MEDO, LIVRE-SE DESSA SENSAÇÃO INCAPACITANTE!
Por Miguel Lucas em Psicologia Comportamental
O medo é uma sensação natural. A única forma de o ultrapassar é enfrentá-lo. Normalmente quando você decide enfrentar o seu medo, percebe que afinal não era assim tão assustador quanto parecia. Existem vários fatores que podem criar o medo e a maioria das pessoas não percebem que o medo em si é algo que é totalmente interno à sua própria mente. Não é uma coisa real, concreta, você não pode apontar para algo e dizer: “Isso aí é o medo, cuidado ou você vai tropeçar nele”. É um produto de reações produzidas pela nossa mente a determinados estímulos, é interno a nós mesmos, embora possa sentir-se de forma bastante real quando se sente no nosso corpo. A boa notícia é que, dado que é um subproduto das nossas reações às coisas, você tem um número de opções para lidar com ele ou até mesmo removê-lo totalmente. Uma vez que você esteja ciente das causas, pode controlá-lo e trabalhar nele e, seguir a sua vida mais liberto e menos condicionado.
MEDO DO COMPROMETIMENTO
Este medo normalmente coincide com o perfeccionismo. Pondere ler o nosso artigo: Quando ser perfeccionista se torna um problema. Muitas das vezes sentimos a necessidade de fazer a melhor decisão possível para continuar com a nossa vida. A nossa vida está em constante mudança e crescimento. Nós apenas conseguimos fazer a melhor decisão possível baseado no nosso atual conhecimento. Não existem decisões perfeitas, e muitas vezes nós temos a possibilidade de mudar a nossa decisão se percebermos que não está a funcionar como desejaríamos. É exatamente deste processo que se alimenta a mudança e o crescimento de cada um de nós. As decisões estabelecem uma relação com o conhecimento que temos no momento e que enfrentamos em determinadas circunstâncias ou situações de vida.
É com os fatos que temos no momento que nos devemos comprometer com os comportamentos, atitudes ou decisões que tomamos. O medo do comprometimento, inibe que possamos viver a vida tal qual ela é, cheia de opções e possibilidades que se comprovam ser ef**azes, bem sucedidas ou felizes apenas se assumirmos e efectuarmos aquilo que julgamos ser necessário para atingir os resultados desejados. Só à posterior conseguimos analisar aquilo que fizemos. Umas vezes sendo bem sucedidos, outras nem por isso. Mas tem sido com a tentativa e erro que toda a humanidade chegou ao ponto em que nos encontramos.
Dica: Vale sempre a pena tentar, porque tentar é viver arriscando aquilo que se teme.
MEDO DA REJEIÇÃO
Existe sempre a possibilidade de experimentarmos a rejeição dos outros, mas a dor resultante deste sentimento, será preferível à dor de se rejeitar a si mesmo de ser aceite pelos outros. Poderá você ser sempre feliz vivendo a sua vida de acordo com as ideias dos outros, ou você irá sentir ressentimento e frustração deixando fugir a oportunidade de ser aceite pelo seu verdadeiro eu? Se você seguir o seu coração, você irá permitir a aproximação daqueles que lhe dão suporte e acreditam em si. A grande maioria daqueles que o rejeitam certamente não serão as melhores pessoas a escolher para ter na sua vida.
Manifeste o seu eu, expresse a sua forma de ser, assuma as sua posições e opiniões. As pessoas devem-nos a aceitar por aquilo que nós somos e como somos, isto evita a hipocrisia, evita uma vida de faz de conta, e potencia a autoestima e confiança, quer em nós quer na vida.
Dica: O medo da rejeição inibe a expressão daquilo que faz de nós pessoa únicas.
AGARRAR A VIDA
Por vezes o medo é tão incapacitante que julgamos poder morrer. Cresce em nós um pensamento de rejeição da coisa temida, afastamo-nos dela, esperando que um dia nasça em nós a coragem para lidar com o medo. Pela experiência que tenho de implementar programas de tratamento para problemas relacionados com os transtornos de ansiedade, a técnica mais ef**az para conseguir gerir e/ou erradicar os medos é através da exposição, mais concretamente através do enfrentamento daquilo que representa o medo.
