Representação Discente - PPGSA

Representação Discente - PPGSA

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Produções acadêmicas dos discentes do PPGSA
Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia - UFPA

08/09/2025

A pesquisadora Ana Manoela Karipuna é doutoranda em Sociologia e Antropologia pelo PPGSA, orientanda da Profª. Drª. Cláudia Lopez, e publicou o artigo de resumo:

New from Girassol Books, a new SDSU Press imprint, we are proud to share Reflections from the Inside: New Indigenous Scholarship from Brazil in Translation, edited by Kristal Bivona and Manuela Cordeiro. Reflections from the Inside brings together five essays by emerging Indigenous anthropologists in English translation for the first time. Their scholarship deals with topics ranging from territorial disputes and the demarcation of Indigenous lands, the transmission of Indigenous knowledge, issues unique to Indigenous women, and the ways in which Indigenous scholars and activists utilize the very tools historically used to dominate them, such as photography and ethnography, to advocate for their communities and their rights. Featured authors include Ana Manoela Primo dos Santos, Felipe Soto Maior Cruz, Eriki Aleixo Wapichana, Braulina Aurora Baniwa, and Edgar Kanaykõ Xacriabá.

Texto completo:
https://www.amazon.com/Reflections-Inside-Indigenous-Scholarship-Translation/dp/1938537610

Dados da pesquisadora Ana:
http://lattes.cnpq.br/8803372320058647
Indígena do povo Karipuna. Doutoranda e Mestra em Sociologia e Antropologia (UFPA). Graduada em Licenciatura em Ciências Sociais (UFPA). Especialista em Etnologia Indígena pelo Grupo FAVENI (2023). Membro da ABIA (Articulação Brasileira de Indígenas Antropóloges) e Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Pesquisadora na Liga Acadêmica Brasileira de Direito e Antropologia Indígena (LABADI). Membro do Grupo de Pesquisa Diversidade e Interculturalidade na Amazônia (DINA): Pesquisas colaborativas e pluridisciplinares do Museu Paraense Emílio Goeldi; Membro do Grupo Ameríndia - Grupo de Pesquisa em Etnologia Indígena e dos Povos e Comunidades Tradicionais (UFPA). [...]

08/09/2025

O pesquisador Marlon Kauã é doutorando em Sociologia pelo PPGSA, orientando da Profª. Drª. Tânia Guimarães, e publicou a resenha de livro de resumo:

A obra discute a renovação da ação pública a partir da centralidade do território, articulando experiências de pesquisa na França e no Brasil, com especial atenção à Amazônia. Em diálogo com a sociologia francesa da ação pública, a sociologia pragmática e a teoria do ator estratégico, os autores propõem compreender o desenvolvimento territorial não como modelo, mas como processo resultante da mobilização e do engajamento de atores locais. Marlon Cardoso ressalta a atualidade do livro diante dos desafios políticos recentes, como a resistência de populações tradicionais frente ao autoritarismo, e enfatiza que a disputa territorial constitui dimensão fundamental da dominação de classes no Brasil.

Texto completo:
https://blogbvps.com/2025/08/18/coluna-primeiros-escritos-resenha-sociologia-da-acao-publica-territorial-por-marlon-kaua-silva-cardoso/

Dados do pesquisador Kauã:
http://lattes.cnpq.br/3347640617621831

Graduado em Ciências sociais pela Universidade do Estado do Pará (UEPA). Mestre em Sociologia e antropologia (PPGSA/UFPA). Doutorando em Sociologia (PPGSA/UFPA). Têm experiência, de pesquisa, nas áreas de: Sociologia do trabalho, Sociologia do meio ambiente, Sociologia rural e Sociologia Urbana. Atuando principalmente nos seguintes temas: Capitalismo e Amazônia paraense.

