Escolinha da Tia Paulinha

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�Aulas de Reforço até o 6° ano
� Valores Acessíveis
� Matrículas com des Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental I

Photos from Escolinha da Tia Paulinha's post 24/11/2025

Palestra Setembro Amarelo 💛 Diga não ao Bullying!

24/11/2025

Te elegem a pessoa mais feia da turma no fundamental.
Insistem com uns apelidos que nunca foram engraçados.
Falam do seu cabelo, da sua pele, do seu corpo, do que você veste, da sua família.

Tramam brincadeiras pra te ridicularizar em público, para te mostrar que você é menos, que não é um deles.

Você passa a se sentir mal o tempo todo, ansioso, sufocado, mas ainda nem entende direito o porquê.
Você aprende a se odiar, e chega no ensino médio com vergonha de si.
Lá você passa os 3 anos mais confusos da vida.

Excesso de informação, de decepção, de falsidade, de choro.
Conflito com amigo, com família, com os próprios sentimentos, conflito consigo mesmo.
Sensação de impotência. Apoio em lugar nenhum.

Chega o Enem e da pele para dentro você ainda é uma bagunça, tentando consertar o rombo psíquico do ensino fundamental.
Vendendo a saúde para não frustrar os pais.

Tendo toda sua vida resumida a esconder o que sente.
O sorriso é sempre o mesmo.
O espelho ainda machuca.
Você se defende do jeito que dá, mas por dentro é só angústia, ansiedade, e medo.

Medo de não saber se você é uma pessoa incrível ou o lixo que te falaram.
Não é normal.
Era para ser escola, mas criaram uma fábrica de distúrbios, ansiedade, depressão, e suicídio.

O que pra você é brincadeira, para o outro é sofrimento, que sangra todo dia, que tortura, que deprime, e tem gente que desiste, que só quer um ponto final.

Nesse dia não adianta chorar, fazer camisa, nem dizer que não sabia, porque as mãos sujas não são as dele, são as nossas.
As nossas!


Texto: Luiz Guilherme Prado

19/09/2025

Fazendo bagunça com os 4° e 5° anos 👩🏻‍🏫❤️ com eles eu sou criança! Amo muito tudo isso!

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Turma 202- Confecção do Cartaz- Setembro Amarelo 💛 Sua vida vale muito! Tia Paulinha👩🏻‍🏫
Teve palestra, atividades, aconselhamentos, com a valorização da vida e empatia para com os coleguinhas de turma e todos da nossa sociedade 👩🏻‍🏫

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Conselho de Classe👩🏻‍🏫 São Pedro da Aldeia.

06/08/2025

Minha profissão me faz sorrir e muito 😅

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Minhas aluninhas do 5° ano me penteando... Os meninos disseram que eu fiquei a cara do Oruan 🤣

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Meu 2°ano🌹🧑🏻‍🏫😍

07/06/2025

No Japão, não existe Dia do Professor.
E talvez… eles não precisem mesmo.

Durante minha estadia por lá, certo dia perguntei ao meu colega, Professor Yamamoto:

— Quando vocês celebram o Dia do Professor aqui?

Ele sorriu com gentileza, como quem não entende bem a pergunta, e respondeu com serenidade:

— Aqui no Japão… não temos um dia especial para isso.

Confesso que, naquele momento, achei estranho. Como um país tão avançado em ciência, tecnologia e educação poderia deixar passar algo tão simbólico? Mas com o tempo, compreendi.
No Japão, o respeito ao mestre não se celebra uma vez por ano. Vive-se. Todos os dias.

Lembro-me de uma tarde em que, ao sairmos do trabalho, tomamos o metrô em plena hora de pico. Viajávamos apertados entre tantos. Eu estava de pé, quando um senhor, já idoso, levantou-se e me ofereceu o lugar. Surpreso, hesitei. Mais tarde, perguntei ao Yamamoto por que ele teria feito aquilo.

— Talvez ele tenha visto a sua identificação de professor — respondeu. — Aqui, a figura do mestre é muito respeitada.

Não era cortesia. Era cultura. Não era um gesto ensaiado. Era uma reverência espontânea.

Dias depois, quis comprar um presente para a família do Yamamoto. Ele me levou a uma livraria — comum, nada de especial. Mas ao mostrar sua credencial de professor, recebeu um desconto. Silenciosamente. Sem alarde. Sem cartazes dizendo “desconto para professores”. Era apenas mais uma forma sutil de reconhecer o valor de quem ensina.

No Japão, os professores não têm filas preferenciais, não são chamados ao palco uma vez por ano para receber flores ou aplausos. Eles têm algo mais duradouro: o respeito cotidiano de uma sociedade que sabe o peso e o valor da missão de educar.

Ser professor no Japão é uma das funções mais exigentes e honrosas. O processo é rigoroso, os padrões são altos, a ética é inegociável. Nem todos conseguem. Nem todos querem.

Talvez seja por isso que lá não se comemora o “Dia do Professor”.
Porque onde o mestre é respeitado todos os dias, um único dia seria pouco. Desnecessário, até.

Photos from Escolinha da Tia Paulinha's post 24/05/2025

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