A Companhia Circo Tá No Ar desde 2010 alimenta sonhos e imaginações. Sonhos esses que podem ser realizados. Assistir a uma Cia de Circo é se deparar com artistas comprometidos com a alegria, com a versatilidade e com a multiplicidade das formas de se estar No Ar. É provar que a fantasia das crianças é possível quando o que está em jogo é a tradição universal do circo, aliada a todos os elementos contemporâneos daquilo que escolhemos chamar de “circo”. Do Palhaço Tortel Poltrona, com seu nariz vermelho, ao homem que lança facções num sinal de trânsito, que distribuem a magia do novo, de um circo renovado. Malabarismos, acrobacias, palhaçarias são apenas algumas das infinitas possibilidades que esses circenses da Tá No Ar oferecem de suas andanças, e “mambembanças” pelo mundo a fora. Os artistas oriundos de diversas companhias, principalmente do Circo de Todo Mundo, Belo Horizonte, já passaram pelas principais escolas de circo do Brasil, com representante até na China, Itália, França e Colômbia. A Cia Tá No Ar tem os sinais abertos a todos os circos (im)possíveis; à todas os movimentos (in)visíveis capazes de trazer múltiplas sensações ao espectador. Foi o neurocientista Oliver Sacks, no filme Janela da alma, que inspirou a existência do invisível, quando ele mostra a força de um campo magnético entre dois ímãs. O que os olhos humanos não podem ver, não significa que o coração, ou os outros sentidos não possam viver.