Escola Bíblica.

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21/09/2026

Segunda-feira, 21 de setembro
Ano Bíblico: RPSP: SL 45
O amor de Deus
“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vocês” (2Co 13:13). Com esse verso, Paulo encerrou a carta. Note a ordem em que ele mencionou as três Pessoas da Trindade: Filho, Pai e Espírito Santo. É pela atuação conjunta dos três que compreendemos melhor quem Deus é e o que Ele faz por nós.

2. O que João 3:16, 17; Romanos 8:37-39; e 1 João 4:8-11 ensinam sobre o amor de Deus?

João afirma: “Deus é amor” (1Jo 4:8). Amor é um atributo essencial do caráter divino. O apóstolo destaca que conhecemos esse amor porque Deus deu Seu Filho unigênito para morrer por nós (Jo 3:16). Ele enviou Jesus em missão de resgate (Jo 3:17), como parte do plano da salvação (At 3:20, 21; 1Jo 4:10, 14). Nos evangelhos, Jesus Se referiu várias vezes ao Pai como Aquele que O enviara (Mt 10:40; Mc 9:37).

Em uma declaração notável, Paulo escreveu: “Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando ainda éramos pecadores” (Rm 5:8). Vislumbramos esse amor em relacionamentos como o de marido e mulher, entre pais e filhos, em amizades sinceras e assim por diante. Também podemos ver o amor de Deus na natureza. A esse respeito, Ellen White diz: “‘Deus é amor’ está escrito em cada botão de flor que se abre e em cada folha que cresce no campo. Os belos pássaros, que alegram o ar com seus alegres cantos, as flores, perfeitas e delicadamente coloridas, que perfumam o ar, as árvores frondosas da floresta, com sua exuberante e viçosa folhagem – tudo dá testemunho do cuidado paternal do nosso Deus e do desejo que Ele tem de tornar Seus filhos felizes” (Caminho a Cristo [CPB, 2024], p. 7).

Nada, porém, é mais convincente do que Deus ter dado Jesus como sacrifício pelos nossos pecados. Ao entendermos que Deus nos amou a ponto de enviar Jesus para entregar Sua vida por nós, nossa resposta é a disposição de “dar a nossa vida pelos irmãos” (1Jo 3:16).

Paulo desejava que os coríntios vivessem em unidade. Mas, sem amor, não há unidade. Por isso, ensinou que “o amor edifica” (1Co 8:1) e que, sem amor, tudo se torna vão e inútil (1Co 13:1-3). Assim, tudo o que fazemos deve ser feito em amor (1Co 16:14) – um amor que é uma extensão do amor de Deus.

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Se Jesus não fosse plena e eternamente Deus, o que faltaria ao evangelho?

20/09/2026

Domingo, 20 de setembro
Ano Bíblico: RPSP: SL 44
A graça de Jesus
É inspirador perceber que no fim de 2 Coríntios Paulo voltou a mencionar a graça de Cristo, assim como fizera na abertura (2Co 1:2; 13:13). Ele abriu e fechou a carta com esse tema. Vimos no início deste trimestre que Paulo não conseguia parar de pensar em Jesus e falar sobre Ele.

“Pois vocês conhecem a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por amor de vocês, para que, por meio da pobreza Dele, vocês se tornassem ricos” (2Co 8:9). Quão admirável e irresistível é a graça de Jesus! Ele deixou as riquezas de Sua existência eterna no Céu para Se fazer pobre. Andou pelas estradas empoeiradas da antiga Galileia. “Ele Se humilhou, tornando-Se obediente até a morte, e morte de cruz” (Fp 2:8). Fez isso para que nos tornássemos “ricos”, isto é, para que tivéssemos a oportunidade de estar com Ele no Céu. Para nós, que só conhecemos um mundo de pecado, morte e sofrimento, é difícil compreender o que significou para Jesus deixar as cortes celestiais e vir até aqui a fim de oferecer Sua vida em nosso lugar.

