Instituto Thomas Sowell

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Críticas Sociais 🗞️
Divulgação das ideias do Mestre Thomas Sowell 📚

08/01/2024

Vídeo novo no canal. No vídeo eu comento as responsabilidades sobre a morte do bravo Sargento Dia, Polícia Militar de Minas Gerais. Rodrigo Pacheco, a Juíza do caso e Lula, TODOS têm culpa. Link do vídeo no storie

29/09/2023

Barroso é o novo Presidente do STF, e temos vídeo novo no canal.

Link do vídeo na Bio

25/09/2023

O vídeo de hoje é uma análise jurídica completa sobre o voto da Ministra Rosa Weber para descriminalizar o ab**to.

Link do vídeo nos atores e na bio!

**to **to

31/08/2023
28/08/2023

ABSURDO PROGRAMADO

Certa feita eu vi na internet, para ser mais preciso, no YouTube, uma entrevista com o José Padilha, cineasta brasileiro diretor dos filmes Tropa de Elite 1 e 2, e do último filme do Robocop. Foi-lhe perguntado o motivo de não haver um Tropa de Elite 3 ou se ele tinha interesse em fazê-lo. Ele deu sua explicação e expôs os motivos. Conversa vai, conversa vem, Padilha falou uma coisa muito interessante que nunca mais saiu da minha cabeça: o Brasil se acostumou com o absurdo.
Ele dá um exemplo de “latrocínio”. No Rio de Janeiro, na época da entrevista, um rapaz foi assassinado enquanto andava de bicicleta. Um bandido o abordou, roubou sua bicicleta, desferiu-lhe facadas e foi embora. Um claro caso de latrocínio e mais um absurdo o qual para roubar sua bicicleta o sujeito tem que esfaqueá-lo. Padilha disse que se uma coisa dessa acontecesse em Nova Iorque seria um rebuliço, quarteirões seriam fechados, o Central Park interditado e uma caçada ao bandido iniciar-se-ia, além disso, haveria uma comoção dos próprios cidadãos da cidade, tamanho o absurdo que fora cometido.
No Brasil isso não aconteceu e nem acontecerá pois, como Padilha muito bem disse, o brasileiro perdeu a noção do absurdo. Nos incomodamos com a alta taxa de criminalidade do Brasil, porém, nos acostumamos com ela. É absurdamente normal vermos todos os dias manchetes dos jornais e revistas, chamadas de telejornais e posts nas redes sociais sobre mais um roubo de celular no centro de uma grande cidade, mais um latrocínio na madrugada, mais um estupro de uma jovem... é normal.
O brasileiro se acostumou com um certo comportamento bestializado dos seus compatriotas. A falta de educação no dia-a-dia é a regra, não exceção. Seja no transporte público, seja na fila da padaria, não importa, o comportamento animalesco estará lá. Já tivemos uma taxa de homicídios de 60 mil pessoas por ano e esse foi ap***s mais um dado, as pessoas mortas foram p***s estatística. Sem contar nos demais crimes como roubo, furto, estupro, estelionato, etc. Como já falei anteriormente, o brasileiro tanto se acostumou com a criminalidade que, quando é vítima de um crime, a reação da outra pessoa é culpá-la, haja vista que vários subterfúgios foram criados para “driblar” os criminosos.
Porém, todo esse absurdo é programado, existe no Brasil uma campanha de dessensibilização do povo, para que o caos social seja instaurado e uma espécie de domínio possa ser exercido.
Uma das coisas que mais irritam quem não é de esquerda é a parafilia, a tara, o fetiche, a compulsão que a esquerda tem pelos bandidos. Não é incomum, (muito pelo contrário) vermos esquerdistas todos os dias defendendo algum bandido por aí, seja na imprensa, seja na internet ou no dia-a-dia nas relações entre as pessoas, todos os dias vemos esquerdistas defendo os malditos bandidos.
Para dar dois exemplos claros podemos citar operações policiais na favela do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, e na cidade do Guarujá, no estado de São Paulo. Na operação ocorrida no Jacarezinho, a Polícia do Rio matou aproximadamente 26 bandidos e, infelizmente, um policial morreu. A imprensa histérica foi logo taxando a operação como chacina, foi logo culpando os policiais pelos efeitos da operação, ou seja, a morte de 26 bandidos. Esquerdistas, tanto políticos quanto eleitores, ficaram em polvorosa pela morte dos seus, porém, pouquíssimos foram os que se preocuparam com o policial morto e sua família.
Em São Paulo não foi diferente. Uma operação mandou alguns vagabundos para a vala. A narrativa da esquerda e de sua mídia comprada foi a mesma: a polícia cometeu uma chacina. O Secretário de Segurança Pública de São Paulo, o Capitão Derrite, explicitou uma situação em que uma policial feminina tomou vários tiros de fuzil nas costas. Tal situação não comoveu a imprensa, o movimento feminista e a esquerda em geral. O próprio Bolsonaro surgiu como fenômeno político e eleitoral por causa de uma esquerdista, Maria do Rosário, defender um estuprador em plena Câmara dos Deputados.
Com o passar do tempo vemos todos os dias e a todo momento situações cada vez mais escandalizadoras na televisão e demais mídias. A estética clássica das grandes cidades está cada vez mais destruída, o cidadão não mais conhece a história da sua cidade ap***s vendo a riqueza arquitetônica dela. A violência, a lascívia, a lacração, a desconstrução de símbolos consolidados é um movimento programado para a acabar com toda a civilização ocidental, pois sem seus princípios sólidos e símbolos consolidados não mais terá em que se apegar.
Toda a pauta “woke” importada da esquerda identitária americana caiu como uma luva na mão da esquerda brasileira que não mais sabia o que fazer depois de tantos escândalos de corrupção. A destruição do homem e sua masculinidade, a destruição da mulher e sua feminilidade, a desconstrução da inocência da criança, o culto ao paganismo e ao satanismo na cultura POP é uma campanha massiva de dessensibilização do povo, para que ele, cada vez mais acostumado com o absurdo, deixe de considerar o absurdo um absurdo.
O importante é ser feliz; o importante é sentir-se bem e o importante é estar bem, são jargões usados atualmente para justificar todo e qualquer absurdo ou desvio moral de uma pessoa, afinal, tudo que importa é a felicidade e o estado momentâneo das coisas. Nós brasileiros estamos cada vez menos sensíveis aos absurdos do mundo e do nosso país, a criminalidade violenta tornou-se comum, a corrupção faz parte do DNA da nação, a censura está aí no meio de nós. Dessa forma, a cada dia que passa somos vistos como cordeiros pelo lobo do globalismo, que está pronto para nos abater.

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