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⏳ CONTAGEM REGRESSIVA PARA AS FORMAÇÕES EM NEUROMODULAÇÃO!A Sensorial Saúde está com duas formações para profissionais q...
07/09/2026

⏳ CONTAGEM REGRESSIVA PARA AS FORMAÇÕES EM NEUROMODULAÇÃO!

A Sensorial Saúde está com duas formações para profissionais que desejam ampliar seus conhecimentos em neuromodulação, conectando evidências científicas, raciocínio clínico e aplicabilidade na prática.

🧠 APRIMORAMENTO EM NEUROMODULAÇÃO – tDCS

Uma formação híbrida que une aulas online e ao vivo + prática presencial intensiva em São Paulo.

Na etapa prática, a proposta é realmente “mão na massa”: os participantes terão a oportunidade de manusear os equipamentos, compreender o posicionamento, parâmetros e protocolos e desenvolver maior segurança para utilização da tDCS na prática clínica.

📚 120 horas de formação
💻 Conteúdo online e ao vivo + atividades complementares
📍 Prática presencial em São Paulo – 21 e 22/11

⚡ ESTIMULAÇÃO AURICULAR TRANSCUTÂNEA DO NERVO VAGO – taVNS

Uma formação de 30 horas, online e ao vivo, que aborda desde os fundamentos neurofisiológicos e evidências científicas até segurança, indicações, parâmetros de estimulação e aplicações clínicas.

A programação inclui ainda discussão de casos e construção de protocolos, aproximando o conhecimento científico da tomada de decisão clínica.

👩‍🏫 Com Dra. Fernanda Moura Vargas e Dra. Carolina Fiorin Anhoque

📅 Início: 08 de setembro
💻 Online e ao vivo
⏱️ 30 horas

Duas possibilidades de formação. Um mesmo propósito: aprofundar o conhecimento em neuromodulação e ampliar as possibilidades de atuação clínica com segurança e fundamentação científica.

⏳ A contagem regressiva já começou e as vagas são limitadas.

👉 Quer conhecer o tDCS, a taVNS ou as duas formações? Comente “QUERO” ou fale com nossa equipe.

🚨 FONO, ALERTA: não repita estes erros ao avaliar e intervir em casos de Apraxia de Fala e Transtornos Motores de Fala n...
05/09/2026

🚨 FONO, ALERTA: não repita estes erros ao avaliar e intervir em casos de Apraxia de Fala e Transtornos Motores de Fala na Infância.

A AFI não pode ser conduzida com base em receita pronta, julgamento superficial ou na ideia de que “é só treinar os sons até a criança acertar”.

👉 Raciocinar sobre sinais clínicos, repertório oral, prosódia, transições da fala, imitação, complexidade dos alvos e funcionalidade é o ponto principal da intervenção.

Uma conduta segura exige compreender:

❓ Essa alteração de fala pode estar relacionada a um quadro de Apraxia?
❓ Quais sinais clínicos essa criança apresenta?
❓ Há inconsistência, alteração de prosódia ou dificuldade nas transições?
❓ Como está o repertório oral dessa criança?
❓ Como ela responde à imitação e à repetição?
❓ Quais alvos são funcionais e possíveis neste momento?
❓ A intervenção está considerando princípios de aprendizagem motora?
❓ A família sabe como apoiar sem transformar a casa em consultório?
❓ As metas estão claras, registradas e ajustáveis?

Avaliar e intervir na Apraxia de Fala na Infância com segurança exige:

✔ anamnese detalhada
✔ leitura dos sinais clínicos
✔ diagnóstico diferencial
✔ avaliação da fala motora
✔ seleção criteriosa de alvos
✔ uso de pistas terapêuticas
✔ intensidade, repetição e variabilidade
✔ orientação da família e dos cuidadores
✔ construção de um plano terapêutico individualizado

Porque a alteração de fala não deve ser reduzida a “troca de sons”.

