JUERÊ - Antropologia da Criança e da Juventude

JUERÊ - Antropologia da Criança e da Juventude

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Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Criança e da Juventude. Juerê = Juventude + Erê (infância, no yorubá)

21/06/2021

Vamos assistir???

Em 2011, após a conclusão de sua tese de doutoramento sobre o amor, a Profa. Telma Amaral, da Faculdade de Ciências Sociais (FACSO) e do Programa de Pós- Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Federal do Pará (UFPA), achou que seria interessante pautar o tema em suas variadas possibilidades de análise e interpretação. Foi assim que, em 2012, surgiu o Seminário “O Amor está no Ar...” em sua 1ª edição. De lá para cá, sempre no mês de junho, aproveitando a festiva (e comercial) data do Dia das/os Namoradas/os e a alegria contagiante das festas juninas – agora impedidas de acontecer por conta da pandemia da Covid-19 –, o evento passou a compor a agenda do GEPEM/UFPA e a da pesquisadora. É o momento de parar para falarmos de amor!
Neste ano de 2021, em sua 10ª edição, os debates sobre o tema em pauta serão direcionados a partir das “Novas perspectivas sobre o Amor”. A referência direta é à obra Tudo sobre o amor: novas perspectivas (Elefante, 2020) de Bell Hooks, feminista negra norte-americana e intelectual interessada no amor como ação política. Ainda que a expressão “Novas Perspectivas” possa dar a falsa ideia de que se trata de algo inédito, os temas que serão tratados no seminário têm ares de novidade em perspectivas que possibilitam profundas reflexões em torno de uma nova ética amorosa fora do eixo da cisheteronormatividade e do amor romântico.
E para apresentar algumas das reflexões partindo do pensamento de Bell Hooks teremos como convidado Vinicius da Silva, artista, pesquisador, tradutor, graduando em Educação Artística/Artes Visuais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), colunista da Revista Ruído Manifesto e que, desde 2017, vem desenvolvendo pesquisa sobre o pensamento de bell hooks; algumas dessas reflexões serão publicadas no livro Fragmentos do Porvir (Editora Ape’Ku, em breve).
Outro debate será proposto a partir da não-monogamia. Esta discussão será abordada por Poli Campos, que se apresenta como “[...] não monogâmica, trans não- binária, bi*****al e pãe da Amarilis. Atua como terapeuta corporal reichiana, tântrica, renascedora e estudante de psicologia, além de praga dissidente e agente do caos.”. Com uma vivência não-monogâmica, Poli também se dedica a estudar o tema e tem produzido importantes reflexões em torno desta pauta nas suas redes sociais.

O convite está feito!

Você está super convidade a participar desta instigante conversa!

X Seminário "O Amor está no Ar: Novas Perspectivas sobre o Amor"

Dia: 24/06/2021
Horário: 19h
Local: Facebook do GEPEM - Grupo de Estudos e Pesquisas "Eneida de Moraes"

Coordenação/Organização e Contato:
Telma Amaral ([email protected])
Milton Ribeiro ([email protected])

02/03/2021

Prezadas e queridas pessoas!

A partir de hoje até o dia 22/03/2021 estarão abertas as submissões de trabalhos para o
GT 18: O ENSINO DA DIFERENÇA NA SOCIOLOGIA – COMO PENSAR GÊNERO E OUTRAS CATERORIAS DE ARTICULAÇÃO EM SALA DE AULA? no VII Encontro Nacional de Ensino de Sociologia na Educação Básica (ENESEB), coordenado por Denise Cardoso (UFPA) e Mílton Ribeiro (UEPA).

• As inscrições e submissões podem ser feitas pelo site: https://eneseb.com.br/

Resumo do GT: Na última década, pudemos acompanhar longos debates sobre a precarização do ensino público e, consequentemente, as dificuldades de trabalhar em sala de aula (desde o ensino básico até o superior) questões relativas à gênero, raça e classe, por exemplo, com manifestações institucionais e/ou de familiares que performam juízos de valores acerca dos debates acadêmicos e científicos, em um óbvio ataque à liberdade de cátedra de professoras/es de Humanidades. As ideias que vinculam o ensino e debate em sala de aula acerca das categorias de articulação das diferenças sociais como parte de uma alienação coletiva orquestrada por “defensoras/es de direitos humanos” na tentativa de minar os ideais nacionais de família, bens e propriedade com base em “projetos de doutrinação comunista/de esquerda”, “lutas identitárias”, “bandeiras partidárias, panfletárias e populistas” ajudaram na conformação e disseminação de proposta legislativas nos âmbitos federais, estaduais e municipais que objetivavam a construção de uma “escola sem partido”. Essa reação conservadora seria alicerçada com a propagação do termo “ideologia de gênero” – presente no imaginário popular e conformado enquanto teoria, método e discurso – como uma forma de alertar o Estado e as famílias sobre os perigos de debater os temas de gênero, diferenças e demais categorias de articulação em salas de aulas; evidenciando que esse seria o papel das/os mães/pais e não da escola e/ou de “professoras/es doutrinadoras/es”. Os exemplos expostos acima servem de justificativa para a construção deste grupo de trabalho que tem como objetivo reunir trabalhos acadêmicos, científicos, artísticos e intelectuais de pessoas com inserção acadêmica (ensino médio, graduação, mestrado e doutorado), militantes e ativistas, artistas e performers, agentes educacionais e professoras/es ou qualquer pessoa que apresente proposta em diálogo com as teorias de gênero relacionadas a categorias de articulação das diferenças sociais – como raça, classe, sexualidade, etnicidade, geração, religiosidade, nacionalidade e outras. Aqui, agruparemos os resultados de pesquisa, ensino, extensão, relatos de experiência e debates construídos em sala de aula, tendo o Ensino de Sociologia (ou Ciênciais Sociais) como princípio fundamental na constituição dessas práticas, métodos e epistemologias. O GT agregara trabalhos desenvolvidos a partir de: 1) pesquisa de campo em sala de aula, espaços educacionais, institucionais ou não-governamentais; 2) elaboração teórica, conceitual ou revisão de literatura; 3) intervenções artísticas, educacionais ou pedagógicas que tenham a sala de aula e/ou o ensino como espaço privilegiado de ação; 4) políticas sociais, educacionais ou públicas; 5) práticas educativas organizadas em comunidades, associações, organizações ou movimentos sociais.

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27/11/2019
Photos from JUERÊ - Antropologia da Criança e da Juventude's post 23/04/2018

Divulgando evento do VISAGEM - Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual e da Imagem

Inscrições abertas para a Jornada Charles Wagley 25/08/2017

Inscrições abertas para a Jornada Charles Wagley O PET/GT/CS, juntamente com o Projeto Charles Wagley como Articulador Institucional, tem o prazer de convidar a comunidade acadêmica e externa para Jornada Charles Wagley, a ser realizada no dia 13…

18/07/2017

Assista!

Photos 08/07/2017

Brincadeiras Africanas para a Educação Cultural
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