1. Leia Romanos 16:20; Gálatas 6:18; Filipenses 4:23; e 1 Tessalonicenses 5:28. Que ensino essencial aparece nessas passagens?

Paulo mencionava com frequência a graça de Jesus em suas cartas. Entre suas declarações mais marcantes estão: “A graça de Deus [...] transbordou ainda mais para muitos” (Rm 5:15, NVI); “os que recebem a abundância da graça [...] reinarão em vida por meio de [...] Jesus Cristo” (Rm 5:17). Assim como em 2 Coríntios, Paulo também iniciou e encerrou outras cartas mencionando a graça de Jesus (Rm 1:7; 16:20; 1Co 1:3; 16:23; Gl 1:3; 6:18; Fp 1:2; 4:23). Esse assunto ocupava seu pensamento, e ele desejava que ocupasse também a mente dos coríntios.

Esse era seu desejo para todas as igrejas. Observe o que escreveu aos efésios: “A graça esteja com todos os que amam sinceramente o nosso Senhor Jesus Cristo” (Ef 6:24). Será que Paulo desejaria que amássemos a Jesus menos do que isso? Certamente não. Afinal, sua oração era para que a graça de Cristo alcançasse “um número cada vez maior de pessoas” (2Co 4:15, NVI) e fosse suficiente para elas, assim como fora para ele (2Co 12:9).

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Pense na graça de Deus para com você. O que você merece, considerando o que já disse e fez? E o que a graça de Deus lhe oferece em vez disso?

19/09/2026

Sábado à tarde
Ano Bíblico: RPSP: SL 43
Verso para memorizar: “A graça do Senhor jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vocês” (2Co 13:13).
Leituras da semana: 2Co 8:9; 13:11; Rm 16:20; 1jo 4:8-11; Fp 2:1, 2; Gl 4:4-6
Paulo encerrou 2 Coríntios reafirmando conceitos essenciais abordados ao longo de suas cartas. Ele o fez por meio de cinco imperativos (2Co 13:11). O primeiro imperativo, “alegrem-se” (NVT), retoma ênfases presentes anteriormente nas cartas. O segundo, “cresçam até alcançar a maturidade” (NVT), traduz uma única palavra em grego (katartizo), que ocorre nesse texto e em 1 Coríntios 1:10. O terceiro, “encorajem-se mutuamente” (NVT), retoma 2 Coríntios 1:3 a 7. Paulo abriu e fechou a segunda carta com encorajamento: recebemos o encorajamento de Deus para encorajar outros (2Co 1:4, 6, NVT).

O quarto e o quinto imperativos, “tenham o mesmo modo de pensar” e “vivam em paz” (2Co 13:11), são um chamado à unidade. Esse ambiente de alegria, restauração, encorajamento, unidade e paz é a condição para ter a presença do “Deus de amor e de paz” (2Co 13:11). Ele é fruto da obra do Deus triúno no coração humano (2Co 13:13).

Graça, amor e comunhão decorrem da atuação do Deus triúno em nosso favor. Essas três qualidades cristãs promovem uma atmosfera caracterizada pela presença de Deus.

Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎 Jamico Jaime, Maria SilvaDeixe um comentário para dar a eles as boa...
18/09/2026

Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎 Jamico Jaime, Maria Silva

Deixe um comentário para dar a eles as boas-vindas à nossa comunidade,

18/09/2026

Sexta-feira, 18 de setembro
Ano Bíblico: RPSP: SL 42
Estudo adicional
Leia, de Ellen G. White, “The Laodicean Church”, The Advent Review and Sabbath Herald, 30 de setembro de 1873.

“O Senhor está guardando Seu povo contra a repetição dos erros e equívocos do passado. Sempre houve falsos mestres que, defendendo doutrinas errôneas e práticas ímpias e, de maneira aparentemente convincente, velada e enganosa, atuando com base em falsos princípios, têm procurado enganar, se possível, até os próprios eleitos” (Ellen G. White, The Advent Review and Sabbath Herald, 7 de janeiro de 1904).

