Josy Academia

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Photos 15/11/2016
15/11/2016

Performance dos sonhos: é possível vencer o limite genético?

A musculação, com os trabalhos nas máquinas, em cadeias fechadas, desenvolve força e potência. Já o funcional trabalha muito o core, estabiliza e produz uma mecânica melhor dos movimentos de corrida”, que ainda ressalta a importância de trabalhar os alongamentos e a flexibilidade. A falta desse preparo muscular completo traz prováveis lesões.
Descansar é essencial. Descanso é treino, temos que escutar o corpo, pois a corrida desgasta muito e tem alto índice de lesões.
Treinadores e outros profissionais vitais. “Não importa se a pessoa é atleta ou simplesmente um praticante de atividade física. Tem que fazer o que é certo,

15/11/2016

6 tipos de pessoas que toda academia tem
Selecionamos 6 tipos de pessoas que é comum encontrar nas academias

frango
Todo frequentador de academia já viu ou certamente passou a ser um desses 6 tipos de pessoas. Confira:
1 – A corredora bonitona
2 – O gordinho que se acha fortão
3 – O frango
4 – A estabanada
5 – O aluno que desiste rápido
6 – A pessoa que leva realmente a série

15/11/2016

A importância do profissional de educação física no tratamento da osteoporose: especialista fala sobre causas e tratamentos
Especialista fala sobre o corpo, causas, cuidados e tratamentos específicos que podem ser realizados por profissionais de educação física

