networking deixa de parecer uma obrigação social e passa a fazer sentido.

No fim, networking relevante não nasce de performance social. Nasce de curiosidade, presença e valor compartilhado.

E você: qual é a maior dificuldade que sente quando pensa em networking?

10/05/2026

Por muito tempo, o mercado enxergou a maternidade como algo que “atrapalha” a carreira.
No entanto, pesquisas recentes mostram justamente o contrário: experiências de cuidado desenvolvem competências essenciais para o trabalho e para a liderança — como resiliência, adaptação, inteligência emocional, organização, priorização e gestão de pessoas.
E muitas mulheres fazem tudo isso enquanto enfrentam a dupla jornada: trabalho profissional + trabalho doméstico, um trabalho invisível que não entra na conta.
Por trás da aparente invisibilidade, existe uma enorme complexidade de tarefas, decisões, planejamento, coordenação e cuidado — realizados diariamente sem reconhecimento proporcional ao impacto que geram.
Um esforço contínuo que exige equilíbrio emocional, capacidade de adaptação e gestão simultânea de múltiplas demandas.

Neste Dia das Mães, agradeça aquela que sempre cuidou de você.

E f**a também um alerta para as organizações: é preciso aprender a reconhecer e valorizar essas profissionais que, diariamente, desenvolvem competências complexas ao equilibrar múltiplas responsabilidades, demandas e relações humanas.
Mas reconhecimento, sozinho, não basta.
As empresas também precisam criar estruturas de suporte, desenvolvimento e oportunidades reais para que essas competências sejam fortalecidas e transferidas para o contexto corporativo — transformando experiência de cuidado em liderança, gestão e impacto organizacional.

Agora é oficial e as pesquisas confirmam a experiência da maternidade capacita para liderar equipes e organizações com mais empatia, sensibilidade, inteligência emocional e humanidade.

Feliz Dia das Mães.

feminina

Photos from Paula Brant's post 06/05/2026

Semana passada a sala virou um processo seletivo real.
Com o apoio de recrutadoras do Banco Mercantil e da Usiminas, nossos alunos participaram de uma simulação de entrevistas com alto nível de exigência.
Preparação completa: currículo, estudo das empresas e prontidão para ser chamado a qualquer momento.
Durante a dinâmica, enfrentaram também casos e questões comportamentais desafiadoras.
No final, feedbacks diretos e reflexões práticas.
Porque entrevista não é só sobre o que você sabe — é sobre como você se posiciona, responde e se comunica sob pressão.
Aprender fazendo muda o nível do jogo.

Photos from Paula Brant's post 26/04/2026

Ontem foi dia de me reconectar com tudo que me inspira.

Fui ao musical de Tom Jobim — uma experiência que reúne exatamente o que eu mais gosto: teatro, história, música boa com ótimas companhias.

Mais do que isso, um lembrete do papel fundamental que ele teve em apresentar ao mundo a qualidade e a sofisticação da música brasileira.

Obrigada, Maestro

22/04/2026

Apaixonada pelas novas habitantes da casa, porque o belo é tão útil quanto as coisas inúteis!!!

21/04/2026

A lacuna invisível da liderança

A maioria das organizações não sofre por falta de talento.
Sofre por falhas na ocupação — e no desenvolvimento — da liderança.
A pergunta que importa é direta:

As organizações estão colocando as pessoas certas nas posições de poder?

Parte dos profissionais chega à liderança pelos motivos errados — status, reconhecimento ou compensação emocional.
O resultado costuma ser previsível: controle excessivo, baixa abertura e decisões guiadas por autoproteção.
Mas existe um problema ainda mais negligenciado:
Profissionais competentes e bem-intencionados muitas vezes não ocupam — ou não se sustentam — nesses espaços.
Não por falta de capacidade técnica,
mas por falta de preparo para lidar com poder, política e influência.
Essa é a lacuna invisível da liderança.
Quando o poder é visto como algo negativo:
→ talentos evitam posições críticas
→ sucessões se tornam frágeis
→ a diversidade de estilos diminui
→ e o espaço é ocupado por quem melhor joga o jogo político — nem sempre os mais preparados
Isso não é apenas um problema cultural.
É um risco organizacional.
Poder é uma alavanca neutra.
O diferencial está em quem o exerce — e como.
Liderar hoje exige:
• leitura de contexto
• influência sem autoridade formal
• gestão de ambiguidade
• equilíbrio entre firmeza e empatia
Desenvolver competência política não é abrir mão de valores.
É garantir que eles tenham escala e impacto real.

A reflexão final é estratégica:
Quem está ocupando o poder na sua organização — e com quais consequências?

Photos from Paula Brant's post 20/04/2026

Aprender fazendo — e também regulando o que sentimos — faz toda a diferença.

O role playing vai muito além de uma simples simulação.

Quando colocamos as pessoas para experimentar situações reais, ativamos algo essencial: aprendemos observando, testando e refletindo — como já apontava Bandura.

Mas existe uma camada ainda mais crítica nisso tudo:

👉 No mundo do trabalho, não basta saber o que fazer.
É esperado que você mantenha uma postura profissional — mesmo sob pressão, conflito ou emoções difíceis.