E o raciocínio clínico continua sendo o fator determinante para uma conduta segura, funcional e individualizada.

👉 Clique em Saiba Mais e fortaleça sua clareza e segurança na avaliação e intervenção da Apraxia de Fala e dos Transtornos Motores de Fala na Infância.

infantil

🗣️ Fono, a prática clínica exige decisões constantes.Mas, muitas vezes, o que mais pesa no dia a dia não é o paciente.É ...
04/09/2026

🗣️ Fono, a prática clínica exige decisões constantes.

Mas, muitas vezes, o que mais pesa no dia a dia não é o paciente.

É a dúvida técnica.

❓ Dúvida sobre quando indicar a bandagem elástica.
❓ Dúvida sobre como aplicar corretamente.
❓ Dúvida sobre qual técnica utilizar em cada caso.
❓ Dúvida sobre se a aplicação realmente terá efeito terapêutico.

E essa dúvida constante vai criando um bloqueio silencioso.

Muitos profissionais até conhecem a bandagem…

mas acabam evitando utilizar na prática clínica por insegurança.

A insegurança não nasce da incapacidade.

Na maioria das vezes, ela surge da falta de domínio técnico da aplicação, da dificuldade em entender indicações e contraindicações, e da ausência de critérios claros para uso terapêutico.

Sem essa estrutura:

❌ a técnica parece complexa
❌ a aplicação gera receio
❌ o recurso acaba sendo deixado de lado

Mas quando existe:

✔ compreensão da base fisiológica da técnica
✔ domínio das formas corretas de aplicação
✔ clareza sobre indicações clínicas
✔ segurança sobre como integrar a bandagem ao plano terapêutico

a bandagem deixa de parecer um recurso difícil ➡️ e passa a ser mais uma ferramenta estratégica na intervenção fonoaudiológica.

A segurança clínica não vem apenas da experiência.

Ela vem de técnica, critério e atualização.

📲 Agora conta pra gente aqui nos comentários…

👉 O que mais te gera insegurança quando o assunto é bandagem elástica na Fonoaudiologia?

É a forma de aplicação?
A dúvida sobre indicação clínica?
Ou a sensação de ainda não dominar a técnica? 👇

💡 Fotobiomodulação aplicada à MO: ela pode favorecer ou limitar sua conduta clínica?A resposta é: depende do raciocínio ...
03/09/2026

💡 Fotobiomodulação aplicada à MO: ela pode favorecer ou limitar sua conduta clínica?
A resposta é: depende do raciocínio clínico por trás da aplicação.
Porque o problema não está na fotobiomodulação como recurso.
Está em aplicar antes de responder perguntas essenciais como:
➡️ Este caso realmente tem indicação para fotobiomodulação?
➡️ Qual estrutura-alvo está envolvida?
➡️ O objetivo é relacionado à dor, inflamação, reparo tecidual, função muscular ou outro aspecto clínico?
➡️ O laser vermelho ou infravermelho é mais coerente com o objetivo?
➡️ Energia, tempo de exposição e área de aplicação foram definidos com critério?
➡️ O recurso está integrado ao planejamento terapêutico?
➡️ Existem limites, contraindicações ou cautelas no caso?
➡️ Como a resposta será acompanhada?
Na prática, muitos erros acontecem quando a Fotobiomodulação é conduzida por hábito, protocolo genérico ou tentativa.
Mas em Motricidade Orofacial, aplicar laser não é, por si só, sinônimo de conduta terapêutica bem definida.
O que importa é se aquela aplicação está coerente com a estrutura-alvo, o objetivo terapêutico, os parâmetros escolhidos e a avaliação clínica.
É por isso que dosimetria, comprimento de onda, energia, tempo de exposição, mecanismo de ação celular, segurança e limites da técnica não são detalhes.
São critérios clínicos.
🎓 No curso Fotobiomodulação aplicada à MO, você vai estudar esse recurso com foco em segurança, critério e aplicabilidade prática na atuação fonoaudiológica.
📅 19/09/2026 | 08h às 17h
🖥️ Online | ao vivo
👩‍🏫 Fga. Esp. Tatiana Chaves — CRFa 6-3279
👉 Clique em Saiba Mais e veja os detalhes do curso.