É usual ouvir as pessoas com algum tipo de medo ou receio dizerem: “Eu farei isso mais tarde” Qual o problema de o realizarem agora mesmo? Se você se encontra nessa situação, o que é que o impede de fazer a mais pequena coisa possível no sentido de enfrentar aquilo que teme, receia ou o aborrece? Você consegue fazer um telefonema, escrever uma carta, voltar ao curso à muito tempo em standby, ou simplesmente limpar alguns dos papeis que se foram acumulando na sua secretária? Se você se propuser a fazer um pouco todos os dias, muito provavelmente você irá conseguir terminar ou resolver aquilo que queria. Se você não fizer nada, nunca irá ver a mudança.
Dica: Se vivermos a vida a afastarmo-nos da grande maioria dos obstáculos que encontramos, corremos o risco de nos afastarmos demasiado dos nossos objectivos. Foque-se no seu alvo e direcione esforços para guiar a seta da sua vida.
ESPERAR QUE O TEMPO RESOLVA AS COISAS POR NÓS
Algumas coisas da nossa vida resolvem-se com o passar do tempo, mas se isso se tornar uma regra pela qual nos orientamos, corremos o risco de f**armos expostos às forças externas, as quais não temos qualquer tipo de controle. Se estivermos passivamente à espera que as coisas na nossa vida mudem, caímos rapidamente numa situação de vitimização ou desapontamento. Uma atitude muito mais construtiva é adoptar um papel mais positivo e trabalhar nas coisas que pretendemos, nas coisas que estávamos à esperar que acontecessem por si só. Deveremos tentar orientar as nossas ações no sentido de f**amos numa situação mais vantajosa e favorável.
Há quanto tempo está à espera que os seus comportamentos e atitudes auto-destrutivas façam efeito por si só? Uma semana, um mês, um ano? Dez anos, vinte anos? Talvez seja agora o tempo de pedir ajuda ou de uma vez por todas se auto-ajudar.
Dica: Com os recursos que existem atualmente, não será difícil encontrar alguma forma de ajuda, desde que se proponha a mudar e a aprender.
AS ARMADILHAS DA NEGAÇÃO
Uma das piores coisas que nos pode acontecer é recusarmos admitir os problemas que temos, enveredando por uma atitude autosabotadora. Para saber mais acerca deste assunto específico pondere ler o nosso artigo: Os 10 sabotadores do seu sucesso.Uma premissa para a mudança é a necessidade de admitirmos os nossos problemas ou situações incapacitantes, a negação pode manter-nos “paralisados” para sempre. Por vezes recusarmos admitir os nossos problemas e medos é um resultado do falso orgulho. Você tem dificuldade em admitir que está errado, que necessita enfrentar os seus problemas de frente? Se sim, talvez esteja na altura de perceber porquê. Pondere procurar recolher feedback de uma fonte imparcial, como um conselheiro, ou um psicólogo, ou até um curso de desenvolvimento pessoal. O objetivo é identif**ar algumas áreas que necessita mudar e/ou enfrentar na sua vida.
Se a sua vida está a desmoronar-se, mas você finge que não está acontecendo nada, a isto chama-se negação. É fácil negar a verdade quando temos uma visão em túnel e ignoramos o panorama geral. Ignorar as coisas nunca foi uma grande estratégia dado que não faz com que elas desapareçam. Uma das formas de identif**ar a intensidade do problema é tentar registar o grau de desconforto e de disfunção que causa no seu dia-a-dia. O que é que deixou de fazer, o que é que evita, o que é que o deixa em pânico, desesperado, o que é que o deixa ansioso ao ponto do seu coração lhe saltar pela boca? Numa escala de 0 a 10 quanto é que está a prejudicar o seu trabalho, o seu estudo, o seu relacionamento, a relação com os seus amigos e familiares, em que grau lhe afeta o seu bem-estar e a felicidade? Em que grau diminui a sua autoestima e autoconfiança?
Tente responder a este tipo de questões, é um exercício muito revelador, permitir-lhe-á perceber o grau de desconforto que as suas “negações” provocam na sua vida. Ao olhar de frente para as sua negações f**a mais perto de poder decidir colocar um ponto final na sua atitude paralisante e seguir em frente.