osteoporose
As transformações ocorridas no século XX têm produzido impacto na estrutura etária da população e na distribuição quanto à morbimortalidade, o que exige mudanças nas respostas de cada sociedade em relação aos problemas de saúde. Segundo a OMS, 1/3 das mulheres brancas, acima de 65 anos, são portadoras de Osteoporose. Apesar de ser uma doença predominante em mulheres, ela também atinge os homens, estimando-se que cerca de 1/5 dos homens brancos acima de 60 anos têm 25% de chances de adquirir uma fratura osteoporótica.
DEFINIÇÃO
A Osteoporose (OP) é uma desordem esquelética crônica e progressiva de origem multifatorial que acomete pessoas idosas, tanto homens quanto mulheres, geralmente após a menopausa. Caracteriza-se por um comprometimento da resistência óssea predispondo a um aumento de risco de fratura, à dor, à deformidade e à incapacidade física, sendo uma das doenças osteometabólicas mais comuns em países desenvolvidos.
As fraturas osteoporóticas afetam qualquer parte do esqueleto, exceto o crânio. Ocorrem mais comumente na porção distal do antebraço, vértebras torácicas e no fêmur proximal.
É comum conceituar OP como sendo sempre o resultado da perda óssea. Entretanto, uma pessoa que não alcançou seu pico máximo durante a infância e a adolescência, por desnutrição ou anorexia nervosa, por exemplo, pode desenvolver OP sem ocorrência da perda óssea acelerada. Portanto, otimizar o pico de massa óssea na infância e adolescência é tão importante quanto a perda óssea no adulto.
A OP é classificada como primária, subdividida em tipos I e II, ou secundária:
Primária tipo 1
· Predominantemente em mulheres, associada à menopausa
· Perda acelerada do osso trabecular
· Fraturar vertebrais comuns
Primária tipo 2
· Ocorre tanto em mulheres quanto em homens idosos
· Compromete ossos cortical e trabecular
· Ocorrência de fraturas vertebrais e de fêmur
Secundária
· Endocrinopatias (tireotoxicose, hiperparatireoidismo e hipogonadismo)
· Fármacos (glicocorticoides, antiácidos contendo alumínio, hormônio tireoidiano, anticonvulsivantes, ciclosporina A
· Doenças genéticas (osteogenesis imperfecta)
· Artrite reumatoide
· Doenças gastrintestinais
· Transplante de órgãos
· Imobilização prolongada
· Mielomas múltiplos
· Câncer de mama
· Anemias crônicas
· Mastocitose
· Tratamento prolongado com heparina
DADOS ESTATÍSTICOS
Nove em cada 10 mulheres brasileiras não consomem a quantidade adequada de cálcio para manter uma boa saúde dos ossos. Esse é apenas um dos números que comprovam que a osteoporose é um problema grave de saúde pública. Confira outros números do Ministério da Saúde (MS), da International Osteoporosis Foundation (IOF) e da Federação Nacional e de Associações de Pacientes e de Combate à Osteoporose (Fenapco):
• 10 milhões de brasileiros sofrem de osteoporose. Uma em cada três mulheres com mais de 50 anos tem a doença. 75% dos diagnósticos são feitos somente após a primeira fratura;
• No Brasil, a cada ano ocorrem cerca de 2,4 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose. Cerca de 200 mil pessoas morrem todos os anos em decorrência destas fraturas;
• Para as mulheres acima dos 50 anos, a recomendação para a ingestão de cálcio é de 1.000 mg por dia.
• As mulheres, principalmente na menopausa, necessitam ingerir cálcio na quantidade recomendada para manterem os ossos fortes e evitar as fraturas;
• As mulheres na menopausa são as mais atingidas pela doença, devido à queda brusca do estrógeno;
• Ossos mais afetados nas fraturas: fêmur, coluna vertebral, ombros e punhos;
• Aproximadamente 1,6 milhões de fraturas de quadril ocorrem no mundo a cada ano. O mesmo ocorre no Brasil. Em 2050 esse número pode atingir entre 4,5 a 6,3 milhões;
• Nas mulheres com mais de 45 anos, o número de dias passados em hospitais por causa de fratura em função da osteoporose é superior ao induzido por doenças como diabetes e infarto do miocárdio;
• É estimado que apenas uma em cada quatro fraturas receba o tratamento adequado;
• Nos pacientes com correção cirúrgica de fratura de fêmur por osteoporose, apenas 13,3% são encaminhados ao tratamento da doença. Isso implica na ocorrência de novas fraturas;
• O risco de novas fraturas vertebrais em mulheres que já apresentam fraturas prévias é de 27% em cada ano após a primeira fratura;
• Classifica­-se osteopenia quando a massa óssea é de 10% a 25% menor que a considerada normal. Mais do que isso, classifica­-se como osteoporose;
• 33% das mulheres maiores de 55 anos apresentam osteopenia;
• Um em cada cinco homens tem osteoporose;
CAUSAS E FATORES DE RISCO
A OP surge por vários motivos:
· menopausa;
· idade avançada;
· fatores genéticos e ambientais;
· doenças crônicas e hormonais;
· histórico familiar;
· constituição física magra;
· baixa ingestão de cálcio;
· falta de exposição a luz solar;
· sedentarismo;
· quantidade inadequada de Vitamina D no organismo;
· fumo e consumo excessivo de álcool, café e sal.
OSTEOPOROSE E MENOPAUSA
A relação da osteoporose com a menopausa pode ser explicada pelo declínio dos hormônios ovarianos. Com a redução da quantidade de estrógeno no organismo, há um desequilíbrio no metabolismo ósseo, levando a uma maior perda de massa óssea com relação ao ganho. Dessa forma, os ossos ficam mais frágeis e suscetíveis a quebras. O processo de menopausa em si já é um fator de risco para osteoporose.
OSTEOPOROSE, RISCO DE QUEDA E FRATURA