08/09/2025

O pesquisador Felipe Bandeira Netto, doutorando em Sociologia e Antropologia e orientando da Profª. Drª. Denise Cardoso, publicou o artigo cujo resumo é:

Neste artigo, eu proponho uma reflexão sobre o paradoxo inerente à minha prática como antropólogo em campo, evidenciando a tensão entre observar e participar, entre traduzir e distorcer a alteridade. Com base nas minhas experiências pessoais vividas no Brasil e na África do Sul, demonstro como a minha presença, marcada por particularidades sensoriais, emocionais e culturais, transforma, simultaneamente, o campo e a mim mesmo. Ao adotar uma abordagem dialógica e imersiva, problematizo a imposição de categorias teóricas pré-estabelecidas para representar o “outro”, enfatizando que o conhecimento antropológico é, por natureza, relacional, híbrido e incompleto. Assim, convido o leitor a repensar os métodos e os limites da etnografia, reconhecendo a minha influência inevitável na produção dos saberes.

Texto completo:
https://seer.ufrgs.br/iluminuras/article/view/147169

Dados do pesquisador Felipe:
http://lattes.cnpq.br/9262054664287179

Graduado em Ciências Sociais Licenciatura e Bacharelado nas áreas de Ciência Política e Antropologia pela da Universidade Federal do Pará - UFPA. Mestre em Educação em Ciências, Matemática e Linguagens pelo Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemáticas do Instituto de Educação Matemática e Cientifica na Universidade Federal do Pará - PPGECM / IEMCI / UFPA. Doutorando em Antropologia no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) da Universidade Federal do Pará – UFPA. Seus interesses de pesquisa são: Narrativa, Memória, Fotografia, Experiência, Sexualidades, Gêneros e Masculinidades. Membro do Grupo de Estudos sobre Antropologia Visual e da Imagem VISAGEM. Membro do conselho do Núcleo de Produção e Pesquisa em Audiovisual - NUPEPA / IMARGENS, da Universidade de São Paulo - USP.

08/09/2025

A pesquisadora Andréa Melo é mestranda em Antropologia pelo PPGSA, orientanda da Profª. Drª. Daniela Ribeiro de Oliveira e Co-orientada pela Profª. Drª. Luísa Maria Silva Dantas, e publicou o artigo de resumo:

Esse artigo objetiva compreender e refletir a importância que o Ver-o-Peso tem para a Amazônia paraense. Considerado a maior feira a céu aberto da América Latina e importante centro de hortifrutigranjeiros da Amazônia, também se mantém como um território ancestral que une diariamente pessoas e mercadorias, sendo frequentado, predominantemente, por pessoas negras. A feira está ligada diretamente à urbanização e ao crescimento da cidade de Belém durante o período áureo da economia da borracha, em 19xx, e foi construída sob a força de trabalho negra escravizada que resiste até hoje no lugar, por meio da música, dança, culinária, artes e rituais que transformam e impulsionam a cultura amazônica paraense para todos os cantos do mundo. Esse recorte faz parte da minha dissertação em andamento, fruto do mestrado, que conta, a partir da perspectiva socioantropológica, as trajetórias sociais das boieiras da feira do Ver-o-Peso, cuja maioria são mulheres negras e enfrentaram dificuldades e obstáculos durante a pandemia da Covid-19 e a chegada da COP 30 na capital paraense. O Ver-o-Peso aparece como ator principal e complexo das diferentes trajetórias ali representadas, o que evidencia o caráter ancestral e de resistência de todos que ali vivenciam o cotidiano da feira.

Texto completo:
https://ojs.ufgd.edu.br/nanduty/article/view/19632

Dados da pesquisadora Andréa:
Lattes: http://lattes.cnpq.br/0674075749736953

Mestranda em Antropologia do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Pará (PPGSA/UFPA). Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas do Trabalho (GEPT/UFPA) desde 2021 e do Grupo de Estudos e Pesquisas Antropologias do Trabalho, Memórias, Cidades e Interseccionalidades (GATI/UFPA) desde 2022. Graduada em Direito pela Universidade da Amazônia - UNAMA (2013). Possui experiência na área de Direito, com ênfase em Direito do Trabalho e Previdenciário. Pesquisa nas áreas de Sociologia do Trabalho e Antropologia do Trabalho, com ênfase em informalidade, feiras livres e empreendedorismo, Antropologia Urbana e Antropologia das Relações Étnico-Raciais. É integrante da Comissão das Mulheres e Advogadas da OAB/PA e da Comissão de Defesa e Promoção da Igualdade Étnico-Racial da OAB/PA e associada do Instituto Política Por.De.Para Mulheres situado em Curitiba/PR.

