Aprender é um privilégio de todos nós quando há confiança, repetição, recompensa e paciência. Você cultiva esses ingredientes na sua sala de aula? Conta nos comentários!
Neurociência na Escola
Divulgação de conhecimentos científicos em Neurociências que sejam relevantes para a educação
Metodologias Ativas são boas estratégias pedagógicas, mas será que funcionam sempre?
O fato é que nem sempre. Na verdade, elas não garantem que os alunos avancem para além da aprendizagem superficial do conteúdo, a acabem decorando ao invés de entender.
A boa notícia é que existem ferramentas psicopedagogicas que ajudam os alunos a atingirem uma aprendizagem mais profunda quando você utiliza metodologias ativas na sala de aula.
A doutoranda Mayumi Sallum, da UFMG, está desenvolvendo um projeto de criação de duas dessas ferramentas: o TAEP e o Guia de Correção. Desde fevereiro de 2026 ela está apresentando a sua tese na Formação Continuada de Professores Neurociência na Escola e, nas aulas 191 e 192 ela apresenta essas ferramentas.
Assista ao vídeo saiba um pouco sobre elas. Aproveite e conheça um pouco também sobre a Formação Continuada de Professores Neurociência na Escola.
Funes lembrava de tudo — cada detalhe, cada cor, cada dobra do mundo. E justamente por isso, “suspeito, contudo, que não era muito capaz de pensar”, escreve Borges.
E isso não é só a história de um personagem bde ficção. Alexander Luria, um dos grandes da neuropsicologia do século XX, descreveu um caso real que ecoa Borges. Ele narra o desespero de um paciente para que, de alguma forma pudesse esquecer um pouco (Luria, O homem com um mundo despedaçado, 1968).
Memória demais, sem filtro, pode paralisar o pensamento. Sem “esquecer diferenças”, não há generalização.
Uma boa analogia é a jardinagem:
Fortalecer sinapses é adubar o que importa.
Desconectar é podar o excesso para a luz chegar ao essencial.
Sem poda, o jardim vira mato.
Sem esquecimento, a mente não abstrai.
O que acontece no cérebro?
Plasticidade sináptica: algumas conexões se fortalecem (LTP), outras se enfraquecem (LTD) e muitas são podadas ao longo da vida.
Função do esquecimento?
Reduzir ruído, economizar energia e permitir generalizar — sair do “mundo abarrotado de detalhes” para conceitos que servem além do exemplo.
Quer saber mais sobre o funcionamento do cérebro do seu aluno? Venha conhecer Neurociência na Escola, 🔗 na bio
10/02/2026
Pensa na emoção do aluno que vê um post da professora dele chorando de tristeza com a volta à sala de aula 😢
Que emoções esse retorno provoca em você, profe?
Conte-me nos comentários!
SEU ALUNO TEM UM CÉREBRO!
MAS VOCÊ SABE COMO ELE FUNCIONA?
Boa parte dos professores passa anos ensinando sem conhecer o órgão responsável pelo aprendizado: o cérebro.
POR QUE ISSO IMPORTA?
Porque quando você entende COMO o cérebro do seu aluno aprende, você:
🎯 Escolhe estratégias mais eficazes
🎯 Reduz frustrações (suas e dos alunos)
🎯 Baseia suas decisões em ciência, não em achismos
🎯 Promove uma educação verdadeiramente inclusiva.
Conheça a Neurociência na Escola - a formação de professores baseada em evidências científicas sobre o funcionamento do cérebro.
Aqui você vai aprender:
🧠 Como memória, atenção e emoções impactam o aprendizado
🧠 Estratégias pedagógicas validadas pela neurociência
🧠 Como aplicar tudo isso no dia a dia da sua sala de aula
Da teoria à prática. Da neurociência para a sua sala de aula.
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Agora comente:
Você sabia que aprender
é também desconectar neurônios?
