16/07/2022
A importância da autoestima
Muitos fatores – a genética, o alimento consumido, o ambiente, a atividade física, a doença, o sono e até as estações do ano – influenciam o estado emocional. Mas, no cerne disso tudo, está como nos enxergamos. Se você tiver um nível saudável de autoestima, não só conseguirá lidar com as mudanças da vida melhor como provavelmente será mais contente, além de confiante e bem-sucedido. Talvez seja mais saudável também. Estudos mostram que a autoestima mais elevada pode, na verdade, ajudar a proteger as pessoas contra a depressão e a ansiedade; condições que podem impor maior risco de tudo, desde resfriados e vírus até osteoporose e doença cardíaca.
07/07/2022
Mente é o estado da consciência ou subconsciência que possibilita a expressão da natureza humana. É um conceito utilizado para descrever as funções superiores do cérebro humano relacionadas à cognição e ao comportamento.
05/07/2022
12 Curiosidades psicológicas surpreendentes
1. Nosso lado esquerdo do rosto é mais expressivo que o direito.
2. Nosso hemisfério cerebral direito está mais relacionado com o processamento emocional e o esquerdo com a linguagem.
3. Quando uma pessoa completa 60 anos podemos dizer que ela passou aproximadamente 20 anos dormindo.
4. A natureza produz mulheres por padrão, ou seja, automaticamente. Quando entram em jogo os hormônios masculinos é que o feto desenvolve características masculinas.
5. Existe um gene (o gene clock) que é diferente em pessoas que acordam cedo e em pessoas noturnas. Assim que, não é uma questão de mania, mas parece que temos diferentes predisposições genéticas para sermos mais ativos de noite ou pela manhã.
6. Os feromônios influenciam nossa sexualidade. São observados diferentes efeitos nos mamíferos:
– Efeito Lee Boot: consiste na diminuição ou desaparecimento ocasional do ciclo estral (o ciclo menstrual nos animais) quando as fêmeas vivem juntas.
– Efeito Whitten: os ciclos menstruais das mulheres se sincronizam devido a proximidade entre si durante um tempo prolongado. Ou seja, se você vive com alguma mulher ou passa muito tempo com alguma é provável que as suas ovulações ocorram quase simultaneamente.
– Efeito Vanderberg: a puberdade ou adolescência ocorre mais cedo quando as fêmeas vivem com machos.
7. Existe uma doença conhecida como insônia familiar fatal. É hereditária e, de repente, as pessoas acometidas pela doença não conseguem dormir. Elas morrem entre 7-24 meses depois do início do transtorno.
8. Não aprendemos enquanto estamos dormindo. Nem sequer de maneira inconsciente, ao contrário do que se acredita. O sono serve apenas para a recuperação do corpo.
9. Todos nós já sofremos alucinações em algum momento ou somos suscetíveis a isso. Por exemplo, em condições de privação sensorial (como quando vamos dirigindo por um estrada monótona, estamos no meio de um intenso silêncio e parece que escutamos uma voz). Além disso, pode acontecer que ao acordar parece que ouvimos um som que não existe (alucinações hipnopômpicas) ou que algo aconteceu justamente no momento em que adormecemos (alucinações hipnagógicas).
10. Ver rostos ou formas entre as nuvens ou fogo tem um nome: pareidolia. Esse fenômeno corresponde a tendência do ser humano a organizar as coisas que vê em estímulos que façam sentido. Na verdade, existe uma teoria que afirma que o ser humano adquiriu essa habilidade para poder distinguir rostos entre as folhas e se defender de seus predadores.
11. A demência infantil existe e está associada a transtornos mentais como a esquizofrenia infantil ou outras doenças orgânicas degenerativas. Elas começam numa idade muito precoce, se tornando uma barreira para o correto desenvolvimento dessas crianças, provavelmente uma perda irrecuperável e um duro golpe para a criança e todos a sua volta.
12. Freud não é o pai da psicologia. Freud era um psiquiatra e é o fundador da psicanálise. É o alemão Wilhem Wundt que é reconhecido como o pai da psicologia moderna.
01/07/2022
Muitos estudos chegam a conclusões impressionantes sobre a mente humana, já que até hoje não sabemos totalmente o “poder” do nosso cérebro. Pensando nisso, escolhemos 10 curiosidades sobre nossa mente.
É menos provável que você cumpra suas metas se você falar sobre: uma pesquisa realizada pelo Departamento de Psicologia da Universidade de Nova York concluiu que, caso nós digamos para os outros quais são nossos objetivos, o nosso cérebro interpreta como se já tivéssemos feito-o, perdendo a motivação. Portanto, é mais seguro fazer primeiro e depois falar da meta, e não o inverso;
Melhoramos as histórias chatas: Um grupo de cientistas do Instituto de Neurociência e Psicologia da Universidade de Glasgow concluiu que tendemos reescrever histórias monótonas para elas parecerem mais interessantes;
Por que temos uma música favorita? De acordo com os psicólogos, uma música favorita está relacionada a algo de concreto que aconteceu com o seu passado e que mexeu com seu estado emocional. Portanto, ao pensar na sua música favorita, junto com ela há algum momento feliz ou emocionante;
Seu estilo de música favorito está relacionado ao modo como você vê o mundo: psicólogos concluíram que o estilo de música que você mais gosta está relacionado a sua personalidade e a forma que você entende as coisas a sua volta;
Gastar seu dinheiro com os outros te deixa mais feliz: os psicólogos Michael Norton e Elizabeth Dunn escreveram no livro “Happy Money” que quando gastamos dinheiro com outras pessoas tendemos a ter maior sentimento de felicidade e gratidão do que quando gastamos com nós mesmos;
Investir seu dinheiro em viagem te dá mais satisfação que comprar um carro: o mesmo livro também demonstra que a felicidade não está em possuir coisas, e as pessoas tendem a ser mais felizes quando têm experiências, como uma viagem, por exemplo;
Paixão funciona como um TOC: bioquimicamente, a paixão e o transtorno obsessivo compulsivo atingem as mesmas áreas do cérebro. A conclusão foi da pesquisadora Donatella Marazziti, que ganhou um prêmio Nobel em reconhecimento;
Fobias podem ser transmitidas geneticamente: um estudo realizado na Escola Universitária de Medicina de Emory, nos Estados Unidos, concluiu que uma experiência negativa registrada no ADN pode ser transmitida de geração em geração.
Desejos das grávidas não são caprichos: esse é um transtorno psicológico causado pelas alterações hormonais que fazem com que elas queiram comer qualquer coisa;
Existe o gene da negatividade: uma pesquisa realizada pela University of British Columbia concluiu que algumas pessoas estão geneticamente predispostas à negatividade devido a variação do gene “ADRA2b”. Essas percebem os acontecimentos emocionais negativos com mais intensidade que o resto das pessoas.