08/09/2025

A pesquisadora Elisa Gonçalves Rodrigues é doutoranda em Sociologia e Antropologia pelo PPGSA, orientanda do Prof. Dr. Flávio Silveira, publicou o artigo de resumo:

Este artigo apresenta discussões a respeito dos processos culturais da negritude em torno da morte, do morrer e dos mortos, abarcando seus modos de ser e fazer no mundo através dos manejos culturais feitos diante dos sistemáticos apagamentos sofridos em torno de suas agentividades. Para tal, objetivando compreender tais processos, relações e construções em torno da morte, faz-se um debate acerca da negritude, da resistência-ritual, da ancestralidade e seus processos rituais em torno da morte, com enfoque naqueles feitos das/nas cidades cemiteriais da Amazônia paraense. Metodologicamente, (re)leituras de produções sobre o tema ancoradas nas incursões etnográficas feitas em Belém do Pará evidenciam ritualidades próprias de grupos de matriz africana nos mais diversos níveis relacionais com o sagrado. Mediante essas investigações, foi possível compreender que os processos dessas ritualizações apresentam especificidades ritualísticas próprias devido aos sincretismos e outros processos diaspóricos.

Texto completo:
https://ojs.ufgd.edu.br/nanduty/article/view/19421

Dados da pesquisadora Elisa:
http://lattes.cnpq.br/2862672148883935

Doutoranda e Mestra em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) na Universidade Federal do Pará (UFPA), Psicanalista em formação pelo Corpo Freudiano (Seção Belém) e Graduada em Ciências Sociais (UFPA). Pesquisadora vinculada e membro da diretoria (2025-2029) da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (ABEC) e vinculada à Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Integra o Núcleo de Antropologia Urbana - Nau Cemiterial (LabNau-USP), o Grupo de Pesquisa Antropologia das Paisagens: memórias e imaginários na Amazônia (NAVERRÂNCIAS-UFPA) e a Linha de Pesquisa Crime e Policiamento (CRIP-UFPA). Coordena o Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia da Morte (GEAM). Possui experiência em Antropologia, Estudos Cemiteriais e Psicanálise, especialmente nos campos relacionados à Antropologia da Morte ou Mortuária, Antropologia das Emoções, Antropologia Urbana, Imaginário, Sociabilidades entre humanos e não-humanos, Memória, Narrativas, Morte, Luto, Ritos Funerários e Santos Populares ou Milagreiros.

08/09/2025

O pesquisador João Vitor Gama, doutorando em Sociologia e Antropologia, orientando da Profª. Drª. Denise Cardoso, e publicou com sua orientadora o artigo cujo resumo é:

A Festividade de São Sebastião é uma das principais festas do arquipélago do Marajó. Caracterizada pelo sincretismo religioso e por características do catolicismo popular tão comum na região amazônica, esta festividade mobiliza a população das cidades marajoaras e das pessoas que migraram para outros municípios do estado do Pará. Durante os eventos que a compõem, nota-se o predomínio de cores que remetem ao culto a Oxossi, orixá presente nas religiosidades de matriz africana. Sob a perspectiva antropológica, investigamos as possibilidades de explicações para os usos de cores específicas e verificamos que as controvérsias estão presentes nas falas de diferentes grupos sociais de Cachoeira do Arari, município onde ocorre a principal festividade de São Sebastião, no Marajó. Apresentando as diferentes etapas desta festividade, evidencia-se que o catolicismo popular agrega os elementos de diferentes tradições, incluindo aquelas com ancestralidade africana.

Texto completo: https://ojs.ufgd.edu.br/nanduty/article/view/20617

Dados do pesquisador João:
http://lattes.cnpq.br/9123987736521661

Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Pará (2016), graduação em Pedagogia pela Universidade do Estado do Pará (2005), Especialista em Docência do Ensino Superior pela Universidade Vale do Acarú e mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano pela Universidade da Amazônia (2013). Atualmente é professor da Pós-graduação do Instituto de Educação do Pará. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação, com ênfase nos Programas e Projetos Educacionais (2007-2012), Coordenador do Polo de Apoio Presencial Dalcidio Jurandir da Universidade Aberta do Brasil do município de Cachoeira do Arari (2007-2016), além de pesquisa sobre Violência nas Escolas e Diagnóstico da Realidade da Criança e do Adolescente de Cachoeira do Arari (2012), elaborador do Plano Decenal dos Direitos da Criança e do Adolescente do Município de Cachoeira do Arari (2015). Doutorando do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Pará desde 2022.