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Referência citada no vídeo:
Sallum, M. T., Gomes, C. M. A., & Assis, I. S. D. A. (2025). Aplicação do guia de correção do teste abordagem-em-processo versão 2 no European Journal of Education Studies, 12(4). https://doi.org/10.46827/ejes.v12i4.6008
Não existem perguntas bobas mas existem respostas cr3tinas.
03/02/2026
Já parou para pensar que, por mais queridinhas que sejam, as metodologias ativas não são varinha mágica? Muitos acreditam que elas ampliam o engajamento, mas não há evidências disso e nem de que garantam, por si só, uma aprendizagem profunda. O que faz a diferença é a forma como construímos intencionalmente a aula, com foco nos conceitos e nas relações que os alunos precisam, de fato, compreender.
Por isso, o tema de fevereiro das aulas de Neurociência na Escola será "Intervenção pedagógica para uma abordagem profunda da aprendizagem". Gostou?
Nas duas próximas aulas, vamos sair do “fazer por fazer” e mergulhar em uma sequência de conteúdos e reflexões que possibilitam uma intervenção pedagógica direta nos processos de aprendizagem por meio do "Teste de Abordagem em Processo – Versão 2 (TAP-2)" e seu "Guia de Correção".
Ao contrário do foco apenas na “atividade do aluno”, vamos delimitar as propriedades fundamentais dos conceitos-chave e explicitar as relações conceituais essenciais de cada conteúdo.
Você vai ver como desenhar aulas que promovem comportamentos de abordagem profunda, conectando objetivos, tarefas, feedback e avaliação. E, junto com tudo isso, também vamos fortalecer a reflexão docente sobre a estratégia pedagógica: o que priorizar, por quê, e como evidenciar progresso real de compreensão.
Vamos nos concentrar na pergunta fundamental que devemos manter como guia do nosso fazer pedagógico: “O que, especificamente, meus alunos devem ser capazes de distinguir, relacionar e justificar ao final da aula?”
Quando?
Sábado, 07/02/2026 — 08:30 às 10:30
Sábado, 28/02/2026 — 08:30 às 10:30
Não vai perder, né! Coloca na agenda e venha participar ao vivo.
Aproveite a presença da professora convidada Mayumi Sallum, doutoranda e Mestra em Neurociências pela UFMG na linha de pesquisa Neurociências e Educação. Ela desenvolve a Tese sobre os efeitos causais de uma metodologia baseada no Teste Abordagem-em-Processo e seu Guia de correção na aprendizagem profunda e aquisição de conhecimento.
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21/01/2026
REINÍCIO DAS AULAS: UMA REFLEXÃO NECESSÁRIA
Profe, com o retorno às aulas se aproximando, convido você a refletir sobre uma crença que permeia a prática pedagógica com grande impacto na vida dos estudantes: o mito da força de vontade.
Baseado no livro 'Determinados' de Robert Sapolsky, este carrossel questiona: será que atribuímos comportamentos inadequados à falta de força de vontade quando deveríamos buscar compreender os múltiplos fatores envolvidos?
A neurociência nos mostra que o comportamento humano é resultado de uma complexa interação entre biologia, ambiente e história pessoal. Quando um aluno apresenta dificuldades ou comportamentos inadequados, talvez a pergunta não seja "por que ele não colabora?" mas sim "o que ele precisa?"
Quando compreendemos como o cérebro funciona — seus limites, suas vulnerabilidades, seus mecanismos de defesa — mudamos fundamentalmente nossa relação com os comportamentos inadequados dos alunos.
Para este ano letivo que se inicia, convido a um desafio:
👉 substituir o julgamento pela curiosidade
👉trocar a culpa pela compreensão
👉 ver além do comportamento e enxergar a pessoa
Que tal começarmos este ano letivo com uma nova perspectiva?
Compartilhe suas reflexões nos comentários! 👇
15/12/2025
Desde cedo está me observando fazer a mala rs Dessa vez ela vai! 😍🐶✈️
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