Bate Papo Cultural

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13/12/2025
A organização do acampamento das tribos de Israel em torno do tabernáculo, durante a jornada pelo deserto, era em forma ...
07/06/2025

A organização do acampamento das tribos de Israel em torno do tabernáculo, durante a jornada pelo deserto, era em forma de cruz, com o tabernáculo no centro. Essa disposição tinha um significado simbólico, apontando para a presença de Deus no meio do povo e talvez para o sacrifício de Jesus Cristo como uma oferta para o pecado.

04/06/2025

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Watchman Nee (倪柝聲 pinyin: Ní Tuòshēng, 4 de novembro de 1903 - 1 de junho de 1972) foi um influente líder cristão chinês...
26/11/2024

Watchman Nee (倪柝聲 pinyin: Ní Tuòshēng, 4 de novembro de 1903 - 1 de junho de 1972) foi um influente líder cristão chinês no período anterior ao regime socialista.
Nee converteu-se ao cristianismo aos 17 anos de idade quando era aluno da Faculdade Trinity em Fu Tchow, preferindo ser evangelista a ter carreira universitária. Após a sua conversão mudou seu nome de Nee Shu-tsu para Nee To-sheng, pois havia um costume local de que sempre que acontecia um evento que mudasse uma pessoa, esta pessoa mudava de nome, no caso de Nee, foi sua conversão/salvação pela Graça de Deus, por Fé ( Efésios 2, Romanos 10:9, João 3:16, Atos 2:21, Mateus 3:11) . Depois adotou um novo nome em inglês "Watchman" (Sentinela) e um novo nome chinês "To-sheng", o qual significa "alarme de sentinela", porque ele se considerava como uma sentinela levantada para soar um alarme na noite escura.

Inicialmente reuniu-se com a Igreja Metodista, porém, compreendeu que igrejas denominacionais são um erro e não instituídas pela Bíblia. A congregação de Nee em Xangai logo cresceu, chegando a ter 3.000 membros, obrigando-o a realizar algumas mudanças – ele repartiu a igreja em 15 grupos familiares, apelidando-os de "Pequeno Rebanho". Cada grupo familiar, centrado no evangelismo, consistia de até 200 membros. Na década de 1940 havia 470 grupos afiliados à igreja em Xangai. Um dos seus cooperadores mais próximos foi Witness Lee.

16/09/2024

Frases que não estão na Bíblia (e versículos que não existem)

1. O cair é do homem o levantar é de Deus
Está frase é muito recorrente quando alguém visa justificar alguma falha, podemos encontrá-la até em canções gospel. Apesar de muito citada, a frase "o cair é do homem o levantar é de Deus" não se encontra na Bíblia. Algumas pessoas associam a frase ao versículo bíblico que se encontra em Salmos 145:14, veja:

O Senhor ampara todos os que caem e levanta todos os que estão prostrados.
- Salmos 145:14

Neste caso, o Salmo refere-se a misericórdia divina. O levantar de Deus está diretamente relacionado ao arrependimento do homem. Por isso, a ideia de que Deus levanta o caído é equivocada. Deus levanta justamente aquele que está prostrado, que reconhece a queda e pede perdão.
2. O pouco com Deus é muito, o muito sem Deus é nada
Está ditado é muito conhecido e está presente até em algumas músicas. Apesar disto, essa frase não está integralmente na Bíblia, apesar de ter algum fundamento. Encontramos alguns versículos que podem estar alinhados com a frase, como Provérbios 15:16:

É melhor ter pouco
com o temor do Senhor
do que grande riqueza com inquietação.
- Provérbios 15:16

Neste caso, o provérbio atenta ao fato de temermos a Deus. Do que adianta ter posses e estar distante do Senhor? É melhor ter pouco, mas obedecendo aos preceitos do Senhor, do que a riqueza obtida inescrupulosamente. Os fins não justificam os meios, ao contrário do que dizem.

3. Deus ajuda quem cedo madruga
Este ditado popular não está na Bíblia, mas tem fundamento. Existem alguns provérbios que se aproximam do conceito do ditado:

Observe a formiga, preguiçoso,
reflita nos caminhos dela e seja sábio! Ela não tem nem chefe,
nem supervisor, nem governante, e ainda assim armazena
as suas provisões no verão
e na época da colheita
ajunta o seu alimento.
- Provérbios 6:6-8

A preguiça nos afasta das pessoas e de Deus. Aquele que sempre está disposto, age com sabedoria e entendimento. A Palavra de Deus nos ajuda em todas as áreas, até no trabalho. Por isso, leia a Palavra e mãos a obra!
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23 frases que não estão na Bíblia (e versículos que não existem)
Equipe do Bíbliaon Equipe do Bíbliaon Criado e revisado pelos nossos editores
Existem frases conhecidas no meio cristão que são frequentemente confundidas com versículos. Porém, nem todos os ditados populares no meio evangélico têm fundamento bíblico. Veja algumas frases famosas que não estão na Bíblia.