20/08/2025

O pesquisador Gabriel Silva Braga, mestrando em Antropologia, orientando da Profª. Drª. Denise Cardoso, e publicou com sua orientadora o artigo cujo resumo é:

As ações afirmativas constituem um dos eixos mais importantes da universidade no contexto contemporâneo, uma vez que esta passa por constantes questionamentos acerca do caráter ao qual deve servir. Essa disputa é realizada, também, pelos movimentos sociais brasileiros, os quais foram responsáveis por provocar a implementação de cotas ainda no final do século XX. Dentre essas muitas personagens, os povos indígenas são protagonistas no que se refere à contraposição à normatividade acadêmica, ao provocar novas epistemologias como outras formas de compor teorias a serem discutidas dentro das universidades. A partir desse contexto, dão-se políticas públicas que garantiram o ingresso diferenciado em diversas instituições de ensino superior para os povos indígenas ao longo do século XXI, no entanto carecem de pesquisas sobre o andamento dessas iniciativas institucionais. Dessa maneira, essa pesquisa, em caráter inicial, propõe realizar levantamento bibliográfico acerca do que as pós-graduações da Amazônia Legal produziram até este momento sobre ações afirmativas para povos indígenas. Para tanto, utilizamos a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações, com as seguintes palavras-chave: “povos indígenas”, “ensino superior” e “ações afirmativas”. Foram encontradas 24 dissertações e 06 teses que se encaixaram no objetivo. De maneira criteriosa, selecionamos as obras que buscam um olhar que privilegie o contexto amazônico nas análises, o que reduziu para 08 dissertações e 01 tese. Dessa forma, foi possível observar a insuficiência de trabalhos que se dediquem a discutir sobre a temática das ações afirmativas no contexto amazônico, bem como o reflexo das ações tardias das universidades da região Norte – uma vez que foram as últimas a implementarem cotas antes da Lei Federal n. 12.711/2012.

Texto completo:
https://periodicos.ufac.br/index.php/RFIR/article/view/8350

Dados do pesquisador Gabriel:
http://lattes.cnpq.br/6883535224214751

Mestrando em Sociologia e Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Pará (PPGSA/UFPA). Também é graduando em Bacharelado em Direito pela Universidade Federal do Pará. Graduado em Licenciatura em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Atua desde 2019 no Grupo de Estudos sobre Populações Indígenas Eneida Correa de Assis (GEPI/UFPA) e no Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual e da Imagem (VISAGEM/UFPA). Ademais, possui afinidade com os seguintes temas de pesquisa: antropologia social, teoria antropológica, ações afirmativas, cotas, políticas públicas [...]

09/07/2025

A pesquisadora Luana Kumaruara, doutoranda em Sociologia e Antropologia e orientanda da Profª. Drª. Denise Cardoso, publicou o capítulo de livro de resumo:

Este livro é, sobretudo, para contar a história destas indígenas mulheres que compartilham os caminhos da universidade em suas trajetórias. Entendemos que ao fazer essa empreitada, visibilizamos a diversidade que somos e a nossa presença como produtoras de conhecimento, intelectuais que emanam de seus corpos, de suas culturas, partindo dos ensinamentos de seus pais baseado em seus povos que dialoga com sua vida e histórias. Falar desse lugar é força, reconciliação e potência. O mundo acadêmico-científico fragmenta, atravessa essas mulheres que buscam promover as novas vozes de ser indígena e diversidade a partir das suas narrativas, de seu pensamento que é teoria, conhecimento e memória ancestral. Este trabalho marca a continuação de reparação e luta contra qualquer tipo de injustiça. Fazer parte desse projeto significa nos posicionar contra o genocídio de nossos povos, o racismo e a discriminação de gênero. O poder está na história da escrita indígena, no fazer juntas, em fazer nascer este sonho com nossas anciãs e nossos anciãos. Crescemos inspiradas nessas raízes, fazendo novas narrativas e caminhando juntas e juntos.

