24/02/2026
Entre uma atividade e outra, sempre encontro um tempo para a biblioteca. Que tal revisitarmos os clássicos?
Venha desenvolver o potencial que há em você Sou coach porque acredito que as pessoas podem e devem ser felizes no que fazem. Estou aqui para te despertar.
Busco potencializar o que há de melhor no outro e participo de cada nova conquista, vibrando com os resultados. Como psicólogo, tenho larga vivência na área de recrutamento e seleção para todos os níveis organizacionais. Também sou palestrante e consultor nas áreas de desenvolvimento humano, gerencial e de qualidade em serviços. Possuo especialização em recursos humanos, treinamento e coaching, com MBA em Gestão de Pessoas e Gestão Estratégica de Marketing.
24/02/2026
Entre uma atividade e outra, sempre encontro um tempo para a biblioteca. Que tal revisitarmos os clássicos?
23/02/2026
Vamos falar sobre a amargura nos ambientes de trabalho?
Para mim, ela tem nome e sobrenome: AGENDA OCULTA.
É aquele caderno invisível onde vamos anotando, silenciosamente, as marcas deixadas pelo outro:
um comentário maldoso em uma reunião,
um e-mail com cópia estratégica para expor uma fragilidade,
a retenção premeditada de um recurso para enfraquecer um setor…
E, assim, a lista cresce, acumulando mágoas que contaminam o clima e adoecem as relações corporativas.
“Não leve para o lado pessoal.”
Mas como não levar, se somos pessoas?
“Você precisa ser profissional.”
Mas as atitudes que nos feriram foram profissionais… ou passionais?
A amargura nasce quando ética é substituída por vaidade, quando diálogo é trocado por disputa silenciosa.
O caminho para nos libertarmos desse engodo é aplicar maturidade profissional revestida de ética, honestidade e lealdade.
E há uma diferença profunda entre honestidade e lealdade.
Há quem seja honesto — cumpre regras, fala verdades —, mas não é leal — não protege, não sustenta, não caminha junto.
Revisite com frequência sua memória.
Não para alimentar ressentimentos, mas para liberar pesos desnecessários.
A amargura paralisa apenas quem a carrega.
Enquanto você revive a dor, quem a causou segue vivendo.
Libertar-se não é absolver o erro do outro.
É escolher não permitir que ele continue governando a sua trajetória.
23/02/2026
É aquele caderno invisível onde vamos anotando, silenciosamente, as marcas deixadas pelo outro:
um comentário maldoso em uma reunião,
um e-mail com cópia estratégica para expor uma fragilidade,
a retenção premeditada de um recurso para enfraquecer um setor…
E, assim, a lista cresce, acumulando mágoas que contaminam o clima e adoecem as relações corporativas.
“Não leve para o lado pessoal.”
Mas como não levar, se somos pessoas?
“Você precisa ser profissional.”
Mas as atitudes que nos feriram foram profissionais… ou passionais?
A amargura nasce quando ética é substituída por vaidade, quando diálogo é trocado por disputa silenciosa.
O caminho para nos libertarmos desse engodo é aplicar maturidade profissional revestida de ética, honestidade e lealdade.
E há uma diferença profunda entre honestidade e lealdade.
Há quem seja honesto — cumpre regras, fala verdades —, mas não é leal — não protege, não sustenta, não caminha junto.
Revisite com frequência sua memória.
Não para alimentar ressentimentos, mas para liberar pesos desnecessários.
A amargura paralisa apenas quem a carrega.
Enquanto você revive a dor, quem a causou segue vivendo.
Libertar-se não é absolver o erro do outro.
É escolher não permitir que ele continue governando a sua trajetória.
21/02/2026
Aos poucos, você vai resgatando sua ancestralidade como quem abre janelas antigas e deixa a memória respirar.
Este armário foi da minha avó.
Guarda mais do que louças: abriga silêncios, receitas, conselhos, histórias.
Este pilão foi minha mãe que me deu.
Nele ecoam temperos, risos na cozinha e a força das mãos que sempre souberam cuidar.
Cada objeto carrega sua própria identidade.
E, ao tocá-los, é como se eu tocasse também as raízes que me sustentam.
01/02/2026
Você pode mudar de Estado ou de estado civil; pode mudar sua cultura ou condição social; pode transformar sua referência do belo e da beleza; alterar sua estética, sua estrutura física; mudar até de religião ou de opinião.
O que nunca muda é o sentimento de amor e de pertencimento que nos acompanha desde a nossa origem, da nossa essência.
Tive a felicidade de nascer em uma Cidade Feliz!
27/01/2026
Recebi as fotos hoje, mas a energia dessa “Onda Laranja” me acompanha desde a semana passada.
Quero agradecer imensamente à pela confiança em me convidar para conduzir uma palestra para um time tão sensacional.
27/01/2026
Recebi as fotos hoje, mas a energia dessa “Onda Laranja” me acompanha desde a semana passada.
Quero agradecer imensamente à pela confiança em me convidar para conduzir uma palestra para um time tão sensacional.
27/01/2026
Sempre acreditei que o encontro verdadeiro acontece quando chegamos ao outro no lugar exato em que ele se encontra.
Sempre pedi a Deus que minhas palavras fossem sementes, capazes de tocar e florescer na vida de alguém.
E é em mensagens como esta que meu coração se aquieta, certo de que Deus tem me ouvido.
23/01/2026
Certa vez li, em algum lugar do qual já não me recordo, que se você pegar uma caixa e colocar nela uma joia, ela se torna um porta-joias; mas se colocar cascas de banana, essa mesma caixa se transforma em uma lixeira.
Pense com cuidado nos lugares onde você deposita seus talentos, valores, afetos e amores.
O ambiente importa.
21/01/2026
O Ph.D. em Psicologia Andrew Solomon, autor do livro O Demônio do Meio-Dia, relata que a maioria dos problemas nos atormenta à noite, mas que a depressão é sentida à luz do sol, em pleno dia ensolarado.
Ele afirma que, nos momentos de crise, a luz do sol não o alcançava.
A depressão se instala quando o mundo se encolhe a tal ponto que se transforma em nada.
A cura da depressão não está na felicidade, mas na vitalidade experimentada no cotidiano.
A depressão é a noite que cai no meio do dia.