06/06/2018
“Ao longo da nossa jornada, muitos julgamentos e críticas começam a nos impedir de ver essa face original.
Aos poucos, o amor vai sendo substituído por um sentimento...medo de não agradar.
Aos poucos, nosso valor vai sendo colocado em xeque. Surge o sentimento de nunca ser bom o bastante. Bonito o bastante, inteligente o bastante, criativo o bastante...E expor quem a gente é parece não ser algo muito seguro ou promissor.”
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“Se acreditamos que sermos nós mesmos é algo perigoso, que não vale a pena, ou que pode não ser bem aceito, passamos a viver de um modo limitado.”
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“Nós nos convencemos de que julgar equivale a enxergar, mas na verdade é exatamente o oposto disso. Você só passa a enxergar realmente quando para de julgar tanto.”
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“Nos falta coragem para sermos normais. Nós tendemos a pensar que não seremos reconhecidos pelos outros a menos que sejamos especiais.
Mas, se vivermos em constante necessidade de reconhecimento, cairemos numa dependência do outro, vivendo a vida deles e jogando fora nossa própria vida.”
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“Quando a pessoa para de se criticar e assume quem ela é, a opinião de fora deixa de impactar. Se não em mais vítima, não tem mais algoz. E a gente deixa até de atrair pessoas que nos julgam tanto.”
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“A partir do momento em que nos libertamos do desejo de agradar, também não encontramos mais o peso de querer ser agradados.”
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“Quando você está sendo você, inspira mais pessoas a serem elas mesmas.”
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MATÉRIA “Seja você Mesmo”
Revista Vida Simples - mai/18