A incidência de quedas e a severidades das complicações aumentam com a idade, comprometendo progressivamente a independência funcional. Estudos apontam que a incidência das fraturas osteoporóticas está aumentando. Estima-se que em 2050 elas atingirão mais de 6 milhões de pessoas em todo o mundo. As mulheres são mais frágeis que os homens em todas as idades, por esse motivo as quedas e fraturas de quadril no s**o feminino são 2 a 3 vezes superiores às verificadas nos homens. Cerca de 70% das fraturas ocorridas em pessoas com mais de 45 anos são correlacionadas com OP. A maioria dessas lesões ocorrem em mulheres. Mais da metade das mulheres na menopausa desenvolverá fraturas espontâneas como resultado da Osteoporose.
QUADRO CLÍNICO
Geralmente a OP é assintomática. Os pacientes tomam conhecimento da doença quando ocorre uma fratura ou o médico observa alteração em exame de radiografia ou densitometria óssea (DMO). Os locais de maior ocorrência de fraturas de baixo impacto são vértebras, punho e região proximal do fêmur. As fraturas de fêmur são facilmente diagnosticadas; entretanto, só 30% dos pacientes com fraturas vertebrais procuram atendimento médico. Os mais jovens fraturam o punho ao tentarem diminuir o impacto da queda. Mais tardiamente ocorrem as fraturas de vértebras e, geralmente após os 70 anos, as femorais, quando, então, o indivíduo já não apresenta reflexos posturais adequados, caindo sentado. A maioria das fraturas vertebrais ocorre nas vértebras torácicas inferiores ou lombares superiores, provocadas por mínimos traumas, como, ao inclinar-se para frente para pegar um objeto, levantar um peso maior, tossir, sentar-se abruptamente ou até pequenas quedas. A dor por compressão vertebral é aguda, de forte intensidade, permanecendo por 6 a 8 semanas, e é evidenciada pela digitopressão da área comprometida. O colapso vertebral progressivo acaba produzindo hipercifose (corcunda ou corcova de viúva), diminuição da altura e da lordose natural lombar.
A dor, a hipercifose, a perda de altura, a restrição dos movimentos respiratórios e a compressão gástrica são consequências da fratura vertebral.
DIAGNÓSTICO E MONITORAMENTO DA OSTEOPOROSE
O exame clínico é pouco significativo para o diagnóstico da osteoporose em suas fases iniciais. Porém a investigação clínica dos fatores de risco é fundamental para identificar possíveis vítimas e alguns exames complementares podem ajudar nesse diagnóstico, sendo os mais comuns a radiografia e a densitometria óssea. A DMO é eficaz no diagnóstico da Osteopenia, condição que antecede a Osteoporose.
TRATAMENTOS
1. Medidas Farmacológicas: existem várias opções de medicamentos que auxiliam no tratamento da Osteoporose. O tipo de medicamento, assim como sua dosagem, devem ser estabelecidos após consulta e diagnóstico feito por médico especialista. Não é o objetivo desse e-book focar nas medidas farmacológicas.
2. Medidas não-farmacológicas: a prevenção da OP e das fraturas consequentes apoiam-se em um tripé: nutrição adequada, bons hábitos de vida, incluindo exercícios físicos e evitando alcoolismo e tabagismo.
3. Controle do ambiente para prevenção de quedas.
EXERCÍCIO FÍSICO E OSTEOPOROSE
As estratégias preventivas da Osteoporose deveriam ter 3 objetivos:
1. Aumentar a massa óssea durante e imediatamente após os períodos de crescimento, maximizando o pico da massa óssea;
2. Manter ou desacelerar a taxa de perda da massa óssea durante a vida adulta;
3. Diminuir os índices de propensão às quedas em adultos e idosos.
Além de melhorar a autoestima, a autonomia funcional e a consequente qualidade de vida, a prática de exercícios físicos provê um método auxiliar para prevenção e tratamento da Osteoporose. Atletas e pessoas ativas tendem a possuir densidade óssea mais elevada do que a população em geral, o que pode servir como modelo para avaliação dos efeitos de diferentes programas de exercícios na DMO. Consequentemente, atividades como o ciclismo, natação ou hidroginástica não seriam as mais indicadas para promover o aumento da densidade óssea. Vale ressaltar que a prevenção da osteoporose não deveria se limitar às intervenções realizadas na idade adulta. Aumentos, mesmo que moderados, no volume de atividades físicas em crianças estão associados a maiores DMO em todos os ossos do corpo, podendo trazer esses benefícios até a velhice. Já a prática de exercícios a partir da idade adulta, embora possibilite ganhos expressivos, tem um efeito menor em relação à diminuição dos riscos para o desenvolvimento da doença e a incidência de fraturas a ela associadas.
Para que os exercícios físicos maximizem ganhos de massa óssea é necessário que possuam determinadas características: tensão muscular e ação da gravidade e devem respeitar os princípios de especificidade (focalizar na área de interesse), sobrecarga (necessário incluir força), reversibilidade (na ausência de estímulo de treinamento, os efeitos positivos serão perdidos) e individualidade biológica (cada indivíduo alcança um determinado ganho). Os exercícios mais recomendados seriam: musculação e exercícios que gerem impacto como corrida, caminhada e pequenos saltos em conjunto com exercícios que melhorem o equilíbrio, para a prevenção de risco de quedas. Mas é muito importante que antes de iniciar qualquer tipo de modalidade de exercício a pessoa esteja em dia com suas consultas e exames médicos.
Fontes:
– FARINATTI, Paulo. T. V.ENVELHECIMENTO: PROMOÇÃO DA SAÚDE E EXERCÍCIO VOLUME 2.
– SANTOS, M.L.; BORGES, G.F. Exercício físico no tratamento e prevenção de idosos com osteoporose: uma revisão sistemática. Fisioter mov. 2010
Marco Lopes é profissional de educação física, especialista em gerontologia e Expert do Portal da Educação Física.

