Prof. Ruharem

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Professor Especialista. Mentor, Palestrante e Formador de Professores e Gestores em: Metodologias Ativas e Tecnologias Educacionais.

Photos from Prof. Ruharem's post 18/10/2025

Ajudando a construir uma Odivelas com mais potencial.
Sábado é dia de colaborar para o crescimento do coletivo. ❤️
Rumo ao

Photos from Prof. Ruharem's post 05/09/2025

✨ Metodologias Ativas na Prática ✨

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Photos from Prof. Ruharem's post 02/06/2025

Não vim para fazer mais do mesmo, vim para fazer a diferença e criar/virar história.



Photos from Prof. Ruharem's post 02/06/2025

Cultura Odivelense, terra de arte e cultura. Terra dos tons e cores, movimentos e sons.
Foto de:




02/06/2025
01/05/2025

Você já ouviu alguém "falar em línguas estranhas"?

Na Antropologia, chamamos isso de glossolalia: uma prática comum em cultos evangélicos pentecostais, onde os fiéis em transe pronunciam sons ininteligíveis que seriam, segundo a crença, uma linguagem espiritual.

Mas... o que isso tem a ver com teatro, poder e povos antigos?

Desde a Antiguidade, usar uma linguagem que ninguém entende foi uma forma de se conectar ao sagrado — ou de demonstrar poder. Povos que se encontravam e não falavam a mesma língua viam o "som do outro" como mágico, perigoso ou divino. Xamãs, sacerdotes e até atores usavam sons misteriosos para provocar emoção, respeito ou medo.

Nos cultos de hoje, a glossolalia se transforma numa performance ritual: o corpo, a voz e o ambiente se moldam para criar uma experiência sensorial intensa, cheia de emoção. E, como no teatro, essa performance tem impacto: ela legitima quem fala, emociona quem assiste e reforça estruturas de fé e autoridade.

Falar em línguas estranhas, portanto, não é espiritual — é simbólico, político e profundamente performático.

25/04/2025

A educação não começa na escola, a educação começa em casa.

25/04/2025

As pessoas grandiosas não nascem grandiosas ✨ — assim como as abelhas rainhas não nascem rainhas apenas por sorte 🐝👑. Elas são formadas, moldadas e nutridas com propósito e dedicação 🌱. A grandeza não é um dom, é uma construção diária feita de esforço, resiliência e escolhas conscientes 💪🏽. Ser grandioso é assumir o papel de liderar sua própria história, como a rainha que emerge entre muitas, pronta para transformar o mundo ao seu redor 🌍. (R. PIRES, 2025)

18/04/2025

A origem mais antiga da Páscoa: muito além da religião.

Muito antes de ser uma celebração cristã, a Páscoa tem raízes em rituais de fertilidade e renovação da natureza, celebrados por povos da Antiguidade há mais de 10 mil anos.

Pesquisas da Arqueologia e da Antropologia, como as de Marija Gimbutas (arqueomitologia) e Mircea Eliade (história das religiões), mostram que povos neolíticos da Anatólia, Mesopotâmia e Europa já realizavam festivais ligados aos ciclos sazonais, com destaque para o equinócio da primavera — momento em que a luz vence a escuridão.

Símbolos como ovos, lebres, flores e danças circulares eram comuns nos rituais. Deuses que morrem e ressuscitam, como Tammuz, Osíris, Attis e Adônis, representam a natureza que "morre" no inverno e "renasce" na primavera.

A deusa Eostre (registrada por Beda, o Venerável, no século VIII) era celebrada por povos germânicos com festas que envolviam coelhos e ovos coloridos, ícones que ainda resistem no imaginário pascal moderno. Daí vem o termo “Easter”.

Do ponto de vista antropológico (cf. Victor Turner e Arnold van Gennep), esses rituais são ritos de passagem, marcando transformações na vida coletiva e espiritual.

A ciência comprova: os primeiros registros simbólicos associados à fertilidade, como os ovos pintados (Ucrânia, c. 5.000 a.C.) e as figuras femininas da fertilidade (como a Vênus de Willendorf, c. 28.000 a.C.), já conectavam o humano à ideia de renascimento cíclico.

Portanto, a Páscoa é herdeira de milênios de tradição simbólica, científica e espiritual — uma festa da vida que recomeça, do tempo que gira e da esperança ancestral da humanidade.

15/04/2025

Hoje é o Dia Mundial da Arte!
✨ Celebramos a força criadora que transforma, ensina e inspira.
A arte é linguagem, memória e resistência.
É cor, é som, é gesto, é alma!
Que nunca nos falte arte para viver e sonhar.







🎨✍️🖌️✨

Photos from Prof. Ruharem's post 09/08/2024

📅 Dia Nacional dos Povos Indígenas

Hoje, 9 de agosto, celebramos o Dia Nacional dos Povos Indígenas, uma data para valorizar a rica diversidade cultural e as importantes contribuições dos povos indígenas para o Brasil. 🌍

Além de honrar suas tradições e conhecimentos, é um momento para refletir sobre os desafios que essas comunidades enfrentam, como a luta pela demarcação de terras e a preservação de suas culturas. É fundamental reconhecermos a importância dos povos indígenas na proteção da biodiversidade e na promoção de práticas sustentáveis, especialmente na Amazônia. 🌱

Vamos nos engajar em ações de apoio e respeito, promovendo a conscientização sobre a luta por justiça e os direitos dos povos originários do nosso país. ✊

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