“O Senhor deseja que nossas opiniões sejam testadas, que percebamos a necessidade de examinar detalhadamente os oráculos vivos para ver se estamos ou não andando de acordo com nossa fé. Muitos que professam crer na verdade têm se acomodado, dizendo: ‘Sou rico, estou bem de vida e não preciso de nada’” (Ap 3:17; Ellen G. White, Conselhos aos Escritores [CPB, 2024], p. 22, 23).

“As pessoas nutrem erros, embora a verdade esteja claramente assinalada. Se, porém, trouxessem suas próprias doutrinas à luz da Palavra de Deus e não lessem a Palavra de Deus à luz de suas doutrinas, para provar que suas ideias estão certas, não andariam em escuridão e cegueira nem alimentariam o erro. Muitos conferem às palavras da Bíblia um significado adaptado a suas opiniões, enganando a si mesmos e iludindo outros com suas falsas interpretações da Palavra de Deus. Devemos estudar a Palavra de Deus com coração humilde. Todo egoísmo e todo amor pela originalidade devem ser afastados. Opiniões aceitas por muito tempo não devem ser consideradas infalíveis” (Conselhos aos Escritores, p. 23).

Perguntas para consideração

1. Qual era a estratégia de Paulo para enfrentar “batalhas” espirituais em defesa da verdade de Deus (2Co 10:1-6), e como aplicá-la à nossa vida?

2. Por que Paulo considerou necessário fazer uma lista e “gloriar-se” de tantos sofrimentos (2Co 11:16-33)?

3. Por que é importante que os membros da igreja se examinem para ver se realmente estão na fé (2Co 13:5)? Que diferença isso faz?

Respostas às perguntas da semana: 1. Expressões como “não me obriguem a ser ousado”, “prontos para punir qualquer desobediência” e “nossa autoridade, a qual o Senhor nos conferiu” revelam a coragem de Paulo. 2. A competitividade desvia o foco da glória de Deus para a autopromoção, enfraquecendo a edificação da igreja e a expansão do evangelho. 3. Paulo os descreve como enganadores que distorciam o evangelho e se disfarçavam de servos da justiça. 4. O apostolado de Paulo é comprovado pelo sofrimento e pela fidelidade, e não por aparência ou status. 5. A igreja era afetada por contendas, invejas, iras, divisões, arrogância, imoralidade sexual e falta de arrependimento.

17/09/2026
17/09/2026

Quinta-feira, 17 de setembro
Ano Bíblico: RPSP: SL 41
Apelo aos impenitentes
Em 2 Coríntios 12:14 a 13:10, Paulo informou a igreja sobre sua terceira visita (2Co 12:14; 13:1). Tendo demonstrado que não era inferior aos falsos apóstolos, ele se mostrou confiante para voltar a Corinto e trabalhar pela restauração dos membros que permaneciam no erro. De fato, esse era um dos propósitos principais de sua viagem. Tudo o que Paulo fazia e dizia tinha em vista a edificação da igreja (2Co 12:19).

5. Quais pecados comprometiam a condição espiritual da igreja de Corinto? 2Co 12:20, 21

A lista de pecados em 2 Coríntios 12:20 e 21 se assemelha a outras presentes nas cartas de Paulo (Rm 1:29-31; Gl 5:19-21). Os dois primeiros itens já aparecem em 1 Coríntios 3:3, onde o apóstolo mencionou “ciúmes” e “brigas” entre os membros. Paulo temia que, quando chegasse à terceira visita, a situação não fosse muito diferente: “Tenho receio de que, indo até aí, eu não os encontre na forma em que gostaria de encontrá-los.” Em contrapartida, disse: “Também vocês me achem diferente do que esperavam” (2Co 12:20). Ou seja, em vez de tratá-los “pela mansidão e bondade de Cristo” (2Co 10:1), ele estaria “pronto para punir qualquer desobediência” (2Co 10:6).

