Às vezes as situações de abuso aparecem disfarçadas de "brincadeiras", com controle, invasão de limites ou pequenas atitudes que vão se torntando frequentes.
Por isso, aprender a reconhecer sinais e fortalecer formas de proteção é tão importante!
Toda Cidadã
Educacão Politica
Organização que visa promover debates acerca de política, economia e direitos constitucionais, com foco em mulheres e na juventude.
20/05/2026
Falar sobre violência sexual contra crianças e adolescentes ainda é desconfortável para muita gente. Mas o silêncio nunca protegeu vítimas.
No novo artigo da Toda Cidadã, refletimos sobre o Maio Laranja, o aumento dos casos de violência no Brasil e a urgência de construir uma sociedade que acolha, proteja e escute crianças e adolescentes sem culpabilização.
Também discutimos como discursos conservadores têm impactado o debate sobre proteção infantil e direitos das vítimas.
Acesse o blog da Toda Cidadã e leia o artigo completo.
Disque 100 para denúncias.
Para as discussões sobre a jordana de trabalho forem igualitárias é necessário enxergar a jornada dupla e tripla que as mulheres enfrentam diariamente.
Além do trabalho formal, as mulheres aindam cuidam da casa, dos filhos e da organização familiar. Isso gera sobrecarga principalmente para mulheres negras, periféricas, rurais e mães solo. Que precisam enfretar diversas questões a mais.
11/05/2026
Ser mãe no Brasil já é difícil, mas os dados mostram: não é igual para todas.
Mulheres negras trabalham mais, ganham menos e ainda carregam a maior parte do cuidado dentro de casa. Segundo o IBGE, elas estão mais presentes em trabalhos informais e recebem menos da metade da renda de homens brancos.
Enquanto isso, em países como Suécia, Noruega, França e Alemanha, políticas públicas ajudam a dividir essa responsabilidade.
Aqui, ainda não. E quando o Estado não cuida, alguém paga essa conta.
E esse alguém tem nome, cor e endereço.
05/05/2026
Falar na internet também tem um custo e, para muitas mulheres, esse custo é alto demais.
Nesse papo, nossa diretora de Tecnologia e Pesquisa, , conversa com , fundadora da SRHR Barbie, sobre o que quase ninguém fala: o preço real do ativismo digital no Sul Global.
Dina compartilha sua experiência após sofrer ataques coordenados e doxxing, e levanta um ponto urgente:
segurança digital também é uma questão feminista.
E mais do que isso é uma estrutura que precisa ser acessível, popular e possível para todas.
Porque não dá pra falar de voz, liberdade e participação sem falar de proteção.
Alerta de gatilho: o conteúdo menciona violência sexual (sem descrição).
🔗 Quer entender melhor esse debate e por que ele importa tanto?
👉 Continue a leitura no blog da Toda Cidadã
(link na bio)
27/04/2026
⚠️ Lutamos tanto para conquistar nosso direito de voto, por isso não deixe o seu direito escapar nessa eleição!
Se você tem pendências, dá para regularizar online até o dia 6 de maio, acessando o autoatendimento eleitoral do TSE. Com ele, você pode:
> Tirar o primeiro título
> Alterar dados pessoais
> Incluir nome social
> Atualizar endereço
> Consultar situação do título
> Apresentar justificativa
> Consultar e trocar o local de votação
> Regularizar título eleitoral cancelado
> Transferir o município de domicílio eleitoral
Mas atenção! Para quem vai tirar o primeiro título de eleitor, o TSE informa que é necessário ir presencialmente ao cartório ou unidade de autoatendimento para coletar a biometria! (:
24/04/2026
As discussões sobre o PL da misoginia mostraram o quão longe estamos de compreender o que ela significa, e quais são as formas de endereçar o problema…
Ela não é só uma palavra difícil ou um conceito distante. Ela faz parte do cotidiano, muitas vezes de forma tão naturalizada que passa despercebida.
Ela aparece quando a fala de uma mulher é deslegitimada, quando sua capacidade é questionada automaticamente ou quando a violência que ela sofre é minimizada. Aparece também no ambiente digital, onde ataques e discursos de ódio têm se tornado cada vez mais frequentes.
O problema é que a misoginia não começa nesses episódios isolados. Ela tem raízes históricas profundas, ligadas a uma sociedade que por muito tempo tratou mulheres como inferiores e limitou sua participação em espaços de poder, decisão e conhecimento.
Por isso, combater a misoginia não é apenas reagir a casos individuais. É entender como ela funciona, reconhecer seus sinais e fortalecer o acesso à informação e aos direitos.
E é exatamente por isso que a Maria Valente existe.
Informação também é proteção. Conhecer seus direitos é um passo importante para não aceitar a violência como algo normal.
👉 Acesse o link da bio e converse com a Maria Valente.