O MEDO DO FRACASSO
Algumas pessoas f**am humilhadas por não serem perfeitas. Eventualmente por terem experimentado a ridicularização ou terem sido humilhados pela derrota. No caminho tumultuoso e sinuoso para a via do perfeccionismo, vai-se construindo a ideia que se não se tentar, não se pode falhar. Por vezes o medo de fracassar paralisa-nos na nossa trilha, mesmo antes de iniciarmos a corrida. O medo de falhar normalmente impede-nos de colocarmos todo o nosso esforço numa situação. O medo impede e evita que possamos viver a nossa vida em todo o seu esplendor. O fracasso é uma opção mas o medo não.
Dica: A única forma de falhar é desistir. Tudo o resto é uma experiência de aprendizagem.
O MEDO DE EXPRESSAR OS SENTIMENTOS
Não expressar os sentimentos funciona como uma panela de pressão, quanto mais tempo você mantiver a tampa fechada, maior é a pressão gerada. Na verdade os sentimentos são impossíveis de conter, mais tarde ou mais cedo eles irão emergir e fazer-se sentir. Talvez de uma forma não relacionada com a situação indutora, expressam-se nas mais variadas maneiras, como uma doença física, problemas de pele, obesidade, stress, ou incapacidade de lidar com situações exigentes. Na verdade, você irá sempre arranjar uma maneira de expressar os seus sentimentos. Mantê-los engarrafados e sobre pressão irá sempre conduzi-los a efeitos secundários indesejáveis. Expressar as suas emoções de forma aberta e direta canaliza a energia de uma forma muito mais saudável, verif**ando-se ser funcional e adequado para o desenvolvimento de equilíbrio emocional.
Citação: “Sentir gratidão e não a expressar é como embrulhar um presente e não o entregar.” – William Arthur
O MEDO DO SUCESSO
Muitos de nós aprendemos que o sucesso é egoísta. Foi-nos dito vezes sem conta para não nos sentirmos “inchados” e “vaidosos”. O sucesso pode trazer louvor, atenção e notoriedade com a qual podemos não nos sentir confortáveis. O sucesso pode colocar-nos numa situação de liderança e de responsabilidade acrescida. Podemos f**ar com a ideia que teremos de responder a mais questões e temos de nos expor frequentemente ou ter de falar para grupos de pessoas ou organizações. A expectativa dos outros pode crescer sobre nós, uma vez que mostrámos ser competentes. Se todas estas situações nos causam incómodo e se apresentam como desagradáveis, inserem-se perfeitamente na componente do medo, olha-se para o sucesso tal qual uma fobia. Uma forma de fugir a tudo isto é parar antes de podermos ser bem sucedidos. No entanto, este evitamento tem certamente um preço. Uma contínua falta de sucesso nas nossa vidas conduz-nos com toda a certeza para a depressão, desmotivação, sentimento de fracasso, letargia e impotência para lidar com grande parte das situações de vida.
Dica: Quando você não faz nada, sente-se oprimido e impotente. Mas quando você se envolve, tem o sentimento de esperança e realização, que emerge da consciência que tem de estar a trabalhar para melhorar as coisas na sua vida.
A NECESSIDADE DE ESTAR NO CONTROLE
A incerteza pode causar medo. Quando as coisas vão no sentido daquilo que queríamos, sentimo-nos seguros. Na tentativa de evitar o medo, podemos cair na tentação de olhar para o mudo desejando que fique sempre na mesma. Por vezes f**amos paralisados em rotinas rígidas que nos impedem de crescer e ser flexíveis. Podemos também ter tendência para insistir que os outros se conformem com as nossas ideias do que é certo e errado, e sentimo-nos ameaçados quando eles não o fazem. Tenta
Liliene Alves-Psicologia- Espaço Acolher Alphaville
Espaço para divulgar a psicologia e esclarecer as dúvidas mais frequentes.