Texto completo:
https://lojahucitec.com.br/produto/vivencias-diversas-de-mulheres-indigenas/?srsltid=AfmBOopZkePCtXgt1Pm_2WLTWSNT-ZkbfPE9ZIAdFiA9Bhm4VPbMgNZD

Dados da pesquisadora Luana:
http://lattes.cnpq.br/6148132192455588
Doutoranda em Sociologia e Antropologia - PPGSA/UFPA. Docente da UFOPA. Mestra em Antropologia (PPGA/UFPA). Graduada em Antropologia (UFOPA). Membra do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígena NEABI/IFPA - Campus Santarém. Co-fundadora e integrante da Articulação Brasileira de Indígenas Antropóloges (ABIA). Conselheira de Liderança no Conselho Indígena Tapajós Arapiuns (CITA). Possui experiência em pesquisa e extensão em territórios indígenas e quilombolas na área de cultura, identidade, etnicidade, território e territorialidade, saúde tradicionais, pajelança, mulheres indígenas. Atualmente participo de Grupos de pesquisa CNPq: 1) Sexualidades, Corpo e Gênero - SEXGEN; 2) Puxirum de Pesquisa e etnicidade, território e política. 3) VISAGEM - Grupo de Estudos sobre Antropologia Visual e da Imagem e 4) GEPI - Grupo de Estudos sobre Populações Indígenas.

09/07/2025

O pesquisador Felipe Bandeira Netto, doutorando em Sociologia e Antropologia e orientando da Profª. Drª. Denise Cardoso, publicou com sua orientadora e Alessandro Campo o artigo cujo resumo é:

Os projetos desenvolvidos pelo Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual e da Imagem (Visagem) no arquipélago do Marajó têm em comum os usos de práticas etnográficas colaborativas inspirados na Antropologia Compartilhada de Jean Rouch. A produção fotográfica e fílmica ocorre desde 2018 em Melgaço e, posteriormente, nos municípios de Breves, Soure e Salvaterra. Os aspectos educacionais foram fundamentados no método desenvolvido por Paulo Freire. O aporte financeiro contou com subsídios advindos com a Lei Aldir Blanc (2020) e outros aportes institucionais de universidades e dos governos locais. Evidenciou-se a importância de políticas públicas direcionadas à produção audiovisual. Atualmente, com a criação do marco regulatório do Sistema Nacional de Cultura, haverá recursos orçamentários destinados às políticas públicas de cultura, garantindo o fomento às artes.

Texto completo:
https://seer.ufrgs.br/index.php/rbpae/article/view/144161

Dados do pesquisador Felipe:
http://lattes.cnpq.br/9262054664287179
Graduado em Ciências Sociais Licenciatura e Bacharelado nas áreas de Ciência Política e Antropologia pela da Universidade Federal do Pará - UFPA. Mestre em Educação em Ciências, Matemática e Linguagens pelo Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemáticas do Instituto de Educação Matemática e Cientifica na Universidade federal do Pará - PPGECM / IEMCI / UFPA. Doutorando em Antropologia no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) da Universidade Federal do Pará – UFPA. Seus interesses de pesquisa são: Narrativa, Memória, Fotografia, Experiência, Sexualidades, Gêneros e Masculinidades. Membro do Grupo de Estudos sobre Antropologia Visual e da Imagem VISAGEM. Membro do conselho do Núcleo de Produção e Pesquisa em Audiovisual - NUPEPA / IMARGENS, da Universidade de São Paulo - USP.

