A origem do IEGL foi o Jardim Vovó Biela, escola de educação infantil, hoje anexada ao referido instituto. Nascido de um sonho de adolescentes, suas fundadoras (por suas origens e vivências ligadas ao setor da educação), o IEGL postula o caminhar compartilhado de uma escola, que pretende celebrar a vida alicerçada nos valores do passado, buscando preparar no presente o cidadão comprometido com o futuro. Como toda instituição que se preza, o IEGL tem em seu calendário, um dia que lhe é consagrado, em 25 de março, denominado “Dia da Patrona”, pois foi o dia de falecimento de Gabriela Leopoldina. Para nós idealizadores do IEGL, a vida de Gabriela Leopoldina resume os fundamentos de uma doutrina educacional.
- Por acaso, foi ela uma conhecida pedagoga? Sem jamais ter freqüentado uma escola, Gabriela Leopoldina, nossa avó paterna, bem merece o nome de mestra. O que lhe faltou em conteúdo acadêmico, foi-lhe compensado na capacidade de amar, não no sentido vazio dessa palavra, às vezes, tão banalizada, mas no sentido cristão e pedagógico de conduzir, por vezes, impondo, quando necessário, mas sobretudo, inspirando. Não somente no âmbito familiar, mas também no meio social em que viveu. Sempre cercada de jovens e crianças, as mais carentes, ela lhes proporcionava apoio material e afetivo. E mantendo, até a avançada idade de 88 anos, uma espécie de inesgotável mocidade interior, ela os cativou e fez de sua casa, de seu lar, uma efetiva sala de aula, onde ministrava lições de vida. Assim, o IEGL, hoje, aos 25 anos de uma existência feita de lutas, de encontros e desencontros e sobretudo de esperanças, é uma família constituída de:
35 professores;
10 funcionários
394 alunos e seus respectivos familiares. Sua força – Deus! Sua busca – A vivência e preservação da dignidade humana.