Psicologia Clínica é a parte da psicologia que se dedica ao estudo dos transtornos mentais e dos aspectos psíquicos de doenças não mentais. Seus temas incluem a etiologia, classif**ação, diagnóstico, epidemiologia, intervenção (prevenção, aconselhamento, psicoterapia, reabilitação, acesso à saúde, avaliação)
Na psicologia clínica pode-se desenvolver atividades de psicoterapia individual ou coleti
O QUANTO VOCÊ GOSTA DE SI MESMO???
Auto estima : È auto confiança, auto aceitação, é ela que te cobra se está apto para enfrentar os problemas corriqueiros da vida moderna. É a capacidade que uma pessoa tem de confiar em si própria. O quanto você se quer bem e o quanto você se aceita. Se tem auto estima, possivelmente é assertivo!
Assertivo: É a pessoa que sabe se firmar em seu propósito. Quando o "SIM" é sim; e o "NÃO" é não. Sendo honesto com você mesmo.
Quando se é assertivo, tem mais graça a vida, você se gosta mais, é mais seguro de si, sem ser passivo diante da vida.
Muitas vezes as pessoas receberam migalhas a vida inteira: de afeição, de reconhecimento, porque a auto estima está tão baixa que a pessoa pensa que a única coisa que pode conseguir é ser carente, que aceitar o pouco, ou melhor, as migalhas estará integrado com o outro. A questão do acostumar-se com o pouco ou quase nada acaba com nossa auto estima.
Estas pessoas carente de amor, imaginam que se perderem essa sua única fonte de restos vão f**ar impotentes, sem poder.
Você acha que merece só isso?
Creio que não pois, o resgate da auto-estima acontece quando você decide que só precisa ser quem você é.
Se você entender que não veio a este mundo para corresponder às expectativas de ninguém, por mais que você os ame afinal, aqui é para seu amadurecimento. Se fizer isto, nunca será o suficiente, nunca sentirá que conseguiu. Vai sempre ter aquele vazio.
Você não é propriedade de ninguém, assim como não precisa mais assumir o outro como propriedade sua. Assumindo que você não é responsável pela felicidade alheia, também não responsabilizará ninguém pela sua própria felicidade.
Os outros estão em sua vida para fazer companhia e não para se aprisionarem emocionalmente. Pois ninguém é de ninguém, mesmo.
Ninguém é dono da sua felicidade, só você!
CULPA E AUTOCOBRANÇA
A culpa é um sentimento que se apresenta à nossa consciência quando valorizamos demais nossas falhas, erros e imperfeições. Uma autocobrança, um autojulgamento e uma auto condenação quando avaliamos nossos atos de maneira infundada e altamente negativa. Tornamos-nos algozes de nós mesmos.
São muitas as pessoas que se transformam em um farrapo humano, sofrendo e se autopunindo numa interminável condição de infelicidade por conta do sentimento de culpa.
A culpa é o resultado de muita raiva guardada, mágoas reprimidas que se voltam contra aqueles que a cultivam no íntimo de seu ser. Sentir culpa é se julgar indigno, não merecedor, mau, ruim e viver transbordando remorsos e censuras. É um sentimento que corrói nossa alma e que muitas vezes nos impede de sermos quem realmente somos, de sermos felizes e gera a autopunição. Como um sentimento assim pode ser útil para nós?
Na verdade a culpa é um sentimento que não é natural ao ser humano, ela precisa ser implantada através da chantagem emocional usada por outra pessoa e aceita passivamente por nós mesmos quando nos colocamos no papel de vítima e aceitamos essa dominação. A culpa é sentimento criado para a manipulação que conforme vai sendo cultivada cria dependência do acusado pelo acusador, levando a um crescente desconforto interior e com isso a ocorre submissão. Como um sentimento assim pode ser útil para nós?
A culpa é o método mais ef**az dos manipuladores de fazer com que uma pessoa se submeta a seus desejos e caprichos. Nasce de uma exigência de algo que não queremos fazer e com isso nos leva a uma servidão dolorosa e sem sentido. Como que um sentimento que causa ódio de si mesmo, um desequilíbrio emocional e autopunição pode ser útil para nós?
