03/05/2023
O QUE O PSICANALISTA FAZ ?
Mergulhou na Teoria que e mais que tudo e acima de tudo na análise é o encontro com o outro -
Não um encontro casual, ou impensado ou plenamente inconsciente – é uma relação com o outro – mas uma relação com uma ética do Ser e de um Fazer Analítico, entre subjetividade, se colocar diante desse outro.
E eventualmente manejar isso, escutar o outro e trazer aporte no caminhos, trazer interpretações, leituras, Isso é muito importante, porque não é pura e fria técnica -
Qualquer encontro humano ele lida com subjetividades, que tem suas dúvidas, projeções e atravessamentos pelo inconsciente –
No pacto analítico uma das partes tem o compromisso ético de se analisar antes do outro, de se ver primeiro, a pesquisa do próprio self, ter um tempo de percurso e formalizzar- se nessa posição como analista.
Para poder emprestar-se para que o analisando chegar na sua posição de analisando que busca se conhecer, se interrogar, ter menos angustia, um saber a cerca de si mesmo.
O sujeito do inconsciente se revela em todos os humanos, a partir do momento que a gente se expressa, como linguagem ou ocultação, no dito ou naquilo que não é dito.
Quem é você a despeito de tudo que te precederam e das identificações que te formaram – esse é o caminho essa é a direção da sua análise – como é ser homem para mim, ou como é ser mulher, para mim ? Como Ser homo, ou qualquer outra Constituição ?
Como suportar esse vazio dessa pergunta e no máximo da abertura.
Como extrair consequências de ser si mesmo Um SER – é a constituição de si mesmo. Se autorizar de si mesmo, na sua subjetividade. Torna-te aquilo que és.
By Gisele Parreira psicanalista clinico, supervisora e didata na AMAP Associação Mineira de Psicanálise, pós graduada em Direito, em Psicanalise Clínica, em Metodologia do Ensino Superior e Mediadora de Conflitos.
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