1. O cair é do homem o levantar é de Deus
Está frase é muito recorrente quando alguém visa justificar alguma falha, podemos encontrá-la até em canções gospel. Apesar de muito citada, a frase "o cair é do homem o levantar é de Deus" não se encontra na Bíblia. Algumas pessoas associam a frase ao versículo bíblico que se encontra em Salmos 145:14, veja:

O Senhor ampara todos os que caem e levanta todos os que estão prostrados.
- Salmos 145:14

Neste caso, o Salmo refere-se a misericórdia divina. O levantar de Deus está diretamente relacionado ao arrependimento do homem. Por isso, a ideia de que Deus levanta o caído é equivocada. Deus levanta justamente aquele que está prostrado, que reconhece a queda e pede perdão.

2. O pouco com Deus é muito, o muito sem Deus é nada
Está ditado é muito conhecido e está presente até em algumas músicas. Apesar disto, essa frase não está integralmente na Bíblia, apesar de ter algum fundamento. Encontramos alguns versículos que podem estar alinhados com a frase, como Provérbios 15:16:

É melhor ter pouco
com o temor do Senhor
do que grande riqueza com inquietação.
- Provérbios 15:16

Neste caso, o provérbio atenta ao fato de temermos a Deus. Do que adianta ter posses e estar distante do Senhor? É melhor ter pouco, mas obedecendo aos preceitos do Senhor, do que a riqueza obtida inescrupulosamente. Os fins não justificam os meios, ao contrário do que dizem.

3. Deus ajuda quem cedo madruga
Este ditado popular não está na Bíblia, mas tem fundamento. Existem alguns provérbios que se aproximam do conceito do ditado:

Observe a formiga, preguiçoso,
reflita nos caminhos dela e seja sábio! Ela não tem nem chefe,
nem supervisor, nem governante, e ainda assim armazena
as suas provisões no verão
e na época da colheita
ajunta o seu alimento.
- Provérbios 6:6-8

A preguiça nos afasta das pessoas e de Deus. Aquele que sempre está disposto, age com sabedoria e entendimento. A Palavra de Deus nos ajuda em todas as áreas, até no trabalho. Por isso, leia a Palavra e mãos a obra!

Veja também: Quem trabalha Deus ajuda , 5 conselhos da Bíblia.

4. Deus escreve certo por linhas tortas
Muitas pessoas utilizam este ditado popular, mas esta frase não está na Bíblia e nem tem fundamento bíblico. Algumas pessoas utilizam o versículo de Eclesiastes 7:13 como uma referência:

Considere o que Deus fez:
Quem pode endireitar
o que ele fez torto?
- Eclesiastes 7:13)

Devemos entender o contexto do versículo. Trata-se de uma reflexão do rei Salomão, logo com suas próprias limitações. Torto não quer dizer errado, mas inclinado, dobrado. O versículo trata sobre a soberania de Deus com um exemplo simples: se Deus fez, ninguém poderá desfazer.

Deus é perfeito e tudo que Ele faz reflete a sua perfeição. Podemos não entender os planos de Deus, mas os planos dele são maiores que os nossos, algumas vezes acima da nossa compreensão.

5. Quem com ferro fere com ferro será ferido
A frase "quem com ferro fere com ferro será ferido" é popularmente conhecida e confundida com o que Jesus disse nos Evangelhos:

Disse-lhe Jesus: "Guarde a espada! Pois todos os que empunham a espada, pela espada morrerão.
- Mateus 26:52

Tanto a frase, quanto o trecho em Mateus 26:52, significa que aquele que recorre à violência em algum momento será vítima dela. Como vemos, a frase tem fundamento bíblico, mas não se encontra nas Escrituras.

Paulo ou Saulo nasceu provavelmente no ano 1 de nossa era e faleceu em 64, aos 63 anos, em Roma. Seus pais haviam emigra...
15/09/2024

Paulo ou Saulo nasceu provavelmente no ano 1 de nossa era e faleceu em 64, aos 63 anos, em Roma. Seus pais haviam emigrado da Palestina para Tarso. Judeus piedosos, evitaram matricular o filho em escolas gregas. Tão logo completou 14 anos, Paulo foi remetido a Jerusalém, onde morava sua irmã casada. Estudou na mais renomada escola rabínica da época: “aos pés de Gamaliel” (Atos 22, 3).