Muitos se sentem culpados pela ação de pais desavisados que querem manipular seus filhos; pela inflexibilidade de uma sociedade rígida e fútil. Outros se sentem culpados por causa da crítica e das acusações dos outros, da repressão, do julgamento dos prepotentes, do medo, do abandono, da mentira, das comparações, da necessidade de agradar sempre a todos e das famigeradas expectativas que colocamos em nós mesmos e nos outros. Como que um sentimento assim pode ser útil para nós?
Quando sentimos culpa temos preocupação excessiva com a opinião dos outros, dificuldade de assumir responsabilidade pelos nossos atos, buscamos responsáveis pelo nosso sofrimento, temos dificuldade de expressar nossos sentimentos e nos sentimos vítimas em muitas situações em que na verdade estamos apenas sendo passivos, meros expectadores da vida. Como a culpa pode ser útil?
Quem sente culpa não aceita nem os elogios sinceros das outras pessoas, sente-se mal quando recebe algo, pois se julga indigno de aceitar o que os outros lhe oferecem. Não conseguem falar “não” e vivem sobrecarregados para não desagradar os outros. Fazem tudo pelos outros e esquecem de si mesmos. Adoecem e se machucam com facilidade. São rejeitados por si próprio. Como um sentimento assim pode ser útil?
Na verdade para nos livrarmos da culpa devemos nos aceitar como somos, com nossas falhas, erros e imperfeições, e simplesmente aprendermos com esses, pois, não é a culpa que nos redime, mas sim o aprendizado.
Para se livrar da culpa pare de fazer qualquer coisa que anule seu livre arbítrio; pare de querer agradar demais, faça o que lhe é caro e que não causa danos a você e aos outros.
Para se livrar da culpa faça sua parte, a sua função, aquilo que lhe cabe realmente… Pare de querer resolver a vida que não é sua; você pode contribuir, orientar, ajudar os outros, mas nunca conduzir ou ser conduzido.
Para se livrar da culpa desapegue-se do passado, pois ele não nos pertence mais. Só temos o agora, por isso se chama presente. A culpa não nos pertence por isso podemos abandoná-la a qualquer momento. O que nos pertence é o aprendizado com os erros do passado, para corrigí-los e não cometê-los mais, por isso seja auto-indulgente e pratique o autoperdão.
Aprenda com seus erros, só isso. Afinal, como disse Jung: “A verdade sai do erro. Por isso nunca tive medo de errar, nem dele me arrependi seriamente”.
Permita-se ser feliz!
SER MÃE
Ser mãe dói.
Dói quando o filho nasce e ela se pergunta como vai saber educar.
Dói quando, tendo o futuro todo pela frente, ela se sente perdida, como se o mundo não tivesse continuação.
Dói quando filho chora de noite e ela não sabe bem como acalmá-lo. Ela aprende, então, a interpretar cada choro pra entender seu bebê.
Ser mãe dói quando filho f**a doente e ela quer trocar de lugar com ele e não pode. Dói quando ela não sabe o que fazer.
Ser mãe dói quando filho não quer começar a escola e ela precisa fazer um esforço sobrenatural para não chorar e deixá-lo começar a vida de gente grande. Ela chora escondido depois. Mas dói também, quando, deixando o filho na escola, ele dá um sorriso e diz adeus. Dói sentir que ele desprega-se, solta-se, torna-se independente. Como dói!!!
Ser mãe dói quando filho tem problemas na escola e ela precisa ouvir com naturalidade as queixas. Dói a adolescência, as questões existenciais.
Deve doer demais ver um filho indo para a guerra. Deve doer imensamente ver filho seguindo caminhos diferentes dos que julgamos corretos. Mãe que vê filho sofrendo, sofre dobrado.Ser mãe é uma missão que dói a vida inteira. Ser mãe é ter a dádiva do dar. Ela planta e sabe que não é pra ela. Jesus também teve mãe. E deve ter doído nela mais que em qualquer outra mulher do mundo.
Uma mãe é uma ponte entre os céus e a terra. É o ser escolhido por Deus, certamente o mais bendito de toda a criação, para que a terra se encha e se multiplique.
Ser mãe dói sim. Mas engrandece também. A medida da dor é também a medida da alegria de ver filho feliz.
A maternidade é a corôa de toda mulher. De espinhos... mas de flores também!