E é aqui que entra uma competência central: gestão emocional no exercício dos papéis profissionais.

Dois conceitos ajudam a entender isso:

• Surface acting: quando você “encena” uma emoção, ajustando só a expressão externa
• Deep acting: quando você trabalha internamente para alinhar o que sente com o que expressa

Essa diferença importa — e muito.

⚠️ Surface acting constante → desgaste, desconexão, mais estresse
✔️ Deep acting → mais coerência emocional e relações mais autênticas

No cenário atual, autocontrole emocional deixou de ser diferencial. É requisito.

Não se trata de suprimir emoções.
Trata-se de reconhecer, regular e direcionar de forma produtiva.

Sim, as organizações têm responsabilidade.
Mas a forma como cada profissional lida com suas emoções também é decisiva.

Por isso, quando trazemos essas discussões para a sala de aula, criamos um espaço seguro para desenvolver não só comportamento — mas também consciência emocional.

E isso prepara, de fato, para o mundo real.

Porque ser profissional não é só saber o que fazer.
É saber como se posicionar emocionalmente ao fazer.

Liderança

Photos from Paula Brant's post 18/04/2026

Liderar exige mais do que competência técnica — exige versatilidade comportamental. Em um cenário cada vez mais complexo, líderes são constantemente desafiados a equilibrar empatia e firmeza. E aqui está o ponto: a maioria de nós tende a ter mais facilidade em um desses estilos do que no outro.

Mas essa não é uma limitação fixa — é uma habilidade treinável.

Assim como atores desenvolvem a capacidade de interpretar personagens intensos, acessíveis ou autoritários conforme a cena exige, profissionais também podem aprender a acessar diferentes formas de se comunicar e se posicionar. Técnicas do teatro oferecem ferramentas poderosas para expandir repertórios comportamentais, aumentar a consciência emocional e fortalecer a presença.

A boa notícia? Versatilidade não é talento inato — é prática intencional.

E desenvolver essa habilidade pode ser o diferencial para liderar melhor e avançar na carreira.

Photos from Paula Brant's post 10/04/2026

Auto- conhecimento
Foco, reflexão e autoconhecimento em ação

Os alunos da disciplina Introduction to Business Skills estiveram totalmente concentrados na realização de assessments importantes: True Colors e Âncoras de Carreira.

Mais do que atividades, essas ferramentas são poderosos instrumentos de autoconhecimento — essenciais para:
   •   Tomar decisões de carreira mais conscientes
   •   Desenvolver habilidades interpessoais
   •   Compreender seus pontos fortes, motivações e valores pessoais

Ao longo do processo, ficou claro: antes de liderar outros, é preciso saber liderar a si mesmo.

Se conhecer não é apenas um diferencial — é o primeiro passo para se tornar um grande líder.

Seguimos construindo não apenas profissionais mais preparados, mas indivíduos mais conscientes do seu papel, potencial e impacto.


DesenvolvimentoPessoal Educação

Photos from Paula Brant's post 01/04/2026

Desafio inclusivo do Marsmallow

A sala de aula virou um verdadeiro laboratório de comportamento, tomada de decisão e inclusão 💡

Realizamos o conhecido Desafio do Marshmallow, mas com uma adaptação importante: introduzimos restrições de habilidades entre os participantes. Alguns alunos tinham limitações físicas simuladas (como não poder usar a mão dominante), outros precisavam permanecer sentados, e alguns com olhos vendados.

O objetivo? provocar reflexão.

Ao longo do exercício, surgiram discussões riquíssimas sobre:
   •   Julgamentos rápidos e vieses inconscientes
   •   Distribuição de poder e tomada de decisão
   •   Diversidade de perspectivas
   •   Inclusão (ou a falta dela) nos processos em grupo

No segundo momento da atividade, promovemos uma virada: os alunos que estavam sob restrições passaram a assumir papéis de maior influência, trazendo informações relevantes e exercendo autoridade.

O resultado foi uma experiência prática intensa, que gerou desconfortos produtivos, aprendizados reais e debates extremamente signif**ativos.

Mais do que uma dinâmica, foi um convite à reflexão:
👉 Quem estamos ouvindo?
👉 Quem estamos ignorando?
👉 E como isso impacta nossas decisões?

Aprender, nesse caso, foi sentir na prática.

Photos from Paula Brant's post 31/03/2026

Hoje foi dia de dar o pontapé inicial em uma jornada cheia de aprendizado e conexão com o mundo real 🌍📊

Começaram as apresentações das empresas que serão objeto de estudo na disciplina de Princípios da Gestão Moderna. A proposta? Olhar para organizações que conquistaram espaço em nível nacional e internacional, mas que carregam em sua essência a força e a identidade mineira 💛

E para abrir essa série, mergulhamos nas histórias inspiradoras de quatro grandes nomes: Constance, Vale, Localiza e Luiza Barcelos.

Mais do que conhecer trajetórias de sucesso, o objetivo é compreender decisões estratégicas, modelos de gestão e os caminhos que transformaram ideias locais em referências globais.

E isso é só o começo 🚀

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