15/11/2016

Fisioterapia é principal tratamento para Condromalácea Patelar
Conheça os benefícios da Fisioterapia e o quanto ela pode ajudar no tratamento para Condromalácea Patelar

Fisioterapia_corte
A condromalácea patelar é um amolecimento da cartilagem que reveste o osso da patela. Com o desgaste dessa cartilagem, a pessoa passa a desenvolver o que chamamos de dor anterior do joelho.
Alguns sinais são muito característicos, como dor ao descer e subir escadas e rampas, dor ao agachar, dor em atividades vigorosas como o salto e a corrida, e dor ao permanecer por longos períodos sentado com os joelhos flexionados.
A causa dessa lesão ainda não é totalmente conhecida, o que sabemos é que a mulher é mais acometida do que os homens pela anatomia do seu quadril desfavorecer a ação dos músculos do glúteo, os principais estabilizadores dos membros inferiores.
Na literatura científica, os problemas biomecânicos são os mais citados para causar a lesão. Com a fraqueza dos músculos do tronco e glúteos, somada à falta do controle do movimento, o indivíduo aumenta a sobrecarga atrás da patela durante suas atividades, aumentando a pressão no joelho, levando ao desgaste articular.
Cerca de 40% dos problemas de joelhos tratados em centros especializados são justamente o desgaste da cartilagem patelar, ou seja, esse é o principal problema que acomete grande parte da população.
Como tratar?
A fisioterapia é o principal tratamento, uma vez que hoje cirurgias e medicações não tem comprovação de serem mais eficazes do que o tratamento fisioterápico.
O tratamento gira em torno de 4 a 6 semanas e é basicamente à base de muito exercício. Alguns sintomas clássicos para quem desenvolve a dor anterior no joelho é a tensão na musculatura anterior e medial da coxa (principalmente os músculos vasto lateral e adutores) e a dor nos tendões do joelho.
Por isso, a fisioterapia nas primeiras sessões trabalha em cima destas queixas realizando medidas analgésicas e anti-inflamatórias, bem como o relaxamento desses músculos. O fortalecimento dos músculos dos glúteos se dá desde a primeira sessão com exercícios de conscientização de como utilizar corretamente esses músculos.
Com o passar das semanas, o fortalecimento e o treino de controle dos movimentos evoluem até chegar ao gesto que cause a dor do indivíduo, seja ele o gesto esportivo ou simplesmente as atividades de vida diária da pessoa.
A fisioterapia é indicada de 2 a 3 vezes por semana durante as semanas de tratamento (4 a 6 semanas). Porém, o mais importante é que depois da alta, a pessoa tenha a consciência de continuar com os exercícios de fortalecimento dos músculos estabilizadores dos membros inferiores (Glúteos), pois se abrirem mão desse fortalecimento, a dor pode retornar, fazendo com que haja a necessidade de se afastar de suas atividades.
(Fonte: André Nogueira – Formado em fisioterapia pela Universidade São Camilo, especializado em reabilitação e traumatologia e em preparação de atletas, pela Santa Casa de Misericórdia. Já atuou como fisioterapeuta de esportistas de futsal, futebol e outros esportes. Também é sócio fundador da ClubFisio – fundada em 2011, a clínica de fisioterapia atua nas áreas de ortopedia, esportes, traumatologia, atm e pilates. Com amplo espaço e fácil acesso, a empresa está localizada em uma das principais avenidas da cidade de São Paulo – Avenida Faria Lima, e conta com profissionais altamente qualificados. Além disso, a Club Físio realiza atendimento personalizado ao público da terceira idade, atletas profissionais e amadores e atendimento domiciliar).