A DIFÍCIL TAREFA DE DIZER NÃO
Quantas vezes na vida não conseguimos dizer não com um sorriso?
Quantas vezes na vida não conseguimos segurar nossa emoção, para dizer não com objetividade, e assim, alcançar nosso propósito sem ferir o outro?
Realmente quando se trata de uma pessoa querida, fazer opções é algo trabalhoso e difícil seja lá em que idade for. Dizer “não quero”, “não concordo”, “não vou”, para as pessoas que amamos é muito difícil. Um bom exemplo é o que sentimos quando vemos, na rua mesmo, uma mãe que não consegue dizer não ao seu filho. E aquela criança, de personalidade forte, sabe escandalizar, fazer manha até conseguir o que quer. Vemos esta cena com freqüência em lugares públicos. Fico pensando sobre como será quando esta criança, já bem mais velha, encarar o primeiro “não pode” definitivo que a vida lhe reservar. Certamente sofrerá muito.
E quando for aquele não profundo que damos a nós mesmos ao longo da vida? Como quando percebemos o mal que o cigarro faz, por exemplo: “isto eu não posso fazer pois me faz mal.” Quando vemos que não podemos agredir fisicamente a pessoa que é alvo de nossa raiva: “aquilo não posso fazer porque vai desrespeitar o outro.”
Como é do conhecimento da maioria, o não simboliza limites, e sabemos que o caos não tem limites e o quanto que os limites que a vida nos impõe, as frustrações, nos ajudam a crescer.
Isso pode até ser doloroso num primeiro momento, mas o saldo é sempre produtivo e positivo.
A vida nos ensina a importância de ter limites e os psicólogos também.
VICIO EM CELULAR É PREOCUPANTE!!!
Você tem a mania de dormir com seu smartphone, seja iPhone, Android ou outro, do lado? Fique sabendo que isso não é muito saudável e que psicólogos estão preocupados com a crescente dependência de pessoas em seus celulares, exibindo um comportamento que mostra a preferência pela interação com seus telefones em vez de outros seres humanos.
VÍCIO EM CELULAR ATRAPALHA VIDA AFETIVA
Celulares supermodernos estão presentes no dia-a-dia de muitas pessoas e acabaram gerando uma nova doença: a nomofobia. A palavra é uma abreviação de “no mobile phobia” que, literalmente, signif**a o medo de f**ar sem celular. Pesquisa recente revelou que 18% dos brasileiros admitem ser viciados nos seus aparelhos. Em outro levantamento, feito pela revista ‘Time’ e pela empresa Qualcomm, 35% dos brasileiros afirmaram consultar o celular a cada dez minutos ou menos.
É possível perceber o vício, quando a pessoa ou outro que conviva bem perto dela, começa a observar que caiu a produtividade de seu trabalho, estudos ou até mesmo a diminuição do interesse sexual. A linha que separa o normal do patológico pode ser tênue e imperceptível à primeira vista, porque a pessoa dá desculpas que o excesso de uso faz parte do trabalho etc. Usar de forma normal é principalmente dar conta de desliga-lo durante o cinema, teatro, o trabalho, consultas médicas, igrejas, salas de aula, dentre outros locais onde ele é inconveniente. E abusar é justamente fazer o contrário disso: não dar conta de desligá-lo hora nenhuma. O fato é que temos que acompanhar os avanços da tecnologia porque estamos inseridos nela, mas, sempre lembrando que o número de horas do dia não aumentou e principalmente porque a energia de vida, a libido, também é única. Essa energia exige um destino, e esse destino, no caso dos viciados em celular, toma a maior parte, sobrando pouca para outros afazeres.
Os sintomas mais comuns no início é que a pessoa manter o celular ao alcance, depois ele tem que estar junto, mesmo em um bolso ou na mão. A partir dai tudo que ela resolvia com o computador, que de certa forma lhe exigia um ritual, como ligar, sentar em uma mesa etc, deixa de ser necessário; a pessoa passa a resolver tudo pelo celular ou a consulta-lo a todo o momento. Dessa forma, se ela abria o computador uma ou duas vezes ao dia para olhar e-mails e facebook, ela passa a fazer isso tempo todo pelo celular.