🚨 FONO, ALERTA: não repita estes erros ao avaliar e intervir em casos de Apraxia de Fala e Transtornos Motores de Fala n...
02/09/2026

🚨 FONO, ALERTA: não repita estes erros ao avaliar e intervir em casos de Apraxia de Fala e Transtornos Motores de Fala na Infância.

A AFI não pode ser conduzida com base em receita pronta, julgamento superficial ou na ideia de que “é só treinar os sons até a criança acertar”.

👉 Raciocinar sobre sinais clínicos, repertório oral, prosódia, transições da fala, imitação, complexidade dos alvos e funcionalidade é o ponto principal da intervenção.

Uma conduta segura exige compreender:

❓ Essa alteração de fala pode estar relacionada a um quadro de Apraxia?
❓ Quais sinais clínicos essa criança apresenta?
❓ Há inconsistência, alteração de prosódia ou dificuldade nas transições?
❓ Como está o repertório oral dessa criança?
❓ Como ela responde à imitação e à repetição?
❓ Quais alvos são funcionais e possíveis neste momento?
❓ A intervenção está considerando princípios de aprendizagem motora?
❓ A família sabe como apoiar sem transformar a casa em consultório?
❓ As metas estão claras, registradas e ajustáveis?

Avaliar e intervir na Apraxia de Fala na Infância com segurança exige:

✔ anamnese detalhada
✔ leitura dos sinais clínicos
✔ diagnóstico diferencial
✔ avaliação da fala motora
✔ seleção criteriosa de alvos
✔ uso de pistas terapêuticas
✔ intensidade, repetição e variabilidade
✔ orientação da família e dos cuidadores
✔ construção de um plano terapêutico individualizado

Porque a alteração de fala não deve ser reduzida a “troca de sons”.

E o raciocínio clínico continua sendo o fator determinante para uma conduta segura, funcional e individualizada.

👉 Clique em Saiba Mais e fortaleça sua clareza e segurança na avaliação e intervenção da Apraxia de Fala e dos Transtornos Motores de Fala na Infância.

🗣️ Fono, sabemos que aprender uma nova técnica clínica pode ser desafiador.E muitas vezes, o que gera mais insegurança n...
31/08/2026

🗣️ Fono, sabemos que aprender uma nova técnica clínica pode ser desafiador.

E muitas vezes, o que gera mais insegurança não é a complexidade do recurso.

É a dúvida constante.

“Estou aplicando a bandagem corretamente?”
“Essa tensão é adequada para o objetivo terapêutico?”
“Será que essa aplicação realmente vai ajudar meu paciente?”

Quando não existe clareza técnica sobre indicação, vetor e objetivo terapêutico, cada aplicação pode se transformar em tentativa e erro.

🚨 E quando a técnica é aplicada sem segurança, o resultado raramente é consistente.

Na prática clínica, utilizar a bandagem elástica não depende apenas de saber colar a fita.

Precisa se apoiar em:

• compreensão dos mecanismos de ação
• definição clara do objetivo terapêutico
• escolha adequada de cortes e tensão
• integração ao planejamento terapêutico

Fortalecer sua estrutura técnica aumenta a segurança na aplicação…
e permite utilizar a bandagem como um recurso terapêutico real na Fonoaudiologia.

