02/10/2026
O aluno que quer parecer o mais inteligente da sala, o amigo que se acha o mais intelectual do trabalho, a garota que quer parecer mais esperta e estudada do que as outras. Todo mundo já esbarrou em alguém assim em sala de aula, no trabalho ou mesmo nas conversas do dia dia, abanando a cabeça em confirmação como se estivesse entendendo tudo. E você percebe que algumas pessoas começam a inventar dados apenas para não parecer "por fora" do assunto.
Essa falsa sabedoria logo vira constrangimento quando é confrontada com dados concretos, pesquisas, artigos e etc. A cara f**a no chão.
Por isso, admitir não saber nada ou quase nada de determinados assuntos não é atestado de "burrice", é ser inteligente. Inteligente o suficiente para reconhecer seus limites e abrir espaço para o aprendizado. Mostre que você está aberto para ser ensinado, isso é uma questão de humildade. Numa sala de aula, numa reunião de trabalho ou mesmo numa roda de conversa com amigos há espaço para todos. Cada um possui um recorte da sua realidade, áreas de interesse, e também pode contribuir com alguma informação importante. Isso só fortalece a conversa e a construção de um saber mais profundo. Como disse Jordan Peterson no livro 12 regras para a vida:
"Uma ideia é mais crível quando surge como consequência das investigações em domínios diferentes."
NÃO É FEIO DIZER "EU NÃO SEI"
Feio é inventar informações, é desonesto.