Seus textos demonstram sólida formação teológica. E era excelente escritor. Seu “Hino ao Amor” (1 Coríntios 13, 1-13) é dos mais belos poemas da literatura universal: Ainda que eu falasse / a língua dos homens e dos anjos, / e não tivesse amor,/ seria como o bronze que soa / ou o címbalo que tine…

Paulo encontrava-se entre os apedrejadores do jovem levita Estêvão, condenado por “blasfêmia” por haver se tornado cristão. As vestes dos executores foram depositadas “aos pés de um jovem, chamado Saulo” (Atos 7, 58).

Tornou-se inimigo dos cristãos: “Persegui de morte esta doutrina, acorrentando e encarcerando homens e mulheres” (Atos 22, 4). Tinha ele 28 anos: “Fui com o objetivo de ali prendê-los (os cristãos) e trazê-los acorrentados a Jerusalém, onde seriam castigados. Ora, estando eu a caminho e aproximando-me de Damasco, pelo meio-dia, de repente me cercou uma intensa luz do céu. Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Respondi: “Quem és, senhor?” E ele me disse: “Sou Jesus Nazareno, a quem persegues.” (Atos 22, 5-10).

Em Damasco, ao pregar nas sinagogas, despertou-lhe a vocação apostólica. Pouco depois retirou-se ao deserto, talvez para se preparar, espiritual e teologicamente, em alguma comunidade judaica-cristã. Ali permaneceu 13 anos! Nada se sabe sobre esse período da vida dele.

Aos 41 anos, Paulo dirigiu-se a Jerusalém para “visitar” o chefe da nascente Igreja, Pedro (Gálatas 1, 18).

Paulo dedicou mais de 14 anos a viagens missionárias. Percorreu cerca de 15 mil km e enfrentou todo tipo de dificuldades: foi açoitado, apedrejado, preso, assaltado; naufragou, sentiu-se traído, passou fome, frio e noites sem dormir (2 Coríntios 11, 24-27), exposto “ao perigo a todo o momento” (1 Coríntios 15, 30).

Nem sempre é fácil adequar a mudança do modo de pensar com a do agir. Foi o que ocorreu a judeu-cristãos de Jerusalém e a Pedro. Acreditavam que um pagão convertido ao cristianismo deveria, primeiro, aceitar certos rituais judaicos, como a circuncisão e as práticas de pureza. Paulo discordava. Para ele, um pagão podia abraçar a fé em Cristo sem a menor observância à lei mosaica. Frente ao impasse, no ano 51 ele participou, em Jerusalém, do primeiro Concílio da história da Igreja.

Logo depois, em Antioquia, ocorre um incidente entre ele e Pedro. Eis o que Paulo escreveu na Carta aos Gálatas (2, 11-14): “Quando Pedro foi a Antioquia, eu o enfrentei em público, porque ele estava claramente errado. De fato, antes de chegarem algumas pessoas da parte de Tiago (bispo de Jerusalém), ele comia com os pagãos; mas, depois que chegaram, Pedro começou a evitar os pagãos e já não se misturava com eles, pois tinha medo dos circuncidados. Os outros judeus também começaram a fingir e até Barnabé se deixou levar pela hipocrisia. Quando vi que eles não estavam agindo direito, conforme a verdade do Evangelho, eu disse a Pedro, na frente de todos: “Você é judeu, mas está vivendo como os pagãos e não como os judeus. Como pode, então, obrigar os pagãos a viverem como judeus?””

Paulo não era contra os judeu-cristãos observarem a lei mosaica. Encarava isso com tolerância. A questão se complicou ao perceber Pedro mudar seu modo de agir e passar a admitir que a salvação não viria apenas como dom gratuito de Cristo, mas também pelo cumprimento da lei de Moisés. Ao retomar antigos costumes judaicos, Pedro fez os pagão-cristãos se sentirem inferiores aos judeu-cristãos, como se fossem fiéis de segunda classe.

Paulo fazia questão de não ser um peso às comunidades que o acolhiam. Sustentava-se com o seu ofício de fabricante de tendas e de objetos de couro (Atos 18, 3).

Ao chegar a Atenas, sugeriram-lhe ir ao Areópago, a colina de Marte, onde se reuniam os interessados em filosofia. Ali exercitou toda a sua pedagogia evangelizadora: valorizou seus ouvintes como “extremamente religiosos” (Atos 17, 22) e, ao deparar-se com um altar dedicado “ao Deus desconhecido”, soube tirar proveito: “Aquele que venerais sem conhecer é este que vos anuncio” (Atos 17, 23). E parafraseando Arato, poeta conhecido pelos gregos, concluiu que Deus “não está longe de cada um de nós; é nele que vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17, 27-28).

Paulo soube ser grego com os gregos e judeu com os judeus; respeitou a hierarquia da Igreja sem deixar de criticar inclusive, Pedro; demonstrou que o contrário do medo não é a coragem, é a fé.

Paulo ousou exclamar: “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim” (Gálatas 2, 20).

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