Produção do Espaço Urbano no Brasil

Produção do Espaço Urbano no Brasil

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Grupo de ensino, extensão e pesquisa Produção do Espaço Urbano nos brasis Grupo de ensino, extensão e pesquisa ligado ao CNPq.

Têm origem no departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC Minas. É ligado à Pró-reitoria de Extensão. Atua na articulação entre ensino,pesquisa e extensão

13/06/2026

🌱 Cultivar o espaço, fortalecer os vínculos.
No último dia 11 de junho, a ASMARE recebeu uma oficina de produção e plantio de mudas que reuniu saberes, cuidados e trabalho coletivo. A atividade foi realizada no âmbito do projeto de extensão PROSA – Salvaguardas da Vida Cotidiana, com o apoio do CISAL (projeto de extensão do curso de Ciências Biológicas da PUC Minas), da Corporação de Arquitetura e Urbanismo (COAU) e do curso de Geografia, contando ainda com a participação da equipe do grupo de ensino, pesquisa e extensão PEU nos Brasis.
Nosso agradecimento especial ao presidente da ASMARE, o Adão, que mais uma vez acolheu e fortaleceu esta iniciativa. A oficina aconteceu junto às jardineiras cuidadas com dedicação por Dona Geralda, onde florescem plantas ornamentais e medicinais que embelezam e dão vida ao espaço. Mais do que um jardim, este local integra um importante ponto de água historicamente utilizado pelos catadores e está conectado ao refeitório da cozinha solidária do MST, constituindo um espaço de encontro, cuidado e reprodução da vida cotidiana.
Entre mudas, conversas e trocas de conhecimento, a atividade reafirmou a importância da construção coletiva de ambientes mais saudáveis, acolhedores e ambientalmente qualificados, valorizando os saberes de quem produz e sustenta a cidade todos os dias.
🌿✨ Cuidar das plantas é também cuidar das pessoas, da memória e dos territórios.
JustiçaAmbiental Catadores PUCMinas CISAL COAU Geografia ProduçãoDoEspaço SalvaguardasDaVidaCotidiana MST CuidadoColetivo

05/06/2026

O trabalho de campo da disciplina História IV, turma manhã, levou a turma a Mocambeiro, com visita ao Parque Cerca Grande, também conhecido como Rochedo dos Índios — denominação dada em razão da expressiva presença de pinturas rupestres na região.
Além de conhecer esse importante patrimônio arqueológico, as estudantes dialogaram com moradores de Mocambeiro sobre as memórias da escravidão e as formas de resistência construídas pela comunidade. Vale lembrar que, aos pés do monumento natural Cerca Grande, Lund e Brandt encontraram um mocambo formado por negros que haviam fugido das fazendas do complexo da Jaguara. Esse espaço de refúgio e resistência foi resultado da luta contra a exploração escravista e da busca pela liberdade.
As narrativas compartilhadas pela comunidade serão aprofundadas na atividade extensionista da disciplina, que abordará a arquitetura colonial e imperial e, sobretudo, o legado dos povos negros escravizados para a formação e a resistência de Mocambeiro, remanescente de quilombo. Os últimos exemplares das casas de barro, os espaços de sociabilidade e as tradições do congado, do candombe e das folias de reis seguem preservando a memória, a identidade e a força histórica da comunidade.

05/06/2026

A turma da tarde da disciplina História IV realizou uma atividade extensionista dedicada ao reconhecimento dos lugares afroameríndios no centro de Belo Horizonte. O percurso permitiu refletir sobre memórias, identidades, resistências e formas de ocupação da cidade por populações indígenas e negras, muitas vezes invisibilizadas nas narrativas oficiais.
O roteiro passou pela Praça da Liberdade, com a lenda da Maria Papuda; pela Academia Mineira de Letras, destacando as trajetórias de Conceição Evaristo e Ailton Krenak; pelo Largo do Rosário e pela Praça Afonso Arinos, espaços marcados pela presença histórica da população negra; pela Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem, construída com o trabalho de mãos quilombolas; e pelo Parque Municipal, onde discutimos a nascente do Acaba Mundo e as contribuições de Maria Carolina de Jesus e Conceição Evaristo para a literatura brasileira.
A caminhada seguiu pelas carrancas do Edifício Acaiaca, inspiradas na arte marajoara, pelo Samba das Meninas, no Sulacap, pelo Baixio do Viaduto Santa Tereza, palco do Duelo de MCs, pelo Centro de Referência da Juventude (CRJ) e pela Rua Sapucaí, importante espaço de arte urbana, originalmente expressa pela juventude negra e periférica da cidade.
Como resultado da atividade extensionista, as estudantes irão elaborar um guia dos lugares afroameríndios do centro de Belo Horizonte, contribuindo para a valorização de patrimônios, memórias e experiências que ajudam a compreender a cidade a partir das trajetórias de resistência, criação cultural e luta por direitos de populações historicamente marginalizadas.

26/05/2026

Cartografar é também reconhecer memórias e saberes negros que constroem territórios todos os dias. ✊🏾🗺️

26/05/2026

Agradecemos a Daniel Menezes pela aula aberta e pelas reflexões sobre quilombos, memória e representatividade no espaço urbano. ✊🏾✨

16/05/2026

Grupo PEU nos brasis recebe Daniel Menezes na PROGRAMAÇÃO do 18 SIAU PUC MINAS.

A aula aberta trata-se de uma "retrospectiva histórica do quilombos no Brasil", tema de seu doutorado.

Inscrições na bio.

DIA 20/05 - 10:30-12:00

LOCAL:
AUL - Sala 102 - Bloco 3.
Daniel Menezes é arquiteto, mestre e doutorando em arquitetura (NPGAU/UFMG). Professor Substituto do Departamento de Projetos da EA/UFMG. Sendo membro do coletivo Quilombo Reconhece Quilombo desenvolve trabalhos diversos de assessoria e consultoria para povos e comunidades tradicionais no campo do patrimônio cultural, imaterial e políticas públicas, além de realizar pesquisas que abordam as memórias (i)materiais da cidade. É membro da Associação Arquitetas Sem Fronteiras - ASF Brasil. A aula aberta trata-se de uma "retrospectiva histórica do quilombos no Brasil", tema de seu doutorado. A iniciativa está vinculada à atividade extensionista da disciplina de História IV e é uma promoção do projeto de extensão PROSA (Departamento de AU) e projeto de extensão Regularização Fundiária Plena e Urbanização Sustentável (Convênio PUC Minas - UEMG).

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