📲 Conta pra gente:

Qual é a sua maior dúvida sobre bandagem elástica na prática fonoaudiológica? 👇

💡 Fotobiomodulação aplicada à MO: você sabe diferenciar o que é critério clínico do que ainda é aplicação intuitiva?Muit...
30/08/2026

💡 Fotobiomodulação aplicada à MO: você sabe diferenciar o que é critério clínico do que ainda é aplicação intuitiva?
Muitos fonoaudiólogos ainda escutam — ou repetem — frases como:
❌ “Fotobiomodulação é só encostar o laser e aplicar.”
❌ “Laser vermelho e infravermelho podem ser usados da mesma forma.”
❌ “Quanto maior a dose, melhor a aplicação.”
❌ “A fotobiomodulação substitui a terapia miofuncional orofacial.”
❌ “Todo caso em MO tem indicação para fotobiomodulação.”
❌ “Basta seguir um protocolo pronto.”
❌ “Ter o equipamento já é suficiente para aplicar com segurança.”
❌ “Fotobiomodulação serve para qualquer situação clínica.”
Mas o uso seguro da fotobiomodulação na prática fonoaudiológica exige muito mais do que aplicar um recurso.
É preciso considerar:
✔️ fundamentos físicos da luz
✔️ mecanismo de ação celular
✔️ comprimento de onda
✔️ energia
✔️ tempo de exposição
✔️ área de aplicação
✔️ tecido-alvo
✔️ objetivo terapêutico
✔️ segurança na prática clínica
✔️ integração com o planejamento terapêutico
✔️ limites da técnica
✔️ avaliação criteriosa da resposta
A Fotobiomodulação pode ter um papel complementar na Motricidade Orofacial — mas apenas quando a atuação é guiada por avaliação, critério clínico e compreensão dos limites de cada caso.
Porque laser sem raciocínio clínico é apenas aplicação.
📲 Agora conta pra gente:
Qual dessas frases você mais vê circular na prática clínica?
E qual delas ainda gera dúvida em você? 👇

🗣️ Fono, você se sente segura para avaliar e intervir em casos de Apraxia de Fala na Infância?Na AFI, são os detalhes qu...
29/08/2026

🗣️ Fono, você se sente segura para avaliar e intervir em casos de Apraxia de Fala na Infância?

Na AFI, são os detalhes que orientam o raciocínio clínico.

👉 conceito e características da Apraxia de Fala
👉 planejamento e programação motora da fala
👉 diagnóstico diferencial
👉 inconsistência dos erros
👉 alterações de prosódia
👉 dificuldade nas transições coarticulatórias
👉 fala espontânea, imitação e repetição
👉 repertório oral e complexidade dos alvos
👉 princípios de aprendizagem motora
👉 orientação familiar e plano terapêutico

Quando esses elementos não são considerados, a criança pode parecer apenas “atrasada”, “ininteligível” ou “com trocas fonológicas” — mas sem uma avaliação clínica adequada, sinais importantes podem passar despercebidos.

Ou pior: a conduta pode ser baseada em exercícios soltos, repetição sem direção ou seleção de alvos pouco funcional, quando na verdade aquela criança precisa de uma intervenção mais objetiva, individualizada e orientada por princípios motores.

Avaliar e intervir na Apraxia de Fala na Infância não é apenas observar se a criança fala certo ou errado.

É compreender o quadro, interpretar a fala, avaliar planejamento motor, diferenciar diagnósticos e construir uma conduta com raciocínio clínico.

📲 E você?

Até que ponto se sente segura para:

✔️ reconhecer sinais clínicos de AFI?
✔️ diferenciar apraxia de transtorno fonológico, atraso de fala ou disartria?
✔️ avaliar fala espontânea, imitação, repetição e sequências silábicas?
✔️ selecionar alvos terapêuticos com funcionalidade e complexidade adequadas?
✔️ aplicar princípios de aprendizagem motora na intervenção?
✔️ orientar família e cuidadores sem transformar casa em consultório?

👉 Clique em Saiba Mais e fortaleça sua segurança clínica na avaliação e intervenção da Apraxia de Fala e dos Transtornos Motores de Fala na Infância.

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Endereço

Rua Dos Timbiras, 1492
Belo Horizonte, MG

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