04/07/2025

O pesquisador Rodolfo Moura é doutorando em Sociologia e Antropologia pelo PPGSA, orientando do Prof. Dr. Manoel Moraes, e publicou o artigo cujo resumo é:

O presente estudo se refere ao período entre os meses de outubro e dezembro de 2018, momento eleitoral e de intensa participação dos evangélicos (neo)pentecostais no rádio e na televisão brasileira. Objetiva, portanto, levantar quais estações de rádio, emissoras de televisão pertencem a grupos evangélicos, além de perceber os conteúdos apresentados por eles. Para isso, parte-se da teoria crítica da indústria cultural abordada por Adorno e Horkheimer na Dialética do Esclarecimento, a qual demonstra a seleção dos conteúdos das estações de acordo com a cosmovisão do proprietário, sem a possibilidade réplica por parte do ouvinte. O desfecho do estudo aproxima a realidade pesquisada pelos autores supracitados, isto é, na década de 40, com o contexto de difusão de ideias e músicas de cunho gospel, seguindo a mesma lógica descrita pelos autores. Outro aspecto importante da pesquisa diz respeito a um envolvimento direto de líderes religiosos com esses meios, de tal modo que conquistaram o poder de moldar a opinião pública para assuntos políticos.

Você pode acompanhar o artigo completo pelo link:
https://revista.fuv.edu.br/index.php/reflexus/article/view/3037

Dados do pesquisador Rodolfo:
http://lattes.cnpq.br/1704751017806395
Possui graduação em Licenciatura e Bacharelado em História pela Escola Superior Madre Celeste (2008). Especialista em "Educação Inclusiva, Especial e Política de Inclusão" pela Universidade Cândido Mendes (2014). Especialista em "História das Religiões" pela Universidade Cândido Mendes (2018).

04/07/2025

A pesquisadora Ana Manoela Karipuna é doutoranda em Sociologia e Antropologia pelo PPGSA, orientanda da Profª. Drª. Cláudia Lopez, e publicou o artigo de resumo:

Este ensaio apresenta uma breve reflexão sobre os modos de menstruar entre as mulheres indígenas do povo Karipuna. Um povo que vive em vinte e oito aldeias localizadas ao longo do Rio Curipi, Rio Oiapoque e BR-156 nas Terras Indígenas Uaçá, Galibi e Juminã, no município de Oiapoque, no norte do estado do Amapá. Nestas Indígenas e em demais aldeias, também vivem os povos Galibi Marworno, Palikur-Arukwayene e Galibi Kali’na. Este texto amplia reflexões que surgiram após a publicação de dois artigos, nos quais fui autora, o primeiro intitulado “Sangue menstrual e sociedade Karipuna do Amapá” e o segundo intitulado “Sangue feminino: Quando as mulheres Karipuna encontram com a lua” (Primo dos Santos Soares, 2019, 2023). O objetivo destas reflexões é tecer na escrita um resumo que trate das explicações sobre as dimensões criativas e de cuidado que existem a partir da menstruação nos modos de existir do povo Karipuna. A intenção é demonstrar como a menstruação é um veículo de intercâmbio com outros mundos, um veículo de comunicação que cria contextos, corpos, sentimentos, cuidados, doenças e redes de parentesco. Suscitando paixão, amor, saudades, raiva e nojo.

Texto completo:
https://www.labirinto.labjor.unicamp.br/revista-sangro/sangro-6-a-menstruacao-como-criacao-e-cuidado/

Dados da pesquisadora Ana:
http://lattes.cnpq.br/8803372320058647
Indígena do povo Karipuna. Doutoranda e Mestra em Sociologia e Antropologia (UFPA). Graduada em Licenciatura em Ciências Sociais (UFPA). Especialista em Etnologia Indígena pelo Grupo FAVENI (2023). Membro da ABIA (Articulação Brasileira de Indígenas Antropóloges) e Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Pesquisadora na Liga Acadêmica Brasileira de Direito e Antropologia Indígena (LABADI). Membro do Grupo de Pesquisa Diversidade e Interculturalidade na Amazônia (DINA): Pesquisas colaborativas e pluridisciplinares do Museu Paraense Emílio Goeldi; Membro do Grupo Ameríndia - Grupo de Pesquisa em Etnologia Indígena e dos Povos e Comunidades Tradicionais (UFPA). Atua em pesquisas na Amazônia junto a povos indígenas, nos seguintes temas: etnologia indígena; movimentos indígenas; movimentos e direitos das mulheres indígenas; gênero; geração; sexualidade; território; parentesco; memória; oralidade; biografias indígenas; povos indígenas e museus etnográficos; povos indígenas e arte; povos indígenas nas universidades; [...]

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