A principal preocupação de Paulo era que alguns envolvidos em “impureza”, “imoralidade sexual” e “libertinagem” não tivessem se arrependido (2Co 12:21). Pecados assim produzem divisões na igreja.

Em seguida, Paulo destacou o papel da disciplina eclesiástica na restauração dos que estavam em pecado (2Co 13:1-4). Fraqueza não é desculpa para uma vida pecaminosa: existe poder disponível para quem deseja viver vitoriosamente (2Co 13:4). O fato de alguns coríntios praticarem imoralidade sexual demonstrava que o poder de Deus não era uma realidade em suas vidas. O objetivo de Paulo era que se arrependessem e conhecessem o poder que conduz à obediência. Discipliná-los era o último recurso. Ele escreveu: “Estamos orando a Deus para que vocês não façam mal algum [...], mas que vocês façam o bem [...]; e a nossa oração é esta: que vocês sejam aperfeiçoa-dos” (2Co 13:7-9). Que linda oração! Por isso, Paulo os exortou a examinarem a si mesmos para ver se estavam na fé.

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Leia 2 Coríntios 13:5. O que significa “estar na fé”? Como saber se você está na fé?

14/09/2026
14/09/2026

Segunda-feira, 14 de setembro
Ano Bíblico: RPSP: SL 38
Gloriar-se no Senhor
Ontem, vimos que Paulo e seus cooperadores exerciam o ministério como uma batalha espiritual, usando as armas de Deus. Hoje, veremos que os falsos mestres seguiam critérios humanos e acabavam se vangloriando de forma indevida. Entretanto, Paulo gloriava-se somente em Deus, como escreveu: “Aquele, porém, que se gloria, glorie-se no Senhor” (2Co 10:17).

2. Leia 2 Coríntios 10:13-17. Como um ambiente de competitividade pode prejudicar a pregação do evangelho?

A maneira como Paulo fala em “gloriar-se” intriga estudiosos há séculos. No mundo antigo, o autoelogio era comum, e havia regras sociais para que isso não ofendesse o público. Paulo conhecia essas regras e as seguiu. Além disso, deixou claro que o modo como se gloriava era diferente do que os falsos mestres faziam: ele se gloriava no Senhor (2Co 10:17). Trata-se de uma citação do Antigo Testamento: “Mas aquele que se gloria, glorie-se nisto: em Me conhecer e saber que Eu sou o Senhor e faço misericórdia, juízo e justiça na Terra; porque destas coisas Me agrado, diz o Senhor” (Jr 9:24). Ao citar Jeremias, Paulo mostrou que o foco é Cristo – Seu amor, Sua justiça e Sua retidão.

Em outras palavras, o “gloriar-se” de Paulo destaca o que Deus realizou em Cristo. Assim, seu gloriar-se é bíblico e, portanto, não ofensivo. Já seus opositores criavam um clima de competição ao se compararem uns com os outros – o que é insensatez (2Co 10:12).

Em 2 Coríntios 10:14 a 16, Paulo indicou que a pregação do evangelho era o principal foco de seu ministério, tanto em Corinto quanto em outros lugares. Seu amor por Jesus o levava a falar constantemente das boas-novas da salvação, que se encontram na morte e ressurreição de Cristo.

Ao contrário dos falsos mestres de Corinto, que se recomendavam a si mesmos, Paulo havia sido aprovado por Deus (2Co 10:12, 18). Ele fora “chamado pela vontade de Deus para ser apóstolo de Cristo Jesus” (1Co 1:1) e foi fiel a esse chamado até o fim (2Tm 4:7).

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Releia 2 Coríntios 10:12-18. Como líderes e membros da igreja podem evitar um clima de competição? Por que é tão fácil se envolver em questões que realmente não importam?

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