23/04/2026
As discussões sobre o PL da misoginia mostraram o quão longe estamos de compreender o que ela significa, e quais são as formas de endereçar o problema..
Ela não é só uma palavra difícil ou um conceito distante. Ela faz parte do cotidiano, muitas vezes de forma tão naturalizada que passa despercebida.
Ela aparece quando a fala de uma mulher é deslegitimada, quando sua capacidade é questionada automaticamente ou quando a violência que ela sofre é minimizada. Aparece também no ambiente digital, onde ataques e discursos de ódio têm se tornado cada vez mais frequentes.
O problema é que a misoginia não começa nesses episódios isolados. Ela tem raízes históricas profundas, ligadas a uma sociedade que por muito tempo tratou mulheres como inferiores e limitou sua participação em espaços de poder, decisão e conhecimento.
Por isso, combater a misoginia não é apenas reagir a casos individuais. É entender como ela funciona, reconhecer seus sinais e fortalecer o acesso à informação e aos direitos.
E é exatamente por isso que a Maria Valente existe.
Informação também é proteção. Conhecer seus direitos é um passo importante para não aceitar a violência como algo normal.
👉 Acesse o link da bio e converse com a Maria Valente.
19/04/2026
O debate sobre crise climática costuma ser apresentado como um problema global, mas seus impactos são profundamente desiguais.
Mulheres e crianças indígenas estão entre os grupos mais afetados porque sua sobrevivência depende diretamente do território, dos rios, da floresta e dos ciclos naturais que vêm sendo interrompidos por desmatamento, mineração e mudanças climáticas. Quando esses sistemas entram em colapso, o impacto não é abstrato. Ele aparece na dificuldade de acesso à água, na insegurança alimentar e no aumento da vulnerabilidade social.
Ao mesmo tempo, são esses mesmos territórios indígenas que apresentam alguns dos melhores índices de preservação ambiental do país. Estudos mostram que áreas protegidas e terras indígenas são fundamentais para conter o avanço do desmatamento na Amazônia.
Essa contradição revela um ponto central: quem menos contribui para a crise climática é quem mais sofre com seus efeitos.
No caso das mulheres indígenas, essa realidade é atravessada também pela violência de gênero, pela exclusão de políticas públicas e pela invisibilidade institucional. Falar de direitos, portanto, não é apenas reconhecer garantias legais, mas questionar por que elas não são efetivamente asseguradas.
O Dia dos Povos Indígenas não pode ser tratado como uma data comemorativa. Ele precisa ser um momento de reflexão sobre território, poder e responsabilidade. Porque preservar a floresta não é apenas uma pauta ambiental. É uma condição para a continuidade da vida.
17/04/2026
A proposta do PL 1020/2023, apresentada por Célia Xakriabá, parte de um ponto que ainda não foi plenamente incorporado pelo debate público. A violência contra mulheres indígenas não pode ser analisada apenas como violência de gênero. Ela está diretamente vinculada à forma como o território é disputado e explorado no Brasil.
Na Amazônia, especialmente no Pará, a expansão de atividades como garimpo ilegal e extração de madeira não produz apenas impactos ambientais. Ela reorganiza o território a partir de uma lógica de exploração que fragiliza a presença do Estado e amplia a vulnerabilidade das populações locais.
Os dados ajudam a dimensionar esse cenário. Entre 2014 e 2023, a violência sexual contra mulheres indígenas cresceu 297%, um aumento significativamente superior ao registrado entre mulheres em geral. Além disso, 64% dos casos envolvem violência física, e uma parcela expressiva das vítimas são meninas e adolescentes. Esse padrão não pode ser explicado por fatores individuais.
Ele revela uma estrutura em que exploração econômica, racismo e desigualdade de gênero operam simultaneamente. Quando territórios indígenas são invadidos, não se trata apenas de perda de terra. Trata-se da criação de ambientes onde a violência se intensifica e se torna mais difícil de ser denunciada e enfrentada.
Falar em proteção de mulheres indígenas exige ir além da segurança individual. Exige discutir território, poder e o modelo de desenvolvimento que sustenta essas violações.
Sem isso, a violência continuará sendo tratada como exceção, quando na verdade ela faz parte do padrão.
09/04/2026
A Maria Valente é o nosso chatbot que te conecta com informações essenciais de forma simples, acessível e direta!
Com ela, você pode aprender sobre muitas coisas, como:
✔️ Direitos das mulheres
✔️ Como funciona o governo
✔️ Mobilização feminina
✔️ Serviços públicos
✔️ Como se proteger da desinformação
A informação é poder!
🔗Acesse o link na nossa bio e converse com a Maria Valente!
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.
Localização
Categoria
Endereço
Avenida 9 De Julho, 2029
Bela Vista, SP
01313-902