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15/11/2016

O perigo do diabetes: o profissional de educação física no combate à doença
Segundo dados da OMS, mais de 16 milhões de brasileiros adultos são diabéticos. A Sociedade Brasileira de Diabetes afirma que metade dos pacientes não sabem que têm a doença

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O consumo de alimentos com altos índices de açúcar somado ao sedentarismo são alguns dos hábitos que têm aproximado milhares de pessoas de uma doença crônica silenciosa: o diabetes. A hereditariedade, principalmente quando os familiares que têm a doença são avôs, avós, pais e irmãos, é um alerta. Outro ponto importante é o sobrepeso. Segundo dados do Ministério da Saúde, 48,5% da população brasileira está acima do peso, e a balança em desequilíbrio é um dos principais fatores de risco para o aparecimento do diabetes.
Às vésperas do Dia Mundial do Diabetes, que será em 14 de novembro, a endocrinologista da rede de centros médicos dr.consulta, Fernanda Lustosa, afirma que há dois tipos da doença. O diabetes tipo 1 se manifesta de forma mais agressiva e aguda, não é prevenível porque é uma autoimune e pode provocar grande perda de peso em apenas poucas semanas.
Já o tipo 2, apesar de ser silenciosa no início, trata-se de uma doença crônica que pode trazer muitos prejuízos à saúde. Adotar hábitos saudáveis é a única forma de evitar o surgimento da patologia. Para isso, dietas baseadas em alimentos com baixo índice glicêmico e a prática de exercícios físicos regulares precisam fazer parte da rotina.
Além disso, a médica alerta que é fundamental fazer exames para verificar o nível de glicose no sangue por meio do exame glicemia de jejum anualmente, e buscar a ajuda de um endocrinologista se surgir algum sintoma. Dependendo dos fatores de risco do paciente, outros exames podem ser solicitados pelo médico, como o de curva glicêmica e o de hemoglobina glicada — este último verifica o índice de glicemia do paciente nos últimos três meses.
Sobrepeso e diabetes gestacional também são fatores de risco
Vale ressaltar que os números sobre a saúde dos brasileiros não trazem boas notícias. Segundo dados do Ministério da Saúde, 48,5% da população brasileira está acima do peso, e a balança em desequilíbrio é um dos principais motivadores do diabetes.
No caso das mulheres que têm níveis altos de glicose no sangue durante a gestação, a chance de se tornar diabética é 60% maior. Nesse caso, um ponto de atenção no caso das mulheres que tiveram bebês muito grandes, nascidos com quatro quilos ou mais, por exemplo. Muitas vezes, a mãe pode ter tido um diabetes discreto, que não foi identificado ou tratado na gestação. É preciso ter atenção após, mantendo hábitos saudáveis e exames periódicos em dia.
Urinar com frequência, em especial, durante a noite, escurecimento da pele na região do pescoço (sintoma de aumento da resistência do organismo à insulina), boca seca e necessidade de tomar muito líquido, perda de peso e visão embaçada estão entre os indicativos de que a pessoa pode ter a doença. “Como os sintomas demoram a surgir e podem aparecer de forma isolada, sem que o paciente identifique como algo relevante, fundamental manter os exames em dia”.

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