Existe um momento, em que a pessoa, mistura um pouco, realidade virtual com a realidade de fato, real, objetiva. Caso ela seja saudável, isso acontece com uma intensidade menor, caso ela já tenha uma predisposição às adicções, viverá o mundo virtual como se fosse a sua própria realidade. Por exemplo: o que as pessoas postam no facebook são sempre acontecimentos festivos, bonitos e bons, f**ando muito longe da sua realidade objetiva e cotidiana, assim, a outra que f**a vendo o dia inteiro, passa a competir e achar a sua vida, no caso, real, muito ruim, enfadonha e sem glamour.
Para a psicologia a nomofobia está ligada à predisposição á vícios e à medos de f**ar só. Por isso trata-se como se fosse um medo de f**ar sem o seu aparelho de comunicação móvel. Nesses casos o celular é o objeto de afeto que consegue tirar a pessoa do sentimento de medo de f**ar só .
Um outro problema associado a este vício é a chamada “síndrome da vibração fantasma” – que é quando a pessoa acha que seu telefone vibrou sem ele ter vibrado. Este fenômeno já é vivenciado por uma grande parcela dos adultos jovens, aproximadamente uma vez a cada 15 dias. Pode-se inferir que está ligado a síndrome de abstinência comum às pessoas viciadas quando lhe tira o objeto de prazer. Todo mundo sabe que um alcoólatra quando lhe é retirado o álcool, passa por impulsos incontroláveis que lhe conduz à beber e ao mesmo tempo ele pode ter sintomas de alucinação. No caso do celular é a mesma coisa. Uma alucinação temporária mais ou menos grave de acordo com o número de vezes e a angústia sentida na ocasião.
A dificuldade nas comunicações pessoais face a face tem aumentado proporcionalmente ao aumento da comunicação virtual. O bom é que muitas vezes a barreira da timidez é vencida, fazendo uso do aparelho de telefone, e outras vezes é muito ruim, porque fomenta mais ainda a comunicação NÃO verbal.
Ninguém gosta da desatenção do interlocutor, exigimos dele que nos Escute ou pelo menos nos ouça, quando estamos nos comunicando; por isso, o usos abusivo, tem gerado brigas entre os casais e descontentamento em relação à familiares e de amigos. Entre os casais, também pode gerar ciúmes e desconfianças.
O acompanhamento psicológico será sempre a melhor solução para melhorar o vício; porque na verdade ele é sintoma de algo que tem raízes mais profundas. A etiologia de sintomas deve ser tratada, porque eles tendem a voltar ou mesmo deslocar.
Ainda não é considerado um transtorno, como os demais, como o bipolar o de pânico etc. Deve ser tratado com uma psicoterapia, com foco para esta demanda. Geralmente as terapias tem o caráter breve e necessita de uma avaliação ou diagnóstico antes de se iniciar qualquer trabalho psicoterapêutico. Quase nunca precisa do uso de medicação.
VICIO EM CELULAR É PREOCUPANTE!!!
Você tem a mania de dormir com seu smartphone, seja iPhone, Android ou outro, do lado? Fique sabendo que isso não é muito saudável e que psicólogos estão preocupados com a crescente dependência de pessoas em seus celulares, exibindo um comportamento que mostra a preferência pela interação com seus telefones em vez de outros seres humanos.
VÍCIO EM CELULAR ATRAPALHA VIDA AFETIVA
Celulares supermodernos estão presentes no dia-a-dia de muitas pessoas e acabaram gerando uma nova doença: a nomofobia. A palavra é uma abreviação de “no mobile phobia” que, literalmente, signif**a o medo de f**ar sem celular. Pesquisa recente revelou que 18% dos brasileiros admitem ser viciados nos seus aparelhos. Em outro levantamento, feito pela revista ‘Time’ e pela empresa Qualcomm, 35% dos brasileiros afirmaram consultar o celular a cada dez minutos ou menos.
É possível perceber o vício, quando a pessoa ou outro que conviva bem perto dela, começa a observar que caiu a produtividade de seu trabalho, estudos ou até mesmo a diminuição do interesse sexual. A linha que separa o normal do patológico pode ser tênue e imperceptível à primeira vista, porque a pessoa dá desculpas que o excesso de uso faz parte do trabalho etc. Usar de forma normal é principalmente dar conta de desliga-lo durante o cinema, teatro, o trabalho, consultas médicas, igrejas, salas de aula, dentre outros locais onde ele é inconveniente. E abusar é justamente fazer o contrário disso: não dar conta de desligá-lo hora nenhuma. O fato é que temos que acompanhar os avanços da tecnologia porque estamos inseridos nela, mas, sempre lembrando que o número de horas do dia não aumentou e principalmente porque a energia de vida, a libido, também é única. Essa energia exige um destino, e esse destino, no caso dos viciados em celular, toma a maior parte, sobrando pouca para outros afazeres.
Os sintomas mais comuns no início é que a pessoa manter o celular ao alcance, depois ele tem que estar junto, mesmo em um bolso ou na mão. A partir dai tudo que ela resolvia com o computador, que de certa forma lhe exigia um ritual, como ligar, sentar em uma mesa etc, deixa de ser necessário; a pessoa passa a resolver tudo pelo celular ou a consulta-lo a todo o momento. Dessa forma, se ela abria o computador uma ou duas vezes ao dia para olhar e-mails e facebook, ela passa a fazer isso tempo todo pelo celular.
Existe um momento, em que a pessoa, mistura um pouco, realidade virtual com a realidade de fato, real, objetiva. Caso ela seja saudável, isso acontece com uma intensidade menor, caso ela já tenha uma predisposição às adicções, viverá o mundo virtual como se fosse a sua própria realidade. Por exemplo: o que as pessoas postam no facebook são sempre acontecimentos festivos, bonitos e bons, f**ando muito longe da sua realidade objetiva e cotidiana, assim, a outra que f**a vendo o dia inteiro, passa a competir e achar a sua vida, no caso, real, muito ruim, enfadonha e sem glamour.
Para a psicologia a nomofobia está ligada à predisposição á vícios e à medos de f**ar só. Por isso trata-se como se fosse um medo de f**ar sem o seu aparelho de comunicação móvel. Nesses casos o celular é o objeto de afeto que consegue tirar a pessoa do sentimento de medo de f**ar só .
Um outro problema associado a este vício é a chamada “síndrome da vibração fantasma” – que é quando a pessoa acha que seu telefone vibrou sem ele ter vibrado. Este fenômeno já é vivenciado por uma grande parcela dos adultos jovens, aproximadamente uma vez a cada 15 dias. Pode-se inferir que está ligado a síndrome de abstinência comum às pessoas viciadas quando lhe tira o objeto de prazer. Todo mundo sabe que um alcoólatra quando lhe é retirado o álcool, passa por impulsos incontroláveis que lhe conduz à beber e ao mesmo tempo ele pode ter sintomas de alucinação. No caso do celular é a mesma coisa. Uma alucinação temporária mais ou menos grave de acordo com o número de vezes e a angústia sentida na ocasião.
A dificuldade nas comunicações pessoais face a face tem aumentado proporcionalmente ao aumento da comunicação virtual. O bom é que muitas vezes a barreira da timidez é vencida, fazendo uso do aparelho de telefone, e outras vezes é muito ruim, porque fomenta mais ainda a comunicação NÃO verbal.
Ninguém gosta da desatenção do interlocutor, exigimos dele que nos Escute ou pelo menos nos ouça, quando estamos nos comunicando; por isso, o usos abusivo, tem gerado brigas entre os casais e descontentamento em relação à familiares e de amigos. Entre os casais, também pode gerar ciúmes e desconfianças.
O acompanhamento psicológico será sempre a melhor solução para melhorar o vício; porque na verdade ele é sintoma de algo que tem raízes mais profundas. A etiologia de sintomas deve ser tratada, porque eles tendem a voltar ou mesmo deslocar.
Ainda não é considerado um transtorno, como os demais, como o bipolar o de pânico etc. Deve ser tratado com uma psicoterapia, com foco para esta demanda. Geralmente as terapias tem o caráter breve e necessita de uma avaliação ou diagnóstico antes de se iniciar qualquer trabalho psicoterapêutico. Quase nunca precisa do uso de medicação.
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